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domingo, 29 de julho de 2007

OPINIÕES E PONTOS DE VISTA

As ideias pulsam e a mente tende ao esforço para compreender a realidade, operando em níveis distintos, pulsando por opiniões e pontos de vista que se comprometem. A vida é feita de comprometimentos.
Mundo e tempo de mudança, de traços que se veiculam por sentidos muitas vezes vacilantes, arquitectando níveis de conhecimento. Encontro-me nesta luta e tento abrir os olhos da mente para realidades, outras realidades e perceber algumas, algumas apenas porque outras não tenho hipótese, para qualquer aceso. Nascem e depois morrem porque não existem condições de suporte e a luta é constante. Uma constante de situações do ponto de vista da opinião.As emoções ocupam lugares desde a imparcialidade até à contemplação filosófica. Vivo no mundo da acção e da emoção. Com fragmentos minúsculos, e desejo puro da verdade, amor universal, procuro-te em cada letra que escrevo!Tomo a contemplação que me alarga aos objectos do pensamento! Tomo e continuo a tomar, desprendendo-me de tudo e de todos, lentamente, sem mais nada querer e muito menos aspirar a tal.
Observo, continuo a observar e lentamente vou-me afastando, porque já fiquei cansado das viagens sem destino e de outras tantas situações repetitivas, sem qualquer teor.
Ideias, muitas ideias, algumas não passam disso, não possuem mesmo lugar de realização… outras, à medida do possível, crescem.
Questiono a possibilidade de uma verdade objectiva e independente dos pontos de vista e há coisas que vão passar da validade. Prazo de validade chega ao fim!

02.05.2006 – 13:02h

quarta-feira, 25 de julho de 2007

PENSANDO E ARTICULANDO

O dia começou cheio de movimento e bastante cedo, como habitual acontecer às segundas-feiras. Aqueles números, tomados pelo uso da razão, presidiram à acção, veicularam hierarquias e estabeleceram formas de actuação. Continuei a pensar e articulei acções. Como volvidos mais de dois séculos, as concepções kantianas mantêm actualidade! A acção humana deve ser racionalmente estruturada, considerando as suas implicações. Falo-te de modos de encarar os outros e o mundo, de nos situarmos e de reagirmos… pensar em fins que se apresentem como exequíveis e valiosos. É bom seleccionar meios que permitam concretizar isso, como tal, gosto de estar atento e aberto a tudo o que de novo possa surgir. Tanto de bom tem acontecido nos últimos dias na minha vida. Agir implica o uso adequado da razão. Alguns querem ter a razão pela razão que não têm. Nem sempre os teus procedimentos são os melhores… pensas nisso? Certamente não ou tentas enganar-te e enganar, evocando desculpas e palavras de encher. Enches, nada mais do que isso. Ou avanças apenas por impulsos, birras, ideias preconcebidas, sem olhares aos outros? E as desculpas? A solução racional dos problemas exige, portanto, um conhecimento claro e seguro das circunstâncias em causa. Isto significa a possibilidade de muitas resoluções se mostrarem inadequadas, em virtude de a informação disponível ser insuficiente ou incorrecta. O verdadeiro conhecimento torna-se imprescindível à acção que se deseja eficaz. Ora… tenho pensado nestas coisas e, se as pessoas, os grupos ou as comunidades dispõem de um conjunto de verdades parcelares, relativas e meramente aproximadas, não se pode esperar que as acções decorrentes sejam as ideais. Elas serão também parcelares, relativas e aproximadas. Com efeito, em virtude de em muitas circunstâncias não podermos saber se a informação de que dispomos é completa e credível, temos que admitir que muitas das nossas decisões racionais podem não ser as melhores. Será que tomas decisões mecanicamente? Racionalidade também significa liberdade.

22.05.2006 – 10:02h

sábado, 21 de julho de 2007

DESENROLAR DOS SONS

Sons simples, desenrolar de situação, verdade que se amplia, numa dança de nomes, onde te encontro. O encontro dissolve-se numa ansiedade que deixa de funcionar… as coisas parecem-me temporárias, tomadas de um outro ângulo que aos poucos se vai dilatando. Múltiplas situações… exigências e más-línguas de ocasião; as ocasiões executam-se entre as fronteiras do olhar e tudo o que te escrevo tem sempre uma causa… a própria vida.
Sabe-me bem ouvir música! Sabe-me bem muitas coisas e o grito aprisionado do sentimento. O que te torna importante é este mesmo sentimento que tenho por ti, se ele não existisse, não significavas nada. É mesmo assim, todo o apreço que possam ter por ti executa-se no sentimento, quanto ele deixar de existir, tu simplesmente morres da vida dessa ou dessas pessoas.
Continuo a ouvir música e a escrever… apetece-me escrever, é uma das coisas que faço todos os dias - Lembro-te… e a recordação funde-se na música. Eis a totalidade, a voz e o desejo. Vou trabalhar… até depois. Adeus…

29.05.2006 – 08:00h

CIRCUITOS DO FIM

Rosas, mil contos vagos
Dia de coisas, pensar
Um momento de silêncio
Um encanto assim...
A esperança na noite
Mil rosas em sonho
Na minha vida, total.

Mil rosas… saudade!
Esperança, um nome,
Premissa da realidade
Dor inconsciente, o texto
A escrita do agora… aqui
O circuito da metáfora.

Sou pela transformação…
Pela rejeição do indesejável!
O idêntico que parte
Símbolo de influência
Rejeição de percepção.

Salpicado do desmascaramento,
Dos quadros do instantâneo…
A sedução cruel, o sorriso!
Rosas de cores fortes
Existência da tarde…
Indelével momento
Quadros de pálido reflexo
Libertação do sentimento.

Estive lá! Penetrei o reflexo,
Vi o fim, exactamente lá!
Situações da vida… rosas
Hálito da palavra, sabores,
Mistérios do sexo possível
A este desinteresse… total.

Conjecturas confusamente,
Quadros de infância…
A morte que nasceu e morreu
A infância morta… quadros!
Inscrição, sinais neste olhar ateu.

08.06.2006 - 18:44h

sexta-feira, 6 de julho de 2007

AO ACASO NO MIRC: PROJECÇÕES

Palavras que se sustentam e silêncios que se bebem, OUTROS quebram-se… Foi assim!No mirc, no lugar do costume, perdido entre palavras, nomes e mais nomes, encontrei-o depois de no ecrã geral ter repetido a mesma palavra da cidade em questão A. Várias as vezes. Só podia ser, ninguém mais usava aquelas barras verticais. Lembro-me da outra vez, lembro sim, não esqueci. Certamente é ele! E disse, com alguma emoção, algum pulsar, sabendo se fosse ele, não iria responder, se respondesse, não era e assim foi. Não respondeu. É ele! Estas foram as palavras que lhe deixei no canal em questão:“C - Olá.!Para que saibas, não estou zangado contigo nem guardo algum rancor e muito menos sou de nariz arrebitado. Abraço e tudo de bom para ti.Até parece que alguma vez te fiz algum mal. Tu não bates bem com esse tipo de comportamento. Enfim, és assim... deixa-te estar assim, contenta-te. Boa?”… Agora e mais do que nunca, ficou esclarecido que era ele., sem dúvida alguma. É assim, que se pode fazer? Deixa andar… continuo ao acaso no MIRC e tu continua também e entende que o homem é um animal gregário. Postei e depois voltei e quando voltei, completou-se o restante, comprovando tudinho! Eheheh. Nada de parvo e respondendo sempre com uma outra projecção, face a uma racionalidade exemplar. Boa? Ora pode ler-se o seguinte:… FINALMENTEEle - nada de projecções rapaz.Ele - fica bemC - Claro. Simplesmente sou e sempre fui humilde. Compreensivo. Tu fica também bem. Jamais te desejarei mal algum e não penses que foi alguma projecção, é o que se deixa fazer passar. Certo? Tu fica também bem. AbraçoNo such nick/channelE pronto, a conversa chegou ao fim depois dos dados confirmados. Apesar de tudo está vivo. É bom saber que as pessoas estão vivas e reagem. Projecções… outra coisa não poderia ser para uma pessoa desta natureza tentar-se descartar, arranjar assim um pretexto. Pretextos e formúlas engenhosas nunca lhe faltam.

05.08.2006 – 14:33h

terça-feira, 3 de julho de 2007

SELOS E GRANDE ROTAÇÃO

Selos para a grande viagem, para o caminho em grande velocidade e dizer adeus a quase tudo sem nunca mais voltar. Vou! Sim, hoje vou sem destino, por terras para chegar a outras terras. Vou em paz, levando na alma um outro sentir, uma canção que balbucio entre os lábios, tocando as núvens... ficando desprendido de tudo, nesta paz que não tem nome. O único nome é a capital e a aventura é um outra, completamente diferente de tudo o que houvera estar habituado.

13.09.2006 - 0012h

OS NOSSOS OUTROS DOIS LADOS

Longe vai o tempo que já não tem voz
No ouro da tua cara sem jardim…
Este orvalho finíssimo, por rosa
No pecado da existência eterna
Onde falamos do céu, de nós.

O mundo é inconcebível…
Da realidade uma voz não imaginada!
Folha pisada, recortada…
Rosa sem pétalas, quase seca
E neste olhar céptico
Deixo o orvalho da manhã,
A minha cor, o nome do nada.

O nada de mim faz o tudo que sou,
Deslizando em aspirações eternas!
Em homenagem ao abismo que se abate!
Ao mundo que fica sem nome…
A todas as coisas da ideia
Do outro sentir mais profundo!
Limites do ser que se esvazia.

Os dois lados são uma fórmula…
Um princípio que se sustenta,
Não fosse todo o meu ser, aquilo
Sim, um pouco mais do que pensas
Não se esgota assim, é oceano
A tua música, aquela de piano.

10.10.2006 – 10:21h

sábado, 30 de junho de 2007

NA FRONTEIRA DO SORRISO

Tenho a certeza que é isso, desde muito tempo. O ritmo da memória fixou um outro elemento que me faz pensar em ti como se a existência e sustento de tudo dependesse desta forma de pensamento. As fronteiras são apenas palavras…! Lembras tudo o que te disse? Recordas a cor dos meus olhos? As tuas palavras vazem cair todo o vazio que um dia escondi, renova toda a esperança estendida nas veias da memória. É disso que te falo! Naquele dia fiz-te pensar… sabes, é grande alegria recordar-te, saber que vives, que respiras, que caminhas. Como queria dar-te o que não tenho! Sinto pena de ser assim e viver no silêncio do infinito. Tanta coisa fica oculta, lançada ao náufrago da ilusão, nas veias do amor. Sinto-me triste por o amor ser um incêndio, uma possibilidade deslocada a um ritmo de imagem que se acende e apaga. Se fosse outro que pudesse ser tudo para ti, talvez a petição de princípio fosse mais fácil e consistente. Sou isto, dividido entre o orvalho e as folhas, um cheio de memória que estremece, ficando mais azul, tecido ao ritmo do infinito. Gostava de atingir a tua lembrança, ainda que inocente quanto a inocência que possuis, gostava de ser o teu gosto iluminado pela metade do teu desejo, ao silêncio das coisas que não se dizem.Guardo em memória a imagem da tarde… passas para o café e o local continua lá, sem a minha presença! Limito-me às horas pálidas, cheias de memória secreta. Anteparo de companhia recortada, habitualmente na penumbra do silêncio e enquanto tal, adormeço que nem todo o pensamento após o dia de trabalho, serviria para te descrever mais algum conceito do fantastico. Nestes meus caracteres difusos, traduzo as minhas formas digitais, expresso os meus sonhos, falo contigo sem que me fales, envolvo-me sem que exista envolvimento, mas, sou sempre aquele que te sustenta no coração. Lembras? Sublinho as palavras do R., vindas da marcha do tempo, com os frutos da passagem de ano que coloquei de parte, anestesiando os sonhos que adormecem. Por vezes sinto-me tentado em procurar-te, mas de imediato algo diz-me que não e sinto um aperto no peito.Tentaste, conseguiste… saboreaste e no gesto ergueste a fronteira do sorriso. Ficaste lá para sempre? Guardei as tuas palavras na alma, na realidade concreta do meu ser e prossegui nas calmas. Sinto-me calmo, apenas por vezes a saudade visita-me, são horas largas que se projectam no nada. O nada não pode ser compreendido, deixa em aberto o silêncio. É no silêncio que toca o telemóvel, acabou de tocar… um amigo a convidar-me para ir jantar… os carreiros do sorriso acenderam e o silêncio quebrou os minutos do pensamento direccionado para ti. Sabes, quero dizer-te algo, mas não consigo, falta-me algo, um algo que não consigo traduzir, apenas fico a saborear as sílabas da mente que conservo desde o primeiro segundo que te vi. Faz tempo e o tempo deixou de existir, apenas estou na fronteira do sorriso.

24.10.2006 – 23:32h

sexta-feira, 29 de junho de 2007

PALAVRAS DE SERVIDÃO

No tempo ofuscado pela palavra, entre palavras, teimo em ir mais longe do que todos os propósitos por mim conhecidos. Rompo a manhã com os lábios ardentes, embutido pela saudade e preparo-me para o dia de amanhã que me chama, provavelmente bem diferente e como marca na minha vida, a vida de entendimento e metáforas. Ergo-me com a saudade no peito, visto a outra roupa e apenas na imortalidade da distância coloco uma flor, encetando a perenidade da nossa relação, ultrapassando as pegadas que os primeiros animais houveram pisado. Apenas palavras de servidão… escuto uma música e a que escuto ainda não é a certa.Não é necessário invocar motivos ou preocupar-me com o quer que seja, quando tudo isso não serve para nada e o tempo já arrumou os assuntos, ainda que os mesmo se difundam em frases de maior extensão. Releio Virgílio Ferreira, faço-me passear pelas suas obras ímpares e invoco a palavra imortal. Um dia saberás…Não sei porque continuo a insistir naquilo que não tem significado, porque procuro completar-me com o que não completa, com o que está ultrapassado! É ridículo por vezes esta minha atitude, como se pudesse mudar o que não quer mudar. Tempo perdido, azedume a mais. Nada melhor do que a paz sem nome, o extraordinário do irrompimento… sim, nada melhor do que isso. Hoje e neste momento penso, bastante mesmo, penso nisto tudo que por aqui anda e necessito ir por outro caminho, devastando outras flores, ainda que silvestres, ainda que em momentos condensados, por uma transfiguração acentuada de sonho. Foz monossilábica do pensamento… Tentei fazer o meu melhor, sim, tentei, não nego isso. Confesso que pouco resultou e do que fiz, nada me arrependo. Entendo que o fósforo pode incendiar o mundo inteiro, tornando a realidade que está dada numa outra, ainda que em reservatório de mitos, ainda que com um nó na garganta a esmagar-me ou outra entidade que se junte à minha beira.Amanhã é outro dia… creio que a eternidade vive na minha alma ainda que da mesma se diga muito pouco, isso que seja credível. Onde mora a credibilidade? Onde? E a imortalidade? Diz… conta-me se fores capaz, se ainda a vida te sustentar!Releio algumas palavras por campos dispersos, em atalhos sinuosos, trilhos do ridículo e da servidão enquanto a chuva cai e as nuvens desenham imagens de saudade.

18.11.2006 – 10:17h

ESTÁDIOS DE ALERTA

A intensidade das situações marcam o seu lugar, numa discreta satisfação que inunda a distância pelo amor que não tem nome ou se nome é pretendido, nunca preenche o que a realidade evidencia na sua totalidade.As palavras contagiam, rasgam as formas, esculpem promessas e intensificam decisões. Essa será a tua decisão! A tua decisão é a tua decisão, ainda que estúpida ou tomada do orgulho arcaico dos dias do envolvimento. É triste esse tipo caricato que tentas exibir, são riscos de uma tinta desagradável na minha cabeceira. É bastante complexa essa atitude, torna-se ilegível ao meu entendimento, uma vez que fica contornada por acidentes. Disto tudo dizes nomes para cairem sobre mim, dizes, proferes palavras e projectas o que não tem projecção. Escondes esse olhar no aparato das palavras e apesar das situações caricatas dessa postura, continuo a gostar de ti. Elementos sintácticos da relação sem relação, ainda que vazia de deslocações do interior... é a que é possível. Guardo nestas minhas folhas as anotações do fim-de-semana, com algumas palavras oblíquas, com um pedaço daquilo que ainda não exibi e nem sei se o vou fazer. Por vezes a escrita causa um grande estrondo, um calor intenso e a razão surpreende na sua forma invisível... abre túneis de emoções e atiça a guerra. O tempo separa as pessoas, umas sim outras não, pensando bem, são todas iguais ou a diferença é mínima. Cada qual tem dentro de si algo de que não se pode falar, é o lado invisível que nos permite escrever, pensar e dirigir a vida. É um facto, tens de admitir tudo isto… é neste percurso que se constrói toda a significação, sendo a palavra um guia, nos estádios de alerta. Estou alertado por essa postura para mim, sabendo que tudo o que tomara sobre ti, foi apenas o reino da inutilidade.

26.11.2006 – 13:06h

segunda-feira, 18 de junho de 2007

IMPACTO DO OLHAR

Neste lugar, profundo, feito de profundidade, envolvo-te no meu mundo, com o olhar da intimidade, com poemas e outras prosas de que muito gosto. Fico aqui, no impacto das sensações que se elevam em lugares de ninguém, numa frieza rotulada por expressões que me ultrapassam. Sou tudo e nada... Profundidade do olhar em dias que não sei definir, numa luta entre o querer e não querer, o estar e não estar... acordado ou a dormir, isto assim, que não consigo definir, que não sei pronunciar. Ninguém poderá entender tudo o que penso, o que sinto e o que sou... apenas o olhar dita regras que são válidas para algumas pessoas! Apenas isso! Eu fico tomado pelos espinhos, pelo sangue que me circula nas veias e adormeço na esperança que um novo dia aconteça com mais brilho, com mais fulgor para um possível amor. As lágrimas correm-me no silêncio, entre espinhos, entre aquilo que não digo e que penso. Correm-me e não digo mais nada, apenas fico fechado na profundidade do meu ser, no lugar de ninguém, apenas reservado ao olhar, ao amor que não se define e a tudo o que nunca mais te disse e tão pouco te vou dizer... por esta não ser a hora de falar. Agora teclo com alguém que me faz derramar lágrimas que estavam guardadas e o meu olhar fica turvo. O telemóvel toca, não atendo... É profundo, muito profundo e o amor não tem medida nem feição, apenas se sente. Quero chorar sério! Este é o impacto mais profundo do olhar... que algum dia alguém me proporcionou, sem que o olhar fosse um olhar verdadeiro. Sinto-me felliz por ti e ao mesmo tempo a pessoa mais infeliz do mundo... desculpa, mas vou embora porque o olhar esmagou a beleza do meu ser e não sou visto nem achado para nada. Espero que entendas isto, pelo menos um dia, não é questão de falta de auto-estima, mas é a pura realidade a evidenciar-se. Agora em vez de olhar, vou tentar ver e tomar-me de outras realidades, outras paisagens, observar e deixar-me possuir pelas realidades e ser profundidade no todo... o todo que todos somos e que está em marcha.

12.01.2006 - 09:16h