Hoje é dia treze de Maio, muitos são os peregrinos que foram a Fátima! Eu não fui, respeito, mas não sinto a necessidade dessas coisas e deixo que os outros acreditem no que bem entendam. Fui sim, para uma acção de formação, no âmbito da Psicologia, isso sim, muito interessante… posso aprender algo para poder compreender-me um pouco mais e ao mesmo tempo os outros. Mas mesmo assim, verifico não ser fácil. Cheguei a casa, fui ler-te, pensar e comentar, escrever. É bom que possas dizer sempre "mais um da de trabalho" e que possas fazer coisas, muitas coisas e que percebas isso mesmo que dizes perceber. Por vezes pensa-se que se percebe e está-se muito longe daquilo que realmente seria mesmo. Novos colegas, novos amigos entrem na tua vida e mantenhas ou saibas manter esses que já estão. Tento fazer isso… da minha vida só sai quem realmente não presta, pelo menos para mim, não significa que não tenha valor, ainda que este seja relativo. Os valores possuem características… A assertividade tem um lugar cimeiro, vejo isso por vezes em ti, em algumas atitudes. Continua a rir, faz bem. Doidos? Também sou doido! Que maneira... sei que sou doido, fanático em certas coisas... computadores, telemóveis são exemplos, temos os nossos direitos e maneiras de ser. Sou assim, não me interessa do resto... desfolham-se beijos e folhas de palavras. Gostei das tuas. Continua assim, porque será assim.Gostar… não sei! Não sei não… desde aquele dia consegui ver outras realidades e agora outros valores mais altos se colocam.Dizer… não sei! Fico em dúvida.
Interesse… não sei… deixo para depois.
Proceder… não sei, é cedo, muito cedo.
O que sei… não sei! Fico a pensar para amadurecer a situação.
Dizer mais, não sei. O que resta dizer? Alguma coisa? Eu já percebi isso e muito mais.
Saber, para ser, também não. Não definitivamente. Digo obrigado e fico receptivo, o resto o tempo o dirá, no momento certo.
Acontecem situações… hoje vou abandonar a situação, não me quero prejudicar mais. Chega! Insisti várias vezes, não mudaste… altero, mudo o conflito e tudo fica . Não mudaste, não quiseste; o que quiseste foi manter o teu comportamento e as situações chegaram ao limite. O limite fez-me desistir. Desisto, mas não te condeno, não vou emitir outros juízos de valor. Respeito-te, isso só, mas não significa que concorde contigo. O meu lado emocional é a assertividade subjectiva desde a hora possível. O resultado do teu comportamento deixou-me triste naquele dia… já passou. A tua intolerância fez-me afastar… assim não estarei contigo fisicamente, guardo-te apenas no pensamento como sinal do meu amor, esse que fica no escondimento do ser e que certamente não terá mais significado. Outro amor surgirá, ou talvez esteja já em formação. É bom! Assertividade é a minha linha de conduta, certamente ficarás à margem do meu convívio… tentarei mudar o comportamento, uma vez que a minha inclinação comportamental não resultou. Estes são os resultados da situação vivida até aqui, depois daquele dia; agora, gostar… não sei.
13.05.2006 – 21:18h
domingo, 29 de julho de 2007
quarta-feira, 25 de julho de 2007
UM SONO TOMA O MEU EU
Nesta manhã, enquanto te espero, sinto-me tomado pelo sono, por algo que não sei bem precisar. Faltam-me as palavras... O sono! Apenas a profundidade do sono, com as suas partículas a invadir-me lentamente.Saí agora do banho e mesmo assim, sinto todo o meu ser a fechar-se, a ocasionar-se como se a noite me viesse buscar outra vez, para os confins da eternidade. Ficam memórias, palavras escritas e tudo se direcciona para a grande viagem, para os grandes momentos, talvez para o lugar do indizível, onde o sono e a morte se confundem. Penso em si e sinto-me triste, mas os motivos para estarem triste não fazem sentido algum, mas, o facto é que me sinto assim. Não se entende a situação...
A ruindade altera algumas pessoas, torna-as estranhas, ingratas, arrogantes e com esquisitices em demasia. A rejeição é o primeiro fenómeno da caminhada... O melhor a fazer é esquecer e ver as coisas belas que restam, as pessoas que interessam, sim, porque nem todas interssam como se possa parecer. Pelo bem que fazemos apanhamos patadas, desprezo, abandono e ainda parece que somos culpados de uma situação que não se pode entender. Esta é a boa gratidão das boas amizades, com pessoas que nos parecem estimar... digo parecem, porque afinal não é bem assim. As pessoas são uma verdadeira surpresa em aberto. Mudar pessoas? Não funciona quando elas são mesmo assim, cabeçudas como tudo. Bem, a hora está a avançar e preciso dormir um pouco, depois logo voltarei para net, talvez vá fazer um novo blog, onde darei continuidade a este. Fico por aqui, até depois, até sempre ou até que seja possível... sou eu e as minhas cicuntâncias, como afirmaria o grande filósofo contemporâneo Ortega y Gasset.
Desculpa, ainda não me vou desta, mas um sono toma o meu eu em profundidade, até parece que tomei um sedativo.
14.05.2006 - 09:24h
A ruindade altera algumas pessoas, torna-as estranhas, ingratas, arrogantes e com esquisitices em demasia. A rejeição é o primeiro fenómeno da caminhada... O melhor a fazer é esquecer e ver as coisas belas que restam, as pessoas que interessam, sim, porque nem todas interssam como se possa parecer. Pelo bem que fazemos apanhamos patadas, desprezo, abandono e ainda parece que somos culpados de uma situação que não se pode entender. Esta é a boa gratidão das boas amizades, com pessoas que nos parecem estimar... digo parecem, porque afinal não é bem assim. As pessoas são uma verdadeira surpresa em aberto. Mudar pessoas? Não funciona quando elas são mesmo assim, cabeçudas como tudo. Bem, a hora está a avançar e preciso dormir um pouco, depois logo voltarei para net, talvez vá fazer um novo blog, onde darei continuidade a este. Fico por aqui, até depois, até sempre ou até que seja possível... sou eu e as minhas cicuntâncias, como afirmaria o grande filósofo contemporâneo Ortega y Gasset.
Desculpa, ainda não me vou desta, mas um sono toma o meu eu em profundidade, até parece que tomei um sedativo.
14.05.2006 - 09:24h
PALAVRAS A CONSIDERAR
Olhares e olhares se conjugam, uns se fundem, outros repelem-se. Palavras a considerar. Vidas e vidas... viver e viver! A tua vida é mesmo assim, o produto de todos estes traços. Ainda estou a ouvir as tuas palavras naquele café...!!! Opções a tomar foi o que foi, moral barata e depois chega o grande 31, falta o resto. O ser humano é mesmo assim... o caminho é para a frente. Será que não consideras a amizade importante? Disseste-me determinadas coisas... tu disseste e depois dizes, vais dizendo, é mesmo assim o evoluir, romper e tomar novos desafios. Cada qual parece-me prossegue segundo os seus interesses, nem tem palavra, nem quer mais saber, o resto que se lixe e o que conta é a satisfação do próprio, não interessa o que o outro pensa! Estarei a mentir? A dizer o que não devo? A ser inconveniente? E o que são os outros? Vamos aprendendo... investimos em nós, passando por cima dos outros, lançando-os fora sem quais quer escrúpulos? Respeito? Onde? He he ehe... será que te sentes bem com os demais? Pergunto: - que é feito de ti que nunca mais disseste nada? Será que te fiz mal? Eterno desafio! Formatos de quê? Consonância? Ou as coisas só estão bem quando os outros nos dizem aquilo que desejemos ouvir? Qual o teu valor, qual o meu e dos outros amigos? Parece-me que tudo é relativo!!! Estimar as pessoas serve para alguma coisa? E depois somos aborrecidos... sim, aborrecidos quando repetimos, quando dizemos o que os outros não gostam de ouvir. Nunca te tratei mal, sempre me mostrei disponível... sabes o que isto é? É ser amigo. O amigo é aquele que fica mesmo em tempo de tempestade, aquele que sabe desculpar, perdoar e dizer que está tudo bem.
Digo-te isto, o que já sabes... sim, está tudo bem. Tudo se resolve com um pouco de atenção e não lançando as pessoas fora só porque outros as substituíram...!!! Vivo, vives... vive-se e o que resta é viver, com ou sem. Respeitar é aceitar o outro, mas não significa que se concorde. Continua a escrever e desbloqueia os canais da comunicação. Caracteres sucessivos. Palavras a considerar entre outras que se vão escrevendo no decurso da vida. Nada a fazer quando esse a quem as mensagens são dirigidas nem sequer considera os outros ou se os considera é temporariamente, com interesses premeditados, tão pouco se preocupando com o que possa acontecer. Considere-se a situação e proceda-se de igual modo... o que interessava, passou a deixar de interessar e as coisas não são assim, mas são de outro modo. Elimina-se de uma vez por todas o mal pela raiz. Sei que existem muitas pessoas egoistas... esquecem que passam a ser indesejadas e as medidas de prevenção é o nunca mais voltar a dirigir palavra. Costuma dizer-se que quem muito se abaixa o cu lhe aparece! Já me baixei demais... palavras a considerar e o que não presta é para lançar ao lixo, apenas me tinha enganado e a merda só lhe ligo quando a piso! Palavras a considerar no meio de tantos caracteres... difusos. Tempo de mudança, acarinhe-se quem nos merece e não gente ingrata ou prepotente. Ligar ao que perturba não vale a pena, decididamente... se incomoda, coloca-se de lado e ponto final, cortando o mal pela raiz, é simples, apaga-se. Palavras a considerar...
14.05.2006 - 16:36h
Digo-te isto, o que já sabes... sim, está tudo bem. Tudo se resolve com um pouco de atenção e não lançando as pessoas fora só porque outros as substituíram...!!! Vivo, vives... vive-se e o que resta é viver, com ou sem. Respeitar é aceitar o outro, mas não significa que se concorde. Continua a escrever e desbloqueia os canais da comunicação. Caracteres sucessivos. Palavras a considerar entre outras que se vão escrevendo no decurso da vida. Nada a fazer quando esse a quem as mensagens são dirigidas nem sequer considera os outros ou se os considera é temporariamente, com interesses premeditados, tão pouco se preocupando com o que possa acontecer. Considere-se a situação e proceda-se de igual modo... o que interessava, passou a deixar de interessar e as coisas não são assim, mas são de outro modo. Elimina-se de uma vez por todas o mal pela raiz. Sei que existem muitas pessoas egoistas... esquecem que passam a ser indesejadas e as medidas de prevenção é o nunca mais voltar a dirigir palavra. Costuma dizer-se que quem muito se abaixa o cu lhe aparece! Já me baixei demais... palavras a considerar e o que não presta é para lançar ao lixo, apenas me tinha enganado e a merda só lhe ligo quando a piso! Palavras a considerar no meio de tantos caracteres... difusos. Tempo de mudança, acarinhe-se quem nos merece e não gente ingrata ou prepotente. Ligar ao que perturba não vale a pena, decididamente... se incomoda, coloca-se de lado e ponto final, cortando o mal pela raiz, é simples, apaga-se. Palavras a considerar...
14.05.2006 - 16:36h
MARCAR POSIÇÕES
Não posso esquecer que comportamento gera comportamento e por vezes é necessário parar-se e olhar-se atentamente para o que está a acontecer. É urgente parar e não continuar a lançar achas para a fogueira. É urgente saber não proceder como procedem os brutos e igorar toda a situação. Confesso que não deixo de escrever o que penso e sinto, por mais desagradável que possa parecer a quem quer que seja, não pedi para ninguém ler e muito menos para fazer interpretações à sua maneira. O que cada qual escreve não passa da sua opinião, nada mais do que isso, como se isso fosse importante para o outro.
Nos últimos tempos tenho verificado que ando a perder tempo com situações e pessoas que não funcionam. Tempo irrecuperável e é para esse lado que essas mesmas pessoas dormem melhor. Gastar tempo com situações que não contribuem para o meu bem estar, melhor será afastar-me e nem mais ligar. Simplesmente cortar. É preciso olhar sobre isto e não continuar a perder mais tempo com estas coisas que não servem para nada. Ser-se racional, assertivo é fundamental. Nada de lamentar, apenas ser directo, frio e caminhar com o que funcionar, especialmente pessoas funcionais. Marcar posições é tão importante como respirar...
14.05.2006 - 23:58h
Nos últimos tempos tenho verificado que ando a perder tempo com situações e pessoas que não funcionam. Tempo irrecuperável e é para esse lado que essas mesmas pessoas dormem melhor. Gastar tempo com situações que não contribuem para o meu bem estar, melhor será afastar-me e nem mais ligar. Simplesmente cortar. É preciso olhar sobre isto e não continuar a perder mais tempo com estas coisas que não servem para nada. Ser-se racional, assertivo é fundamental. Nada de lamentar, apenas ser directo, frio e caminhar com o que funcionar, especialmente pessoas funcionais. Marcar posições é tão importante como respirar...
14.05.2006 - 23:58h
PROGRAMA DO OLHAR
Chega-se depressa ao fim da vida! A verdade reporta sempre ao seu programa de actuação, executa-se, tornando a nu o que parece mergulhado no ofuscamento.
O espírito perturba-se e a verdade mostra a realidade, pelo confronto, pela objectividade e rigor em termos de execução, tudo tem de ficar claro, transparente e nada de equívocos. É necessário seleccionar conteúdos e ver o que mais convêm, tendo em conta o estabelecido. Tenho a minha posição e sei bem o que eu quero, devo aproveitar as oportunidades que me são dadas, urge mudar para que se possa evoluir e não acomodar. Muitas pessoas acomodam-se na mais pequena dificuldade, não lutam e não entendem determinadas circunstâncias. A evolução nunca se dá pela acomodação, mas sim por um movimento constante, ultrapassando barreiras, tendo novas experiências, novos olhares e desprendimento. Desprendermo-nos é importante, liberta… um amor ou uma paixão cega-nos e não damos conta disso, fica-se colado. A vida tem muitas colas e as desculpas são muitas, uma vez que os mecanismos do ego são bastantes inteligentes. A palavra opera, só ela pode proporcionar a mudança, não se pode colocar a leste da verdade. O olhar deve ser consciente e nunca embebido pelo descontrole das emoções, ou apetências do corpo, ainda que estas causem imenso prazer. É necessário moderar, dosear os recipientes e saber o que convêm.
15.05.2006 - 07:56h
O espírito perturba-se e a verdade mostra a realidade, pelo confronto, pela objectividade e rigor em termos de execução, tudo tem de ficar claro, transparente e nada de equívocos. É necessário seleccionar conteúdos e ver o que mais convêm, tendo em conta o estabelecido. Tenho a minha posição e sei bem o que eu quero, devo aproveitar as oportunidades que me são dadas, urge mudar para que se possa evoluir e não acomodar. Muitas pessoas acomodam-se na mais pequena dificuldade, não lutam e não entendem determinadas circunstâncias. A evolução nunca se dá pela acomodação, mas sim por um movimento constante, ultrapassando barreiras, tendo novas experiências, novos olhares e desprendimento. Desprendermo-nos é importante, liberta… um amor ou uma paixão cega-nos e não damos conta disso, fica-se colado. A vida tem muitas colas e as desculpas são muitas, uma vez que os mecanismos do ego são bastantes inteligentes. A palavra opera, só ela pode proporcionar a mudança, não se pode colocar a leste da verdade. O olhar deve ser consciente e nunca embebido pelo descontrole das emoções, ou apetências do corpo, ainda que estas causem imenso prazer. É necessário moderar, dosear os recipientes e saber o que convêm.
15.05.2006 - 07:56h
UM PEDAÇO OU DOIS
Tempos de correria, desabafos por Internet, amigos que se encontram, uns lamentam-se, outros procuram desabafar e hoje… tu vieste até mim. Vieste sim, docemente, pedir-me desculpas e contar-me das coisas que entendemos muito bem. Como te entendi! Entendi o teu desabafo... mas existem coisas que não fazem sentido, outras ficarão por dizer. Muitas são as pessoas que vamos conhecendo nos dias que passam e outras estão por conhecer e as desilusões também têm o seu lugar.
Um ano e sete dias, o tempo de vida do teu blog, até ao dia de hoje! Parabéns, esta é a palavra que tenho para ti, neste preciso momento. Como tal, mando-te este link, para te divertires um pouco, é o mínimo que posso fazer nesta hora, mantendo a minha palavra desde que te conheci - http://www.ad-awards.com/ - Sou eu e as minhas circunstâncias. As coisas e as situações vão sendo e desejo tentar saber lidar com as mesmas, em momento após momento, assim sucessivamente.
És um produto daquilo que pensas, mas os outros podem não ser isso que tu desejas, o teu desejo é o teu limite, marca uma meta... mandas certamente em ti com toda a pujança, somente em ti, porque os outros têm vontade e a vontade deles torna-os autónomos... cuidado, acautela-te, olha as consequências dessa forma de pensar, dessa maneira de ser! A tua forma decisiva, directa, pode nem sempre proporcionar colher os melhores frutos. Mas tudo bem. Não te esqueças do lugar do outro, a empatia que é necessária e que consiste em colocarmo-nos no lugar do outro. Fazes isso? Se perderes as tuas referências dentro dos padrões sociais, com os que te conhecem, pode-te ser negativo e cobrado um preço bem elevado por tais procedimentos, ainda que penses o contrário. É bom que os outros gostem de ti e os possamos ter do nosso lado. Eu, tu, todos… Sabes, continuo a nutrir por ti a mesma estima de sempre, desde aquele dia… nem colocar nem acrescentar uma vírgula, é muito simples, é o que sinto, o que considero, o que acho… ainda que penses o contrário e me possas criticar, não era a primeira vez. Podes pensar o que bem desejes pensar, mas a minha palavra sustenta-se para sempre. Sou sempre igual a mim próprio... se um dia te ver caído por razões que possa desconhecer, certamente te vou socorrer, sem que deseje algo em troca. O verdadeiro amor pelas pessoas é este. Muitos não serão como eu… acredita! Não é convencer-te nem convencer-me, tem a ver com a minha natureza. A única coisa que me deixa contente sem que saiba de ti, é que estejas bem... SEMPRE BEM. Repito e continuo a repetir o meu sentimento. Não dês um pontapé nos que gostam de ti, esses que te estimam, olha que não sou só eu, outros têm saudades de ti. Não esqueças... Pensa... a verdadeira amizade quando existe, faz mostrar ao outro algo de positivo e nunca o abandona, acolhe-o. A humildade também faz muito bem, fica lindamente e não desmancha nada a personalidade, pelo contrário, edifica-a.
Hoje foi um dia votado à reflexão com os meus colegas... grandes reflexões e algumas chamadas de atenção. Novas matérias a tratar e tudo se desenrolou da melhor forma. Um pedaço ou dois de tempo para tentar entender alguma coisa, apesar de não entender absolutamente nada em algumas pessoas. Ou não? Não sei... aguardo o próximo episódio.
15.05.2006 - 16:13h
Um ano e sete dias, o tempo de vida do teu blog, até ao dia de hoje! Parabéns, esta é a palavra que tenho para ti, neste preciso momento. Como tal, mando-te este link, para te divertires um pouco, é o mínimo que posso fazer nesta hora, mantendo a minha palavra desde que te conheci - http://www.ad-awards.com/ - Sou eu e as minhas circunstâncias. As coisas e as situações vão sendo e desejo tentar saber lidar com as mesmas, em momento após momento, assim sucessivamente.
És um produto daquilo que pensas, mas os outros podem não ser isso que tu desejas, o teu desejo é o teu limite, marca uma meta... mandas certamente em ti com toda a pujança, somente em ti, porque os outros têm vontade e a vontade deles torna-os autónomos... cuidado, acautela-te, olha as consequências dessa forma de pensar, dessa maneira de ser! A tua forma decisiva, directa, pode nem sempre proporcionar colher os melhores frutos. Mas tudo bem. Não te esqueças do lugar do outro, a empatia que é necessária e que consiste em colocarmo-nos no lugar do outro. Fazes isso? Se perderes as tuas referências dentro dos padrões sociais, com os que te conhecem, pode-te ser negativo e cobrado um preço bem elevado por tais procedimentos, ainda que penses o contrário. É bom que os outros gostem de ti e os possamos ter do nosso lado. Eu, tu, todos… Sabes, continuo a nutrir por ti a mesma estima de sempre, desde aquele dia… nem colocar nem acrescentar uma vírgula, é muito simples, é o que sinto, o que considero, o que acho… ainda que penses o contrário e me possas criticar, não era a primeira vez. Podes pensar o que bem desejes pensar, mas a minha palavra sustenta-se para sempre. Sou sempre igual a mim próprio... se um dia te ver caído por razões que possa desconhecer, certamente te vou socorrer, sem que deseje algo em troca. O verdadeiro amor pelas pessoas é este. Muitos não serão como eu… acredita! Não é convencer-te nem convencer-me, tem a ver com a minha natureza. A única coisa que me deixa contente sem que saiba de ti, é que estejas bem... SEMPRE BEM. Repito e continuo a repetir o meu sentimento. Não dês um pontapé nos que gostam de ti, esses que te estimam, olha que não sou só eu, outros têm saudades de ti. Não esqueças... Pensa... a verdadeira amizade quando existe, faz mostrar ao outro algo de positivo e nunca o abandona, acolhe-o. A humildade também faz muito bem, fica lindamente e não desmancha nada a personalidade, pelo contrário, edifica-a.
Hoje foi um dia votado à reflexão com os meus colegas... grandes reflexões e algumas chamadas de atenção. Novas matérias a tratar e tudo se desenrolou da melhor forma. Um pedaço ou dois de tempo para tentar entender alguma coisa, apesar de não entender absolutamente nada em algumas pessoas. Ou não? Não sei... aguardo o próximo episódio.
15.05.2006 - 16:13h
IMPACTOS E VOZES
Toda a voz ergue uma memória, desde Génesis ao então mundo. Funciono com dois códigos paralelos, com duas sementes que fui assumindo e penso que sou capaz de muito mais do que possas pensar. Tempos de desbravar programas em formato de avanço, por outros caminhos, eliminando os mistérios que se contavam em tempos remotos.
Histórias de um governo, de uma política que caducou, de um mandato sem fruto, um óbvio mais alto que ultrapassa o tempo pensável. Políticos… [riso às gargalhadas], impérios dos prazeres, da censura e da obsessão pelas grandezas!
Impactos e vozes, ruídos e eufemismos caridosos… leitores da Bíblia dos outros tempos, desejando fechar os olhos das democracias! Escrevo-te mais um poema enquanto a notícia alastra o mundo inteiro das necessidades da euforia. Autores falhados, gente da inveja, enquanto a coragem veste outra roupa. É necessário mudar, ir em frente… credo! Muitos são os parasitas que pululam por ai, esses são da obra alheia, com alguns pretensiosismos, propondo-se a uma vocação filosófica.
Anos de recuperação, ilusão necessária para entender a sombra dos outros enquanto os jornais espalham as notícias. Factos imortais, publicitados para convencer porque a visão crítica das coisas está na ordem do dia. O onírico e o imaginário apertam a humanidade, bebem de Kant, Hegel e outros… o que interessa é beber. O sonho toma as consciências e a música movimenta o fundo que não se entende, esse é o propósito das vocações diferentes. Anos de luz, uma revolução, não fosse a de Abril uma mera manifestação de um descontentamento… um destes dias o radical sentimento do eu, mostrará outros valores, as referências e a heteronímia que Portugal guarda em seus cofres. Profunda é a tua mensagem, mas deixará de ter sentido e o preço será outro… este olhar exacerbado tocará a realidade dos concertos da poesia.
A história, os deuses… o sexo e a vontade nada mais serão que metáforas de reconstituição pelos séculos em séculos e o destino, único: a morte… nada mais do que isso. Falar dos detalhes é coisa profética, obedece a esquemas, a uma cultura muito mais complexa do que a tua, a um conhecimento bem profundo, onde se fica todo dentro de um outro mundo. Esta é uma espécie de reacção inconsciente do Ser, face à absorção das situações envolventes. Chegarão as periódicas revoluções, os momentos de readaptação, flutuantes e todo o teu dinheiro será apenas literatura que não existe. Esta é a ordem da pura abstracção, os valores que a morte marca, casando com o desconhecido. Política, Futebol, Religião, Sexo tomam os quatro quadrantes do humano, espalhados pelo mundo, pelo espaço e por tudo o que se possa pensar.
Nós, eu, tu… somos peças do grande jogo! Detesto o jogo, obedece a manipulações sucessivas, arrasta fichas e reza de ódio terrível, quase missionário.
Os problemas não existem, tudo se resolve, movem-se em torno de crenças… o que dizes é mentira. Socialista liberal, comuna tomado por outros valores, bebendo do idealismo, para lá do Salazar ou da ironia da provocação… guardo apenas o meu pensar na mais infausta quimera ecológica pelos limites do estritamente humano. Chega de aprisionamentos mentais, de aparições de mera hipótese e sem ser, no sentido aristotélico da ontologia. Sou o mais avesso só que não tinha dado conta das lisonjas comparticipativas e muito menos do contentamento resolvido.
O grande impacto rasga os horizontes do pensamento e do corpo, porque a tonalidade das ondas bloqueiam o entendimento… tu não entendes e ficaste preso à casmurrice do orgulho e morrerás na tranquilidade dos trezentos. Falta a lucidez, e a estupidez é muito atrevida.
16.05.2006 – 15:04h
Histórias de um governo, de uma política que caducou, de um mandato sem fruto, um óbvio mais alto que ultrapassa o tempo pensável. Políticos… [riso às gargalhadas], impérios dos prazeres, da censura e da obsessão pelas grandezas!
Impactos e vozes, ruídos e eufemismos caridosos… leitores da Bíblia dos outros tempos, desejando fechar os olhos das democracias! Escrevo-te mais um poema enquanto a notícia alastra o mundo inteiro das necessidades da euforia. Autores falhados, gente da inveja, enquanto a coragem veste outra roupa. É necessário mudar, ir em frente… credo! Muitos são os parasitas que pululam por ai, esses são da obra alheia, com alguns pretensiosismos, propondo-se a uma vocação filosófica.
Anos de recuperação, ilusão necessária para entender a sombra dos outros enquanto os jornais espalham as notícias. Factos imortais, publicitados para convencer porque a visão crítica das coisas está na ordem do dia. O onírico e o imaginário apertam a humanidade, bebem de Kant, Hegel e outros… o que interessa é beber. O sonho toma as consciências e a música movimenta o fundo que não se entende, esse é o propósito das vocações diferentes. Anos de luz, uma revolução, não fosse a de Abril uma mera manifestação de um descontentamento… um destes dias o radical sentimento do eu, mostrará outros valores, as referências e a heteronímia que Portugal guarda em seus cofres. Profunda é a tua mensagem, mas deixará de ter sentido e o preço será outro… este olhar exacerbado tocará a realidade dos concertos da poesia.
A história, os deuses… o sexo e a vontade nada mais serão que metáforas de reconstituição pelos séculos em séculos e o destino, único: a morte… nada mais do que isso. Falar dos detalhes é coisa profética, obedece a esquemas, a uma cultura muito mais complexa do que a tua, a um conhecimento bem profundo, onde se fica todo dentro de um outro mundo. Esta é uma espécie de reacção inconsciente do Ser, face à absorção das situações envolventes. Chegarão as periódicas revoluções, os momentos de readaptação, flutuantes e todo o teu dinheiro será apenas literatura que não existe. Esta é a ordem da pura abstracção, os valores que a morte marca, casando com o desconhecido. Política, Futebol, Religião, Sexo tomam os quatro quadrantes do humano, espalhados pelo mundo, pelo espaço e por tudo o que se possa pensar.
Nós, eu, tu… somos peças do grande jogo! Detesto o jogo, obedece a manipulações sucessivas, arrasta fichas e reza de ódio terrível, quase missionário.
Os problemas não existem, tudo se resolve, movem-se em torno de crenças… o que dizes é mentira. Socialista liberal, comuna tomado por outros valores, bebendo do idealismo, para lá do Salazar ou da ironia da provocação… guardo apenas o meu pensar na mais infausta quimera ecológica pelos limites do estritamente humano. Chega de aprisionamentos mentais, de aparições de mera hipótese e sem ser, no sentido aristotélico da ontologia. Sou o mais avesso só que não tinha dado conta das lisonjas comparticipativas e muito menos do contentamento resolvido.
O grande impacto rasga os horizontes do pensamento e do corpo, porque a tonalidade das ondas bloqueiam o entendimento… tu não entendes e ficaste preso à casmurrice do orgulho e morrerás na tranquilidade dos trezentos. Falta a lucidez, e a estupidez é muito atrevida.
16.05.2006 – 15:04h
NA DINÂMICA DAS MARGENS
Mecanismos de velocidade e TGV é mesmo veloz! O embate pode ser mortal... sempre a abrir e todo dentro (ehehe). Será desta mesmo? Vive-se como é possível e tudo acontece. Deixa acontecer. O dia seguinte será melhor, ou não… dele ainda nada se sabe.
A música… exibição dos sons, cores que se movem em atitudes que se desprendem. Este entre os lugares, tudo a abrir, a avançar, ainda mais profundo, por libertação total.
As notícias invadem os horizontes, os números ascendem e controlar é a dificuldade de primeira página. Hipóteses somam-se a números e induz-se a escolha. Navega-se pela Internet, descrimina-se porque desde sempre se foi descriminado, a mudança é uma quimera… atiram-se as amizades para o lixo (como faz muito boa gente) e o que interessa é o dinheiro… deixa-se de ter escrúpulos e o que conta é a luta para conseguir a satisfação, não olhando a meios para atingir fins. Quem aponta faz tudo o contrário, é o contra-exemplo por excelência, talvez eu seja isso. A luta está na ordem do dia, combatem-se os fogos e o ódio circula nas veias. Leio os jornais, vejo pessoas a matar por tudo e por nada, por um simples piropo, até por engano. Os enganos não deixam de acontecer a todos os níveis. O sangue vermelho corre dos corpos que perdem a vida! Horrores nas páginas dos jornais, na Internet, na televisão… o pior é na praça pública. Os episódios de violência não cessam! A droga continua a ser consumida, os tráficos são momentos de lucro e corrompem-se os cofres.
As palavras circulam, passam, fazem parte dos gangs, eles mesmo são o espólio do assalto e tudo não é mais do que um jogo de interesses, preenchendo possíveis satisfações.Os hospitais estão cheios de carne doente… o ciúme também é uma doença, por tal sentimento acontecem muitas vítimas. Apreensões! Operações policiais… desilusão e frustração.As despesas continuam a subir, perdem-se as regalias e as desigualdades gritantes continuam, não interessa para onde se possa ir.
É necessário acordar, apontar quem usa da arrogância, da prepotência… matar as descriminações e todos os mal entendidos. A guerra é todos os dias… chega de sofistas perdidos que se vão enchendo. Chega de palavras de lobos disfarçados…
Os doentes ficam esquecidos e o amor é uma pura mentira, em tudo se rouba… mais de setenta por cento do vencimento (fazendo bem as contas) é para impostos, é descontado na aquisição dos respectivos bens e ninguém faz nada. Continua-se a alimentar o sistema, é uma forma discreta de nos roubarem. Será que ninguém acorda?! Aplicam-se multas aos pobres, aos que estão mal, sabe-se que esses pagam. A libertação é utopia. Vive-se condicionado… o diálogo é uma fachada de medos, depois vem a igreja católica com as suas histórias e a fé, tentar tapar, manter a ignorância e por esta, comer, o sistema deseja-se assim. O desejo serve os interesses… desafia parceiros sociais, com conversa barata, imposturas, onde nada mais é credível (como poderei agora crer em ti com esses procedimentos? É difícil!). Discursos, com finalidades diversas, explicar, alertar… mas a liderança é um desafio. É necessário a reforma do sistema, a compreensão dos fenómenos da globalização, com as suas implicações, esquisitas. Mobilizam-se energias e a revolta transforma os sistemas. Chega de atrasos, de lideres sem competência, apenas treinados para encher os bolsos e depois apontam os outros. Apontar os outros é uma forma de se aliviar a si próprio.
Não se respondem às necessidades, viciam-se sistemas, palavreados e a credibilidade de eficiência é uma história muito mal contada que não possui mais fundamento.
Onde está a dinâmica da verdade? As margens alargam-se e os prodígios são imagens partidas… partidos. Vive-se partido…. A fronteira é entre a vida e a morte num ápice de intimidação, enquanto a música inicial flúi.
16.05.2006 – 20:25h
A música… exibição dos sons, cores que se movem em atitudes que se desprendem. Este entre os lugares, tudo a abrir, a avançar, ainda mais profundo, por libertação total.
As notícias invadem os horizontes, os números ascendem e controlar é a dificuldade de primeira página. Hipóteses somam-se a números e induz-se a escolha. Navega-se pela Internet, descrimina-se porque desde sempre se foi descriminado, a mudança é uma quimera… atiram-se as amizades para o lixo (como faz muito boa gente) e o que interessa é o dinheiro… deixa-se de ter escrúpulos e o que conta é a luta para conseguir a satisfação, não olhando a meios para atingir fins. Quem aponta faz tudo o contrário, é o contra-exemplo por excelência, talvez eu seja isso. A luta está na ordem do dia, combatem-se os fogos e o ódio circula nas veias. Leio os jornais, vejo pessoas a matar por tudo e por nada, por um simples piropo, até por engano. Os enganos não deixam de acontecer a todos os níveis. O sangue vermelho corre dos corpos que perdem a vida! Horrores nas páginas dos jornais, na Internet, na televisão… o pior é na praça pública. Os episódios de violência não cessam! A droga continua a ser consumida, os tráficos são momentos de lucro e corrompem-se os cofres.
As palavras circulam, passam, fazem parte dos gangs, eles mesmo são o espólio do assalto e tudo não é mais do que um jogo de interesses, preenchendo possíveis satisfações.Os hospitais estão cheios de carne doente… o ciúme também é uma doença, por tal sentimento acontecem muitas vítimas. Apreensões! Operações policiais… desilusão e frustração.As despesas continuam a subir, perdem-se as regalias e as desigualdades gritantes continuam, não interessa para onde se possa ir.
É necessário acordar, apontar quem usa da arrogância, da prepotência… matar as descriminações e todos os mal entendidos. A guerra é todos os dias… chega de sofistas perdidos que se vão enchendo. Chega de palavras de lobos disfarçados…
Os doentes ficam esquecidos e o amor é uma pura mentira, em tudo se rouba… mais de setenta por cento do vencimento (fazendo bem as contas) é para impostos, é descontado na aquisição dos respectivos bens e ninguém faz nada. Continua-se a alimentar o sistema, é uma forma discreta de nos roubarem. Será que ninguém acorda?! Aplicam-se multas aos pobres, aos que estão mal, sabe-se que esses pagam. A libertação é utopia. Vive-se condicionado… o diálogo é uma fachada de medos, depois vem a igreja católica com as suas histórias e a fé, tentar tapar, manter a ignorância e por esta, comer, o sistema deseja-se assim. O desejo serve os interesses… desafia parceiros sociais, com conversa barata, imposturas, onde nada mais é credível (como poderei agora crer em ti com esses procedimentos? É difícil!). Discursos, com finalidades diversas, explicar, alertar… mas a liderança é um desafio. É necessário a reforma do sistema, a compreensão dos fenómenos da globalização, com as suas implicações, esquisitas. Mobilizam-se energias e a revolta transforma os sistemas. Chega de atrasos, de lideres sem competência, apenas treinados para encher os bolsos e depois apontam os outros. Apontar os outros é uma forma de se aliviar a si próprio.
Não se respondem às necessidades, viciam-se sistemas, palavreados e a credibilidade de eficiência é uma história muito mal contada que não possui mais fundamento.
Onde está a dinâmica da verdade? As margens alargam-se e os prodígios são imagens partidas… partidos. Vive-se partido…. A fronteira é entre a vida e a morte num ápice de intimidação, enquanto a música inicial flúi.
16.05.2006 – 20:25h
PERDIDO EM FANTASIAS
Quis o tempo tornar-te impossível,
Diamante perdido de fantasia...
Só depois vi que era incrível
Desejar aquilo que não me alumia.
De olhar entornado tentei insistir
De valor apenas passou a bruma...
Apenas vi que me estava a iludir
Com alguém que não me liga nenhuma.
Bailado cruxificado que se esconde
De abraços e beijos apenas a memória
Nesses traços pergunto-te onde...
Se é possível essa ardente glória
Feita do ouro fino ao sol-poente
Ou não é apenas uma leve história?
17.05.2006 - 08:57h
Diamante perdido de fantasia...
Só depois vi que era incrível
Desejar aquilo que não me alumia.
De olhar entornado tentei insistir
De valor apenas passou a bruma...
Apenas vi que me estava a iludir
Com alguém que não me liga nenhuma.
Bailado cruxificado que se esconde
De abraços e beijos apenas a memória
Nesses traços pergunto-te onde...
Se é possível essa ardente glória
Feita do ouro fino ao sol-poente
Ou não é apenas uma leve história?
17.05.2006 - 08:57h
DORMIR UMA BECA
Apetece-me dormir. Vou dormir uma beca. Faz bem, depois de um dia de trabalho. Grandes vidas. É o que se arranja, é o que se tem... muito simples, trabalha-se para isso. Tudo se consegue, quando os outros não permitem, parte-se para outra e fica-se com quem está na nossa onda. Simplesmente isso e deixa os outros continuarem como entendem, à sua moda, é sinal que estão bem.
Estou com sono e o ritmo é veloz, toma mistérios no olhar e sossega o desejo por imagens apaziguadoras. O teu corpo possui a vontade escondida entre o olhar, entre as pernas e as fantasias do olhar. Os seios pendem um pouco mais e debruço-me sobre os presentes que disponibilizas. Levo nas mãos a estrada da tua satisfação, a emoção… mas o sono toma-me. Continua a tomar-me e o melhor é mesmo ir dormir! Subo… olho o manancial de fotos que me deste ontem, cada uma mais bela do que a outra e guardo todos os momentos vividos em memória, guardo-os no pensamento veloz. Únicos! Guardo também as tuas palavras proferidas… as sensações em desejo preso. Novas qualidades vais descobrir no decorrer do tempo e espero que as descubras atempadamente, muitas são as pessoas que as deixam perder, melhor nem sequer possuem acesso. O acesso foi reservado... Agora, dormir uma beca!
18.05.2006 - 15:51h
Estou com sono e o ritmo é veloz, toma mistérios no olhar e sossega o desejo por imagens apaziguadoras. O teu corpo possui a vontade escondida entre o olhar, entre as pernas e as fantasias do olhar. Os seios pendem um pouco mais e debruço-me sobre os presentes que disponibilizas. Levo nas mãos a estrada da tua satisfação, a emoção… mas o sono toma-me. Continua a tomar-me e o melhor é mesmo ir dormir! Subo… olho o manancial de fotos que me deste ontem, cada uma mais bela do que a outra e guardo todos os momentos vividos em memória, guardo-os no pensamento veloz. Únicos! Guardo também as tuas palavras proferidas… as sensações em desejo preso. Novas qualidades vais descobrir no decorrer do tempo e espero que as descubras atempadamente, muitas são as pessoas que as deixam perder, melhor nem sequer possuem acesso. O acesso foi reservado... Agora, dormir uma beca!
18.05.2006 - 15:51h
MEGA SENTIMENTO
Vontade que foi semeada, desde a lenda que despi
O amor lançado fora, perdidamente, ao desdém
Foi encanto, ansiedade, sombra vaga que senti
Amar assim, esquecer, banir, bloquear também.
Sentimento florido, mega ânsia nos meus passos
Palavras que proferiste, guarnecidas, tão belas…
Ter-te só para mim, nesses dias em meus braços
Agora, os mais belos quadros que ainda pincelas.
Crucificado ficou o meu beijo, em paixão antiga
Embora digas que o teu coração seja inocente…
Relembro-te que foi mister segredo que se diga
Ainda que rias, em verdade por amor a ti somente
Deixo-te da noite a profundidade, a voz doce, amiga
A seiva de um fim, que guardo como presente.
18.05.2006 - 20:09h
O amor lançado fora, perdidamente, ao desdém
Foi encanto, ansiedade, sombra vaga que senti
Amar assim, esquecer, banir, bloquear também.
Sentimento florido, mega ânsia nos meus passos
Palavras que proferiste, guarnecidas, tão belas…
Ter-te só para mim, nesses dias em meus braços
Agora, os mais belos quadros que ainda pincelas.
Crucificado ficou o meu beijo, em paixão antiga
Embora digas que o teu coração seja inocente…
Relembro-te que foi mister segredo que se diga
Ainda que rias, em verdade por amor a ti somente
Deixo-te da noite a profundidade, a voz doce, amiga
A seiva de um fim, que guardo como presente.
18.05.2006 - 20:09h
SENSAÇÃO E ACONTECIMENTO
Intensidade emocional abre-se na profundidade da memória, no olhar que se demora um pouco mais. Algo fixo, profundo, algo que me faz pensar mais um pouco. Eis o acontecimento… a realidade que se espera, as recordações que se movimentam, o objecto, a palavra… circuitos de grande intensidade, o fluxo emocional, a demora nos circuitos neuróticos. Tudo parece tão perfeito, feito de encaixes de adesão consciente. Novos horizontes se desenham, sensações brutais pela noite dentro, onde a memória regista. Impulso do corpo celular, elevada intensidade, numa abertura que se perpetua pelo lugar do acontecimento. Acontecimentos dão sentido à minha vida, pautando-se os objectivos de realização.Tomei-te no fundo da memória, desde aquele dia, guardo o teu olhar no meu espírito e viajo… eis a fixação indelével. Eis o fundo que ainda tens acesso também… logo mais uma vez vamos estar juntos e novamente o preenchimento se renovará. Tudo… todo dentro, em viagem de perder o pé, onde o prazer será apenas a força da situação, para sensações indizíveis.
Força emocional, intensidade afectiva, maravilhas que se reproduzem, provenientes de imagens maravilhosas. Eis o maravilhoso, a riqueza das recordações! Intensidade com que me divido, repartindo-me pelas preferências… sensação dos sentidos, a um outro mundo, este mundo que precisa ser constantemente vivido.
19.05.2006 – 08:06h
Força emocional, intensidade afectiva, maravilhas que se reproduzem, provenientes de imagens maravilhosas. Eis o maravilhoso, a riqueza das recordações! Intensidade com que me divido, repartindo-me pelas preferências… sensação dos sentidos, a um outro mundo, este mundo que precisa ser constantemente vivido.
19.05.2006 – 08:06h
CHEGA DE EXCESSOS
Em demasia determinadas situações acabam por causar mau estar... tudo o que é demais não presta!
Certas pessoas são tão interessantes que apresentam uma personalidade que de imediato deixam de ter qualquer interesse.
Confesso que me cansei com algumas pessoas e nada melhor do que me afastar. Resolve-se assim o problema, é simples. Não me aborreço mais. Chega de teatros, de bocas, de palhaçadas, de ciúmes, de excessos de chamar a atenção. Chega!Hoje vim até ao meu espaço, tomar-me neste cantinho, despejar tudo o que vai dentro de mim, como algo terapêutico, algo muito pessoal. Por vezes sinto mesmo esta necessidade de ficar só, de não incomodar ninguém, de apenas escrever, num acto de chorar, de me ausentar e de não dirigir mais palavra a quem quer que seja.Tudo me parece lindo e de um momento para o outro acontece algo que eu próprio não sei explicar, fogem-me as palavras e a desilusão assenta-se ao meu lado. Quero ficar só, somente só, sem dirigir mais uma palavra… detesto que me atirem em cara certas coisas, confesso que detesto… Certas pessoas não merecem a minha consideração, sendo o que mais desejo, a ausência, o silêncio total, como se a morte me visitasse para sempre e no seu sempre o meu repouso se fizesse uma constante.
Chega de excessos… chega desses perfumes horríveis, dessas formas de me olhar, chega simplesmente de meter conversa sem interesse. Chega simplesmente.
Logo vou sair, dar uma volta, ao cinema, encontrar novas pessoas e não ficar sujeito a bocas de circunstância… sabes, gosto muito de ti, mas és aquela mulher que por vezes me consegue irritar. Já sabes que não gosto dessas coisas… já te disse isso muitas vezes e continuas a proceder da mesma maneira, como tal… vou embora e fica como entendas.
20.05.2006 – 15:31h
Certas pessoas são tão interessantes que apresentam uma personalidade que de imediato deixam de ter qualquer interesse.
Confesso que me cansei com algumas pessoas e nada melhor do que me afastar. Resolve-se assim o problema, é simples. Não me aborreço mais. Chega de teatros, de bocas, de palhaçadas, de ciúmes, de excessos de chamar a atenção. Chega!Hoje vim até ao meu espaço, tomar-me neste cantinho, despejar tudo o que vai dentro de mim, como algo terapêutico, algo muito pessoal. Por vezes sinto mesmo esta necessidade de ficar só, de não incomodar ninguém, de apenas escrever, num acto de chorar, de me ausentar e de não dirigir mais palavra a quem quer que seja.Tudo me parece lindo e de um momento para o outro acontece algo que eu próprio não sei explicar, fogem-me as palavras e a desilusão assenta-se ao meu lado. Quero ficar só, somente só, sem dirigir mais uma palavra… detesto que me atirem em cara certas coisas, confesso que detesto… Certas pessoas não merecem a minha consideração, sendo o que mais desejo, a ausência, o silêncio total, como se a morte me visitasse para sempre e no seu sempre o meu repouso se fizesse uma constante.
Chega de excessos… chega desses perfumes horríveis, dessas formas de me olhar, chega simplesmente de meter conversa sem interesse. Chega simplesmente.
Logo vou sair, dar uma volta, ao cinema, encontrar novas pessoas e não ficar sujeito a bocas de circunstância… sabes, gosto muito de ti, mas és aquela mulher que por vezes me consegue irritar. Já sabes que não gosto dessas coisas… já te disse isso muitas vezes e continuas a proceder da mesma maneira, como tal… vou embora e fica como entendas.
20.05.2006 – 15:31h
PROCEDIMENTOS
Pluviosidades do desejo… finalmente que as coisas estão mais calmas e alguém se afastou, ainda bem que isso aconteceu, certamente até está muito melhor. Folgo porque não fui eu, até poderia ficar com um peso na consciência. As pessoas tendem a procurar o que lhes agrada, para tal, tomam atitudes que muitas vezes não se conseguem perceber, também não é para perceber. São procedimentos, é simples.Conheci novos amigos, pessoas diferentes, impecáveis e a vida corre sobre rodas. Espectacular… sempre a abrir e não perco tempo. A vida acontece e não é por alguém se ter afastado que vou ficar em baixo, nem pensar. Certamente não me merecia. Esse tempo de ficar em baixo faz parte do passado e o que resta é aproveitar as coisas boas e possíveis, com gente possível e não do desmancha prazeres. Procedimentos… caminhadas. Fim-de-semana em cheio… tudo dentro e prazer sem limites.
21.05.2006 – 10:14h
21.05.2006 – 10:14h
SATISFAÇÃO E ENVOLVIMETO
Sujeitei-me a inúmeras dificuldades, a experiências que quebraram padrões, a outros olhares. Triunfos sem mais razão, amores geram outros olhares, discussão implícita, numa cadência de referência inquieta. A vontade altera-se e o propósito perde-se no olhar, nas sementes de uma opção. As opções encerram outras vertentes, movimentando as perspectivas dos novos desafios. O passado tem o seu peso! O presente possibilita outras vivências, essas que serão história. Imagens, carros, amor, sexo… preenchimentos. Como é bom embebedar a vista de novas cores, descansar o olhar e pintar uma nova entrada. Reacções! Os nomes farão inveja e os procedimentos executam-se… a hora é sempre desejada. Capturação de imagem, fogueira de outras imagens, entre sorrisos. Gosto muito do teu sorriso, hoje observei pormenores.
Elegância, cabelos mimados, um novo creme, o cuidado… reparação do visual… eis a consciência do corpo, a voz da carne que se imprime na vida.Sinto-me na relação de mim próprio, na aventura que dita a valorização e hoje deixaste-me muito bem, em cada toque tudo ficou mais perfeito. O ponto crítico do próprio é o fulcro de onde tudo parte, ou tudo regressa.
Absorve-me o teu olhar, morrem sentimentos antigos e as coisas tomam novo rumo. És muito fixe! Tanta rotação, tanta vida… as coisas estranhas são agradáveis!A sensação de vazio abandonou-me, fiquei preenchido, houve um reajustamento, o inesperado elevou-me.
Leio no teu olhar algo de profundo, a imensidade de uma mensagem, uma revelação que me vai absorvendo, aos poucos, nas calmas. O olhar morre num toque profundo… acende-se a novidade, esta satisfação no meu mundo.
21.05.2006 – 18:35h
Elegância, cabelos mimados, um novo creme, o cuidado… reparação do visual… eis a consciência do corpo, a voz da carne que se imprime na vida.Sinto-me na relação de mim próprio, na aventura que dita a valorização e hoje deixaste-me muito bem, em cada toque tudo ficou mais perfeito. O ponto crítico do próprio é o fulcro de onde tudo parte, ou tudo regressa.
Absorve-me o teu olhar, morrem sentimentos antigos e as coisas tomam novo rumo. És muito fixe! Tanta rotação, tanta vida… as coisas estranhas são agradáveis!A sensação de vazio abandonou-me, fiquei preenchido, houve um reajustamento, o inesperado elevou-me.
Leio no teu olhar algo de profundo, a imensidade de uma mensagem, uma revelação que me vai absorvendo, aos poucos, nas calmas. O olhar morre num toque profundo… acende-se a novidade, esta satisfação no meu mundo.
21.05.2006 – 18:35h
PENSANDO E ARTICULANDO
O dia começou cheio de movimento e bastante cedo, como habitual acontecer às segundas-feiras. Aqueles números, tomados pelo uso da razão, presidiram à acção, veicularam hierarquias e estabeleceram formas de actuação. Continuei a pensar e articulei acções. Como volvidos mais de dois séculos, as concepções kantianas mantêm actualidade! A acção humana deve ser racionalmente estruturada, considerando as suas implicações. Falo-te de modos de encarar os outros e o mundo, de nos situarmos e de reagirmos… pensar em fins que se apresentem como exequíveis e valiosos. É bom seleccionar meios que permitam concretizar isso, como tal, gosto de estar atento e aberto a tudo o que de novo possa surgir. Tanto de bom tem acontecido nos últimos dias na minha vida. Agir implica o uso adequado da razão. Alguns querem ter a razão pela razão que não têm. Nem sempre os teus procedimentos são os melhores… pensas nisso? Certamente não ou tentas enganar-te e enganar, evocando desculpas e palavras de encher. Enches, nada mais do que isso. Ou avanças apenas por impulsos, birras, ideias preconcebidas, sem olhares aos outros? E as desculpas? A solução racional dos problemas exige, portanto, um conhecimento claro e seguro das circunstâncias em causa. Isto significa a possibilidade de muitas resoluções se mostrarem inadequadas, em virtude de a informação disponível ser insuficiente ou incorrecta. O verdadeiro conhecimento torna-se imprescindível à acção que se deseja eficaz. Ora… tenho pensado nestas coisas e, se as pessoas, os grupos ou as comunidades dispõem de um conjunto de verdades parcelares, relativas e meramente aproximadas, não se pode esperar que as acções decorrentes sejam as ideais. Elas serão também parcelares, relativas e aproximadas. Com efeito, em virtude de em muitas circunstâncias não podermos saber se a informação de que dispomos é completa e credível, temos que admitir que muitas das nossas decisões racionais podem não ser as melhores. Será que tomas decisões mecanicamente? Racionalidade também significa liberdade.
22.05.2006 – 10:02h
22.05.2006 – 10:02h
sábado, 21 de julho de 2007
GRAU DE ESTUPIDEZ
Muitas pessoas têm um grau de estupidez elevado que não as permite ver mais nada, muito menos voltar a trás para apaziguar as coisas, ou reconhecer os procedimentos menos adequados. O seu orgulho está no topo da garganta, não voltam mais e nem querem pensar em que possam estar incorrectas e que tais procedimentos são mesmo estúpidos... apontam sempre aos outros, normalmente proferindo que isso "é a tua opinião"! São como os burros vão por ali, nada mais há a fazer.
Aquilo que dizem não é bem pensado muito menos medem as consequências e arrumam as coisas com um lado prático tipo robot. Normalmente são pessoas agressivas, cuja assertividade nesta situação encontra-se um pouco bloqueada. O seu lado crítico e compreensivo não distingue o lado humano dos outros, pensam que possuem sempre razão, que estão certos, que o seu agir é sempre o mais correcto, o mais adequado e nem sequer toleram os erros dos outros, como se nunca errassem! esquecem que a tristeza um dia pode bater-lhes à porta e esses que tinham por muito amigos também poderão desaparecer. Esquecem muita coisa e a consciência pouco lhes pesa, prosseguem sempre a altas velocidades marcando uma posição que mais cedo ou mais tarde acaba por ser colocada de parte pelos outros. Arranjam os modelos, os protótipos, acabando por ser indesejáveis e uns tristes, ainda que tenham todos os bens materiais. O certo é darmo-nos bem com as pessoas que gostam de nós e não as rejeitarmos, mas nada se pode fazer perante o grau elevado de estupidez… ainda assim não conseguem reconhecer o seu estado de sanidade mental. Aguardamos que o tempo ponha as coisas em pratos limpos.
Observo estas pessoas e sinto um misto de tristeza por as ver assim, não que possa fazer alguma coisa, mas porque vejo apenas aparências que se anulam no mais imediato momento… não sou mais nem menos, talvez o meu lado emocional muitas vezes fale ou se imponha à frente da razão, mas depois caio em mim. É o que aconteceu neste momento. Há pessoas que estimo, mas pelas circunstâncias tenho de as esquecer e lançá-las par o lixo, não que eu queria, mas porque essas mesmas ditas assim o proporcionam. Lixo apenas, é simples, albarda-se o burro à vontade do dono.
Nada me pesa e a minha consciência está porreira, penso que quem perdeu um amigo, é porque esse mesmo não era seu amigo, talvez um falso, um mentiroso, uma pessoa que não mereça consideração… a menos que me tenha enganado e as pessoas reconsiderem, mas perante a estupidez não me parece. Bem… viva-se a vida, mais pessoa ou menos pessoa, tanto faz, é apenas um número a riscar do rol de relações.
23.05.2006 – 08:18h
Nota: Eventos da vida...
Aquilo que dizem não é bem pensado muito menos medem as consequências e arrumam as coisas com um lado prático tipo robot. Normalmente são pessoas agressivas, cuja assertividade nesta situação encontra-se um pouco bloqueada. O seu lado crítico e compreensivo não distingue o lado humano dos outros, pensam que possuem sempre razão, que estão certos, que o seu agir é sempre o mais correcto, o mais adequado e nem sequer toleram os erros dos outros, como se nunca errassem! esquecem que a tristeza um dia pode bater-lhes à porta e esses que tinham por muito amigos também poderão desaparecer. Esquecem muita coisa e a consciência pouco lhes pesa, prosseguem sempre a altas velocidades marcando uma posição que mais cedo ou mais tarde acaba por ser colocada de parte pelos outros. Arranjam os modelos, os protótipos, acabando por ser indesejáveis e uns tristes, ainda que tenham todos os bens materiais. O certo é darmo-nos bem com as pessoas que gostam de nós e não as rejeitarmos, mas nada se pode fazer perante o grau elevado de estupidez… ainda assim não conseguem reconhecer o seu estado de sanidade mental. Aguardamos que o tempo ponha as coisas em pratos limpos.
Observo estas pessoas e sinto um misto de tristeza por as ver assim, não que possa fazer alguma coisa, mas porque vejo apenas aparências que se anulam no mais imediato momento… não sou mais nem menos, talvez o meu lado emocional muitas vezes fale ou se imponha à frente da razão, mas depois caio em mim. É o que aconteceu neste momento. Há pessoas que estimo, mas pelas circunstâncias tenho de as esquecer e lançá-las par o lixo, não que eu queria, mas porque essas mesmas ditas assim o proporcionam. Lixo apenas, é simples, albarda-se o burro à vontade do dono.
Nada me pesa e a minha consciência está porreira, penso que quem perdeu um amigo, é porque esse mesmo não era seu amigo, talvez um falso, um mentiroso, uma pessoa que não mereça consideração… a menos que me tenha enganado e as pessoas reconsiderem, mas perante a estupidez não me parece. Bem… viva-se a vida, mais pessoa ou menos pessoa, tanto faz, é apenas um número a riscar do rol de relações.
23.05.2006 – 08:18h
Nota: Eventos da vida...
NOTÍCIAS DA MANHÃ
Este lugar de movimento, esta alegria de viver, apesar de considerar ter perdido algumas pessoas que estimava (armaram-se em parvas e pela parvoíce desapareceram)! Nada a fazer… envolvo-me no princípio da realidade e a vida continua. Quem me merece fica sempre… agradeço R. pela tua mensagem ontem à noite, aquilo que me disseste foi muito porreiro, vejo que a tua consideração por mim é grande. Acredita que tens de minha parte a verdadeira amizade, ainda que pedregulhos se possam atravessar. As portas estão sempre abertas e a vontade é como uma luz, ilumina sempre. Os verdadeiros amigos cooperam e não se armam aos cucos (risos)… sei o que tens sido, sei muito mais. O fim-de-semana foi excelente, gostei mesmo e podemos estar todos quantos entendas… as fotos, os vídeos, bem… incrível. Txiii, tens toneladas de fotos, nem pensava que tivesses tantos dados (isso é que é). As palavras possuem o seu poder, os filósofos usaram-nas como armas de arremesso, eu uso-as como terapia… um belo propósito protegido. Dizia Cícero que Sócrates “trouxe a filosofia do céu para a terra”, tu trouxeste a tua amizade, a tua boa vontade, isso que aprecio muito, isso que te valoriza enquanto pessoa, enquanto por todos o carinho se faz sentir… essa coisa que é difícil precisar mas que constitui neste momento a razão deste estar. Estamos sim.
Não fales mal, escuta… não assassines as palavras, deixa-as fluir, dança com os inocentes e embebeda-te da música que te ofereci e lê as páginas do livro que de bom agrado tomei para ti… cada página possibilitará olhares de modo diferente para as coisas. Não te preocupes, não é preciso agradecer nada, quando o fiz, foi apenas um gesto de boa educação, nada mais do que isso. Nada é aborrecido, e se é, será porque tens dentro de ti algo que não está bem… os bons princípios, a boa educação nunca ficou mal em ninguém.
É bonito um sorriso desejável e não um sorriso triste ou de arrependimento, de vazio porque tudo caiu em desilusão! Lembras aquele dia em que tivemos juntos a tomar café? A esplanada estava mesmo convidativa… foi tão bom! As coisas boas ficam sempre. As literaturas unem-nos, as filosofias, as psicologias, as informáticas… e tanto mais e a amizade será, como te disse, para sempre. Isto é que é maravilhoso, é profundo… agradeço imenso os teus e-mails, nem esperava, acredita. É necessário um tempo para tudo… hoje tudo ficou mais belo depois de ler a mensagem que me enviaste. Fiquei tão feliz, sei que era cedo, não faz mal, podes sempre mandar notícias, caso te apeteça.
23.05.2006 – 18:58h
Não fales mal, escuta… não assassines as palavras, deixa-as fluir, dança com os inocentes e embebeda-te da música que te ofereci e lê as páginas do livro que de bom agrado tomei para ti… cada página possibilitará olhares de modo diferente para as coisas. Não te preocupes, não é preciso agradecer nada, quando o fiz, foi apenas um gesto de boa educação, nada mais do que isso. Nada é aborrecido, e se é, será porque tens dentro de ti algo que não está bem… os bons princípios, a boa educação nunca ficou mal em ninguém.
É bonito um sorriso desejável e não um sorriso triste ou de arrependimento, de vazio porque tudo caiu em desilusão! Lembras aquele dia em que tivemos juntos a tomar café? A esplanada estava mesmo convidativa… foi tão bom! As coisas boas ficam sempre. As literaturas unem-nos, as filosofias, as psicologias, as informáticas… e tanto mais e a amizade será, como te disse, para sempre. Isto é que é maravilhoso, é profundo… agradeço imenso os teus e-mails, nem esperava, acredita. É necessário um tempo para tudo… hoje tudo ficou mais belo depois de ler a mensagem que me enviaste. Fiquei tão feliz, sei que era cedo, não faz mal, podes sempre mandar notícias, caso te apeteça.
23.05.2006 – 18:58h
IMORTAIS SITUAÇÕES
Hoje é dia de teste de Psicologia… alguns faltaram, vão fazer na sexta-feira, não tem problema, compreendo como algumas pessoas estão angustiadas, fruto dos nervos da ignorância, como dizia uma professora minha de biologia do décimo ano. Como o tempo passa! São imortais situações que recordo.Imortais se tornam as palavras que depositamos todo o nosso ser, a nossa vida… essa luz é mais forte, tem a força que lhe atribuímos.
O rumor do dia foi tomado nos meus braços, no olhar salgado, com as cores da paixão, em tons azuis, como se o regresso fosse um abraço pleno. O outro lado do azul deixa-me apreensivo, faz-me pensar nas situações limite e nas mudanças que lentamente se vão operando.
Ontem falei com o pai, tivemos uma conversa muito séria… a mãe está doente. Há que preparar psicologicamente, o seu estado não agrada nada. Compreendo que tudo tem um tempo de duração e nada mais há a fazer quando o que se tem para fazer está feito. Invoco a família, o pai fala dela com alguma mágoa, algum azedume, compreendo a posição dele. Eu sempre fui diferente e continuo a ser diferente no decurso do tempo. Lembro-me da tia P., faz tempo que partiu, foi um acidente… era tudo o que menos se esperava, aconteceu, por mais estúpido que possa parecer.
O que não tem solução, solucionado está, dizem os ditados populares, são as experiências da vida. É muito verdade…No próximo mês tenho um lançamento de um livro, ajudei a escolher um poema para colocar na contra capa do mesmo, confesso que o livro está muito bonito. Fiquei sem palavras por ser convidado para proferir algumas considerações, não que fosse a primeira vez que fizesse isto, mas sim porque vou ganhando rodagem (eh eh heee). Muitas foram as vezes que me questionam para quando a publicação de um livro… digo sempre que não estou interessado e que prefiro que sejam os outros. Escrevo por prazer, para extravasar os conteúdos que estão dentro de mim, como produto de algum stress. Hoje estou um pouco apreensivo! Passará certamente. A noite foi muito vivida, uma noite em pleno namoro, em plena satisfação… nem tenho palavras. Considero que a vida é para viver com o que é possível e não com o que não se deixa apreender.
Poucos são os que me conhecem, a imagem que possuem de mim, é apenas um pedaço do que sou e as leituras nem sempre correspondem. Palavras imortais para o mundo da grande plenitude.
24.05.2006 – 09:07h
O rumor do dia foi tomado nos meus braços, no olhar salgado, com as cores da paixão, em tons azuis, como se o regresso fosse um abraço pleno. O outro lado do azul deixa-me apreensivo, faz-me pensar nas situações limite e nas mudanças que lentamente se vão operando.
Ontem falei com o pai, tivemos uma conversa muito séria… a mãe está doente. Há que preparar psicologicamente, o seu estado não agrada nada. Compreendo que tudo tem um tempo de duração e nada mais há a fazer quando o que se tem para fazer está feito. Invoco a família, o pai fala dela com alguma mágoa, algum azedume, compreendo a posição dele. Eu sempre fui diferente e continuo a ser diferente no decurso do tempo. Lembro-me da tia P., faz tempo que partiu, foi um acidente… era tudo o que menos se esperava, aconteceu, por mais estúpido que possa parecer.
O que não tem solução, solucionado está, dizem os ditados populares, são as experiências da vida. É muito verdade…No próximo mês tenho um lançamento de um livro, ajudei a escolher um poema para colocar na contra capa do mesmo, confesso que o livro está muito bonito. Fiquei sem palavras por ser convidado para proferir algumas considerações, não que fosse a primeira vez que fizesse isto, mas sim porque vou ganhando rodagem (eh eh heee). Muitas foram as vezes que me questionam para quando a publicação de um livro… digo sempre que não estou interessado e que prefiro que sejam os outros. Escrevo por prazer, para extravasar os conteúdos que estão dentro de mim, como produto de algum stress. Hoje estou um pouco apreensivo! Passará certamente. A noite foi muito vivida, uma noite em pleno namoro, em plena satisfação… nem tenho palavras. Considero que a vida é para viver com o que é possível e não com o que não se deixa apreender.
Poucos são os que me conhecem, a imagem que possuem de mim, é apenas um pedaço do que sou e as leituras nem sempre correspondem. Palavras imortais para o mundo da grande plenitude.
24.05.2006 – 09:07h
VERDES DANÇAS DA COR
Cores! Muitas... este mundo colorido que tomámos para os nossos dias, este segundo sentido, por vezes perdido pincelando a imortalidade das agonias. Excelente essas palavras… sem nada dizerem, perdidas no silêncio, na desfolhada de um dia apagado, por mentiras em tua boca redobradas de inocência.
Escrevo-te! Escrever novamente as situações, aquelas que vão acontecendo, maravilhas de novos encontros, de olhares que se fundem… quando todas as cores se dissolvem. Dissolves-te em mim e deixas de estar enquanto uma música se faz sentir. Sinto várias coisas neste corpo que um dia foi teu, por momentos… e agora nada mais vive a não ser a saudade.Essa força eleva-se sobre a minha, tornou-me diferente, absorveu-te de modo especial e o esquecimento foi a ponte para a morte. Morreste assim dessa forma, desse modo estúpido. Mas, continuas cá e permites-me relaxar, deixando-me mais feliz, porque adormeço dentro do tempo. Vou assim, mas sei que o fim-de-semana espera-nos! Grande aventura! Disseste isso e outras coisas… a tua mensagem fez tiro ao meu peito, à minha memória. Estas cores todas que nem se conseguem definir… não sei bem o que decidir! Vamos aproveitar a situação, tal como me disseste, com entrega, com vigor… com tudo aquilo que conheces em mim. Sempre a abrir e será tudo o possível de uma nova andança, ainda que louca. Anseio, mas vou de asas abertas pelas coisas que as palavras misteriosas fazem. Afago assim a saudade em doce-mel!
25.05.2006 - 18:57h
Escrevo-te! Escrever novamente as situações, aquelas que vão acontecendo, maravilhas de novos encontros, de olhares que se fundem… quando todas as cores se dissolvem. Dissolves-te em mim e deixas de estar enquanto uma música se faz sentir. Sinto várias coisas neste corpo que um dia foi teu, por momentos… e agora nada mais vive a não ser a saudade.Essa força eleva-se sobre a minha, tornou-me diferente, absorveu-te de modo especial e o esquecimento foi a ponte para a morte. Morreste assim dessa forma, desse modo estúpido. Mas, continuas cá e permites-me relaxar, deixando-me mais feliz, porque adormeço dentro do tempo. Vou assim, mas sei que o fim-de-semana espera-nos! Grande aventura! Disseste isso e outras coisas… a tua mensagem fez tiro ao meu peito, à minha memória. Estas cores todas que nem se conseguem definir… não sei bem o que decidir! Vamos aproveitar a situação, tal como me disseste, com entrega, com vigor… com tudo aquilo que conheces em mim. Sempre a abrir e será tudo o possível de uma nova andança, ainda que louca. Anseio, mas vou de asas abertas pelas coisas que as palavras misteriosas fazem. Afago assim a saudade em doce-mel!
25.05.2006 - 18:57h
INTROSPECÇÃO - RECOLHIMENTO
Mais uma vez vim ao café, sentei-me na esplanada e olhei a quem por perto estava. De modo discreto o meu olhar fotografou, mas o meu pensamento estava direccionado! O dia muito quente, uma viagem proporcionada pela moleza do calor, talvez o carro que tenho não seja o melhor para estas viagens, penso adquirir um novo modelo, com todas as mariquices possíveis que a tecnologia possa proporcionar, uma autêntica bomba para a estrada. Gosto de fazer compras e creio que dentro de algum tempo a minha vida vai dar uma volta. Sempre gostei de tudo o que envolve tecnologias, carros, computadores, telemóveis e até os relógios… outras maquinetas também. São coisas indispensáveis para muita gente, mas considero que cada qual como do que gosta. As pessoas são muito diferentes e o relacionamento entre as mesmas nem sempre é fácil, poucos são os que se querem sujeitar ao comportamento do outro, deseja-se contudo ter o seu próprio espaço e a sua liberdade.
Daqui desta esplanada contemplo o horizonte, a lonjura que se funde no céu azul, rasgando os montes e as sinuosas curvas da paisagem do lado.No silêncio dos meus pensamentos encontro-te… sim, todos os dias me lembro de ti, basta começar a escrever, apesar da caligrafia enigmática. Sei que és uma boa pessoa, excepcional, pena me teres bloqueado no MSN, pena não reconheceres determinadas circunstâncias e outros valores. Não troques palavras como que sejam moedas, usa-as com bons modos! O processo é realmente dialéctico e a tensão constitui um duplo movimento, por vezes contraditório, esta é a fasquia de identidade, o que não pode ser definido. É por isso que gosto de ti, assim, apesar de me teres lançado no lixo! Creio que também já te jogaram fora muitas vezes, aguarda outras tantas, é mesmo assim. Vou aprendendo com as experiências. As pessoas são complicadas por natureza, mas, o verdadeiro amigo, passados os maus momentos e mesmo neles continua contigo, não te esquece, ainda que o espezinhes e ele se sinta muito magoado. Outras pessoas nada há a fazer!A natureza humana é estranha, está tomada de uma condição… muitas vezes diz-se aquilo que não se sabe, pensando-se que se sabe. Os limites estão sujeitos a uma extrema prudência e a tirania dos pontos de vista fazem a história da humanidade.
Hoje de tarde estive a ler mais um livro, também recebi um convite para ir à feira-do-livro a Lisboa, ao Parque Eduardo VII (sorriso… vamos ver!).Reparo que muitas pessoas possuem um carácter individualista e a ideia de justiça e sinceridade não é a mais adequada, ainda assim, não serve o reconhecimento. Chega de moralismos, o poder da razão serve interesses, fazendo-se valer medos parasitários.
As ideias possuem as suas associações, as ressonâncias, restando a subordinação das partes ao todo. É este jogo de funções, isto que a estrutura não pode regular.Incrível… o programa do fim-de-semana ficou sem efeito, por uma simples mensagem de telemóvel. Os telemóveis servem para alguma coisa… será mais uma desculpa? Engrenagem e dirigentes, não fosse um simples joguete de interesses. Episódios da vida! Diferenciação de elementos e tensão interior, a um recolhimento do próprio sistema biológico.
Vives, confundes as situações, bebes os apetites, os hábitos e o mundo continua a trair-te! Não me quiseste ouvir, apenas bebeste a vulgaridade, caminhando para o movimento de fuga. Eu fiquei, estou, continuo o aperfeiçoamento pessoal… eis a introspecção.
26.05.2006 - 21:46h
Daqui desta esplanada contemplo o horizonte, a lonjura que se funde no céu azul, rasgando os montes e as sinuosas curvas da paisagem do lado.No silêncio dos meus pensamentos encontro-te… sim, todos os dias me lembro de ti, basta começar a escrever, apesar da caligrafia enigmática. Sei que és uma boa pessoa, excepcional, pena me teres bloqueado no MSN, pena não reconheceres determinadas circunstâncias e outros valores. Não troques palavras como que sejam moedas, usa-as com bons modos! O processo é realmente dialéctico e a tensão constitui um duplo movimento, por vezes contraditório, esta é a fasquia de identidade, o que não pode ser definido. É por isso que gosto de ti, assim, apesar de me teres lançado no lixo! Creio que também já te jogaram fora muitas vezes, aguarda outras tantas, é mesmo assim. Vou aprendendo com as experiências. As pessoas são complicadas por natureza, mas, o verdadeiro amigo, passados os maus momentos e mesmo neles continua contigo, não te esquece, ainda que o espezinhes e ele se sinta muito magoado. Outras pessoas nada há a fazer!A natureza humana é estranha, está tomada de uma condição… muitas vezes diz-se aquilo que não se sabe, pensando-se que se sabe. Os limites estão sujeitos a uma extrema prudência e a tirania dos pontos de vista fazem a história da humanidade.
Hoje de tarde estive a ler mais um livro, também recebi um convite para ir à feira-do-livro a Lisboa, ao Parque Eduardo VII (sorriso… vamos ver!).Reparo que muitas pessoas possuem um carácter individualista e a ideia de justiça e sinceridade não é a mais adequada, ainda assim, não serve o reconhecimento. Chega de moralismos, o poder da razão serve interesses, fazendo-se valer medos parasitários.
As ideias possuem as suas associações, as ressonâncias, restando a subordinação das partes ao todo. É este jogo de funções, isto que a estrutura não pode regular.Incrível… o programa do fim-de-semana ficou sem efeito, por uma simples mensagem de telemóvel. Os telemóveis servem para alguma coisa… será mais uma desculpa? Engrenagem e dirigentes, não fosse um simples joguete de interesses. Episódios da vida! Diferenciação de elementos e tensão interior, a um recolhimento do próprio sistema biológico.
Vives, confundes as situações, bebes os apetites, os hábitos e o mundo continua a trair-te! Não me quiseste ouvir, apenas bebeste a vulgaridade, caminhando para o movimento de fuga. Eu fiquei, estou, continuo o aperfeiçoamento pessoal… eis a introspecção.
26.05.2006 - 21:46h
COMPATIBILIDADES
Dar uma volta faz bem, ouvir as notícias, tomar um café, conviver um pedaço, escrever, ler… fazer amor em entrega total. Estas situações absorveram-me na entrada do dia passado. Muito bom… agora estou aqui a pensar a minha vida e no que quero para mim e reparo que muitas pessoas são mesmo descartáveis… continuo na minha onda e a mergulhar no mar das tecnologias, coisa que já vem desde bastante tempo. O governo quer antecipar as metas traçadas para o comércio electrónico… é um desafio que está lançado. As empresas de telecomunicações e tecnologias caminham em mega velocidade. Velocidades…! Ambições… com todo o respeito que merece o titular da pasta das tecnologias, não fosse eu um fanático nestas coisas. O índice de utilização das tecnologias é um sinal de maturidade cultural, apesar de determinadas tarifas serem incomportáveis. Paradigmas de comércio e incompatibilidades de situação. Os sites de e-commerce nacionais são quase risíveis… múltiplas quebras de serviço, servidor indisponível. Toca a voltar mais tarde… isto é aborrecido, cansativo para a minha maneira de ser. Prazos não se cumprem, só no sentido de benefício dos próprios. Novidades, onde? Roaming sempre activo?! Yes… equipar a pasta, ficar pronto para a viagem… não esquecer a banda larga. As férias estão mesmo a chegar e um bom programa contigo calha sempre bem. Sei do que gostas e isso agrada-me, pelo menos posso ficar em sintonia contigo. A conectividade é uma exigência, quero a qualidade e excelência de situação e nada melhor como a solução digital.
Uma coisa de cada vez… os iPod’s estão na moda! Leva o teu e se não chegar, levo também o meu. Eis a liberdade de movimentos, a precisão e a resposta rápida. Evolução todos os dias, conectividade sem fios, com a elegância de um novo olhar.
Mostras… cinema digital, apostilhas, entre outros help’s. Redes… o estilo urbano, um design de paixão ao primeiro olhar, foi esse com que fiquei desde a primeira hora e mantenho, acredita, nem colocar nem tirar nada. Só não funciona se desligares… Olhares…! Mobile… uma espessura de funcionalidades por vários modelos a considerar e depois nada funciona contigo, isso é que é estranho. Ficha técnica, lugar de paragem e absorção total. Top’s de mercado, modelos funcionais. Se tudo funcionasse… nada como a genuína compatibilidade.
São Compatibilidadesque aos poucos e poucos se tormam em ajustamento e profundidade.
27.05.2006 - 14:37h
Uma coisa de cada vez… os iPod’s estão na moda! Leva o teu e se não chegar, levo também o meu. Eis a liberdade de movimentos, a precisão e a resposta rápida. Evolução todos os dias, conectividade sem fios, com a elegância de um novo olhar.
Mostras… cinema digital, apostilhas, entre outros help’s. Redes… o estilo urbano, um design de paixão ao primeiro olhar, foi esse com que fiquei desde a primeira hora e mantenho, acredita, nem colocar nem tirar nada. Só não funciona se desligares… Olhares…! Mobile… uma espessura de funcionalidades por vários modelos a considerar e depois nada funciona contigo, isso é que é estranho. Ficha técnica, lugar de paragem e absorção total. Top’s de mercado, modelos funcionais. Se tudo funcionasse… nada como a genuína compatibilidade.
São Compatibilidadesque aos poucos e poucos se tormam em ajustamento e profundidade.
27.05.2006 - 14:37h
DESENROLAR DOS SONS
Sons simples, desenrolar de situação, verdade que se amplia, numa dança de nomes, onde te encontro. O encontro dissolve-se numa ansiedade que deixa de funcionar… as coisas parecem-me temporárias, tomadas de um outro ângulo que aos poucos se vai dilatando. Múltiplas situações… exigências e más-línguas de ocasião; as ocasiões executam-se entre as fronteiras do olhar e tudo o que te escrevo tem sempre uma causa… a própria vida.
Sabe-me bem ouvir música! Sabe-me bem muitas coisas e o grito aprisionado do sentimento. O que te torna importante é este mesmo sentimento que tenho por ti, se ele não existisse, não significavas nada. É mesmo assim, todo o apreço que possam ter por ti executa-se no sentimento, quanto ele deixar de existir, tu simplesmente morres da vida dessa ou dessas pessoas.
Continuo a ouvir música e a escrever… apetece-me escrever, é uma das coisas que faço todos os dias - Lembro-te… e a recordação funde-se na música. Eis a totalidade, a voz e o desejo. Vou trabalhar… até depois. Adeus…
29.05.2006 – 08:00h
Sabe-me bem ouvir música! Sabe-me bem muitas coisas e o grito aprisionado do sentimento. O que te torna importante é este mesmo sentimento que tenho por ti, se ele não existisse, não significavas nada. É mesmo assim, todo o apreço que possam ter por ti executa-se no sentimento, quanto ele deixar de existir, tu simplesmente morres da vida dessa ou dessas pessoas.
Continuo a ouvir música e a escrever… apetece-me escrever, é uma das coisas que faço todos os dias - Lembro-te… e a recordação funde-se na música. Eis a totalidade, a voz e o desejo. Vou trabalhar… até depois. Adeus…
29.05.2006 – 08:00h
TEMPO RENOVADO
Palavras ao desdém,
A oração que prevalece!
Ter encontrado alguém
E porque foi destino do bem
Eis que convém…
Uma relação… amadurece.
Coroas-me assim… nessa cor!
Ébrio beijo gratificante,
Na boca minha, a tua em flor
Nos teus braços ser amante.
Colossal momento… iluminado
Creio em ti, no perfume,
Pontes da realidade,
Esta profundidade!
Um novo amor, renovado.
Nirvana… vagabundo!
Explosão de luz,
Charcos da totalidade
Leveza divina…
Creio em ti e no amor
Diamante benéfico
Mar… a minha vida
Ignóbil profundidade
Alma cara, cidade do desejo
No infinito perco-me… o Sol,
Tomo em mim, esse teu beijo.
29.05.2006 - 20:48h
A oração que prevalece!
Ter encontrado alguém
E porque foi destino do bem
Eis que convém…
Uma relação… amadurece.
Coroas-me assim… nessa cor!
Ébrio beijo gratificante,
Na boca minha, a tua em flor
Nos teus braços ser amante.
Colossal momento… iluminado
Creio em ti, no perfume,
Pontes da realidade,
Esta profundidade!
Um novo amor, renovado.
Nirvana… vagabundo!
Explosão de luz,
Charcos da totalidade
Leveza divina…
Creio em ti e no amor
Diamante benéfico
Mar… a minha vida
Ignóbil profundidade
Alma cara, cidade do desejo
No infinito perco-me… o Sol,
Tomo em mim, esse teu beijo.
29.05.2006 - 20:48h
ATINGIR
Olho para algumas pessoas e sinceramente, não me dizem nada. Nos últimos tempos conheci algumas pessoas, privei com essas mesmas, tomei café e até algo mais íntimo. As posições levaram a que isso tivesse lugar. Não estou nada arrependido, foi uma experiência. É bom ter novas experiências. As situações tomaram o rosto que tomaram e uma amizade acabou por se destruir. É assim, nada a fazer, as pessoas são como são e o que resta e continuar a vida, conhecer outras pessoas. Paciência. Não se pode obrigar as pessoas a gostarem de nós e muito menos rebaixarmo-nos fará algum sentido. Aprendi bastante com tudo isto. Sinto-me bem.
Dessa altura até agora, já tive mais experiências. A que tenho agora supera todas as outras e eu nem pensava que assim fosse! Será que vai acontecer igual? Nem pensar, as pessoas não são todas iguais e ainda bem que é assim. Incrível … tudo está a funcionar tão bem que até leva a pensar que sempre assim foi. Mas não tenho nada que pensar coisas que não sejam, está tudo bem, isso é que conta. Nada de negativismos… cada qual é como é, se essa pessoa queria assim, distância, então pronto, tem a sua vontade feita, à sua moda. Olha, que seja feliz… se conseguir! He, ehhe… a felicidade é curta e os momentos atingem os seus picos. Tudo é uma questão de atingir…
30.05.2006 – 08:49h
Dessa altura até agora, já tive mais experiências. A que tenho agora supera todas as outras e eu nem pensava que assim fosse! Será que vai acontecer igual? Nem pensar, as pessoas não são todas iguais e ainda bem que é assim. Incrível … tudo está a funcionar tão bem que até leva a pensar que sempre assim foi. Mas não tenho nada que pensar coisas que não sejam, está tudo bem, isso é que conta. Nada de negativismos… cada qual é como é, se essa pessoa queria assim, distância, então pronto, tem a sua vontade feita, à sua moda. Olha, que seja feliz… se conseguir! He, ehhe… a felicidade é curta e os momentos atingem os seus picos. Tudo é uma questão de atingir…
30.05.2006 – 08:49h
IMBRÓGLIO DO AGORA
Provocas o desconcerto da eternidade, habitas esta infinita causa, defines o traço dos contrários, este imbróglio do agora.
Acordo e tenho bem dentro do meu olhar o teu, guardo aquela profundidade, a única coisa que me parece evidente quando penso em ti, és sumamente singular entre o resto das pessoas. O R. voltou a perguntar por ti, disse-lhe que não sabia de ti e que eras uma boa pessoa, apesar de algumas coisas se terem perdido na pluviosidade dos caracteres, alguns difusos. Fantásticas engrenagens que a amizade guarda, antes e depois do amadurecimento. É bom ter estes sentimentos mesmo por quem não se prive.
Encontro-te no relógio dos dias, na maquinaria universal e no percurso da entrega do entendimento.
Sinto-me feliz porque um dia te conheci, porque um dia o argumento intuitivo tomou rosto no universo, ainda que se tivesse perdido no poema de Parménides! Não desapareceste nem desaparecerás, continuarás nas implicações e interpretações da perplexidade. Completas a contrariedade e os teus movimentos são plenas acções ao meu agrado, não que seja sartriano ou ultra-radical, mas sim entendo os teus apetites instintivos e a forma evidente de todos os desenlaces. Guardo de ti aquele pormenor, o agente das satisfações dos compassos vitais.Imbróglio é o processo de atravessar o bosque do amor sem se perder o rumo… depois falamos.
31.05.2006 – 08:05h
Acordo e tenho bem dentro do meu olhar o teu, guardo aquela profundidade, a única coisa que me parece evidente quando penso em ti, és sumamente singular entre o resto das pessoas. O R. voltou a perguntar por ti, disse-lhe que não sabia de ti e que eras uma boa pessoa, apesar de algumas coisas se terem perdido na pluviosidade dos caracteres, alguns difusos. Fantásticas engrenagens que a amizade guarda, antes e depois do amadurecimento. É bom ter estes sentimentos mesmo por quem não se prive.
Encontro-te no relógio dos dias, na maquinaria universal e no percurso da entrega do entendimento.
Sinto-me feliz porque um dia te conheci, porque um dia o argumento intuitivo tomou rosto no universo, ainda que se tivesse perdido no poema de Parménides! Não desapareceste nem desaparecerás, continuarás nas implicações e interpretações da perplexidade. Completas a contrariedade e os teus movimentos são plenas acções ao meu agrado, não que seja sartriano ou ultra-radical, mas sim entendo os teus apetites instintivos e a forma evidente de todos os desenlaces. Guardo de ti aquele pormenor, o agente das satisfações dos compassos vitais.Imbróglio é o processo de atravessar o bosque do amor sem se perder o rumo… depois falamos.
31.05.2006 – 08:05h
MARCAS E EXISTÊNCIA
O exército da palavra! A palavra tem poder, ela exibe, muda, transforma, orienta e desorienta. É pela palavra que somos, que mostramos o nosso eu. A mudança é pela palavra… continuo a ser alterando-me constantemente. Um percurso entre percursos, um lugar que se despoleta… considerações.Mais um dia a somar aos dias que já consegui viver… quantos ainda tenho para viver? Não sei. E tu, quantos dias tens para viver? Desejo que vivas muitos e eu que veja. Ninguém sabe quantos dias restam na sua vida.
Vive-se passagens, estando-se agarrado a um constante fluir, numa relação com os outros.Todos os dias acontecem coisas na minha vida, umas começam outras acabam, outras são colocadas ao lado, deixam de ter interesse. Enganar-me a mim, não. Tenho conhecido pessoas que entram na minha vida e passados alguns dias saem, não têm mais lugar. Certamente existe uma causa, um motivo que define a situação, é triste, mas é assim mesmo. Quando não sou eu, são os outros. Crio a ilusão e a mesma se transforma em desilusão. É simples, coloca-se de lado e procura-se a novidade, isto para não cansar. Será que algum dia vou acertar? Depois de várias experiências negativas com as pessoas, outras que possam acontecer já não têm significado… as pessoas passam a ser como preservativos, usam-se e depois jogam-se fora. Eu próprio já fui usado como preservativo… certamente não foi a última. Confesso que pouco me afecta, apenas tenho que viver os momentos.Tenho os meus amigos, esses são porreiros, sempre que preciso… estão lá, eu também para eles; outros estão não estando, guarda-os o esquecimento. Neste momento sinto saudades do P., mas ele parece que não quer falar comigo, bloqueou-me no MSN e não responde a nenhuma mensagem que lhe possa enviar para o telemóvel, até parece que lhe fiz um grande mal. Nada posso fazer… se um dia mudar de ideias, tudo bem, iremos tomar café. As pessoas são assim. Parecia-me uma pessoa muito porreira, curtia mesmo a sério a sua presença. Ficámos de um dia ir jantar fora… nunca aconteceu. Porque é que as coisas são assim? Mesmo assim, estimo-o. Do resto não me importa, o que conta é o sentimento positivo, ainda que as pessoas não gostem de nós.As palavras marcam as pessoas… as tuas marcaram-me, agora já nada me dizem. Não quero saber do que não me interessa, existem coisas e situações que não valem a pena. Continuo a caminhada e a teclar.
Hoje foi um dia muito bom, estive com o R., surpreendeu-me 90%, nunca pensei. Uma SMS operou um cenário incrível. Fizemos fotos e vídeo. Conversámos imenso... depois deixou-se dormir. Marcas dum percurso vivo, cheio de sabores, tons e muita vida, muita existência com experiências marcantes.
01.06.2006 - 15:20h
Vive-se passagens, estando-se agarrado a um constante fluir, numa relação com os outros.Todos os dias acontecem coisas na minha vida, umas começam outras acabam, outras são colocadas ao lado, deixam de ter interesse. Enganar-me a mim, não. Tenho conhecido pessoas que entram na minha vida e passados alguns dias saem, não têm mais lugar. Certamente existe uma causa, um motivo que define a situação, é triste, mas é assim mesmo. Quando não sou eu, são os outros. Crio a ilusão e a mesma se transforma em desilusão. É simples, coloca-se de lado e procura-se a novidade, isto para não cansar. Será que algum dia vou acertar? Depois de várias experiências negativas com as pessoas, outras que possam acontecer já não têm significado… as pessoas passam a ser como preservativos, usam-se e depois jogam-se fora. Eu próprio já fui usado como preservativo… certamente não foi a última. Confesso que pouco me afecta, apenas tenho que viver os momentos.Tenho os meus amigos, esses são porreiros, sempre que preciso… estão lá, eu também para eles; outros estão não estando, guarda-os o esquecimento. Neste momento sinto saudades do P., mas ele parece que não quer falar comigo, bloqueou-me no MSN e não responde a nenhuma mensagem que lhe possa enviar para o telemóvel, até parece que lhe fiz um grande mal. Nada posso fazer… se um dia mudar de ideias, tudo bem, iremos tomar café. As pessoas são assim. Parecia-me uma pessoa muito porreira, curtia mesmo a sério a sua presença. Ficámos de um dia ir jantar fora… nunca aconteceu. Porque é que as coisas são assim? Mesmo assim, estimo-o. Do resto não me importa, o que conta é o sentimento positivo, ainda que as pessoas não gostem de nós.As palavras marcam as pessoas… as tuas marcaram-me, agora já nada me dizem. Não quero saber do que não me interessa, existem coisas e situações que não valem a pena. Continuo a caminhada e a teclar.
Hoje foi um dia muito bom, estive com o R., surpreendeu-me 90%, nunca pensei. Uma SMS operou um cenário incrível. Fizemos fotos e vídeo. Conversámos imenso... depois deixou-se dormir. Marcas dum percurso vivo, cheio de sabores, tons e muita vida, muita existência com experiências marcantes.
01.06.2006 - 15:20h
ESCUTANDO O DOCE SOM
Sons, muitos sons... andei por caminhos múltiplos bebendo do som e no som me encontrei.
É muito bom sentir a profundidade da música instrumental, daquilo que nos toca de um modo único, absoluto, onde todas as palavras não chegarão para dizer-se o que vai dentro da mente. Nos sons adormeci e a tua voz elevou-me para um outro patamar, para outro mundo mais evidente.
Dissipa-se um som, neste espaço, depois mais outro e outro ainda. Espro essa tutela de sons e não espero nada mais. Apenas preciso dormir, porque estou um pedaço cansado, apesar do fim-de-semana estar à porta. Depois de dormir, certamente ficarei bem. Agora preciso alienar-m disto tudo.
Ontem à noite gostei da conversa que tive com uma amiga minha, direccionada para os campos do Espiritismo. Gosto de tudo o que use a razão... detesto dogmas e situações que abotoem a mente. Esta corrente de pensamento não usa dogmas, previlegia o lado racional. Na Filosofia não se usam dogmas... bem, coisas boas, café, som, sexo (muito - ehehe), dinheiro, carros, computadores, telemóveis, são alguns dos apetrechos que me acompanham. Seja como for, vou dormir um pedaço, estou mesmo cheio de sono. Não tivesse hoje levantado muito cedo, como acontece às sexta-feiras.
Deitei-me tarde e levantei-me bem cedo. Vouuuuuuuuuuu..... Fuiiiiiiiiiiiiii! este é o som que se segue. Sons, os nossos nesta cama, a cama do som, adormecimento total, para um relaxe de conforto.
02.06.2006 - 15:02h
É muito bom sentir a profundidade da música instrumental, daquilo que nos toca de um modo único, absoluto, onde todas as palavras não chegarão para dizer-se o que vai dentro da mente. Nos sons adormeci e a tua voz elevou-me para um outro patamar, para outro mundo mais evidente.
Dissipa-se um som, neste espaço, depois mais outro e outro ainda. Espro essa tutela de sons e não espero nada mais. Apenas preciso dormir, porque estou um pedaço cansado, apesar do fim-de-semana estar à porta. Depois de dormir, certamente ficarei bem. Agora preciso alienar-m disto tudo.
Ontem à noite gostei da conversa que tive com uma amiga minha, direccionada para os campos do Espiritismo. Gosto de tudo o que use a razão... detesto dogmas e situações que abotoem a mente. Esta corrente de pensamento não usa dogmas, previlegia o lado racional. Na Filosofia não se usam dogmas... bem, coisas boas, café, som, sexo (muito - ehehe), dinheiro, carros, computadores, telemóveis, são alguns dos apetrechos que me acompanham. Seja como for, vou dormir um pedaço, estou mesmo cheio de sono. Não tivesse hoje levantado muito cedo, como acontece às sexta-feiras.
Deitei-me tarde e levantei-me bem cedo. Vouuuuuuuuuuu..... Fuiiiiiiiiiiiiii! este é o som que se segue. Sons, os nossos nesta cama, a cama do som, adormecimento total, para um relaxe de conforto.
02.06.2006 - 15:02h
EPÍLOGO DA VERDADE
Paródia das formas
Movimentos do indecifrável
Leilão de palavras…
Florestas da filosofia
Prostitutos da linguagem.
Utilidade do dizer…
Talentos de lanço,
Ridícula cogitação…
Qualidade oculta,
Esta lenta transformação.
Sistema de pensamento
Libertação dos nomes
Palavras que inundam!
Ridículo, desejo que não deseja.
Ambição teórica, desmedida
Resultados práticos, escassos
Nada para nada… abraços,
Choques de evidências
Tradição sem sentido...
Apenas… ridículo do proibido.
Termos obsoletos…
Gíria incompreensível!
Linguagem coloquial,
Superioridade vã, indivisível.
Arrogância disparatada,
Palavra debaixo da túnica…
Lições sublimes de moral!
Pedante, pomposo, inútil…
Irreverente, hipócrita…
Egocêntrico a considerar
Ingrato no bom servir!
Distância que não se pode avalar.
Briosa argumentação, vazia!
Exibicionismo erudito…
Decantação da perplexidade,
Justa causa de abandono...
Falsa, manhosa essa amizade.
Nada desse pensamento,
Ideias… fórmula verbal
Linguagem ordinária…
Fingida curiosidade,
Meticulosa terminologia
Esse livro de acção, surda.
Artimanha infusa, ao olhar…
Auto-suficiência sem lugar
Formulação peremptória!
Definitiva pergunta sem resposta,
Esse pensar que não tem glória.
Epílogo da verdade...
Apens passagem, nada mais!
Lamento essa brutalidade
De vazio não tem realidade
Olho-te o pensar... JAMAIS.
03.06.2006 – 10:26h
Movimentos do indecifrável
Leilão de palavras…
Florestas da filosofia
Prostitutos da linguagem.
Utilidade do dizer…
Talentos de lanço,
Ridícula cogitação…
Qualidade oculta,
Esta lenta transformação.
Sistema de pensamento
Libertação dos nomes
Palavras que inundam!
Ridículo, desejo que não deseja.
Ambição teórica, desmedida
Resultados práticos, escassos
Nada para nada… abraços,
Choques de evidências
Tradição sem sentido...
Apenas… ridículo do proibido.
Termos obsoletos…
Gíria incompreensível!
Linguagem coloquial,
Superioridade vã, indivisível.
Arrogância disparatada,
Palavra debaixo da túnica…
Lições sublimes de moral!
Pedante, pomposo, inútil…
Irreverente, hipócrita…
Egocêntrico a considerar
Ingrato no bom servir!
Distância que não se pode avalar.
Briosa argumentação, vazia!
Exibicionismo erudito…
Decantação da perplexidade,
Justa causa de abandono...
Falsa, manhosa essa amizade.
Nada desse pensamento,
Ideias… fórmula verbal
Linguagem ordinária…
Fingida curiosidade,
Meticulosa terminologia
Esse livro de acção, surda.
Artimanha infusa, ao olhar…
Auto-suficiência sem lugar
Formulação peremptória!
Definitiva pergunta sem resposta,
Esse pensar que não tem glória.
Epílogo da verdade...
Apens passagem, nada mais!
Lamento essa brutalidade
De vazio não tem realidade
Olho-te o pensar... JAMAIS.
03.06.2006 – 10:26h
CATEGORIAS
A categoria que te confinei naquele dia foi apenas mais um erro, entre outros que tenho cometido. Enganei-me, nada mais, apesar de, durante algum tempo tentar averiguar a situação. Hoje digo que isso faz do passado e que está relvido. Penso eu, mas entre o dizer e o sentir, não é bem assim...
Fim-de-semana com muitas novidades, muitos movimentos, pessoas novas nos meus conhecimentos. É preciso ter em conta que cada ligação pode travar a minha liberdade, com o seu peso e inclinação de pensamento.Dei uma voltas carro, tive com amigas no café. Dia preenchido. O R. telefonou-me diz que amanhã quer tomar café comigo, vamos ao Centro Comercial. Aceitei na boa, gosto dos meus amigos e ele continua a ser uma pessoa especial desde os tempos de Faculdade. Isto é lindo.
O meu fortalecimento psicológico tem vindo a acontecer pelas forças de circunstância... categorias.
04.06.2006 - 09:40h
Fim-de-semana com muitas novidades, muitos movimentos, pessoas novas nos meus conhecimentos. É preciso ter em conta que cada ligação pode travar a minha liberdade, com o seu peso e inclinação de pensamento.Dei uma voltas carro, tive com amigas no café. Dia preenchido. O R. telefonou-me diz que amanhã quer tomar café comigo, vamos ao Centro Comercial. Aceitei na boa, gosto dos meus amigos e ele continua a ser uma pessoa especial desde os tempos de Faculdade. Isto é lindo.
O meu fortalecimento psicológico tem vindo a acontecer pelas forças de circunstância... categorias.
04.06.2006 - 09:40h
PORMENORES...!
118 team
Será que falta a coragem? Será mesmo? Aqui vai e surgem as coisas assim, uma a seguir à outra. As minhas pulsações fizeram-se sentir, o sangue correu-me pelas veias de uma forma mais acentuada e não sei porquê, mas apeteceu-me mandar-te uma mensagem, um smn. É daquelas coisas que nem se percebe… sente-se, é isso. Mandei a mensagem seguinte ao P., do resto que pudesse acontecer nem quis mais saber e escrevi o seguinte: “Apetece-me dizer-te OLÁ. Senti saudades, considero normal, sou humano. Nunca te fiz mal. Ainda que ignores a msn continuo amigo. Já passou muito tempo! Fixei o sorriso…”. Fez-se seguir, foi entregue, logo recebeu. O tempo passou mas nem um olá recebi. Parece-me frio, seco e distante, até me bloqueou no Messenger. Pah! Para quê tudo isto? Até tenho saudades de conversar com ele, a sério… das conversas que tivemos, era tão fixe. Puxa! Será que eu fiz algo de errado? Procedi de modo grosseiro? Gostava de saber voltar a trás e recuperar o que me parece perdido. Porque é que ele não quer falar comigo? Será que o problema está em mim? Preciso de ajuda para solucionar este problema… nada resolvido. Tudo em suspenso. Dou todo o dinheiro do mudo por esta amizade, acreditem. Confesso que de modo algum desejava perder esta amizade, a sério. Emoções, sentimentos, sensações… n coisas que me passam no espírito. Mas ainda que passe mais tempo, o P. conseguiu dizer-me o que muita gente não conseguiu até aqui. Quase sempre o R. me pergunta pelo P., isto é um facto.- P. pah, por favor, peço-te desculpa se fiz algo que não tivesses gostado, por favor, fala comigo. Será que estás assim tão magoado comigo? Será que sou um monstro? Proporciona-me um pouco de alegria, de felicidade, simplesmente quero de ti um “olá” e saber que estás ai! Peço-te isto pela tua saúde, por tudo o que de mais importante exista na tua vida. P., para quê essa atitude? Vá lá! Era tão fixe quando tomávamos café, quando sorriamos. Continuarei a ser o mesmo maluco de sempre, o mesmo taralhoco, o mesmo caramelo… e acima de tudo teu amigo. Acredita! Que será preciso fazer para ver o teu sorriso? Ajuda-me… ajudem-me a recuperar algo que parece estar perdido. De que cor é que tenho de me pintar?Porque é que as coisas não são mais simples se com estas complicações não se resolvem nada? Pah! Vamos dar tempo ao tempo… dou tempo ao tempo, mando-te um abraço, grandalhão, do teu tamanho e ofereço-te o suporte dos posts, aquilo que do início deu lugar ao que hoje são os caracteres. Boa noite… acredita que o meu coração está cheio de bons sentimentos, tudo por uma amizade, por um bom entendimento. Tu próprio disseste para que é que as pessoas complicam tudo, e porque é que as pessoas não são todas amigas? P., estou a tentar ser teu amigo! Será que me escutas? Estás disposto a ouvir-me? Ficaria muito feliz se tornasse a falar contigo, acredita, tão certo quanto o que mais desejes se torne realidade em tua vida.Pormenores… no próximo café… se acontecer.
http://www.kboing.com.br
04.06.2006 - 21:24h
Será que falta a coragem? Será mesmo? Aqui vai e surgem as coisas assim, uma a seguir à outra. As minhas pulsações fizeram-se sentir, o sangue correu-me pelas veias de uma forma mais acentuada e não sei porquê, mas apeteceu-me mandar-te uma mensagem, um smn. É daquelas coisas que nem se percebe… sente-se, é isso. Mandei a mensagem seguinte ao P., do resto que pudesse acontecer nem quis mais saber e escrevi o seguinte: “Apetece-me dizer-te OLÁ. Senti saudades, considero normal, sou humano. Nunca te fiz mal. Ainda que ignores a msn continuo amigo. Já passou muito tempo! Fixei o sorriso…”. Fez-se seguir, foi entregue, logo recebeu. O tempo passou mas nem um olá recebi. Parece-me frio, seco e distante, até me bloqueou no Messenger. Pah! Para quê tudo isto? Até tenho saudades de conversar com ele, a sério… das conversas que tivemos, era tão fixe. Puxa! Será que eu fiz algo de errado? Procedi de modo grosseiro? Gostava de saber voltar a trás e recuperar o que me parece perdido. Porque é que ele não quer falar comigo? Será que o problema está em mim? Preciso de ajuda para solucionar este problema… nada resolvido. Tudo em suspenso. Dou todo o dinheiro do mudo por esta amizade, acreditem. Confesso que de modo algum desejava perder esta amizade, a sério. Emoções, sentimentos, sensações… n coisas que me passam no espírito. Mas ainda que passe mais tempo, o P. conseguiu dizer-me o que muita gente não conseguiu até aqui. Quase sempre o R. me pergunta pelo P., isto é um facto.- P. pah, por favor, peço-te desculpa se fiz algo que não tivesses gostado, por favor, fala comigo. Será que estás assim tão magoado comigo? Será que sou um monstro? Proporciona-me um pouco de alegria, de felicidade, simplesmente quero de ti um “olá” e saber que estás ai! Peço-te isto pela tua saúde, por tudo o que de mais importante exista na tua vida. P., para quê essa atitude? Vá lá! Era tão fixe quando tomávamos café, quando sorriamos. Continuarei a ser o mesmo maluco de sempre, o mesmo taralhoco, o mesmo caramelo… e acima de tudo teu amigo. Acredita! Que será preciso fazer para ver o teu sorriso? Ajuda-me… ajudem-me a recuperar algo que parece estar perdido. De que cor é que tenho de me pintar?Porque é que as coisas não são mais simples se com estas complicações não se resolvem nada? Pah! Vamos dar tempo ao tempo… dou tempo ao tempo, mando-te um abraço, grandalhão, do teu tamanho e ofereço-te o suporte dos posts, aquilo que do início deu lugar ao que hoje são os caracteres. Boa noite… acredita que o meu coração está cheio de bons sentimentos, tudo por uma amizade, por um bom entendimento. Tu próprio disseste para que é que as pessoas complicam tudo, e porque é que as pessoas não são todas amigas? P., estou a tentar ser teu amigo! Será que me escutas? Estás disposto a ouvir-me? Ficaria muito feliz se tornasse a falar contigo, acredita, tão certo quanto o que mais desejes se torne realidade em tua vida.Pormenores… no próximo café… se acontecer.
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