Ontem... sim, ontem! Foi ontem... uma tarde maravilhosa, depois de algumas gotas de chuva terem descido do céu... também fui ao céu. Uma conversa agradável, um café, uma troca de olhares e uma paz indescritível.
Esse gesto bonito, profundo, onde as palavras são as fontes do entendimento e neste espaço a manifestação, do que guardo, do sentimento. O movimento inclinou-me e tudo se tornou mais profundo a quando em encosto perfeito sobre ti. Docemente, no teu tacto, nos teus lábios, no teu ser, encontrei toda a verdade que em tantos anos me tinham escondido. Senti que contigo comecei a viver e sinto-me muito feliz por te ter conhecido.
Secreto o nó deste espasmo, na curva e no cume mais claro, quando fiquei de joelhos, quando fiquei ali e senti que tudo era total. Fomos a totalidade...
Jorraram dos espelhos, do teu corpo, os teus prazeres, nos meus e senti-te profundamente, na unicidade do ser! Foi a praia da memória, no vício dos dedos, tomados de prazer, de desejo ardente, de bem-estar e da validade da existência. O meu espírito bebeu o líquido da eternidade... confesso que supreendeste-me mais uma vez e tentei dar-te tudo o quanto desejavas.
10.04.2006 16:40h
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terça-feira, 31 de julho de 2007
domingo, 29 de julho de 2007
HOJE ACREDITO
Hoje acredito que não acredito em mais nada, especialmente em quem gosto. Hoje acredito em tudo o que não acredito, ainda que me chamem de negativo, confuso e até de aborrecido. Sei que sou tudo o que possas pensar, o que te convém.
Podes acusar-me de misturar tudo... graças a ti, isto acontece.
Considero e sinto que não sou feliz quando sou rejeitado, por isso procedo de igual modo. É triste todo este estado de situação, amar as pessoas sem que por elas seja gostado ou que tal gostar, seja algo de mau, algo de terrível, algo de puro terrorismo, ou até mesmo o maior mal do mundo. Deves adorar fazer com que algumas pessoas se sintam mal! A tua frieza e distância marcam posições...Viver assim, perdido, sem ser encontrado. Estou muito triste! Perdi alguém... mas como se pode perder alguém se nunca se teve?!
O humano ilude-se, cria as suas fantasias... um dia as tuas também vão cair todas por terra e nesse preciso momento irás compreender-me e darás valor ao que já nada tem lugar. Apenas fui lançado no vale e usado sem qualquer sentimento, quando todos os toques foram de amor, isto de minha parte.
Apenas ou uma coisa entre as coisas que se jogam fora. Sou aborrecido porque digo a verdade e torno-me indesejado… não posso gostar. Gostar é sofrer! Quero não gostar de ninguém. Até sou indesejado por agradecer… cada pessoa é uma situação e conheci pessoas muito diferentes. Nunca ninguém de quem eu gostei gostou de mim!!!
Tenho opiniões diferentes das pessoas! Não pretendo relacionar-me com pessoas casadas e ou divorciadas, apenas com pessoas solteiras e livres e quando estas aceitem algum compromisso, relação, apenas desejo afastar-me porque posso molestar. Já fui demasiadamente magoado, só levei patadas, hoje isso aconteceu mais uma vez. Agora cansei! Chega… não gosto de ninguém, ninguém merece que por mim seja gostado.
As desculpas apresentam-se para tudo quando se pretende rejeitar alguém… é o que tens feito comigo. Apenas ligas por interesse, é o que percebo das tuas atitudes. Nunca nada deu certo comigo. Repito que sou aborrecido quando mostro os bons modos que não gostas porque te podes aproximar e isso seria outro problema. Sempre me senti rejeitado por ti, mesmo em momentos mais íntimos… isso é muito triste. A tua honestidade sempre foi uma mentira para me contornar e obter o desejável, pelo meu bom coração.Em cada dia que passa a minha revolta parece aumentar e sinto que me devo tornar mais distante e frio, claro indiferente e partir para outra. Certamente tinha escolhido a pessoa errada. Não mereces a minha consideração nem que goste de ti! Gostar de ti é mais uma perturbação que se soma a outras possíveis… entendo que as pessoas são coisas para usar e jogar fora, em acordo com o que observei face aos teus procedimentos. Definitivamente é necessário cortar, ainda que me torne mais indesejável. Foi bom gostar de ti e o gostar de ti se tornou em desagradável, não que eu desejasse, mas porque tu o entendeste. Hoje acredito que tudo é uma passagem…
04.05.2006 - 18:27h
Podes acusar-me de misturar tudo... graças a ti, isto acontece.
Considero e sinto que não sou feliz quando sou rejeitado, por isso procedo de igual modo. É triste todo este estado de situação, amar as pessoas sem que por elas seja gostado ou que tal gostar, seja algo de mau, algo de terrível, algo de puro terrorismo, ou até mesmo o maior mal do mundo. Deves adorar fazer com que algumas pessoas se sintam mal! A tua frieza e distância marcam posições...Viver assim, perdido, sem ser encontrado. Estou muito triste! Perdi alguém... mas como se pode perder alguém se nunca se teve?!
O humano ilude-se, cria as suas fantasias... um dia as tuas também vão cair todas por terra e nesse preciso momento irás compreender-me e darás valor ao que já nada tem lugar. Apenas fui lançado no vale e usado sem qualquer sentimento, quando todos os toques foram de amor, isto de minha parte.
Apenas ou uma coisa entre as coisas que se jogam fora. Sou aborrecido porque digo a verdade e torno-me indesejado… não posso gostar. Gostar é sofrer! Quero não gostar de ninguém. Até sou indesejado por agradecer… cada pessoa é uma situação e conheci pessoas muito diferentes. Nunca ninguém de quem eu gostei gostou de mim!!!
Tenho opiniões diferentes das pessoas! Não pretendo relacionar-me com pessoas casadas e ou divorciadas, apenas com pessoas solteiras e livres e quando estas aceitem algum compromisso, relação, apenas desejo afastar-me porque posso molestar. Já fui demasiadamente magoado, só levei patadas, hoje isso aconteceu mais uma vez. Agora cansei! Chega… não gosto de ninguém, ninguém merece que por mim seja gostado.
As desculpas apresentam-se para tudo quando se pretende rejeitar alguém… é o que tens feito comigo. Apenas ligas por interesse, é o que percebo das tuas atitudes. Nunca nada deu certo comigo. Repito que sou aborrecido quando mostro os bons modos que não gostas porque te podes aproximar e isso seria outro problema. Sempre me senti rejeitado por ti, mesmo em momentos mais íntimos… isso é muito triste. A tua honestidade sempre foi uma mentira para me contornar e obter o desejável, pelo meu bom coração.Em cada dia que passa a minha revolta parece aumentar e sinto que me devo tornar mais distante e frio, claro indiferente e partir para outra. Certamente tinha escolhido a pessoa errada. Não mereces a minha consideração nem que goste de ti! Gostar de ti é mais uma perturbação que se soma a outras possíveis… entendo que as pessoas são coisas para usar e jogar fora, em acordo com o que observei face aos teus procedimentos. Definitivamente é necessário cortar, ainda que me torne mais indesejável. Foi bom gostar de ti e o gostar de ti se tornou em desagradável, não que eu desejasse, mas porque tu o entendeste. Hoje acredito que tudo é uma passagem…
04.05.2006 - 18:27h
quarta-feira, 25 de julho de 2007
MARCAR POSIÇÕES
Não posso esquecer que comportamento gera comportamento e por vezes é necessário parar-se e olhar-se atentamente para o que está a acontecer. É urgente parar e não continuar a lançar achas para a fogueira. É urgente saber não proceder como procedem os brutos e igorar toda a situação. Confesso que não deixo de escrever o que penso e sinto, por mais desagradável que possa parecer a quem quer que seja, não pedi para ninguém ler e muito menos para fazer interpretações à sua maneira. O que cada qual escreve não passa da sua opinião, nada mais do que isso, como se isso fosse importante para o outro.
Nos últimos tempos tenho verificado que ando a perder tempo com situações e pessoas que não funcionam. Tempo irrecuperável e é para esse lado que essas mesmas pessoas dormem melhor. Gastar tempo com situações que não contribuem para o meu bem estar, melhor será afastar-me e nem mais ligar. Simplesmente cortar. É preciso olhar sobre isto e não continuar a perder mais tempo com estas coisas que não servem para nada. Ser-se racional, assertivo é fundamental. Nada de lamentar, apenas ser directo, frio e caminhar com o que funcionar, especialmente pessoas funcionais. Marcar posições é tão importante como respirar...
14.05.2006 - 23:58h
Nos últimos tempos tenho verificado que ando a perder tempo com situações e pessoas que não funcionam. Tempo irrecuperável e é para esse lado que essas mesmas pessoas dormem melhor. Gastar tempo com situações que não contribuem para o meu bem estar, melhor será afastar-me e nem mais ligar. Simplesmente cortar. É preciso olhar sobre isto e não continuar a perder mais tempo com estas coisas que não servem para nada. Ser-se racional, assertivo é fundamental. Nada de lamentar, apenas ser directo, frio e caminhar com o que funcionar, especialmente pessoas funcionais. Marcar posições é tão importante como respirar...
14.05.2006 - 23:58h
sábado, 21 de julho de 2007
IMORTAIS SITUAÇÕES
Hoje é dia de teste de Psicologia… alguns faltaram, vão fazer na sexta-feira, não tem problema, compreendo como algumas pessoas estão angustiadas, fruto dos nervos da ignorância, como dizia uma professora minha de biologia do décimo ano. Como o tempo passa! São imortais situações que recordo.Imortais se tornam as palavras que depositamos todo o nosso ser, a nossa vida… essa luz é mais forte, tem a força que lhe atribuímos.
O rumor do dia foi tomado nos meus braços, no olhar salgado, com as cores da paixão, em tons azuis, como se o regresso fosse um abraço pleno. O outro lado do azul deixa-me apreensivo, faz-me pensar nas situações limite e nas mudanças que lentamente se vão operando.
Ontem falei com o pai, tivemos uma conversa muito séria… a mãe está doente. Há que preparar psicologicamente, o seu estado não agrada nada. Compreendo que tudo tem um tempo de duração e nada mais há a fazer quando o que se tem para fazer está feito. Invoco a família, o pai fala dela com alguma mágoa, algum azedume, compreendo a posição dele. Eu sempre fui diferente e continuo a ser diferente no decurso do tempo. Lembro-me da tia P., faz tempo que partiu, foi um acidente… era tudo o que menos se esperava, aconteceu, por mais estúpido que possa parecer.
O que não tem solução, solucionado está, dizem os ditados populares, são as experiências da vida. É muito verdade…No próximo mês tenho um lançamento de um livro, ajudei a escolher um poema para colocar na contra capa do mesmo, confesso que o livro está muito bonito. Fiquei sem palavras por ser convidado para proferir algumas considerações, não que fosse a primeira vez que fizesse isto, mas sim porque vou ganhando rodagem (eh eh heee). Muitas foram as vezes que me questionam para quando a publicação de um livro… digo sempre que não estou interessado e que prefiro que sejam os outros. Escrevo por prazer, para extravasar os conteúdos que estão dentro de mim, como produto de algum stress. Hoje estou um pouco apreensivo! Passará certamente. A noite foi muito vivida, uma noite em pleno namoro, em plena satisfação… nem tenho palavras. Considero que a vida é para viver com o que é possível e não com o que não se deixa apreender.
Poucos são os que me conhecem, a imagem que possuem de mim, é apenas um pedaço do que sou e as leituras nem sempre correspondem. Palavras imortais para o mundo da grande plenitude.
24.05.2006 – 09:07h
O rumor do dia foi tomado nos meus braços, no olhar salgado, com as cores da paixão, em tons azuis, como se o regresso fosse um abraço pleno. O outro lado do azul deixa-me apreensivo, faz-me pensar nas situações limite e nas mudanças que lentamente se vão operando.
Ontem falei com o pai, tivemos uma conversa muito séria… a mãe está doente. Há que preparar psicologicamente, o seu estado não agrada nada. Compreendo que tudo tem um tempo de duração e nada mais há a fazer quando o que se tem para fazer está feito. Invoco a família, o pai fala dela com alguma mágoa, algum azedume, compreendo a posição dele. Eu sempre fui diferente e continuo a ser diferente no decurso do tempo. Lembro-me da tia P., faz tempo que partiu, foi um acidente… era tudo o que menos se esperava, aconteceu, por mais estúpido que possa parecer.
O que não tem solução, solucionado está, dizem os ditados populares, são as experiências da vida. É muito verdade…No próximo mês tenho um lançamento de um livro, ajudei a escolher um poema para colocar na contra capa do mesmo, confesso que o livro está muito bonito. Fiquei sem palavras por ser convidado para proferir algumas considerações, não que fosse a primeira vez que fizesse isto, mas sim porque vou ganhando rodagem (eh eh heee). Muitas foram as vezes que me questionam para quando a publicação de um livro… digo sempre que não estou interessado e que prefiro que sejam os outros. Escrevo por prazer, para extravasar os conteúdos que estão dentro de mim, como produto de algum stress. Hoje estou um pouco apreensivo! Passará certamente. A noite foi muito vivida, uma noite em pleno namoro, em plena satisfação… nem tenho palavras. Considero que a vida é para viver com o que é possível e não com o que não se deixa apreender.
Poucos são os que me conhecem, a imagem que possuem de mim, é apenas um pedaço do que sou e as leituras nem sempre correspondem. Palavras imortais para o mundo da grande plenitude.
24.05.2006 – 09:07h
DIA DE DIZER ALGO MAIS
Dia de Camões, dia de Portugal, dia de muita coisa… dia de escrever-te um pouco mais. Oraite? É mesmo! Levantei-me cedo apesar de me ter deitado tarde, uma vez que tive à conversa com alguém que me pareceu uma boa pessoa. Talvez muito tenha ficado por dizer, mas estas coisas dos sentimentos são as coisas mais complicadas. Felizes os que são frios e distantes… azar eu ser assim.Continuo a dizer-te que é muito difícil perceber as pessoas, a todos os momentos surpreendem-nos com atitudes taralhocas, inconcebíveis. Tentam misturar as coisas, até usam as pessoas e não se definem… simplesmente agitam e se nos descuidamos entramos no mundo da loucura. Sim, mas alguma loucura é boa, muito boa. Recordo todas as loucuras, tudo aquilo que foi bonito, tudo mesmo muito perfeito, cheio de contornos definidos, bem delimitados.
Depois da conversa da noite fiquei um pouco mais a compreender-te, a ver alguns pormenores que me houveram escapado.
Lamento esse teu tipo de comportamento, pelo menos ficavas com a amizade, o que não é verdade, não sabes fazer a gestão disso mesmo e ainda que sejas muito inteligente e acima de tudo tenhas poder, o que não duvido, deixa-me dizer, a tua atitude é burra. Acredita que as coisas belas da vida assentam na amizade, na compreensão, nos valores do coração e esclarecendo as coisas com as pessoas e mantendo bom relacionamento. Proceder assim, tipo cortar, afastar, não estar a fim de teclar, de falar, sinceramente… causas muito mau aspecto e ainda que desejável, passas a ser uma pessoa mal vista. Tem cuidado e é bom que penses nesses procedimentos! Acredita que não te desejo mal, ainda que por vezes pareça aborrecido, com raiva ou um misto de indefinições. O que sinto por ti neste momento e pode ser contraditório, é estima, um carinho que prevalecerá dentro de mim para sempre e isso será o alimento de todos os meus caracteres.
Este foi o lugar que te dediquei, desde aquele dia… tem ainda os seus dias, ainda que possam ser contados. A vida é este contar de dias, constante, que fui ao ritmo das horas, por degrau a degrau. Penso que me conheceste um pedaço, falámos durante tempos e tantas coisas foram agradáveis. Não me importo que estejas a andar com quem bem entendas… a vida é tua! Só fico triste porque a amizade que tanto falavas, nada fizeste por ela. É agressivo de tua parte e nem te preocupas com tal. Balouças… continuas a balouçar e certamente ainda não vais estabilizar.
O tempo passa… vou para o café, tomar o meu matinal, comigo um caderno, a música, a caneta e pensar um pouco mais em ti, aliás, penso todos os dias em ti e consegues causar-me ainda inspiração para isto tudo. É de tirar o chapéu, são os meus apontamentos e pensamentos, as minhas fugas da alma, os caracteres que te dedico. Um dia a verdade virá ao de cimo e estaremos lá os dois. Agora, fica aquele abraço grandalhão, como sabias dar-me, fica aquilo que fazia de nós algo e eu era o puto porreiro, como dizias.
10.06.2006 – 09:48h
Depois da conversa da noite fiquei um pouco mais a compreender-te, a ver alguns pormenores que me houveram escapado.
Lamento esse teu tipo de comportamento, pelo menos ficavas com a amizade, o que não é verdade, não sabes fazer a gestão disso mesmo e ainda que sejas muito inteligente e acima de tudo tenhas poder, o que não duvido, deixa-me dizer, a tua atitude é burra. Acredita que as coisas belas da vida assentam na amizade, na compreensão, nos valores do coração e esclarecendo as coisas com as pessoas e mantendo bom relacionamento. Proceder assim, tipo cortar, afastar, não estar a fim de teclar, de falar, sinceramente… causas muito mau aspecto e ainda que desejável, passas a ser uma pessoa mal vista. Tem cuidado e é bom que penses nesses procedimentos! Acredita que não te desejo mal, ainda que por vezes pareça aborrecido, com raiva ou um misto de indefinições. O que sinto por ti neste momento e pode ser contraditório, é estima, um carinho que prevalecerá dentro de mim para sempre e isso será o alimento de todos os meus caracteres.
Este foi o lugar que te dediquei, desde aquele dia… tem ainda os seus dias, ainda que possam ser contados. A vida é este contar de dias, constante, que fui ao ritmo das horas, por degrau a degrau. Penso que me conheceste um pedaço, falámos durante tempos e tantas coisas foram agradáveis. Não me importo que estejas a andar com quem bem entendas… a vida é tua! Só fico triste porque a amizade que tanto falavas, nada fizeste por ela. É agressivo de tua parte e nem te preocupas com tal. Balouças… continuas a balouçar e certamente ainda não vais estabilizar.
O tempo passa… vou para o café, tomar o meu matinal, comigo um caderno, a música, a caneta e pensar um pouco mais em ti, aliás, penso todos os dias em ti e consegues causar-me ainda inspiração para isto tudo. É de tirar o chapéu, são os meus apontamentos e pensamentos, as minhas fugas da alma, os caracteres que te dedico. Um dia a verdade virá ao de cimo e estaremos lá os dois. Agora, fica aquele abraço grandalhão, como sabias dar-me, fica aquilo que fazia de nós algo e eu era o puto porreiro, como dizias.
10.06.2006 – 09:48h
ACONTECEU E FOI ASSIM
Reconstrução da palavra… eis a vitória! Mundial… o grande campeonato, o grande pelo grande, a formação pela formação, num formato mais profundo.
E aconteceu o primeiro golo, Portugal fez-se ecoar e o tempo amoleceu todo o meu ser e tu não disseste nada! Nada… e Portugal não deixou de ficar.Sistema de faltas, remates, bola a correr, o mundo a pulsar… ritmos! Eu aqui, ali, ainda em ti a pensar. A pensar e vou continuar… a pensar.
Serventia e toques, multidões a gritar, ao último minuto… a grande velocidade. Tudo sem limites.
Habilidade sem espaço… livre executado, expectativa a correr no reino das razões, ao rigor do que deve ser. Nada é! Está sendo.Apetece-me ler, ver filmes… sim, ver cinema. Adoro cinema apesar de não andar por ai nas salas de cinema. Também gosto de ler e mais ainda escrever.Nada de perder, apenas as situações manifestam a amizade, um abraço a demonstrar o grande valor da existência e do triunfo. Triunfos é o que resta nesta noite e em tantas outras. Hoje foi uma maratona, de corrigir testes, foi o dia todo nisto, só fui ao café. Mas tive que escrever também.
Laterais sem medida. Colocação, lançamento, deslocação e aquilo que não se assinala. Muito fica por assinalar. Tu assinalaste a tua presença na minha cabeça e muito mais. Defesa, contra-ataque! Palavras de escárnio e mal-dizer… contracções de uma vida sem vida. Amanhã é festa, depois vem o jantar, aquelas coisas e as outras. Heheheeh. As nossas coisas e as outras, somadas a outras tantas.
Abertura… sempre. Cantos e falta ao corrimão dos sentidos. Encontro-te uma vez mais e a vitória é deste Portugal… confesso-te que sou muito patriota, sempre fui.O tempo passa muito depressa… tenho de ir dormir porque amanhã é dia de trabalho. Boa noite, uma noite santa, com paz, com amor, com carinho, estejas tu com quem possas estar, pensando ou não. Estejas apenas nesse estado de estar porque outro não pode ser. Eu estou simplesmente para ti a escrever o que ninguém poderá entender, porque o entendimento não me é permitido, por enquanto.
11.06.2006 - 23:24h
E aconteceu o primeiro golo, Portugal fez-se ecoar e o tempo amoleceu todo o meu ser e tu não disseste nada! Nada… e Portugal não deixou de ficar.Sistema de faltas, remates, bola a correr, o mundo a pulsar… ritmos! Eu aqui, ali, ainda em ti a pensar. A pensar e vou continuar… a pensar.
Serventia e toques, multidões a gritar, ao último minuto… a grande velocidade. Tudo sem limites.
Habilidade sem espaço… livre executado, expectativa a correr no reino das razões, ao rigor do que deve ser. Nada é! Está sendo.Apetece-me ler, ver filmes… sim, ver cinema. Adoro cinema apesar de não andar por ai nas salas de cinema. Também gosto de ler e mais ainda escrever.Nada de perder, apenas as situações manifestam a amizade, um abraço a demonstrar o grande valor da existência e do triunfo. Triunfos é o que resta nesta noite e em tantas outras. Hoje foi uma maratona, de corrigir testes, foi o dia todo nisto, só fui ao café. Mas tive que escrever também.
Laterais sem medida. Colocação, lançamento, deslocação e aquilo que não se assinala. Muito fica por assinalar. Tu assinalaste a tua presença na minha cabeça e muito mais. Defesa, contra-ataque! Palavras de escárnio e mal-dizer… contracções de uma vida sem vida. Amanhã é festa, depois vem o jantar, aquelas coisas e as outras. Heheheeh. As nossas coisas e as outras, somadas a outras tantas.
Abertura… sempre. Cantos e falta ao corrimão dos sentidos. Encontro-te uma vez mais e a vitória é deste Portugal… confesso-te que sou muito patriota, sempre fui.O tempo passa muito depressa… tenho de ir dormir porque amanhã é dia de trabalho. Boa noite, uma noite santa, com paz, com amor, com carinho, estejas tu com quem possas estar, pensando ou não. Estejas apenas nesse estado de estar porque outro não pode ser. Eu estou simplesmente para ti a escrever o que ninguém poderá entender, porque o entendimento não me é permitido, por enquanto.
11.06.2006 - 23:24h
terça-feira, 17 de julho de 2007
NÃO PASSASTE DE...
Não me passaste de uma pura ilusão sem sentido, um acontecimento fútil, tomado de vazio, de nada… de uma voz que morreu, de um final irrepetível. Naquele lugar tudo começou, tudo acabou, apenas restam palavras sem conteúdo, vazias, que se veicularam para um outro sol na rua, tornando-me mais resistente às tempestades. Agora, sem amor, sem coração… caminho, tomando de todos os caracteres consagrados, pedaços de intimidade, ao vento, à passagem sem regresso. Sou apenas um ponto sem consideração no teu pensamento! A vida é assim… quantos pontos não passaram por essas bandas? Quantos não vão passar? Um universo de estrelas cintilam e apenas uma é a minha, só que não sei onde está, preciso de a procurar bem e abrir os olhos para não me perder mais uma vez.Quero parar de te escrever… ouço a música que me enche os sentidos, vejo os álbuns dos tempos antigos, correm os vídeos e correm as lágrimas movidas pela saudade, porque apenas existe a cinza de tudo aquilo que um dia te tornou ser! Saudade dos amigos, daquela peça de acordeão que inventava a pensar em ti, das outras coisas todas que se vão esquecendo e mais as outras ainda que me tomavam em pormenores que faltam descrever. Tu não passaste de um ponto entre os pontos que considerei…
08.07.2006 – 07:41h
08.07.2006 – 07:41h
domingo, 1 de julho de 2007
HÁ MUITO TEMPO NO TEMPO
Nesta manhã de chuva, no auge do súbito, observo a dança do vento, são lufadas no céu, devoradas num lampejo de tempo. Avanço no instante e a luz lança-me nas sombras comprometidas, com a outra metade do desenho e o sentido que se esbate na tua cara de estranheza. Neste manto matizado de cores, ainda suspiro, deixando arrastar os sentidos e a alegria que regressa na efémera tristeza, mas o regresso continua, doce, adulando-me num inebriante consolo... quase uma paráfrase para novas disposições neste meu sentir. A água surge, fresca e límpida, desce, na sua inocência bebe os reflexos dos contornos, ao mergulho da concupiscência e do alimento antigo. Sei que há muito tempo no tempo, eivando necessidade inelutável, um composto que tentei por processos de decantação, dissociar, só que sem sucesso! Ouço as vozes divinas das águas, entre as folhas das árvores e o chão bordado por beijos que se passeiam… ouço e abraçado a este manto intensifico os meus pensamentos na nudez de uma nova manhã noutro país! Como seria se nos encontrássemos lá? Convido-te às meditações e fico atento ao zelo que imprimes, sem angústia nem solidão, uma vez que a tua totalidade sustenta todo o labor do universo!Lentamente, quase sem ritmo, tento despedir-me da doçura do flagelo do vento e nos meus olhos vazios, destituídos da rapsódia das cores ruborizadas como donzelas, adormeço envolvido com as purezas benfazejas do instante, neste céu intenso… aqui, encontro a imortalidade do infinito, o tempo no tempo sem tempo.
23.10.2006 - 09:21h
23.10.2006 - 09:21h
sábado, 30 de junho de 2007
PARA NADA… NADA… NADA MESMO!
Gostava imenso de teclar contigo, em nome da amizade e de tudo o que nos permite existir… a existência é uma curta passagem, um breve nome incompleto. À grandiosidade das palavras que se desenham por recintos sem nome, por sorrisos, por tudo o que permite a alegria, pela existência... por saber que a vida tem um significado. Tu! Quantas palavras não se rasgam, outras não ficam perdidas... mas, em nome da amizade, fica aquilo que é bonito... aquilo que se projecta enquanto os ponteiros possibilitam o bater do coração, aos quatro quadrantes da imortalidade. O silêncio resguarda estas mensagens, por vezes em palavras inúteis, algumas já fora de prazo, talvez sejam estas, as que deixei no mutismo das lamúrias. Sabes bem como o auge do silêncio nos envolve, como o longínquo nos transporta para o tempo sem nome, ainda que se adivinhe o gesto e a pulsão daquilo que nos possibilita a vigia, serás onda à beira-mar, sol radiante na minha animação, deambulando nos sonhos que se desenham no canto maior.Sabes, lembro das vezes tantas que teclava contigo, dos momentos em que as nossas mãos constituíam memória, do irromper da solidão e da sede de infinito, tomando a nossa aventura a mais bela sede de viver. Nunca duvidei, apesar dos sulcos melancólicos que por vezes me assaltavam, dessas pegadas que reprovavas em mim e de outras flores que o pensamento era atestador.Desproporção da força do acaso, ultrajante de uma melodia desproporcionada, aquela que em terras distantes fizeste passar soluços, sem que com isso pudesses acrescentar algo de positivo, algo de benéfico. Translação do dia que não se escreve, em passos de indiferença, ao diálogo surdo no consenso dos óbices. Colocaste obstáculos desnecessariamente e fechaste a porta deixando-me à deriva, como se isso contribuísse de algum modo para o teu bem-estar... Proferiste palavras que não tiveram mais acepção, pelo orgulho que te corrompeu, que provocou em ti o rumor do desagradável… sem que com isso pudesses erigir algo de positivo. Dissimulações e inconveniências que a lado bom conduziram, nada disso, apenas um estorvilho a quem te estimava, e fosse essa locução o princípio dos princípios, toda a fogueira que consumia uma amizade bela, cheia de doçura e encanto maior. Nem perguntaste pelo teu significado… nada… nada… nada mesmo! Que lograste com esse procedimento? Atropelaste tudo o que era bom, sem dar ouvidos a afectuoso coração e depois lanchaste o pão pernicioso, porque muitos se afastaram de ti! Eu, ainda continuo por aqui, ainda tenho o meu abraço para ti, tudo aquilo que os outros te abjuraram, tudo o que as palavras não dizem por mais que se deseje… a humilhação não completa nada do que possas pensar. Destes meus lábios decreto-te jardins de flores, essas que são purezas, fertilidades para uma sempre amizade, ainda que não possua mais correspondência, ainda que não tenha mais a tua determinação… por tudo isso que não serve para nada, apenas digo, amigo meu guardo-te no coração. Para nada… nada… nada mesmo. Sim, nada…
28.10.2006 – 22:22h
28.10.2006 – 22:22h
quinta-feira, 21 de junho de 2007
AVERSÃO
Caminho sem vontade para nada, talvez perdido, sem rumo, apenas sentindo a angústia de estar só e ser trocado por outra pessoa. Sinto que sou horrível, que não presto e que nunca poderei ser feliz... amo quem não devo e sinto que perdi tudo, o próprio amor, a própria alegria... até a esperança desta caminhada! Desculpa, mas fazes-me sentir assim, tão insignificante. Todo o meu sentir não se completa naquilo que desejo e o que desejam de mim não pode dar-me felicidade porque isso seria tudo falso. Não posso viver um mundo falso. Um aperto forte esmaga-me o peito e o meu vale de lágrimas é cada vez maior, levando-me ao mundo da apatia, ao sem sentido de nada mais querer quando na verdade ainda quero algo. Somente na apatia posso sentir-me bem, ainda que te minta. Interrogo-me face a este mundo que tu conseguiste pintar em mim e depois deixaste, magoando todo o património do meu ser. A verdade é a própria mentira que conseguiste fazer passar... Quero entender o que não posso, aceitar o que não tem cabimento... e ser feliz, mas... choro no silêncio e perco-me no tempo sem mais rumo e nada é como eu quero. Hoje senti nojo, raiva, revolta... fiquei com dores de cabeça e tudo me irritou e a tua imagem não me saiu do pensamento. Continuas a viver dentro de mim mas, a luta entre o querer e não querer é uma constante muito forte. Estás lá! Acabei por não querer nada e nem quero mais nada. Sinto somente aversão a tudo e a todos...! Estou na luta entre o querer e não querer, na própria aversão pelas normas da sociedade.
14.11.2005 - 18:40h
14.11.2005 - 18:40h
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