sábado, 16 de junho de 2007

ENTRE O IMENSO ECO

Fugas… palavras perdidas,
Acasos, nomes simples
Por aqui, por ali…
Enquanto alguém escreve
O escrito do valor sem valor
Onde a vida se perde.

Esta procura é desnecessário!
Lixo de vontade, de desejo…
Olhar que se torna apático,
Metamorfose dos sentidos
Sem algum sentido…
A um ponto final, total.

Esta criação é exaustiva,
Perde-se na lembrança…
Na demolição e no eco.

Incerto nas tempestades…
Preso por guindastes
Entre países brancos
A alegria tornou-se triste!
Um pouco extensa…
Pela teoria do imenso perdido.

Grande Porto - Rio Tinto, 04 de Março de 2007 – 16:43h

PS. Para ti que tens sido um excelente amigo, obrigado pelas palavras que tens tido para comigol, essa preocupação e agradeço-te ainda por te lembrares sempre de mim. Vejo que a tua amizade é daquelas que são valiosas, comparando com outras, que melhor seria nunca ter conhecido tais criaturas. A estupidez milita e mina os processos racionais, convertendo-os em simples abortos e oportunismos. Mas tu, sustentas a tua postura e essa palavra amiga para comigo, certamente só te irá beneficiar. Não sou um interesseiro tal como tu, nem me fico a roer por soluções apressadas e desarticuladas das boas maneiras.
Aquele abraço especial para ti, porque apesar de tudo, ainda continuas no meu coração... os outros, com o tempo passarão ao esquecimento, uma vez que foi isso que procuraram.
Falamos mais logo no msn, anota o mail. Aquela dedicação de sempre e que gravei de modo considerado, fazendo a compreensão da própria compreensão.

Sem comentários: