quinta-feira, 19 de julho de 2007

MORTE DAS PALAVRAS E O BLOG APAGOU

Interessante as palavras que guardo, as mudanças que operam, os movimentos do sonho e um todo que se vai ampliando cada vez mais, algo para o qual me faltam outros modos de dizer. Conjugo e tento esquecer as palavras que morreram, as mensagens que se trocaram e as fotos que se lançaram. Tudo no tempo foi reduzido a cinzas!Esse teu acto, mostra uma vez mais a instabilidade, a insegurança… tudo aquilo que apontavas nos outros! Que discrepância… Ah, não é? Que pessoa complicada que és, que coisa absurda. Nada a fazer e apenas a morte te consumirá na indiferença, tal como a eliminação do teu blog, um tipo original de suicídio em degrau a degrau. Se deixaste de existir, é porque não fazes falta, outros surgirão e tu cairás no esquecimento para sempre. Não serás mais agente desconhecido… Esta é a lei da vida… ainda assim, o teu coração chorará aquilo que não se pode dizer. O tempo não falará, mas algo de bom guardei em memória, o teres um dia passado na minha vida. Isso está lá como um bom tesouro, muito bonito. Obrigado por teres existido… tudo tem um princípio e um fim. O nosso chegou, teve o seu momento.

23.06.2006 – 12:57h

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