É necessário pensar em mim, olhar um pouco mais e preencher-me com o que faz sentido e não perder tempo com inutilidades.Muito do meu tempo perdi-o a pensar em situações que agora vejo que foram inúteis, mas como tudo na vida, a experiência vai-nos ensinando. Encontram-se pessoas porreiras e outras de passagem. Conheci muita gente, gente simples, complicada e gente ingrata. Fiz amizades, algumas ainda duram, certamente vão durar, outras não passaram de alguns dias, simplesmente isso, nada mais. E perdi tempo... agora estou em tempo de remodelação e limpeza para que possa jogar fora tudo o que não presta, mesmo simples pessoas que julguei serem importantes para mim, em determinadas fases.É necessário pensar em mim, olhar ao que me cirdunda e docemente ausentar-me. Existe sempre um primeiro princípio para tudo... quem é mesmo meu amigo, certamente fica, o resto, não me importa e a decisão tem mesmo de ser radical. Aguardo o momento adequado... Eh, eh...ah ah e assim a vida continua de modo mais leve, porque nada se perde, tudo se transforma, como dizia Lavosier. Pensar em mim, vai ser a minha tarefa dos dias que se seguem. Estou bem profissionalmente e o resto também chegará. Adeus porque vou pensar em mim.
05.05.2006 - 1151h
Mostrar mensagens com a etiqueta compromissos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta compromissos. Mostrar todas as mensagens
domingo, 29 de julho de 2007
SIMPLESMENTE SENDO
Sabes bem que leio o que escreves, que gosto dessa maneira de ser, problema meu, não significa que tu gostes, também não tens nada que gostar. O gosto é do próprio, diz respeito às suas estruturas internas, ao seu modo de perspectivar a realidade. És como és, és assim e mais nada. O resto são opiniões… essas não faltam. Gostava de te dizer mais coisas, mas acho melhor não. Dizer-te pode fazer gerar maus entendidos e chegaram os daquele dia, chegaram, muito sinceramente e certas coisas não se dizem. Tu disseste e depois és capaz de dar uma de inocente. Sei e vi como é. Existem muitas formas de insultar, de enxotar, de chamar nomes menos adequados… e sobretudo maus feitios e ingratidão não faltam. Falas muito bem e gosto do que falas e confesso que serás importante para mim, ainda que não te dirija mais a palavra.
Tens o teu valor, como toda a gente. Fico contente por coisas boas te acontecerem, muito sinceramente. Espero que essas mesmas coisas boas continuem a repetir-se, que tenhas saúde e que amigos não te faltem. Espero! O teu bla bla bla é-me familiar, desde aquele dia e dos outros também. Não digo bem nem mal, muito menos por dizer, digo quando acho que tenho para dizer e conheces bem o meu dizer, sabes, apenas isso. Sabes de mim mais do que sei de ti. Talvez não tenha interesse, o interesse é meu interesse que, nada pode ter a ver contigo. Apenas escrevo e sabes bem porque escrevo... sabes. Continua a escrever quando entenderes. Escreves bem... continua no teu bla bla bla. Fico no meu, ainda que desarticulado, enfadonho, aborrecido e sem valor. Entendas como entenderes, não deixarei de ser eu, continuarei sempre assim como sou, se não gostares, coloca ao lado… gosto de ti como és e ponto final, azar o meu. Agora, depois e depois também terei o meu bla bla bla, as conversas de encher, estas ou essas, mas são as que podem ser, as possíveis. Frases, conceitos e relações… logo é mais uma, depois outra. Desculpa, mas continuarás a ser uma pessoa especial para mim, mesmo nem te dirigindo mais uma palavra, mesmo estando bloqueado por ti, mesmo tendo sido jogado no caixote do lixo, sendo banido… simplesmente sendo. Mas sou um amigo…
11.05.2006 – 15:21h
Tens o teu valor, como toda a gente. Fico contente por coisas boas te acontecerem, muito sinceramente. Espero que essas mesmas coisas boas continuem a repetir-se, que tenhas saúde e que amigos não te faltem. Espero! O teu bla bla bla é-me familiar, desde aquele dia e dos outros também. Não digo bem nem mal, muito menos por dizer, digo quando acho que tenho para dizer e conheces bem o meu dizer, sabes, apenas isso. Sabes de mim mais do que sei de ti. Talvez não tenha interesse, o interesse é meu interesse que, nada pode ter a ver contigo. Apenas escrevo e sabes bem porque escrevo... sabes. Continua a escrever quando entenderes. Escreves bem... continua no teu bla bla bla. Fico no meu, ainda que desarticulado, enfadonho, aborrecido e sem valor. Entendas como entenderes, não deixarei de ser eu, continuarei sempre assim como sou, se não gostares, coloca ao lado… gosto de ti como és e ponto final, azar o meu. Agora, depois e depois também terei o meu bla bla bla, as conversas de encher, estas ou essas, mas são as que podem ser, as possíveis. Frases, conceitos e relações… logo é mais uma, depois outra. Desculpa, mas continuarás a ser uma pessoa especial para mim, mesmo nem te dirigindo mais uma palavra, mesmo estando bloqueado por ti, mesmo tendo sido jogado no caixote do lixo, sendo banido… simplesmente sendo. Mas sou um amigo…
11.05.2006 – 15:21h
quarta-feira, 11 de julho de 2007
SITUAÇÕES DO INESPERADO
Acontecem situações que me custam a definir, palavras que surgem em mudança misteriosa, num tom mais profundo… depois de triste, fazem-me sorrir. Fizste-me sorrir e olhar as coisas de outra forma! Essas palavras tocaram o meu ser, disseram ao meu ouvido, algo, um algo que não me agrediram, apesar da tua cara de agressividade, mas foi nela que vi a força mais linda que desde tanto tempo não via. Por vezes somos surpreendidos e desta vez surpreendeste-me! Vi em ti aquilo que não sei muito bem traduzir, vi isso sim... outras tantas coisas mais ficam por expllicitar. Foi bom falar contigo logo pela manhã, foi agradável beber esse olhar, aceitar as tuas palavras e por elas escrever outras… as fotos que me ofereceste, com um à vontade único! Tudo isto, como se me conhecesses desde muito tempo, quando em poucos minutos a transformação era de longo tempo, o tempo que não tem medida. Não sei, mas foste diferente, qualquer coisa que ainda não consegui precisar, nem sei se vou conseguir. Agora e daqui mais um pouco surgirá o sol, para iluminar esta força que hoje me aconteceu logo depois de acordar. Irei, deixando que o inesperado opere, apenas não quero encontrar forças negativas pela minha frente. Voltarei desde que possível.
19.07.2006 – 07:43h
19.07.2006 – 07:43h
ESTADOS FLUTUANTES E INGRATIDÃO
Chega de indisposições e de gente da treta que têm a habilidade de me usar e fazer de mim "gato sapato"! Chega! Chega! Nunca mais aprendo... Hoje estou negativo, como um dia alguém me disse. Mas é assim que estou e não posso estar de outra forma, ainda que tenha feito alguma coisa para desviar o meu sentimento. Não resultou. Hoje sinto que não gosto de ninguém, sim, que não estou apaixonado por ninguém, que não amo ninguém… apenas sinto um vazio que me toma como se isso fosse a razão da existência. Depois destas passagens todas, umas vezes iludindo-me, outras quase, não sei se irei amar mais alguém na vida… acho que ninguém me merece! Já perdi tempo em demasia com pessoas que nunca funcionaram, tudo para nada.Agora deixo-te a minha última mensagem, lembrando-te que, quando comeres uma cereja, lembra-te de mim! Mas, não te quero incomodar com as cerejas ou outras situações, existem coisas mais interessantes para te lembrares e tanta gente com tanto para fazer ou não! Bloqueia-me… isso te dá imenso prazer! Esse teu prazer é um nojo para mim, talvez azar o meu e prazer o teu por me veres irritado! Esquece, tudo isso já passou, entendeste agora? Engraçado que quando não se quer uma coisa, tudo se inventa… vou inventar mais! Razões não faltam para desconfiar de ti, ou pensavas que eu era assim tão parvo, tão estúpido?! Inventa-se, continua-se a inventar e a construir situações de fuga, não estivesse eu já farto dessas situações… a rejeição é a entrada da refeição. A frieza no meu peito vai ganhando terreno e um dia destes será um escudo protector!Estou farto de aturar comportamentos complicados e acho que quem não lhe apetecer falar comigo não o deva fazer, meta-se consigo e se fizer birra que se dane, não pense que vou andar atrás, certamente não é do meu feitio. Andei muitas vezes atrás de certas pessoas que, confesso não me mereciam… perdi tempo! Mas, muito ainda tenho por aprender… Agora chega, tudo tem um princípio e um fim. Eu não sou amor nem paixão de ninguém. Que se lixe… é o que estou a fazer, lixando-me para tudo e para todos, é o que merecem todos os ingratos. Chega de ingratidão mal vestida. Estou a entrar é em indiferença, sem mais me ralar com o que os outros queiram ou não, pelo menos neste momento, neste acto de libertação catártico. Repito novamente que estou negativo… ainda faltam exames para corrigir; devagar tudo chegará ao fim.
26.07.2006 – 22:33h
26.07.2006 – 22:33h
sexta-feira, 6 de julho de 2007
LEMBRANÇA E SENTIDO EM TI
Suave escrito que deixo para ti,
Em modo de lembrança sentido…
Destas brumas, longe ainda vi
O seio do sol, ficar assim, oprimido.
O teu silêncio que me embala assim
Ideia de acasos que se fundiram…
Tomaste para ti, um pedaço de mim
E neste delírio, somente palavras sorriram.
Fossemos o horizonte todo estio…
Esta forma única de amar, neste vazio
Aquilo que guardo desde o primeiro dia
É em mim, sentir-te assim, nesta acalmia.
O sonho que ainda move o universo…
Num abraço, num beijo, talvez em verso
Talvez ao abandono dos sentimentos…
São teus todos os meus pensamentos!
Esta forma de ser, e desejar mais ainda
Por ti, tão nobreza realidade neste dia
Lembrança e sentido em ti, não finda.
17.08.2006 – 19:56h
Em modo de lembrança sentido…
Destas brumas, longe ainda vi
O seio do sol, ficar assim, oprimido.
O teu silêncio que me embala assim
Ideia de acasos que se fundiram…
Tomaste para ti, um pedaço de mim
E neste delírio, somente palavras sorriram.
Fossemos o horizonte todo estio…
Esta forma única de amar, neste vazio
Aquilo que guardo desde o primeiro dia
É em mim, sentir-te assim, nesta acalmia.
O sonho que ainda move o universo…
Num abraço, num beijo, talvez em verso
Talvez ao abandono dos sentimentos…
São teus todos os meus pensamentos!
Esta forma de ser, e desejar mais ainda
Por ti, tão nobreza realidade neste dia
Lembrança e sentido em ti, não finda.
17.08.2006 – 19:56h
HORIZONTES DO AMOR
Não sei o que dizer, não sei dizer… apenas sinto, um sentir especial, interessante, mas sei que é por ti e não por outra pessoa. És tu! Hoje pediste-me em namoro… fiquei sem palavras! Mas a verdade mora no meu coração e depois de ter lido o “Desassossego” de Fernando Pessoa, sei que és especial para mim, é um facto. A verdade tenho que te dizer e nesta luz difusa, algo especial acontece, o nosso encontro, a totalidade de nós, o que confere realidade a este estado. Este estado, são estados por horizontes do amor. Dedico a ti este pedaço de mim, isto que sinto e porque te penso e assim sou feliz, és isso que em muito tempo procurei. Quero ficar a teu lado, em transparência, em paz, em aconchego, num laço perfeito, tal como tu gostas, saciando todos os teus desejos e preenchendo tudo o que mais desejas. Sabes que te desejo… também sei que me desejas. Desejamo-nos… é bom!Caminho pensativo, mas sei muito bem que és tu (penso, poderei enganar-me, como algumas vezes aconteceu), sim, que és a minha verdade, a outra que andava perdida por sinuosos caminhos! Andei imenso tempo perdido, bem até algumas horas… talvez ainda esteja, mas, trouxeste-me luz! Eu libertei-me daquele abismo, da escuridão, pelo menos temporariamente absorveste um pedaço de mim, isto que se deseja projectar para o infinito. Quer estar, contigo, devolvendo os segredos ao sol, ao além! Estar contigo e mais ninguém. Fico aqui, deitado na areia, pensando em ti, tomando o teu ser no meu e reconheço que encontrei o que tu procuravas também. Isso é que é importante… prossigo com a lucidez no grande horizonte, este que aos poucos vamos construindo. É o nosso!
27.08.2006 – 21:44h
27.08.2006 – 21:44h
terça-feira, 3 de julho de 2007
SAIR NA NOITE
Chegou a hora do jantar, toca o telemóvel, surge a saudade, envio mensagem, não espero resposta, mas toca de novo o telemóvel e o convite é para sair. Gostamos de sair, no outro dia fomos a Braga. Hoje ficámos pelo Porto… Uma noite interessante, sair com amigos, boa conversa, boa companhia e caminhando pelas artérias do Porto, fomos parar ao Lusitano. Bar bastante agradável. Gostei.Aquele sorriso enche o meu olhar, a simpatia conquista lugares, e a amizade cresce, direcção ao infinito. Obrigado pela vossa companhia e estima. Guardo essas palavras. Brevemente vamos sair outra vez para a noite. Quem sabe, hoje ou amanhã outra vez, programa não nos falta.
11.10.2006 – 10:05h
11.10.2006 – 10:05h
terça-feira, 26 de junho de 2007
A MINHA ACOMODAÇÃO
Dia de inquietações, palavras remodeladas, outras fendidas, outras ainda esquecidas no tempo sem piedade. Visitas, escritos e tanto mais que nem posso precisar... emoções elevadas por meandros que nem poderei falar. Não posso falar dessas coisas, dessas situações, dessas pinturas que desmancham todo o meu viver. Vida sem vida, num traço quebrado sem semente. Toda a semente não passou mais a ser um sonho do acaso e da sugestão. Fomos apenas sugestões sem eficácia, mas tomadas pela bondade. Sonhos e ansiedades desmedidas num corolário de outros sabores, por artérias onde te desenho na imaginação. Esta é a minha acomodação, o meu aconhego sumptuoso, tomado pela profundidade.
29.12.2006 - 01:29h
29.12.2006 - 01:29h
segunda-feira, 25 de junho de 2007
RISCOS E DINAMISMO
Formas, riscos de ondas que o pensar engendra por si, com o todo face às possibilidades do seu dinamismo. Nesta andança acabo por ficar distante e muito perto, na passividade do silêncio. Falas-me de veemência, alteras os trajectos, inventas uma chama e atribuis nomes. Sei como é, desde aquele dia percebi tudo, ainda que não conformado. Agora mais calmo, fico por aqui, pensando que tenho outros horizontes que me absorvem mais, são os meus estados de espírito compulsivos e sem a tresloucação a que me fazias chegar. Repito que foste de todas as pessoas que conheci a única que mais mexeu comigo apesar de no primeiro momento ter-te achado uma pessoa de aspecto horrível, indesejável... mas as voltas da vida deixam de ser o que eram a olhos nus. Em tudo o que escreves encontro um pedaço do meu sentir, do que sinto, do que penso. São aquelas situações para as quais tudo o que possa dizer nada acrescenta, porque já fora tudo acrescentado. Vivo a minha vida, mas nunca deixarei a chama apagar, são riscos e dinamismo do vidro estilhaçado, guardado nos encantos da memória. A doçura do olhar guardou para sempre a tua imagem, ainda que recortada pela ausência... são os riscos do outro nome, ao silêncio da vastidão dos efeitos antagónicos.
30.01.2007
30.01.2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
DANÇAS E COMPROMISSOS DA RUA
Apenas este lugar... aquele onde tudo tem ocasião e as tuas palavras são sagradas, danças e compromissos da rua. Esta rua onde tudo acontece e perco-me completamente, entre gente que passa e outra que fica. Vou ficando para não ficar para ninguém e o meu ser perde-se no tempo, na indiferença e em tudo o que não digo.
01.10.2005 - 13:53h
01.10.2005 - 13:53h
Subscrever:
Mensagens (Atom)