domingo, 29 de julho de 2007

HORA TARDIA

Dia de imensas situações, novidades a rodar... gentes de bastante interesse. Na escola correu tudo bem, os encarregados de educação foram esclarecidos e levaram as classificações dos seus filhos.
Novamente tentei falar com um grande amigo meu, até que enfim... conversámos cerca de duas horas ao telemóvel. Aquilo que aproxima as pessoas faz com que elas sejam especiais, neste caso continuo a manter a posição inicial. O R. também falou comigo e perguntou pelo P.,disse-lhe da minha opinião. Ficou na dele. Parei o carro.
Cheguei a casa e fui jantar, estava tudo pronto. Liguei o MSN, falei com a I., e com o G., o que foi mesmo agradável. Convidou-me a ler os seus trabalhos agora já em pdf, para seguir rumo à editora. Seleccionei um poema que li por telemóvel, elogiou a minha forma de dizer. Digo com o meu sentimento. Brevemente um livro nas bancas. Foi mesmo boa a convesação. Amanhã é feriado, vou encontrar-me com o R., no Miratejo, certamente com muito gosto, como sempre. Isto é que é uma amizade, parece incrível, mas é mesmo assim.
A hora já vai tardia... tenho de ir dormir. Envio-te uma mensagem escrita por telemóvel e amanhã falamos, tomamos café. Adeus e dorme bem... desculpa repetir algumas palavras, mas não faz mal. Fui!

24.04.2006 - 23:00h

DIA DE LIBERDADE 25

Dia muito diferente. Passeios, caminhadas, encontros. Teclar. Este caminhar por lugares dantes não visitados! Ir sem destino, levando as horas, os amigos e sem mais pena de nada, nem da minha sombra, apenas esquecendo o que não faz sentido, apenas o meu mundo, o mundo das coisas vãs. Aqui, ali, encarcerado e destapando o sem significado, porque acreditar é ficar morto, numa situação que não tem realização. Liberdade, apenas isso... hoje que é dia

25.25.04.2006 - 23:50h

QUERO CONTINUAR

Um suspiro, uma palavra no silêncio... um pensamento que não se expressa. Apenas quero continuar, mas não continuo, apenas fico no silêncio. O silêncio que me ofereceste. Esse silêncio é precioso. Agora fico, fico aqui, contigo... pela tua ausência tomarei a verdade que será eternidade, a eternidade do meu propósito.

26.04.2006 - 20:47h

CERTAMENTE SERÁ...

Palavras inquietas, escritas. Consolo profundo, férias à distância... um mundo que acelera num ritmo diferente. Eis a minha entrega pelas palavras enquanto o sono não me toma. Nada absolutamente. Compras diversas, aulas expostas, momentos de gratidão... prendas. Confiança absoluta, calma, muita calma e esperança. Segue-se o período de descanso e a espera que é contrariada por quem adora ser desmancha prazeres. Certamente será um momento, o espaço da espera e da ausência.
O dia será diferente, tal como as tuas palavras, tudo será mudança e certamente compreenderás a profundidade do que te digo e do que sou capaz de fazer. Façamos dos dias que se seguem algo bom, algo agradável, em tudo o que puder, contribuirei para tal.

27.04.2006 - 11:55h

NÃO TENHO RESPOSTA

Estou com calor! Muito calor…
Hoje, como nos últimos, tempos tenho vindo a semear a minha boa disposição para contigo e parece que cada vez andas mais a acentuar a distância para comigo, a rejeição e atitudes paranóicas têm o seu lugar. Por dizer isto, dizes que estou a atacar, porque não gostas das verdades. Eh hehee. Não percebo porque procedes assim, é uma atitude que não leva a lado nenhum nem ajuda a viver. Esse procedimento não presta para nada, entendendo tu que é o melhor. Lamento essas tuas atitudes, confesso que lamento bastante. Considerar-te não serve para nada, pelo menos é o que se vê, até parece fazeres um frete em falar comigo, como se te tivesse feito algum mal, ou desejado. É inconcebível. Planeio as coisas de modo a agradar-te e tu rejeitas e nem pensas. Hoje foi o exemplo total… depois dizes que não te digo nada. Desejei fazer-te uma surpresa e tu nem à merda me mandaste. Deixei o convite no MSN, para jantarmos e tu nem disseste nada, nada mesmo. Falei com o R., para aparecer no jantar e fazer-te uma surpresa agradável e tu… nada. Desmarquei! Confesso que não vale a pena perder tempo com pessoas assim… Pessoas fixes, acolhedoras, simpáticas têm todo o meu valor. Qual o valor que tens para mim? Pensa! São desabafos…
És um caramelo, um desmancha prazeres, uma pessoa que não posso contar. Enganei-me, paciência.
Preocupar-me? He he he, eh he - já foi! O R., acabou por não entender e acha estranho as tuas atitudes. Algumas pessoas a quem falo de ti, vão passar a achar descabidas as tuas atitudes. Eu já estou a achar desde algum tempo. Vejo que não gostas de quem gosta de ti, vejo isso pela forma como ages. Também não sou tão burro, tão ignorante ou tão palerma. Não ligas, não respondes, apontas, ignoras… Acho que não mereces que perca mais tempo contigo e aborrecer-me nem pensar. Paciência! A vida continua. Não faz muito tempo recebi a fatal notícia! Nem quis acreditar… só nos impressiona estas coisas quando conhecemos as pessoas e depois nada podemos fazer.
O que tenho mesmo a sério a lamentar foi o suicídio do A., isso sim. Ainda por cima uma morte de espectáculo público. Enfim… nada mais a dizer perante estes factos. Agora atitudes de criança? Isso… olha, não tenho mais paciência, acredita.
Porque são as pessoas assim? A resposta já a dei várias vezes… chega de ingratidão pela atenção que se dá. Todos os dias as pessoas surpreendem-nos de muitos modos… eh eh ehe ! Adeusinho!

27.04.2006 – 20:45h

NOITE PROFUNDA

Noite profunda, de descanso, de silêncio. Noite, esta noite, a minha noite onde me abrigo das tempestades e esqueço muitas outras realidades.
Pereciso da noite mais uma vez... ainda que me deite desacreditado das situações que não posso aceitar assim sem mais nem menos. Não tenho hipótese, esgotaram-se as alternativas, tudo aquilo que anteriormente houvera pessado, isso mesmo não vejo realizado. Agora arrumo-me na noite e na noite esqueço o que o dia me tenta dizer. Noite, apenas digo noite e na noite tomo todo o meu ser, na sua totalidade, a totalidade da nudez que possuo. Noite, a noite em que te penso, onde te continuo a encontrar... noite simplesmente, onde em sonho posso certamente amar.

28.04.2006 - 01:02h

EVITAR, REJEITAR, FUGIR

Também se pode aplicar à minha maneira de ser, mas por norma não acontece. Já chegam os acontecimentos que estão na ordem do dia e outros que estão a caminho…
Conheci-te naquele dia, olhei-te, achei-te interessante, antes não fosses! As situações são assim, acha-se o que não se acha. Manifestei-te a verdade e dela tiveste medo, viraste o nariz, franzino e tudo o que era belo tornou-se desagradável!
Lentamente começaste a pintar uma nova tela, arranjando desculpas para tudo o que fosse aproximação ou envolvesse algum sentimento. Passaste a criticar-me pelo que disse ou passei a dizer… eis os meus ataques! Esqueces os teus! Sou assim, imperfeito, ao contrário do que poderias pensar, certamente tu, não. És exemplo de perfeição, mas não sei onde!!! Talvez eu seja um doente mental e deva procurar um técnico no campo considerado… ainda chegará o dia para se ver quem precisa.
Não sei porquê esse medo da aproximação, essas atitudes que irritam (porque tenho a capacidade de me deixar irritar), ao ponto de anular toda a consideração que possa ter por ti. Mereces a minha consideração? Não me parece! Melhor é esquecer… Esse procedimento não me parece normal, mesmo nada podendo fazer. Gostar das pessoas (certas pessoas) por vezes torna-se indesejável e o lado bom das questões torna-se um espectáculo agressivo, arranhando.
Evitar, rejeitar, fugir, são os três conceitos que te aplico neste momento, para lá de outros que não me atrevo ainda a falar. O lado materialista e calculista está no olhar, a frieza pela insensibilidade… a que aplico, quando te penso ou enterro mais profundo o meu sentimento. Não o devia fazer nem sentir. Do desinteresse não se pode dar valor, uma vez que valores mais altos se levantam. Jogas fora aquilo que não queres pensar, lanças para o lixo o que nunca mais terás… lanças e não pensas, porque não queres parar, queres a novidade constantemente, é nisso que me pareces diferente e um dia nada terás, apenas ausência dos bons valores.
Não dás valor às verdades que da natureza se manifestam, no seu mais alto expoente, e muito menos consideras quem contigo tem procedimentos bons, sem interesse, apenas por amizade, por te estimar… rejeitas tudo, com esse procedimento e ainda por cima és capaz de te tornar inocente, como por norma colocas na boca tal conceito para te convenceres e convencer os outros. Se isso fosse assim…
Rejeitas, criticas e tentas anular o amor, o afecto, o carinho e até a simples amizade, num diálogo acolhedor. Reprovação total. Perante tudo isto, sinto-me triste, uma tristeza inútil, confirmando o meu vazio desde sempre, excepto quando durmo. Talvez o que tu gostes perante a situação corrente, é que eu não goste de ti...
O caminho está em aberto e muito terreno existe por desbravar… lamento o teu procedimento, mas os actos ficam com quem os pratica. Mais tarde também poderás pensar no evitar, rejeitar e fugir. Agora as horas são outras… não estou.

28.04.2006 – 10:14h

PERANTE ESSE “KIT” TEM UM “KIT

Leio blogs, percorro espaços e concordo perfeitamente contigo ao falares do respectivo “kit”. Fiquei sem palavras perante texto tão maravilhoso. Também não preciso de casamento para nada, nem sinto a necessidade de ter filhos para ser feliz. Nada disso. Não estou com vontade de jogar fora parte do meu vencimento. É verdade, depois de casar, não se tem retorno possível à liberdade inicial. Pois é, muitos desejam que os outros estejam mal, para serem como eles. Isso sinceramente não. Pensar sempre pela própria cabeça, ainda que os outros não concordem. Não que o próprio desejo seja que não se goste, mas sim, faça-se o que deve ser de acordo com o bem-estar do próprio.
O meu desejo é mesmo que sejas feliz, com aquilo que desejas para ti, em todas as suas vertentes. Evoluímos, continuamos a evoluir... admiro essa tua forma de estar e de dizer as coisas. Sempre achei isso.
Deixo-te os meus parabéns por ideias tão brilhantes e profundas. Continua a escrever assim, para que muitas pessoas possam desentupir a mente. Abraço e para a frente é que é o caminho. Parabéns pelo maravilhoso texto que escreveste, pelas ideias, pontos de vista evocados. Muito bom mesmo. Repito e vergo-me perante maravilhoso texto que postaste. Graças por algo tão belo, tão verdadeiro e que me faz pensar e sentir tal como tu.

28.04.2006 – 14:37h

TODAS AS PALAVRAS SÃO POUCAS

As tuas palavras são maravilhosas, não tenho dúvidas disso... nenhumas mesmo. Palavras que traduzem perfeitos monumentos, orquestras da natureza a um ritmo que ultrapassa todas as fronteiras do pensamento.
Hoje é dia de Maio, dia do trabalhador! Desde a parte da manhã que andei a navegar na Net, mas não posso esquecer o fantástico dia que me pudeste proporcionar no Sábado. Todas as palavras serão poucas para dizer o quer que seja sobre a situação em causa, até mesmo à chaleira e as suas fases de desenvolvimento. Surpreendeste-me mais uma vez, de modo original. Por vezes, quando menos esperamos, acontece algo fora de série.Todas as palavras são poucas para te mostrar a gratidão pelo que sinto. Também quero dizer-te que gostei de conhecer o teu amigo R., pareceu-me uma excelente pessoa. Fiquei com boa impressão dele.O convívio bastante agradável, o cenário único, ecrã que absorve e transposta para uma verdadeira descontração. É bom teres assim, pessoas que te estimam, que gostam de ti e são capazes de muito por ti... fiz o que pude e muito mais a imaginação levará a bom porto.

01.05.2006 - 16:05h

OPINIÕES E PONTOS DE VISTA

As ideias pulsam e a mente tende ao esforço para compreender a realidade, operando em níveis distintos, pulsando por opiniões e pontos de vista que se comprometem. A vida é feita de comprometimentos.
Mundo e tempo de mudança, de traços que se veiculam por sentidos muitas vezes vacilantes, arquitectando níveis de conhecimento. Encontro-me nesta luta e tento abrir os olhos da mente para realidades, outras realidades e perceber algumas, algumas apenas porque outras não tenho hipótese, para qualquer aceso. Nascem e depois morrem porque não existem condições de suporte e a luta é constante. Uma constante de situações do ponto de vista da opinião.As emoções ocupam lugares desde a imparcialidade até à contemplação filosófica. Vivo no mundo da acção e da emoção. Com fragmentos minúsculos, e desejo puro da verdade, amor universal, procuro-te em cada letra que escrevo!Tomo a contemplação que me alarga aos objectos do pensamento! Tomo e continuo a tomar, desprendendo-me de tudo e de todos, lentamente, sem mais nada querer e muito menos aspirar a tal.
Observo, continuo a observar e lentamente vou-me afastando, porque já fiquei cansado das viagens sem destino e de outras tantas situações repetitivas, sem qualquer teor.
Ideias, muitas ideias, algumas não passam disso, não possuem mesmo lugar de realização… outras, à medida do possível, crescem.
Questiono a possibilidade de uma verdade objectiva e independente dos pontos de vista e há coisas que vão passar da validade. Prazo de validade chega ao fim!

02.05.2006 – 13:02h

HORAS POR DECIFRAR

Quero acreditar...
Não disfarçar!
Que a lágrima azul seja
A poesia que te prometi
O sabor que tomei...
A solução para a solução.

Visivelmente o sonho é estrela,
Eu a vertigem da utopia...
Desejo acreditar na realidade,
Nas horas por decifrar
Na ausência do amor
E no gesto que adormece.

Quando puderes vem...
Escuta-me!
Desloca-te!
Toma todo o meu ser
Como naquele dia...
De grandeza cósmica.

No silêncio a ternura é veneno!
Os lados assaltam...
Tudo é interminável, forte
Quando em coração doce sou,
Uma forma de acreditar.

03.05.2006 - 11:30h

HOJE ACREDITO

Hoje acredito que não acredito em mais nada, especialmente em quem gosto. Hoje acredito em tudo o que não acredito, ainda que me chamem de negativo, confuso e até de aborrecido. Sei que sou tudo o que possas pensar, o que te convém.
Podes acusar-me de misturar tudo... graças a ti, isto acontece.
Considero e sinto que não sou feliz quando sou rejeitado, por isso procedo de igual modo. É triste todo este estado de situação, amar as pessoas sem que por elas seja gostado ou que tal gostar, seja algo de mau, algo de terrível, algo de puro terrorismo, ou até mesmo o maior mal do mundo. Deves adorar fazer com que algumas pessoas se sintam mal! A tua frieza e distância marcam posições...Viver assim, perdido, sem ser encontrado. Estou muito triste! Perdi alguém... mas como se pode perder alguém se nunca se teve?!
O humano ilude-se, cria as suas fantasias... um dia as tuas também vão cair todas por terra e nesse preciso momento irás compreender-me e darás valor ao que já nada tem lugar. Apenas fui lançado no vale e usado sem qualquer sentimento, quando todos os toques foram de amor, isto de minha parte.
Apenas ou uma coisa entre as coisas que se jogam fora. Sou aborrecido porque digo a verdade e torno-me indesejado… não posso gostar. Gostar é sofrer! Quero não gostar de ninguém. Até sou indesejado por agradecer… cada pessoa é uma situação e conheci pessoas muito diferentes. Nunca ninguém de quem eu gostei gostou de mim!!!
Tenho opiniões diferentes das pessoas! Não pretendo relacionar-me com pessoas casadas e ou divorciadas, apenas com pessoas solteiras e livres e quando estas aceitem algum compromisso, relação, apenas desejo afastar-me porque posso molestar. Já fui demasiadamente magoado, só levei patadas, hoje isso aconteceu mais uma vez. Agora cansei! Chega… não gosto de ninguém, ninguém merece que por mim seja gostado.
As desculpas apresentam-se para tudo quando se pretende rejeitar alguém… é o que tens feito comigo. Apenas ligas por interesse, é o que percebo das tuas atitudes. Nunca nada deu certo comigo. Repito que sou aborrecido quando mostro os bons modos que não gostas porque te podes aproximar e isso seria outro problema. Sempre me senti rejeitado por ti, mesmo em momentos mais íntimos… isso é muito triste. A tua honestidade sempre foi uma mentira para me contornar e obter o desejável, pelo meu bom coração.Em cada dia que passa a minha revolta parece aumentar e sinto que me devo tornar mais distante e frio, claro indiferente e partir para outra. Certamente tinha escolhido a pessoa errada. Não mereces a minha consideração nem que goste de ti! Gostar de ti é mais uma perturbação que se soma a outras possíveis… entendo que as pessoas são coisas para usar e jogar fora, em acordo com o que observei face aos teus procedimentos. Definitivamente é necessário cortar, ainda que me torne mais indesejável. Foi bom gostar de ti e o gostar de ti se tornou em desagradável, não que eu desejasse, mas porque tu o entendeste. Hoje acredito que tudo é uma passagem…

04.05.2006 - 18:27h

TELA DE MIL CORES

Tela de tons diversos
Com palavras, sons
Nomes que se pincelam
Poemas e outros versos.

A minha tela... aqui!
Descansado sem ninguém
Sem nada que incomode
Sou feliz assim, sozinho
Estou... sinto-me bem.

04.05.2006 - 22:20h

FEIRA E LUGARES

Fui convocado para ir lá! Sim, fui... daqui mais um pouco vou para lá. Feira do livro. Feiras existem muitas.
Gosto de andar pelas feiras, distrair, descontrair... faz bem. Desta vez será a feira do livro numa terra diferente. Estarei numa outra posição.
Vou tomar um café, arejar as ideias e não quero ser aborrecido com ninguém, para que não seja indesejado. Também não convém dizer o que penso e sinto nos olhos de algém para não reforçar o desprezo ou indesejo. Memórias do que se diz em determinadas situações podem causar, suscitar novas atitudes... e as pessoas não são afinal amigas nem compreensivas como deviam ser.
Feira e lugares para distração faz bem, melhor do que ficar prezo a situações de desgaste emocional.
Ah ahah, já me esquecia, tens sido um bom exemplo nas relações de amizade, provavelmente só para o que te convém. É tudo assim, o resto são tretas... a feira tem muitos livros, basta escolher e ler o que for do interesse de cada qual. O que não presta coloca-se de lado e respira-se por caminhos de bom acolhimento. Agora vou, ainda que continue on-line... um dia deixarei de estar e a tua vontade será satisfeita, completa por burrice tão perfeita; afinal a inteligência também é limitada e os recursos nem sempre funcionam. Fica com o teu orgulho, certamente ficarei com o meu... mas nunca esqueças que a atitude nunca foi a minha, apenas fui forçado a tal. Um outro livro é levado a lume mais cedo do que puderas pensar. Cálculos existem muitos... a tarde terá novas situações.

05.05.2006 - 10:04h

PENSAR EM MIM

É necessário pensar em mim, olhar um pouco mais e preencher-me com o que faz sentido e não perder tempo com inutilidades.Muito do meu tempo perdi-o a pensar em situações que agora vejo que foram inúteis, mas como tudo na vida, a experiência vai-nos ensinando. Encontram-se pessoas porreiras e outras de passagem. Conheci muita gente, gente simples, complicada e gente ingrata. Fiz amizades, algumas ainda duram, certamente vão durar, outras não passaram de alguns dias, simplesmente isso, nada mais. E perdi tempo... agora estou em tempo de remodelação e limpeza para que possa jogar fora tudo o que não presta, mesmo simples pessoas que julguei serem importantes para mim, em determinadas fases.É necessário pensar em mim, olhar ao que me cirdunda e docemente ausentar-me. Existe sempre um primeiro princípio para tudo... quem é mesmo meu amigo, certamente fica, o resto, não me importa e a decisão tem mesmo de ser radical. Aguardo o momento adequado... Eh, eh...ah ah e assim a vida continua de modo mais leve, porque nada se perde, tudo se transforma, como dizia Lavosier. Pensar em mim, vai ser a minha tarefa dos dias que se seguem. Estou bem profissionalmente e o resto também chegará. Adeus porque vou pensar em mim.

05.05.2006 - 1151h

BEM DISPOSTO

Acordei bem disposto e pensei em muitas coisas que nos últimos dias têm acontecido comigo. Pensei certamente um pouco mais. Desci um pouco, reflecti e descobri que estou bem, tenho saúde, amigos e emprego. Tenho muitas coisas que me preenchem, certamente faltará alguma, mas essa terá o seu dia e a evolução continua, nas calmas.
Agora vou sair, daqui a mais um pouco, mais uma acção de formação, desta vez no âmbito da Psicologia, que se realizará na Capital. Um dia dedicado às psicologias, um dia em cheio, espero, mais intenso do que os outros, preenchido. Isso é que interessa.
A todos os meus amigos, deixo sempre uma atenção especial, aquela que cada qual sabe. Quem me der com os pés, certamente foi porque me enganei na escola, paciência, nada posso fazer ou melhor, o que pude fazer fiz e, nunca me arrependo de todo o bem que fiz por quem quer que seja. Não deixarei de ser a pessoa que sou só porque alguém possui outras ideias diferentes das minhas. Respeito cada qual como é, isso é que importa, mas também não sou objecto de usar e jogar fora. A vida é um jogo, onde os sentimentos possuem determinadas regras que em determinadas circunstâncias se deve estar muito atento, caso contrário, podem surgir danos violentos que levarão algum tempo para recuperar.
Estou bem disposto e vou continuar o meu dia com alegria, como tenho vindo a sentir. Não te esqueças, se entenderes dizer-me algo, estou contactável no meu celular. A roda está em movimento e o movimento é eterno... o a terra continuará a rodar à volta do sol e o tempo estará sempre na sua contagem, ninguém poderá aceder ao seu fim. O fim não poderá ser pensado, nada disso poderá ser parameterizado sob qualquer padrão.
Vou a caminho do tempo e muito no tempo te poderei mostrar se a vida o permitir. Vou... bem disposto, é o que me resta para que tudo o mais faça sentido.

06.05.2006 - 07:54h

EVOCAR A LINGUAGEM

A linguagem nos momentos de comunicação abre-se, fazendo pssar algo, não que seja inofensivo, mas que marque uma posição.
Sintonias de afirmação, um jogo de palavras, por questões fechadas a serem enviadas, a uma libertação de situações, por uma indução à novidade. Nada de fechar a conversação, chega de dicas perdidas.
Escutar é tão importante quanto falar e a demonstração de situação pode ser a chave de todo o sucesso. Chega de futilidade! Trabalhe-se no sentido de descobrir interesses, de modo confiante com respectivo sentido de humor. O retorno num diálogo de amigos, é muito importante, torna os intervenientes mais próximos.O sentido da vida é utilitário, prático, cheio de caracteres, lugares de diferença. É importante saber lidar com os diferentes tipos de personalidade, quer sejam passiva, agressiva, manipuladora e assertiva.Saber comunicar é o grande segredo para obter o sucesso de ser bem visto. É importante estabelecer sintonia e nada de lisonja barata, clichés estafados ou até comentários paternalistas que acabam por se tornar indesejáveis e aborrecidos.
Os prelúdios conduzem ao banal! Saber-se o que se quer e o que se deseja, bem como ser determinado evoca um dos princípios da assertividade.

07.05.2006 – 11:46

COMUNICAÇÃO E EVIDÊNCIA

A comunicação dos afectos nem sempre é evidente e o amor não é nenhum jardim de delícias, mas um quadro cheio de indagações, de exposição a infecções constantes.
A comunicação evoca relações com o mundo dos outros. O humano está em luta, face à comunicação e extracção dos afectos, neste risco de sofrimento e possibilidade de encontro consigo. Encontro-me na comunicação e no altruísmo esbatido na realidade. É este instinto que pulsa no meu sangue, tornando-me diferente no decurso dos momentos… é esta vontade e capacidade de superação que me torna outro.
O espelho da vida é o reflexo, a projecção de situação e potência atenuante.

08.05.2006 - 09:50h

PESSOAS E PESSOAS

Não é ser mais nem menos. É simplesmente ser isso que não presta. Pois que seja o que sou. Sou como desejam interpretar, sem tirar nem colocar. É preciso ter paciência para determinadas situações e nada mais. Certas pessoas são mesmo para esquecer, outras o melhor é ignorar e não mais dirigir palavra, chego à conclusão que não prestam, eu apenas estava enganado. Certamente muitas pessoas também se enganarão comigo. Nada quero, mas fico feliz porque todos morrem, não tenho inveja, apenas sinto nojo de determinadas atitudes... não nomeio nomes, porque considero desnecessário. A minha paciência chegou ao fim... mas como tenho a certeza que nem todos os dias serão mares de rosas, um dia vou rir, se esse dia chegar! Realmente és uma pessoa que melhor seria não ter conhecido, mais uma para jogar fora, não presta, eu é que me enganei. Chega de maus feitios e de coisas que não prestam... a sorte é que nem todos são iguais a ti. Vai-te então... existem pessoas e pessoas.

08.05.2006 - 16:19h

BLOQUEASTE-ME

Hoje estou triste! Sim, estou triste... nada sei de ti, não te vejo on-line, até podes estar mal. Hoje estou muito triste, até penso que me tenhas bloqueado, que te tenhas fartado de mim. Interrogo-me o porquê de isto acontecer. Sinceramente, sinto-me muito triste, demasiadamente triste.
Nada mais posso fazer, pela tristeza que sinto. Confesso vezes sem fim que me sinto triste por agires assim comigo, somente por gostar de ti, por desejar falar contigo, por tentar ser prestável, por isso é? Como se isso tivesse algum mal querer-te bem. Sabes, doi ser rejeitado pelas pessoas que simplesmente gostamos, que estimamos e por serem assim para nós. Se te fizessem o mesmo certamente não gostavas.
Hoje estou triste pela atitude que tomaste. Estou tão triste que ninguém pode calcular a profundidade da tristeza que estou a sentir. Afinal, desde sempre disseste que a amizade ficava e nisso acreditei, acreditei em ti. Sim, acreditei em ti, fiz este blog dedicado a ti, como algo que pudesse edificar o rosto de uma amizade. Tu, a ti, somente a ti dediquei um blog, nunca o tinha feito para mais ninguém e, mesmo assim, parece que cometi algo pessimo, muito mau, horrível, de desejável. Porque és assim? Será que todas as pessoas são assim? Rendo-me e peço-te desculpas, ainda que não se possam evitar. A minha alma chora e tu não dás valor a quem te estima... até parece que te fiz mal. Sinto-me em baixo, mas nada posso fazer. Bloqueaste-me! Onde estão os teus sentimentos? Onde estão a legitimidade das tuas palavras? Diz-me! Diz-me onde? Sabes... ainda que tudo seja a minha opinião, só sinto vontade de chorar e a minha tristeza é muito forte e ninguém a pode traduzir. A ingratidão não te fica bem... mas, procedas como procederes, guardo no coração um lugar para ti que no decurso do tempo, se não disseres mais nada, acaará por perder-se, por bloquear-se também. E a tristeza será o bloqueio final! Adeus, até depois dos bloqueios ou até que o teu coração se entristeça, deixe ficar duro e possas dar valor ao que merece e não apenas porque o orgulho efusivo te leva para outros campos.
Fica em paz, fica... dedico-te todos os poemas da Florbela Espanca, seguindo-se Fernando Pessoa e o tempo tomará a eternidade pelas cinzas sem nome. Adeus e o bloqueio se fez realidade e tudo um nada sem situação.

08.05.2006 - 18:53h

CONVERSAS NA NOITE

Situações... mais um dia, mais uma noite que passou, mais um momento que foi escrito, mais alguma coisa que aconteceu. Vão sempre acontecendo coisas. Novas pessoas surgem, personalidades diferentes, pontos de vista em aberto e a vida acontece. Desta vez deitei-me bastante tarde. Estive de conversa em conversa com amigos e conhecidos, on-line no MSN. Alguns não apareceram... não faz mal, quem não está não interessa. A vida é mesmo assim com todas estas tralhas.
É bom conversar com gente porreira que não seja um despacha e põe-te a andar, apesar de alguns serem assim. A conversa tornou-se interessante; também servi de bom ouvinte para apaziguar algumas dores de alma, tomadas pela desilusão dos caminhos. O R. desta fez mostrou-se mais receptivo e confesso que só foi para bem dele. Sempre me mostrei aberto e pronto a ajudar no quer que fosse desde que pudesse. Espero que tenha servido para alguma coisa. Fixe! Bem, nesta noite conheci o R., fiquei sem palavras... que abertura. Logo vamos tomar café e já está traçado todo um programa para a noite. Nem sei que horas vai acabar. Que seja o melhor! As conversas da noite guardam muitos segredos e assim neste avanço umas situações anulam outras e daqui a um tempo o que nos últimos dias considerava de muito importante, certamente não tem valor nenhum. O valor que as coisas possuem é o que nós lhe conferimos, e por vezes erradamente. As situações balouçam e a balança nem sempre está aferida. Chega de balanças desiquilibradas, frias, distantes... que descartam como se nada fosse. Será que desta aprendi?! Novas situações esperam-me lá fora...
Disto tudo, claro deitei-me bem tarde e para variar, acordei cedo, o relógio biológico funciona da forma mais honesta, pelo menos isso tem-se verificado.

09.05.2006 - 09:19h

PARA UMA BOA CAUSA

Uma boa causa levou-me para uma nova atitude, entre as atitudes...Sonhos que se elevam, verdades que se depositam para uma realização, entre as situações que se vão ocasionando, ao lugar do preenchimento. Ontem foi um dia bastante interessante, muitas novidades, experiências únicas. Jogo assim nesta minha verdade... realidade de um lugar em execução.
Jogamos, continuamos a jogar... a vida é um jogo constante, entre olhares, decisões, por verdades profundas, com ou sem empatias.Decisões em perpétua mudança para um "game over", para um algo que fica em aberto, ou não. Muitas coisas em tempos diferentes... É necessário muita coisa e em função disso mesmo tomam-se atitudes, as que nos parecem ser as mais adequadas, à medida de cada qual. Continua porque ainda falta algo para o dito "game over". Muitos jogos por executar... ontem lancei mais uma pedra, confesso que foi bastante agradável, nunca tinha pensado que pudesse ser. Por vezes enganamo-nos, tomamos por verdade uma simples aparência. Neste momento sinto-me bem, por ter jogado, por ter tido iniciativa, por ter ido em frente e não ter ficado ao canto a lamentar. É mesmo assim. Sinto-me mesmo bem, acredita... ontem disseste-me aquilo que fazia tempo não ouvia, isso preencheu-me imenso. Acredita... sempre que desejes podes ligar-me, as vezes que entendas. Aprendi mais uma vez que é necessário saber esperar para uma boa causa.

10.05.2006 - 10:30h

COLUNA DO SENTIDO

Tempo sublime…
Alheio ao perdulário
Às coisas que circulam
Imóvel relógio
De amor adolescente.

Rarefeito momento
Vísceras do pensamento
Colunas do sonho…
Asa aberta
Aventura mental
Imaginação que alerta.

Intimidade do discurso,
Nome proferido…
Esperança das coisas
Libertar imagens, sons
Um café místico, sentido.

Tempo das palavras…
Pulsar aventureiro,
Luz incomparável!
Esta liberdade vivida,
No baile do silêncio.

Lustrosa distância…
Efeito de lembrança
O meu olhar fixo, profundo
Em remadas curtas…
Guardado no vinho.

Sanguinário momento…
Esquecimento, oxigénio
Bom dia que se estende
Sentença única… amor!
Baralho que se parte
No desafio do sublime.

10.05.2006 – 13:19h

O CONVITE E A SURPRESA

A seguir, a seguir... sempre a seguir! Isto é importante. Do que tenho lido por aqui, em páginas diversas, considero que pareces estar aberto às realidades profundas da vida e não ficar tomado pelo comodismo, em perdas de tempo desnecessárias. Avançar sem receio é o melhor para viver a vida e proporcionar situações agradáveis a quem connosco privar e desbravar outros terrenos. Hoje foi um dia em cheio, marcado pela surpresa a dezenas de pessoas que assistiam a um espectáculo. A surpresa convidou a uma multidão ficar em constantes aplausos, por minutos, face à minha actuação a executar uma peça. Confesso que me senti à vontade e os meus dedos deslizaram pelos teclados… situação única. Momento de vibração! Após a actuação, foram-me dados imensos parabéns pelo acto, pela minha forma de ser, por ter proporcionado um momento de alegria. Sou assim, gosto de surpreender, sempre que posso. Muito mais está para acontecer… afinal, sou mais do que pareço e algumas leituras que tinham de mim, era apenas uma mera aparência.O desafio é uma constante e saber entrar na dança é outro com diferentes pormenores. Consegui imprimir o ritmo no momento certo para a gente certa.
Interessante o que escreves, mostras neste fragmento da tua vida algo que me parece mostrar teres tomado consciência, teres pensado melhor em algo que afinal não era bem assim como havias pintado. É bom ficar receptivo à voz do interior e por algum tempo dar lugar à ausência para que as situações possam amadurecer. Continua a escrever e aproveita os excedentes da vida, possibilitam-te a ti em experiências, vivências cujo tempo está parameterizado por uma fasquia do estar em vida. O que resta é viver... e assim, será o próximo, o próximo... nada melhor do que actuar consciente nas situações do momento. Guarda as minhas palavras desde os primórdios… confesso que não quero ser inconveniente, mas persisto em fazer tudo para que o tempo dê sinal de uma nova sinfonia da entrega do corpo, em banquete prazenteiro.

10.05.2006 – 18:08h

ARREMESSO DISPERSO

Serás a eternidade em meu ser
A fonte mais bela de todas as fontes
O sorriso do fim…A luz do meu viver.

Neste espaço profundo, consciente!
Traço a minha verdade
Vinda da certeza…
Vinda da mente
Vinda… infinda, porque é ainda
Doce, docemente.

Sabes o quanto desejo…
Dos desejos que te confessei
Foi dado em cada beijo
O amor a que me votei.

Continuas a ser mesmo assim,
Encanto de me tomar…
Presente e distante,
Em lugares dispersos
Arremesso de toda a vontade
Continuas a ser eternidade.

10.05.2006 – 20:12h

LEVANTOU-SE O MOMENTO

Levantou-se o dia, tomaram-se as horas... e o fogo interior lançou um outro olhar, uma outra situação, onde te deixei de encontrar. Encontro, encontros, momentos que se vão dando, acontecendo. Hoje mais um para ter lugar, momento para viver, numa entrega de pensamento para o meu, para o teu crescer. Vamos os dois caminhar num ritmo que só a nós pertence. Degrau a degrau, pautamo-nos põe esta realidade, por esta situação, crescemos assim, sem mais limites para o que os outros possam pensar. Pensamos, desejamos e realizamos o que tanto ansiamos. Foi bom, muito bom... esse olhar é mais profundo quando a profundidade se exibe. Exibes-te totalmente quando te permito a realização disso... e assim se levantou mais um momento.

11.05.2006 - 11:51h

SIMPLESMENTE SENDO

Sabes bem que leio o que escreves, que gosto dessa maneira de ser, problema meu, não significa que tu gostes, também não tens nada que gostar. O gosto é do próprio, diz respeito às suas estruturas internas, ao seu modo de perspectivar a realidade. És como és, és assim e mais nada. O resto são opiniões… essas não faltam. Gostava de te dizer mais coisas, mas acho melhor não. Dizer-te pode fazer gerar maus entendidos e chegaram os daquele dia, chegaram, muito sinceramente e certas coisas não se dizem. Tu disseste e depois és capaz de dar uma de inocente. Sei e vi como é. Existem muitas formas de insultar, de enxotar, de chamar nomes menos adequados… e sobretudo maus feitios e ingratidão não faltam. Falas muito bem e gosto do que falas e confesso que serás importante para mim, ainda que não te dirija mais a palavra.
Tens o teu valor, como toda a gente. Fico contente por coisas boas te acontecerem, muito sinceramente. Espero que essas mesmas coisas boas continuem a repetir-se, que tenhas saúde e que amigos não te faltem. Espero! O teu bla bla bla é-me familiar, desde aquele dia e dos outros também. Não digo bem nem mal, muito menos por dizer, digo quando acho que tenho para dizer e conheces bem o meu dizer, sabes, apenas isso. Sabes de mim mais do que sei de ti. Talvez não tenha interesse, o interesse é meu interesse que, nada pode ter a ver contigo. Apenas escrevo e sabes bem porque escrevo... sabes. Continua a escrever quando entenderes. Escreves bem... continua no teu bla bla bla. Fico no meu, ainda que desarticulado, enfadonho, aborrecido e sem valor. Entendas como entenderes, não deixarei de ser eu, continuarei sempre assim como sou, se não gostares, coloca ao lado… gosto de ti como és e ponto final, azar o meu. Agora, depois e depois também terei o meu bla bla bla, as conversas de encher, estas ou essas, mas são as que podem ser, as possíveis. Frases, conceitos e relações… logo é mais uma, depois outra. Desculpa, mas continuarás a ser uma pessoa especial para mim, mesmo nem te dirigindo mais uma palavra, mesmo estando bloqueado por ti, mesmo tendo sido jogado no caixote do lixo, sendo banido… simplesmente sendo. Mas sou um amigo…

11.05.2006 – 15:21h

ANCORAGEM ASSINALADA

Às margens da filosofia, embebedo-me de postulados empíricos, metafísicos e fórmulas redutíveis.
Ficções, fantasmagorias, predicados sem grandes hipóteses, esta fórmula lícita de te absorver. Mundo biológico, qualificação naturalista, por uma disciplina reflexiva. Natureza sociológica, hábitos e exigências espartilhadas, num olhar sem explicação. Abordagem… balanço do argumento, concebível às regras da razão.
Deixo-te o teste e a correcção, todo o ciclo pedagógico, na obrigação dos resultados impressos. Olhar de demagogia, espelho que reflecte, dimensionando-te num fulgor profundo… o exercício filosófico que geras pela postura que tens para comigo. O exercício é complexo, possui profunda unidade em dissertação malograda.
A aprendizagem é uma habilidade e a tua atitude parece-me rude e a tua atitude parece-me rude em determinados momentos, assustas, com o vazio do silêncio. Honroso é o teu princípio, as tuas palavras de projecção, face os divórcios de pensamento. Desde aquele dia divorciámo-nos… literalmente, mas o meu coração não. Tento dominar a sintaxe do espírito, a suficiência dos riscos e o tema volta ao mesmo, são caracteres reiventados que evocam a compreensão do tempo, aferindo diversos temas. O tema transforma-se, lentamente, fica tomado de pontos de interrogação, provocando a dialéctica dos sentidos. Várias são as noções, mas existe uma única que nos une, está difundida na massa do sangue. As massas observações, a mesma rejeição, exactidão e precisão, esta ordem das virgulas pela necessidade, desejo e paixão. O amor toma-se nesta diferença, é problemático… o resto é apenas uma citação sem lugar.
As razões filosóficas executam a memória, cancelam a cegueira e parametrizam resultados provisórios que necessitam ser retocados. Esta necessidade é de sentido, uma noção que baila com a sua legitimidade. É necessário uma disponibilidade flexível, uma relação de actividade imagética, para que o verdadeiro impulso active o motivo capaz de organizar laços sociais.
O efeito surpresa ganha autonomia em relação ao original, mergulha no sistema e evoca a expressão do elegante e sóbrio.Formulação do exercício, frases longas e sintéticas, veiculam assim os critérios do texto que te dedico… esta é a regra do jogo. Calibragem das palavras, uma nova instrução axiológica, conforme as circunstâncias.
A literacia do regime expõe-me à voz da consciência, exigindo a justificação e obediência. Esta é a minha ancoragem assinalada, diversificando o balanço das opiniões, rectificando bom senso.

11.05.2006 - 18:46h

INSTANTES

Quero dizer-te algo, não consigo, o teu estado desencadeou em mim um instante, uma tensão que não consigo desbloquear, fiquei como que incapacitado de agir. Estes fenómenos remetem-nos para a incapacidade de lidar com a situação. A situação é a obra do instante… perdeste com isso, ainda que eu me tenha tornado noutro, por motivos de mudança. A mudança opera, transforma… esta é a actividade de circunstância.
A vida é um instante que já terminou, um ápice que escapa aos mortais, um breve adeus entre os diversos adeus, para silenciar nos recônditos da eternidade. A vida é este instante de estar aqui e logo desaparecer dos pontos de controlo. Interrogo-me numa tensão constante sem que alguma resposta me cause acalmia, por mais consciente que seja das realidades. Este instante encontra-se em saturação, na própria tensão de existir. A vida suscita-nos interrogações todos os dias e a tendência é desvendar o que não se deixa mostrar… neste momento, a impotência do humano exibe-se na sua condição, face ao embate do nada. Evoco-te e de nada serve, nada passa da emissão de um som, como se fosses esse som… as coisas pautam-se por repetições de sons em circunstância.
As pessoas são pontos em movimento que se perdem lentamente. Todos tendem à extinção, mais dia, menos dia, esta é a verdadeira condição, é uma passagem, ao ritmo do tempo, por instantes não pensados.

12.05.2006 – 07:50h

ACTIVIDADE PENDENTE

Gostava de falar contigo, de dar-te um olá, mas não tenho coragem, tenho medo, porque senti-me rejeitado, senti que me enxotaste, senti bem dentro de mim isso. Fiquei triste, muito triste. Agora, nada consigo dizer, mesmo vendo-te on-line. Agora, sinto um misto de tristeza.
Repito que não tenho coragem para te dizer o quer que seja, todas as palavras que possa usar, parecem-me não fazer sentido, não serem eficazes e ao proferi-las penso que morrem de imediato. Isto pode parecer estúpido estar a dizer, mas é o que sinto neste momento.
Não deixei de viver a minha vida e recordo tudo o que o tempo tomou, os momentos únicos, bons, muito bons mesmo. Guardo aquela imagem, as imagens… Não fui eu que lhes coloquei fim… foste tu.
Gostava de continuar novamente a falar contigo, a tomar café contigo, ver-te. Sentir de novo aquela alegria, aquela motivação, o desvelar de algo inefável. Gostava sim. Não consigo dar mais um passo, fiquei entupido e se tu não me disseres mais nada, infelizmente nada mais vou dizer. Escrevo apenas neste blog, nos comentários e o ponto final fica em actividade pendente.

12.05.2006 – 14:56h

MOMENTOS NÃO FALTARÃO

Foi ontem, mais um dia entre os dias de exacerbada vontade, coexistência total para um todo onde me faltam as palavras e os sentimentos ampliaram de modo original, parecendo perfeito todo o desenlace. O desejo tornou-se uma constante e soubeste-me tocar com profundidade, foi diamante tomando assim um lugar pleno, total, inebriante, não direi absoluto porque ainda é muito cedo. Foi totalmente!Gostei de ver o teu blog, as fotos lindas, as mensagens e tanto mais que me ofereceste ao olhar que aos poucos se desvelou perante magnífico deslumbramento.
Saberás do que vês, mas não sentes o que não sabes sentir, podes pensar e o pensamento te acompanhará. Somos isto e depois o resto se somará lentamente.
Maravilhas dos momentos a dois, confesso que não precisa muito mais, não vejo necessidade. A tua sensibilidade é profunda e dizes coisas que me tocam, também para me tocares não é preciso muito. As conversas agradáveis fazem-me pensar em diversas realidades. Um dia destes vamos dar umas voltas, jantar fora… amanhã podia estar contigo, mas como te disse, estarei numa acção de formação de Psicologia. Momentos não faltarão para a realização de outras situações.

12.05.2006 – 20:40h