Acordei cedo, abri a janela, não gostei do que vi, senti algo estranho. Sentei-me... pouco para dizer, e o que tenho a dizer, não é relevante, até não vejo muita vontade de o fazer. Desnecessário. Muitas coisas são desnecessárias... tal como a presença de algumas pessoas.
Recordo aquele blog que vi ontem, sinceramente gosto, sempre gostei... pena a pessoa em questão pensar da maneira que pensa, como se isso resolvesse alguma coisa... estar sempre a apagar blogues, sempre, melhor, quase sempre. Confesso que escreve muito bem. Não menciono o blog, isso não. Já estou a ver que alguém já está a dizer que "sou eu", pois, não disse quem era. Só isso. Certamente, irá construir outro espaço em algum sítio, não sei onde, mas pouco interessa isso. Irá construir... sim, porque eu também já fiz isso. Tenho a certeza. E tenho vários blogs, alguns já nem sei o nome, e nem estão actualizados. Também não faz mal. Quando me lembrar vou lá, mas compreendo que é difícil tudo isto. Alguns apenas mudei o endereço, fiz algumas alterações e juntei um pedaço de imaginação para que as coisas tomassem um outro visual.
Decidir nem sempre é fácil...
Bem, o que fazer? Ir dar uma volta? Mas o tempo não ajuda... apetecia-me, mas não vejo o sol! Testes para fazer... ainda nem tomei o pequeno almoço. Enfim, visual a tratar e ir para a rua e logo aparece o almoço. Horas sem nome...
Almoçar? Bem, tem de ser num sitio onde não se fique com a roupa toda a cheirar a comida, como aconteceu ontem antes de ir para as aulas e depois reforçando o mau serviço de atendimento... alguém que quer atender tudo ao mesmo tempo, certamente fiquei para trás e nem ouviu bem os meus pedidos. Nisto só se perde... certamente menos um cliente e no decurso do tempo, outros desaparecerão. Outro inconveniente, foi aquela fumarada toda, dos fumadores rançosos que não entendem que "fumar mata", pensam que os outros devem ser parvos... não sei como é, não deixam de poluir os espaços e nem respeitam, não querem saber de nada, entendem que o que fazem é que está correcto.
Para quem não sabia o que ia escrever, entendo que já disse muito e além do mais, nem estou a seguir nenhum fio condutor de ideias. Nada estruturado.
Antes de ir embora da net, vou dar um olhinho a um blog muito especial, ver as novidades e montras literárias que se vão exibindo. Nestas coisas também tem de se ser muito soft, e não deixar rastos por onde se passa, claro, é melhor utilizar o filtro, porque depois ele apaga novamente o blog. São as mentalidades da persseguição, se não é, parece.
Bem, beijinhos e tem um dia bom, na volta até nos encotramos logo a tomar café... quem sabe?! eh eh eh Novidades reservam-me para a parte da tarde... hui, tudo.
Samuel, o Ventoso
Porto, 03 de Janeiro de 2007 - 10:38h
sábado, 3 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
SEM REFERÊNCIA
Sem nome ou com nome, sem referência, com tudo.
apenas uma passagem entre as passagens das passadeiras, pela rua, sem horas...
Samuel, o Ventoso
02.01.2007 - 19:58h
apenas uma passagem entre as passagens das passadeiras, pela rua, sem horas...
Samuel, o Ventoso
02.01.2007 - 19:58h
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
UMA PALAVRA PARA NINGUÉM
Uma palavra para ninguém, um momento de agonia, uma vontade de ir embora sem retorno, no vazio desta passagem ôca. Talvez perdido, sem mais sentido, sem mais vontade, apenas com o peso da existência, tentando apaziguar o ardor interior. O que me resta afinal? Não sei, apenas as palavras são poucas e o pouco que me assiste é uma fasquia do meu doloroso existir.
Olho em meu torno e hoje parece que perdi a vontade de caminhar, apesar de ainda estarmos no início do ano! É um facto... vim para aqui, tentar despejar o que estava dentro de mim, sei que não é suficiente. Estou triste, sinto que falta algo, mas isso que me falta parece não vir até mim, ainda que eu tente ir até lá. Repito que é bastante triste... falta-me a força para caminhar, mas, seja como for, tenho de a conseguir e ir em frente...
Vou trabalhar, será melhor e ficarei mais preenchido. Uma palavra para ninguém, ou para toda a gente, a gente que não sei. Sei e não sei, mas o que sei está a desactualizar... vou e voltarei em outro tempo.
Samuel, o Ventoso - 03.01.2007 - 14:42h
Olho em meu torno e hoje parece que perdi a vontade de caminhar, apesar de ainda estarmos no início do ano! É um facto... vim para aqui, tentar despejar o que estava dentro de mim, sei que não é suficiente. Estou triste, sinto que falta algo, mas isso que me falta parece não vir até mim, ainda que eu tente ir até lá. Repito que é bastante triste... falta-me a força para caminhar, mas, seja como for, tenho de a conseguir e ir em frente...
Vou trabalhar, será melhor e ficarei mais preenchido. Uma palavra para ninguém, ou para toda a gente, a gente que não sei. Sei e não sei, mas o que sei está a desactualizar... vou e voltarei em outro tempo.
Samuel, o Ventoso - 03.01.2007 - 14:42h
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
DESABAFOS SEM DESABAFO
Pensei que algo pudesse funcionar, que os sabores tocassem o meu corpo e que a verdade encetasse uma perfeita adequação ao sentido dos tempos sem nome, desbravando a ansiedade esculpida, em doces desabafos, sem que tal desabafo permita solução da minha felicidade.
Viagens múltiplas, fosse eu outra pessoa, ainda que me coloque à margem daquilo que muito houvera amado. Tornou-se o meu amor em desamor e oda a vontade não passou de uma suposta ilusão! Foram vezes as que me enganei, tantas que nnca acertei e por vezes sinto uma vontade de dizer tudo o que penso, mas, não tenho coragem, restando-me cmo saída a escrita, nas mais diversas formas. Não sei se algum dia serei feliz, se faz sentido a minha passagem por este mundo ou se o mundo onde estou não é meu! Cnfesso que por vezes sito-me a mais, e para não pesar tanto, disfarço.
Gostei da tua prontidao à mensagem e à chamada... brevemente desaparecem as horas sem nome... sinto-me triste, apenas tomado pela escrita e pelos tempos da pulsão.
Acredita que não espero mais nada... sei que te esqueces de mim, sei que outras situações possuem maior atracção e que já passei de moda. Penso bem ou pense mal, o que me resta é a fuga, a mudança e matar tudo aquilo que me faz sentr o que sinto, não fosse tal sentimento um despropósito.
Grande Porto, 02 de Janeiro de 2007 - 21:36h
Escrito no Parque Nascente
Samuel, o Ventoso
Viagens múltiplas, fosse eu outra pessoa, ainda que me coloque à margem daquilo que muito houvera amado. Tornou-se o meu amor em desamor e oda a vontade não passou de uma suposta ilusão! Foram vezes as que me enganei, tantas que nnca acertei e por vezes sinto uma vontade de dizer tudo o que penso, mas, não tenho coragem, restando-me cmo saída a escrita, nas mais diversas formas. Não sei se algum dia serei feliz, se faz sentido a minha passagem por este mundo ou se o mundo onde estou não é meu! Cnfesso que por vezes sito-me a mais, e para não pesar tanto, disfarço.
Gostei da tua prontidao à mensagem e à chamada... brevemente desaparecem as horas sem nome... sinto-me triste, apenas tomado pela escrita e pelos tempos da pulsão.
Acredita que não espero mais nada... sei que te esqueces de mim, sei que outras situações possuem maior atracção e que já passei de moda. Penso bem ou pense mal, o que me resta é a fuga, a mudança e matar tudo aquilo que me faz sentr o que sinto, não fosse tal sentimento um despropósito.
Grande Porto, 02 de Janeiro de 2007 - 21:36h
Escrito no Parque Nascente
Samuel, o Ventoso
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
DESABAFOS DA MANHÃ DE 2007
Horas sem nome... O que dizer quando tudo me parece ter sido dito? Sim, o que dizer? Espero que a festa tenha sido boa, com todos esses amigos que nomeias no post, com tudo isso que seleccionas e de um modo subtil descriminando os outros. É isso mesmo, pouco me importa, apenas sinto e considero. Nada mais a fazer para o que não tem outra alternativa de se fazer. Penso no que te desejar...! É simples, desejo-te um Feliz Ano de 2007, com o que mais desejes, são estes os votos do vendaval, vindo de outras terras e perdido pelas margens do Norte, pelos campos e pelas terras de ninguém. Nem todos podem ter a tua sorte... talvez hoje precisasse do carinho esquecido, mas nem por isso tenho essa benesse! Não é para todos... apenas tenho de me orientar neste novo ano que hoje dá início.
Pensar e repensar valores, olhar com olhos de ver, dizer e não dizer porque o sentir é traiçoeiro. Desabafar, criar um outro blog, sim, porque este espaço já sofreu bastantes alterações, desde a mudança de título, ao próprio template em si, bem como o endereço web. O que representa afinal tudo isto? Qual o valor de tudo isto? Como? Onde? Com quem? Afinal, parece-me que seja por aqui, seja por ali, encontro na maioria das vezes e em grande número as pessoas erradas. Poucas são as que estão à minha beira... o resto é oportunismo, claro interesse de libertação. Confesso que não me identifico com estas situações. Hoje é dia de Ano Novo, estou meio alegre, meio triste, apesar de ter uma passagem de ano diferente, não com quem eu gostava, mas com o que foi possível e claro as desculpas não deixaram de estar presentes, para justificar os momentos em causa. É sempre assim! Afinal, o que me resta de tudo isto? Gostava de entender... talvez pensar melhor o que tenho de fazer que ainda não fiz, contudo, pode até ser tarde em demasia e já nada poder fazer, apenas esperar o final. Ando na maioria das vezes pelos caminhos errados, no entanto quando estou neles, tomo-os como os mais acertados, só que depois sai o tiro pela culatra. Oh que aborrecimento! Quantas pessoas estimo e gosto... mas, apenas são pessoas erradas para mim. Porque não consigo ver algo de mais profundo naqueles que gostam de mim? Escolho sempre as pessoas erradas e o que podia funcionar comigo, nunca funciona. Incrível esta sorte da treta! Reflexões neste dia de horas sem nome!
Bem que podia neste momento estar com os meus amigos, e estar tal como eles estão, feliz, alegre... só de pensar isto tudo, sinto uma tristeza, uma forte vontade de chorar. Bem, mas calma. Dentro de algumas horas irei viajar, e mudar de ares, pode ser que aconteça neste ano algo de novo, algo que possa mudar a minha vida e dar sentido para toda a minha existência.
Bem, a todos um Feliz Ano de 2007.
Um abraço aqui da Lezíria. Samuel, o Ventoso
Vila Franca de Xira - 01.10.2007 - 08:29h
Pensar e repensar valores, olhar com olhos de ver, dizer e não dizer porque o sentir é traiçoeiro. Desabafar, criar um outro blog, sim, porque este espaço já sofreu bastantes alterações, desde a mudança de título, ao próprio template em si, bem como o endereço web. O que representa afinal tudo isto? Qual o valor de tudo isto? Como? Onde? Com quem? Afinal, parece-me que seja por aqui, seja por ali, encontro na maioria das vezes e em grande número as pessoas erradas. Poucas são as que estão à minha beira... o resto é oportunismo, claro interesse de libertação. Confesso que não me identifico com estas situações. Hoje é dia de Ano Novo, estou meio alegre, meio triste, apesar de ter uma passagem de ano diferente, não com quem eu gostava, mas com o que foi possível e claro as desculpas não deixaram de estar presentes, para justificar os momentos em causa. É sempre assim! Afinal, o que me resta de tudo isto? Gostava de entender... talvez pensar melhor o que tenho de fazer que ainda não fiz, contudo, pode até ser tarde em demasia e já nada poder fazer, apenas esperar o final. Ando na maioria das vezes pelos caminhos errados, no entanto quando estou neles, tomo-os como os mais acertados, só que depois sai o tiro pela culatra. Oh que aborrecimento! Quantas pessoas estimo e gosto... mas, apenas são pessoas erradas para mim. Porque não consigo ver algo de mais profundo naqueles que gostam de mim? Escolho sempre as pessoas erradas e o que podia funcionar comigo, nunca funciona. Incrível esta sorte da treta! Reflexões neste dia de horas sem nome!
Bem que podia neste momento estar com os meus amigos, e estar tal como eles estão, feliz, alegre... só de pensar isto tudo, sinto uma tristeza, uma forte vontade de chorar. Bem, mas calma. Dentro de algumas horas irei viajar, e mudar de ares, pode ser que aconteça neste ano algo de novo, algo que possa mudar a minha vida e dar sentido para toda a minha existência.
Bem, a todos um Feliz Ano de 2007.
Um abraço aqui da Lezíria. Samuel, o Ventoso
Vila Franca de Xira - 01.10.2007 - 08:29h
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
DÚVIDAS E MEMÓRIA DESTILADA
O pensamento possui a sua duração, melhor, o aparelho que o executa. Hoje pude olhar alguém, sim, olhar e debruçar-me um pouco mais e relfectir acerca dos conteúdos mentais que são armazenados na mente e que com o tempo desaparecem para sempre, sem que possa mais se administrado os serviços mentais, independente dos procedimentos que se venham a ter. Nada a fazer. Fala-se e diz-se das situações.
Tenho conhecido pessoas novas nos últimos tempo, e à medida que isto vai acontecendo, vejo que, cada vez estou mais distante do humano, desde os familiares, até aos conhecidos. É interessante! Mas, o melhor de tudo isto é a maneira com que se lida com as situações e ou a credibilidade conferida.
Todos os dias após acordar é um mundo novo que se exibe e nada mais posso fazer... estados de memória e pensamento a executar para uma nova tarefa. A vida está cheia de tarefas, todas muito limitadas, sem que sirvam para nada... tudo é um lixo de certo modo disposto, como obra de arte, para enganar. Aliás, a própria vida é um engano e dela diz-se tudo e esse tudo tornado todo, para nada serve! O que serve é o momentâneo enquanto vivenciado, o resto de nada serve. Infelizmente nem tudo se ajusta e os ajustes sofrem da tensão do desajustamento. Caminha-se para o desmembramento das situações aferidas pelos sentidos.
Todos os dias interrogo-me e perco-me em futilidades, ficando cada vez mais longe de mim! Nada tenho, apenas possuo um corpo que será lançado aos vermes, como todos os que já foram e os que estão para ir... tudo será elemento da natureza.
O que estamos todos nós a fazer? O que resta é enganar... nada mais pode ser feito, nem mudar o tal deus ou propósitos da natureza. Absolutamente nada! E eu quem sou? Porque sou assim? Porque sinto tudo isto? Para que me serve tudo isto? Será que sou desejável por alguém? Quem gosta de mim? Quem ? Ilusões e mais nada... proferem-se palavras para fazer jeito, sim, foi isso que vi naquele dia! O resto é um faz-de-conta! As contas são muitas e o meu descontentamento é cada vez mais acentuado, mesmo assim para nada serve.
As horas são ingredientes do tempo e eu sou parte desse grande lugar! Agora chega disso, cansei e preciso dormir, mas melhor era não dormir, terei todo o tempo para dormir quando morrer, sim, e a morte é certa, é mesmo e não resta dúvida nenhuma. Daqui a uns anos, todos estes que aqui estão, já não existem, são pó, terra e nada. Sim, as imagens desaparecerão e nem isso fica na memória e o que ficou para nada serve. Tens dúvidas? Não tenho nenhumas mesmo. Estou um pedaço cansado... vou então no destilamento da noite.
29.12.2006 - Algarve - 02:23h
Samuel, o Ventoso
Tenho conhecido pessoas novas nos últimos tempo, e à medida que isto vai acontecendo, vejo que, cada vez estou mais distante do humano, desde os familiares, até aos conhecidos. É interessante! Mas, o melhor de tudo isto é a maneira com que se lida com as situações e ou a credibilidade conferida.
Todos os dias após acordar é um mundo novo que se exibe e nada mais posso fazer... estados de memória e pensamento a executar para uma nova tarefa. A vida está cheia de tarefas, todas muito limitadas, sem que sirvam para nada... tudo é um lixo de certo modo disposto, como obra de arte, para enganar. Aliás, a própria vida é um engano e dela diz-se tudo e esse tudo tornado todo, para nada serve! O que serve é o momentâneo enquanto vivenciado, o resto de nada serve. Infelizmente nem tudo se ajusta e os ajustes sofrem da tensão do desajustamento. Caminha-se para o desmembramento das situações aferidas pelos sentidos.
Todos os dias interrogo-me e perco-me em futilidades, ficando cada vez mais longe de mim! Nada tenho, apenas possuo um corpo que será lançado aos vermes, como todos os que já foram e os que estão para ir... tudo será elemento da natureza.
O que estamos todos nós a fazer? O que resta é enganar... nada mais pode ser feito, nem mudar o tal deus ou propósitos da natureza. Absolutamente nada! E eu quem sou? Porque sou assim? Porque sinto tudo isto? Para que me serve tudo isto? Será que sou desejável por alguém? Quem gosta de mim? Quem ? Ilusões e mais nada... proferem-se palavras para fazer jeito, sim, foi isso que vi naquele dia! O resto é um faz-de-conta! As contas são muitas e o meu descontentamento é cada vez mais acentuado, mesmo assim para nada serve.
As horas são ingredientes do tempo e eu sou parte desse grande lugar! Agora chega disso, cansei e preciso dormir, mas melhor era não dormir, terei todo o tempo para dormir quando morrer, sim, e a morte é certa, é mesmo e não resta dúvida nenhuma. Daqui a uns anos, todos estes que aqui estão, já não existem, são pó, terra e nada. Sim, as imagens desaparecerão e nem isso fica na memória e o que ficou para nada serve. Tens dúvidas? Não tenho nenhumas mesmo. Estou um pedaço cansado... vou então no destilamento da noite.
29.12.2006 - Algarve - 02:23h
Samuel, o Ventoso
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
EXISTEM SITUAÇÕES
Existem coisas que eu gostava de acreditar, existem coisas que coloquei de lado para todo o sempre, coisas que nada mais me dizem o quer que seja… o seu tempo passou o prazo de validade. A vida continua outras situações morreram para sempre, nada mais a fazer o quer que seja.
Nada mais me incomoda, nada mais mexe comigo como em outros tempos, apenas o gelo do Norte fechou o meu coração, ficou cerrado e de tão fechado ficou apático.
Continue a vida, continue todo o sistema, continue a caminhada, continue a pensar dessa maneira, mas sinceramente nada mais continua. Não é necessário perder mais tempo com o que não funciona. É verdade, sabes que é assim.
Tal como naquele dia, passo hoje à fase seguinte e pincelo um novo rosto, dou forma a um novo sentimento a uma nova vontade e deixo em aberto os gritos dos dias de ninguém, como se alguém que existisse ainda fizesse sentido dentro do não sentido. Entendo que enganei-me naqueles dias, entendo que tudo foi mentira, que nada mais parece o que foi… entendo que tudo não passou do passado dos nomes e das brevidades e que ninguém merece algumas das minhas atenções. Pouco me estou a preocupar com isso… para que serve mandar mensagens a quem nem me responde? A quem nem consegue dizer algo, por razões que eu nem entendo? Alguma vez tinha de entender alguma coisa? Nada… apenas vou deixar as coisas tal como estão e fazer a minha caminhada, acender outra luz e sorrir com quem se mantém à minha beira. A esses deixo um presente de amizade, com um laço azul, cheio de amor, cheio de atenção. Mais do que um obrigado, o meu reconhecimento pela forma amistosa de bons tratos. A vida é mesmo assim… sim, sei que deixou de ser amigo, certamente era porque nunca o foi e se fala mal dos outros, então o que falará de mim? Dúvidas? Nenhumas. E tu tens dúvidas? Melhor tornar a pensar e avaliar as situações em causa… Bem, estou mesmo à beirinha das férias. Não te esqueças que existem coisas que nos fazem pensar… sempre e sempre. Depois e mais ainda.
Porto, 19 de Dezembro de 2006 – 15:13h
Samuel, o Ventoso
Nada mais me incomoda, nada mais mexe comigo como em outros tempos, apenas o gelo do Norte fechou o meu coração, ficou cerrado e de tão fechado ficou apático.
Continue a vida, continue todo o sistema, continue a caminhada, continue a pensar dessa maneira, mas sinceramente nada mais continua. Não é necessário perder mais tempo com o que não funciona. É verdade, sabes que é assim.
Tal como naquele dia, passo hoje à fase seguinte e pincelo um novo rosto, dou forma a um novo sentimento a uma nova vontade e deixo em aberto os gritos dos dias de ninguém, como se alguém que existisse ainda fizesse sentido dentro do não sentido. Entendo que enganei-me naqueles dias, entendo que tudo foi mentira, que nada mais parece o que foi… entendo que tudo não passou do passado dos nomes e das brevidades e que ninguém merece algumas das minhas atenções. Pouco me estou a preocupar com isso… para que serve mandar mensagens a quem nem me responde? A quem nem consegue dizer algo, por razões que eu nem entendo? Alguma vez tinha de entender alguma coisa? Nada… apenas vou deixar as coisas tal como estão e fazer a minha caminhada, acender outra luz e sorrir com quem se mantém à minha beira. A esses deixo um presente de amizade, com um laço azul, cheio de amor, cheio de atenção. Mais do que um obrigado, o meu reconhecimento pela forma amistosa de bons tratos. A vida é mesmo assim… sim, sei que deixou de ser amigo, certamente era porque nunca o foi e se fala mal dos outros, então o que falará de mim? Dúvidas? Nenhumas. E tu tens dúvidas? Melhor tornar a pensar e avaliar as situações em causa… Bem, estou mesmo à beirinha das férias. Não te esqueças que existem coisas que nos fazem pensar… sempre e sempre. Depois e mais ainda.
Porto, 19 de Dezembro de 2006 – 15:13h
Samuel, o Ventoso
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
EM RESPOSTA A UMA CARTA
Realidades e algumas versatilidades nas respostas que se apresentam aos poucos na senda da caminhada… que carta excelente ao Pai Natal meu amigo dos tempos da magia e do luar das beiras! Ao ler essa carta minuciosa, senti vontade de chorar por palavras tão profundas e por teres conseguido emocionar-me. Confesso que fiquei bastante emocionado, pela maneira como dizes coisas tão verdadeiras, tão profundas e tão cheias de sentido... as tuas palavras em todos os sentidos mostram a realidade da vida, nua e crua. E tanto mais fica por mostrar aos estúpidos de espírito… É isso mesmo, somos como somos e isso é tão normal como o que se possa pensar, apesar das voltas que se vai dando no adro da existência. Tudo isso faz parte de cada qual, ninguém escolheu ser uma coisa ou outra, mas penso que todos têm o direito a serem felizes, tal qual como são. Se és negro, és o que és? Não gostam de ti? Pois… existem outras coisas mais para fazer do que estar a ligar a isso ou a qualquer outro tipo de virtude. E sinceramente os outros deixem as pessoas serem felizes como a sua essência o apresenta, isso é que interessa, isso é que é ser humano. Estou sempre contigo até ao meu último fôlego de vida, apesar da cor das telas e a disposição dos valores. Crê. Agora o Pai Natal, esse, enfim… é como as velhas que estão na missa, sempre a falar mal, mas de roupagem de alegrar o olho e a dar presentes, talvez alguns envenenados. Malícias, sabes?
Que todos os teus desejos sejam cumpridos porque tu mereces, porque és uma pessoa maravilhosa, talvez esse algo de mais belo que conheci este ano, claro não desfazendo de outras pessoas. Li tudo o que escreveste e neste momento ao escrever-te isto, confesso, as lágrimas caem-me, talvez seja bom, talvez esteja a acontecer aquilo que faz tempo não acontecia. Tu conheces-me um pedaço, sim, conheces, mas ainda resta muito. Obrigado por toda a tua atenção, por teres sido sempre um amigo e acredita que te prezo imenso.
A música que escolheste como fundo auditivo é profunda, gostei muito, amei, bem como o postal seleccionado. Desculpa os desabafos mas hoje nem tenho palavras para descrever o meu estado de espírito. Estou a dizer-te porque sei que o posso fazer contigo e aqui fica registado. São os meus registos e certamente muitos irão incomodar-se com este escrito, talvez tenham uma crise de ciúmes… pois, mas eu caguei nessas coisas, e estou noutra fase! O meu blog sofreu uma ligeira alteração, mas continua a ser o meu caixote de lixo, desculpa a expressão. É para aqui que despejo tudo ou quase tudo o que me passa, é tipo terapia, uma catarse pela escrita. Brevemente irei de férias, irei sim, por essas terras, agora para o Sul... quero contudo que este Natal seja bem passado, certamente com o teu amor, que digo ser uma pessoa excelente, sempre foi desde a primeira hora, foi outra pessoa que também adorei conhecer. Pessoas existem muitas mas nem todas são dignas da nossa atenção. Sabes que é verdade. Que muitas bênçãos possam cair sobre vós. Para vós desejo o melhor do mundo. (As lágrimas continuam a correr-me lentamente). Pai Natal? Sim, só para as crianças, ele não sei se acompanha a evolução, ele está lá, mas é algo feito à medida de uma cultura retrógrada, só que as pessoas não querem ver a realidade, preferem viver nos estados de estupidez, de ignorância e abotoadas, com umas palas em cada lado. Acredita amigo, esta é a realidade e as desculpas para tudo são muitas, servem a todos os interesses. Continuamos nós a lutar por tudo o que gostamos e amamos, é isto que dá sentido à vida. Sabes, estou com saudades de vós, dos cafés e das conversas excelentes. Muitas saudades... olha, desculpa, vou telefonar-te apenas para te dar um olá, a ti e ao teu amor, que desde a primeira hora me tratou com modos sempre muito agradáveis. Obrigado a vós.
Vou ligar-te… marco o número tal… e se não atenderes, paciência, compreendo que não possas, que tenhas os teus afazeres, como toda a gente. Mas quero dizer-te que gosto muito de ti e neste mesmo desabafo ficaria em paz para todo o sempre se as palavras fossem realidades executáveis. Mais uma vez obrigado por tudo o que tens sido para mim até ao dia de hoje. Bem hajas! Abraços para ti e para o teu amor. Adoro-vos, sabias?. Quando puderem, vamos tomar um café, ou jantar, o convite está feito… nada de preocupações, sou eu que pago, ok? Bem, se não nos virmos, desejo-vos um Feliz Natal e que a paz esteja sempre convosco. (Mais uma lágrima, foi uma estrela que se acendeu, outras se acenderão depois ... ) Até para o ano e bom ano de 2007 se deus entender, se não entender eu explico melhor.
Porto, 18 de Dezembro de 2006 – 11:26h
Samuel, o Ventoso, agora em: http://horassemnome.blogspot.com
Que todos os teus desejos sejam cumpridos porque tu mereces, porque és uma pessoa maravilhosa, talvez esse algo de mais belo que conheci este ano, claro não desfazendo de outras pessoas. Li tudo o que escreveste e neste momento ao escrever-te isto, confesso, as lágrimas caem-me, talvez seja bom, talvez esteja a acontecer aquilo que faz tempo não acontecia. Tu conheces-me um pedaço, sim, conheces, mas ainda resta muito. Obrigado por toda a tua atenção, por teres sido sempre um amigo e acredita que te prezo imenso.
A música que escolheste como fundo auditivo é profunda, gostei muito, amei, bem como o postal seleccionado. Desculpa os desabafos mas hoje nem tenho palavras para descrever o meu estado de espírito. Estou a dizer-te porque sei que o posso fazer contigo e aqui fica registado. São os meus registos e certamente muitos irão incomodar-se com este escrito, talvez tenham uma crise de ciúmes… pois, mas eu caguei nessas coisas, e estou noutra fase! O meu blog sofreu uma ligeira alteração, mas continua a ser o meu caixote de lixo, desculpa a expressão. É para aqui que despejo tudo ou quase tudo o que me passa, é tipo terapia, uma catarse pela escrita. Brevemente irei de férias, irei sim, por essas terras, agora para o Sul... quero contudo que este Natal seja bem passado, certamente com o teu amor, que digo ser uma pessoa excelente, sempre foi desde a primeira hora, foi outra pessoa que também adorei conhecer. Pessoas existem muitas mas nem todas são dignas da nossa atenção. Sabes que é verdade. Que muitas bênçãos possam cair sobre vós. Para vós desejo o melhor do mundo. (As lágrimas continuam a correr-me lentamente). Pai Natal? Sim, só para as crianças, ele não sei se acompanha a evolução, ele está lá, mas é algo feito à medida de uma cultura retrógrada, só que as pessoas não querem ver a realidade, preferem viver nos estados de estupidez, de ignorância e abotoadas, com umas palas em cada lado. Acredita amigo, esta é a realidade e as desculpas para tudo são muitas, servem a todos os interesses. Continuamos nós a lutar por tudo o que gostamos e amamos, é isto que dá sentido à vida. Sabes, estou com saudades de vós, dos cafés e das conversas excelentes. Muitas saudades... olha, desculpa, vou telefonar-te apenas para te dar um olá, a ti e ao teu amor, que desde a primeira hora me tratou com modos sempre muito agradáveis. Obrigado a vós.
Vou ligar-te… marco o número tal… e se não atenderes, paciência, compreendo que não possas, que tenhas os teus afazeres, como toda a gente. Mas quero dizer-te que gosto muito de ti e neste mesmo desabafo ficaria em paz para todo o sempre se as palavras fossem realidades executáveis. Mais uma vez obrigado por tudo o que tens sido para mim até ao dia de hoje. Bem hajas! Abraços para ti e para o teu amor. Adoro-vos, sabias?. Quando puderem, vamos tomar um café, ou jantar, o convite está feito… nada de preocupações, sou eu que pago, ok? Bem, se não nos virmos, desejo-vos um Feliz Natal e que a paz esteja sempre convosco. (Mais uma lágrima, foi uma estrela que se acendeu, outras se acenderão depois ... ) Até para o ano e bom ano de 2007 se deus entender, se não entender eu explico melhor.
Porto, 18 de Dezembro de 2006 – 11:26h
Samuel, o Ventoso, agora em: http://horassemnome.blogspot.com
CONSTRUÇÃO DESCONSTRUTIVA
Não poderás entender aquilo de que não falo, o invólucro da palavra sustenta o intemporal, transporta-me ao princípio, íntegro, total, ao lugar sem movimento, onde nada quero. Todo o meu querer é uma luta de estilhaços, onde me rendo ante os disparos da revolta. Olho-te apenas e não digo nada, apenas todos os nomes me ocorrem à mente, fruto do constante desespero onde caminhas.
Tenho a minha experiência, tu a tua… temos a nossa, não pode ser outra. Apenas sinto que os rituais comuns não me preenchem, pouco me edificam e o valor que houvera aplicado a alguém apenas foi mentira, consciência de lugar impróprio. Esse modo de ser fez-me desacreditar em ti, corrompeu as minhas intuições, passando-me uma vez mais um atestado de burrice!
Falei do teu corpo, do invólucro, apenas foi um sonho de fantasmas, num abraço de profunda ingratidão.
Essa maneira de ser sempre foi falsa para comigo, ainda que te lamentasses constantemente pelo teu pessimismo.
A tua consciência sempre foi um interesse por sentimentos intuitivos e construção de sentimentos de carneiro mal morto.
Esse choro não serve para nada, apenas para enganar e para que tenham pena de ti. Coitado de quem espera afecto de quem é ingrato, de quem liga só por interesse, prometendo o que nunca cumpre.
Não te prometo nada, dispenso o teu olhar porque é falso, não que esteja a falar mal, apenas a desabafar. Muitos são os meus desabafos, pela geometria das palavras, sem que precise dos teus abraços porque são falsos e muitas vezes penso na morte como o único consolo, o real de tudo o que é pelo seu fim último.
Dou comigo a valorizar o que não presta, agora sinto que me enganei, sinto que o tempo transformou as situações e as histórias da vida são gigantescas emoções. Histórias… algumas sem significado face à luz de todos os instantes.
Vim ao café, o cenário do costume, copos e tabaco, aquelas conversas da treta, triviais, coscuvilhice, as tias ali, acolá… tudo isso nada me diz, apenas me enoja. Apenas sinto saudade, essa irremediável, pela exclusão das partes da validade.
Porto, 17.12.2006 – 23:52h
Samuel, o Ventoso
Tenho a minha experiência, tu a tua… temos a nossa, não pode ser outra. Apenas sinto que os rituais comuns não me preenchem, pouco me edificam e o valor que houvera aplicado a alguém apenas foi mentira, consciência de lugar impróprio. Esse modo de ser fez-me desacreditar em ti, corrompeu as minhas intuições, passando-me uma vez mais um atestado de burrice!
Falei do teu corpo, do invólucro, apenas foi um sonho de fantasmas, num abraço de profunda ingratidão.
Essa maneira de ser sempre foi falsa para comigo, ainda que te lamentasses constantemente pelo teu pessimismo.
A tua consciência sempre foi um interesse por sentimentos intuitivos e construção de sentimentos de carneiro mal morto.
Esse choro não serve para nada, apenas para enganar e para que tenham pena de ti. Coitado de quem espera afecto de quem é ingrato, de quem liga só por interesse, prometendo o que nunca cumpre.
Não te prometo nada, dispenso o teu olhar porque é falso, não que esteja a falar mal, apenas a desabafar. Muitos são os meus desabafos, pela geometria das palavras, sem que precise dos teus abraços porque são falsos e muitas vezes penso na morte como o único consolo, o real de tudo o que é pelo seu fim último.
Dou comigo a valorizar o que não presta, agora sinto que me enganei, sinto que o tempo transformou as situações e as histórias da vida são gigantescas emoções. Histórias… algumas sem significado face à luz de todos os instantes.
Vim ao café, o cenário do costume, copos e tabaco, aquelas conversas da treta, triviais, coscuvilhice, as tias ali, acolá… tudo isso nada me diz, apenas me enoja. Apenas sinto saudade, essa irremediável, pela exclusão das partes da validade.
Porto, 17.12.2006 – 23:52h
Samuel, o Ventoso
domingo, 17 de dezembro de 2006
SITUAÇÕES QUE SURGEM

Tal qual o que por aqui encontrei... gente com uma cara assim parecida com este Pai Natal que se me apresenta ao olhar. O parque de estacionamento cheio, quase não se podia circular. Enfim, não fosse isto tempo de Natal, melhor, tempo de materialismo. O segurança, espantado a olhar, as pessoas numa confusão e ele ali especado sem saber o que fazer a tentar justificar com mecanismos de defesa do ego, acabando por se irritar. Nem te conto nem te digo... com cada figura que vi que até assusta. Melhores figuras ainda se fazem passar por estes lados e por outros, claro. Eu sempre a andar, sempre... depois escrever um pedaço enquanto tomava café. Almoçar, por acaso fui bem servido e nada de confusões. O cafezinho e a guerra dos lugares como sempre. É difícil encontrar uma mesa, tudo ocupado enquanto estão na fila, só que os que já estão à frente e com o tabuleiro nas mãos têm prioridade penso eu... e depois como é? Os outros é que estão a ocupar o lugar a que não têm direito querendo fazer valer esse direito? Está mal! Quem está à frente com o tabuleiro nas mãos com a refeição tem o direito a ter essa mesa que está ocupada pelos acompanhantes desse que está na fila e que está atrás. Enfim... uns murros no focinho e talvez aprendam. Coloque-se esse no lugar dos outros que tem de imediato a resposta!
Por aqui só se vê situações destas. Mas e onde andam os meus amigos? Desaparecidos, enfim, compreendo. Alguns convido para tomar um café mas nunca têm tempo, melhor, só têm tempo para o que querem, para o que lhes convém. É assim a sua forma de procedimento, já conheço disto há muito tempo. Sinceramente, melhor é não convidar mais. As desculpas fabricam-se para o que convém.
Entendo que se não gostasse deles nem perguntava, certamente não será a posição de alguns. Chega de espíritos maquiavélicos e bodes expiatórios... Vamos aprendendo com as situações que vão surgindo no decurso da vida, as simples do dia a dia. Destas coisas até se escrevem poemas e textos de enfeitar... Também gosto de estar só e nada espero de ninguém, isto para depois não sofrer desilusões. Já tive tantas, certamente tu também!
Mas, enfim... agora vou movimentar-me mais um pedaço de depois vou para casa. Logo falamos quando for possível, se for possível, alguns nem estão afim.
Grande Porto(Parque Nascente), 17 de Dezembro de 2006 - 16:33h
Samuel, o Ventoso
sábado, 16 de dezembro de 2006
MOMENTOS DO TEU NOME
Nas palavras encetadas do encontro perfeito, celebrei uma vez mais a perfeição, recortando da memória as cinzas do passado! Recortando sim, porque todo o resto é por breve passagem... Aquela fogueira foi elevada, a mesa coberta de presentes, tu foste o maior, tomaste todo o meu ser e nele hoje outras coisas pude ver! Fogo excelente depois do momento da breve noite, depois de ter ido passear e olhar-te profundamente, depois de ter tocado os livros da montra, de me ter enchido das tuas palavras, uma a uma... Confesso que são belas, bonitas, depois de te ter dito aquilo, tão docente! Fizeste a leitura, bebeste do meu ser, tornaste a ler-me e a adormecer. Palavras que encheram o meu coração, em profundidade, com o rigor, a amizade e aquele vendaval da saudade esfoliado ao acaso. Isso e tanto mais. Por vezes mudas e mudas assim repentinamente que me fazes pensar, deixas-me fora de mim, sem palavras e sem saber como agir. Sempre fazes desde aquele dia, desde aquele olhar, desde aquela atitude... desde tudo aquilo que não tem nome. O nada de um duplo nada, apenas para me arreliar. Seja como for, apenas tem o teu nome... espero que tenhas entendido a minha mensagem. Sim, porque a outra que te enviei não teve resposta, é por isso que ainda que possa acreditar em ti, fico com um pé atrás e outro à frente e sem vontade para lutar por o que me apresentas. Apenas fico quieto no tempo, esperando e desesperando. Nada tens de diferente, eu é que quis ver o que na realidade não existia. Bem... o tempo ensinará com o seu método. Agora pensa pela tua cabeça, faz um exame de consciência, acaso tenhas, porque em abono da verdade nunca tens.Porto, 16 de Dezembro de 2006 - 23:58h
Samuel, o Ventoso
IMPLICÂNCIA GRATUÍTA
Dor sem nome
Morte que assusta
Gritos...!
Alguém que mata
Violência absoluta
Destino sem nome
Caminhada...
Ruptura do silêncio
Ditadura sem rosto.
Desta e de outra maneira
Esta forma de sentir...
Este gostar que detesto
Isto mesmo quando não presto
Porque apenas detesto.
Detesto gostar de ti
Saber-te desse modo
Detesto a tua aproximação
Detesto chamar-te à atenção
Detesto essa forma cínica
Detesto-me porque te conheci.
Chama-lhe nomes... todos
Anexa-lhe a vontade imprópria,
Todos os tramas da existência
Elimina-me do teu mundo...!
Apenas quero dormir eternamente.
É impróprio todo o meu ser
O carinho que por ti senti,
A morte das palavras, dos sonhos
Esta mistura inicial...
Abismo da extensão
Devastador sentimento do amor.
Raiva de toda a focagem...
Chama-lhe pessimismo,
Tudo o que entenderes
Isso que não posso entender!
É apenas espera
Tristeza por existir e sentir,
Este pedregulho que me entope.
Representação inquieta do olhar,
Medida desmedida...
Apenas este choro, sem voto
Na plenitude do silêncio.
Sou alguém impróprio para ti,
Tu matas todo o meu ser...
Pelo que dizes e ocultas!
Apenas lamento sentir isto,
Antes fosse eu a morte...
E o silêncio era a minha voz...
O todo de toda a felicidade sentida
Dentro de mim... dentro de nós.
Grande Porto, 16 de Dezembro de 2006 - 19:50h
Escrito no Parque Nascente - 3º piso
Samuel, o Ventoso
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
HORAS SEM NOME
Horas sem nome, com nome ou sem nome... é no nome em que me encontro para te dizer o que ainda não disse, porque não tinha o respectivo nome e a rua dos nomes foi desviada, levada para outro local, por alguém que quis roubar o impulso vital, o que não era permitido pelos deuses. Aconteceu!... Acontecem muitas situações logo ao passar na outra rua.
A vida é mesmo assim, uma estranheza constante... em que por vezes alguém desvia o que não é seu, apenas por gozo interior, o gozo que não entendo. Esse gozo por vezes é tomado pelo uso da má língua, deformando a verdadeira realidade. Roubas tudo e no tempo continuas sem nada... eu, continuo no tempo para ficar a teu lado, sem lado algum, agora sem nome, mas entre as fronteiras, anotando horas sem nome.
Tal como te disse naquele dia, o novo caminho faz-se caminhando, mudando as cores, desbravando sentidos fechados, fechando outros que não interessam... faz-se com empenho aquilo para o qual se tende, ainda que alguns se aproveitem nos nomes sem nome, como foi o caso da "Rua dos Nomes"! Sim, foi logo a seguir ao seu cancelamento. Este é o novo restauro em epígrafe! Agora, são horas sem nome, talvez mergulhado no verdadeiro silêncio inquietante, aquele que faz pensar, pelo qual se escreve, pelo qual a vida toma outro sentido entre tantos sentidos ao acaso. Horas sem nome entre a fronteira do desconhecido para conheceres algo mais profundo, o que guardo para ti... ainda que o silêncio tome o teu percurso.
Porto, 15 de Dezembro de 2006 - 19:31h
Samuel, o Ventoso
A vida é mesmo assim, uma estranheza constante... em que por vezes alguém desvia o que não é seu, apenas por gozo interior, o gozo que não entendo. Esse gozo por vezes é tomado pelo uso da má língua, deformando a verdadeira realidade. Roubas tudo e no tempo continuas sem nada... eu, continuo no tempo para ficar a teu lado, sem lado algum, agora sem nome, mas entre as fronteiras, anotando horas sem nome.
Tal como te disse naquele dia, o novo caminho faz-se caminhando, mudando as cores, desbravando sentidos fechados, fechando outros que não interessam... faz-se com empenho aquilo para o qual se tende, ainda que alguns se aproveitem nos nomes sem nome, como foi o caso da "Rua dos Nomes"! Sim, foi logo a seguir ao seu cancelamento. Este é o novo restauro em epígrafe! Agora, são horas sem nome, talvez mergulhado no verdadeiro silêncio inquietante, aquele que faz pensar, pelo qual se escreve, pelo qual a vida toma outro sentido entre tantos sentidos ao acaso. Horas sem nome entre a fronteira do desconhecido para conheceres algo mais profundo, o que guardo para ti... ainda que o silêncio tome o teu percurso.
Porto, 15 de Dezembro de 2006 - 19:31h
Samuel, o Ventoso
domingo, 10 de dezembro de 2006
INTENSIDADE DA EXISTÊNCIA

Dentro de mim, aquela luz, aquele sorriso… a autoridade da existência. Esta é a minha realidade psicológica, tomada à luz dos limites do meu pensamento. Tomo-me nesta convergência quase inacabada, por vezes esquecida, mas feita de conceitos. Deixo-me contaminar por uma outra iluminação… pela descoberta, pela meditação e hoje a minha mente manteve-se fiel a mim, colocando de lado o absolutamente inútil.
Estou tranquilo e silencioso e entendo o desnecessário como lixo…
Desabrocha naquele horizonte algo que me preenche, algo que me acolhe, algo mais forte do que tudo o que antes houvera pensado, algo que me faz sentir bem… sem que precise pensar no lixo! Dentro de mim ergue-se um outro mundo, onde o desafio é a prova de mim mesmo, por uma superação de ordem maior… As coisas menores não me edificam em nada e mendigar caridade é descer a um nível bastante baixo. Isso não. A descoberta da vida é em mim e não no outro… cada um faz as suas escolhas e o caminho é sempre em frente. Este é o meu processo de pensar porque com os condicionalismo não vou a lado nenhum e pensar exageradamente neles ainda me rouba mais a liberdade. Continuo de mente livre, desentupida, lançada na serenidade da matéria. Não preciso dessas coisas nem de te dizer mais nada, tu apenas procede como entenderes, se és meu amigo, não preciso chamar-te à atenção para nada; sabes bem como sou e lembras sempre de mim. Nada de sentimentalismos, nada de constrangimentos, apenas realismo… a vida é mesmo uma breve realidade na praça pública. Neste meu espaço celebro o meu silêncio, sem mais preocupações, sem mais pitada de dor, apenas intensidade de existência e sabor.
Porto, 10 de Dezembro de 2006 – 23:08h
Samuel Bastos Ventoso
GOTA DE SAUDADE E DOR

Uma gota, uma saudade
Uma verdade sem nome...
Uma gota que caiu sobre mim,
Neste chão, com o sangue da alma.
De uma só vez, em duas vezes,
O nada que solidificou...
Deixou a ausência de tudo
Aquilo cujo entendimento escapa.
Meus braços, partes de mim,
Envolvem o labirinto...
Das coisas todas de ausência
Aos pontos que não consigo focar...
Este mundo estranho, oculto
Isso onde mergulhas, onde resides
Talvez o teu nada, essa dor
A dor que se transforma...
Numa rosa caida, na terra do amor.
Porto, 10 de Dezembro de 2006 - 08:02h
Samuel, o Ventoso
P.S. Com interesse por este espaço oculto . Hoje um pedaço cansado por este tempo, por esta quadra de natal, pelas montras, pelas músicas e por todas as fachadas que observo do decurso destes tempos. Confesso que tudo isto repugna-me, transportando-me para outros horizontes, desenquadrados de toda esta estrutura. Estes muros festivos, materialistas, destituído dos bons princípios são apenas barrocas tradições que tentam misturar a verdade e a mentira, aproveitando as boas intenções e os corações amolecidos para assim, explorar o zé povinho; este que anda sempre pronto para os festejos da rua e da filosofia da treta, os tais ditos modelos arcaicos. Olho a tudo isto e vejo que não possuo indentificação com tais situações, mas infelizmente estou numa sociedade que não escolhi... e fica mal algumas coisas... não tenho culpa de ser assim. Sou o que sou não sendo o que sou! Depois falamos, quando houver oportunidade e se esta possuir enquadramento possível. Nada de conclusões precipitadas...
sábado, 9 de dezembro de 2006
IMOBILIDADE DE IMAGEM

A memória parece-me mais sólida quando as imagens pulsam, quando a sensibilidade toca a melodia desfragmentada, por vezes em volume elevado. Elevo a música para esquecer a vida e o desconcerto. Lembro a última carta que me enviaste, não vi nela nenhum brilho, nem razão de ser, apenas letras ao acaso, cheias de autoritarismo... mas isso é comum em ti. Não tenho dúvidas disso! Inventas desculpas para o corpo e colocas-me onde eu não existo, queres que assim seja, queres que seja aquilo que não sou. Lamento muitas vezes e fecho-me no meu espaço privado e não te digo mais nada. Não inventes mais por favor, pensa pela tua cabeça e deixa-te de palermices...
Olho as tuas imagens, é linda essa imagem que colocaste no telemóvel, não tenho palavras e as lágrimas que por vezes derramas, também me surgem... têm uma função específica como tudo na vida, limpam a vista e apaziguam o coração. A tua escrita também... temos isso em comum, contorna-nos o coração. Hoje sinto um misto de tristeza e nem me apetece sair de casa, nem proferir uma palavra daquelas, apenas fico comigo, só, como se nada mais no mundo existisse.
Palavras e lágrimas, esta dualidade, isto que aos poucos se derrama, por aqui, por ali e de muitas formas e por vezes não servem para nada, quando na maioria das vezes retemperam o ego. Estou sozinho, metido no meu mundo, fechado nesta casa, no meu quatro, apenas com o meu computador, os livros, nada mais. A música ouve-se ao fundo e o aquecimento está ligado. O telemóvel toca, não vou atender, mas o vazio continua a ser mais intenso... tal qual ontem à noite naquela conversa que tivemos no parque nascente, sim, enquanto tomávamos café. Fizeste-me pensar... fiquei com medo. Não sei o que fazer, mas é uma realidade. Tu tens outras capacidades que eu não tenho, por isso, certamente serei um anormal. Não era capaz de proceder desse modo e muitos fazem o que tu fazes. Não terei eu direito à vida? Interrogo-me todos os dias.
Sim, estou sozinho e nada espero, de ti muito menos, já vi o tipo de pessoa que és e com essa esquisitice não irás a lado nenhum comigo!
Lanço as palavras, grito e ainda profiro uma última palavra como se fosse a salvação da minha vida, mas tudo me parece cada vez mais vazio... são os olhares, os amores sem amor! Melhor será afastar-me para não incomodar ou sentir-me a mais. Vazios intempestivos tomam-me para uma tempestade maior! Olhares, e formas da vida como te disse, com o pulsar do coração, o meu despedaçado, sem mais concerto... estas são palavras e todas as outras palavras parecem-me não servirem para nada. E tu para que serves? E tu que dizes de tudo isto? Não dizes nada! Tudo o que digas não serve para nada, porque apenas desacreditei em tudo, em ti também. A possibilidade fechou e nada espero de ninguém. Continuas a escrever, tal como eu... escreves... enfim... Escreve porque serve de terapia. Escreve... farei o mesmo porque não tenho mais palavras para usar enquanto o meu corpo não explode.
A temperatura baixou, incapacita a produção da adrenalina nas minhas veias. A roupa não me permite muitos movimentos e o horizonte é uma linha de sonhos vazios que encerra o meu sorriso. Assim passa a vida, onde de tudo o que resta são poeiras, sem que a razão sirva para alguma coisa e o jogo é sempre o da verdade e da mentira, num recado sem conteúdo, impróprio, como a maioria das pessoas, apenas imobilidade de de situação imagética.
Porto, 09 de Dezembro de 2006 - 17:23h
Samuel, o Ventoso
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
NAVEGAÇÃO NOCTURNA

Navegação, sim, um pedaço de navegação e desta vez nocturna, por caminhos sem destino, alguns sem nome ou até mesmo impróprios. Ontem andei por aqui, agora por outros lados, apesar do temporal que se fez sentir hoje. Água por todo o lado… apanhei uma chuvada que fiquei que nem um pintainho… também tem de lavar a pena!
Um lugar por definir, uma passagem sem passar e a pensar e tanto mais fico eu que nem posso precisar o nome correcto.
Um dia praticamente em casa, a ver a chuva lá fora e a ouvir o som da mesma em cima do tecto. O vento não deixou de soprar… Interessante, só não gostei do cão da vizinha, lá fora a uivar, no seu desespero à chuva… aquela música já aborrece, confesso. Depois passei imenso tempo na Net, navegando, teclando e outras coisas mais. Fiz imenso, apesar de algumas situações terem passado ao lado. Claro sempre com música e o aquecimento ligado foi bem melhor. Enfim... coisas, situações e mais outras situações seguidas de momentos sem palavras à espera que o telemóvel tocasse. As horas correram em demasia e fui para o carro, melhor, para a banheira, sim, já esquecia é que levei a filosofia de banheiro comigo, é um livro muito agradável mas detestável para os alunos… tudo parece que virou piscina dentro do meu carro. Enfim, não entendo que serviço fazem alguns mecânicos quando dizem que resolvem o problema e ainda por cima se paga para isso. Ou fica bem ou melhor não mexer!
Situações e navegações por mares de carros tornados piscina ambulante, com a tal dita filosofia de banheiro! A peça estragou muito rápido, sim rápido demais ou na volta foi colocada uma velha, dita e tomada esta por nova, claro que eu não vou lá ver se é velha ou nova… mais uma cena aborrecida, mas tudo se resolve e agora com muita água até acalma os incêndios todos!.
Situações que por vezes são aborrecidas…
Destas e de outras estou mesmo farto e nem os mecanismos do ego funcionam... claro tem sempre um para resolver o problema, é quando menos se espera que ele actua! Não tenho assunto para de viva voz colocar-me na tanga, já aborrece aquela música e claro, vou para a navegação nocturna e responder a provocações não é comigo, tenho mais que fazer. Pois que pense cada qual o que bem entenda e tire o proveito do lixo mental que produzir… sei como isso é… navegação nocturna.
Grande Porto (Parque Nascente), 07 de Dezembro de 2006 - 22:18h
Samuel, o Ventoso
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
PERANTE A NOITE QUE SE SERVE

Parado perante os escritos, perante a noite, apenas observando e escrevendo. Apenas isso porque o resto nada serve colocar para fora e ligar para quem quer que seja, pouco adianta, as desculpas e os pretextos são aos montes e pouco me agradam. Nada mais serve para nada quando as vontades não ajudam ou apenas servem para o que não interessa. Agora diz que é mentira... já percebi o filme todo.
Na rua de nomes, mas sem o nome, sem aquilo que ficou lá! Pois... é tarde, já muito tarde e ainda sem sono. Depois das conversas fiquei assim e precisava dizer aquilo que não vou dizer. Sim, não digo... terei de reconduzir para outro espaço. É verdade! É mesmo assim... entendi hoje que é mesmo assim. É bom dizer aquilo que desejam que se diga e não dizer a outra coisa. Mesmo assim, e desta maneira... vou para outro lado então e dar uma volta de carro pela noite para ver as estrelas, mesmo entre a chuva e as outras situações.
A rua está cheia de água e as pessoas acolheram todas em casa e eu estou fora de prazo de validade. É um facto... melhor não dizer mais nada porque se o disser a chuva começa a cair torrencialente. Já percebi que é mesmo assim. Não vou dizer mais nada nem pedir o quer que seja, nem pedir para ires tomar café comigo. Não estou para mais essas atitudes insensíveis... pois pessoas dessa forma não faltam, é o que mais existe com fartura.
Porto, 06 de Dezembro de 2006 - 02:34h
Samuel, o Ventoso
domingo, 3 de dezembro de 2006
NA CHAMA DAS PALAVRAS

Quero deixar-te uma mensagem, mas todas as palavras escapam ao meu sentimento, apenas ouço a música que me enche os poros, elevando-me a uma instância superior. Talvez por estarmos na quadra natalícia, por estar distante dos meus novos amigos e por ver que afinal algum esforço empregue não colhe! Não tem nome tudo isto, apenas está na minha rua uma marca. Além mais adiante pulsa uma deusa ou um deus mirando o meu olhar, o meu corpo e os modos como actuo.
Venho da rua, da cidade, sim, da capital. Estes dias andei por cá, corri, fui às compras, produzi-me por momentos, decorei a alma e ainda fiquei mais elevado, vi novas realidades e a realidade apenas é uma. Sou eu igual a mim mesmo, digam o que disserem e aprendi nesta pequena meditação que o mais importante reside em mim, apenas tenho de saber fazer a gestão das minhas emoções, são elas que dirigem todo o meu ser na relação com os outros, sim, aqui na minha rua, independentemente do estado que me possa encontrar, com ou sem roupa.
Quero dizer-te que cheguei entre as folhas e as luzes, entre as palavras e os sons e tu preencheste a minha alma por momentos, mas confesso que apenas foi um sonho… nada mais do que isso. Amanhã estou de volta ao Porto, levo pedaços destas zonas, sabores e fotos… levo tudo e não levo nada!
Bem, arrumações, papéis no sitio, livros na mochila, computador na pasta, e tudo pronto para a caminhada… já esquecia, levar um cd’s para ouvir pelo caminho no carro. Sabe bem uma boa música e não espero ir de prego o fundo, apesar de ter um pé muito pesado… sim, conduzir é algo que me agrada bastante.
Toda a minha alegria é a alegria de estar em vida, tendo à minha beira pessoas de que gosto e que gostam de mim. Obrigado pelas vossas palavras… merecem algo mais do que se possa dizer. Assim, na companhia agradável, o Natal, certamente fará sentido e o sentido tomou a grande realidade da vida… o viver com gosto, ainda que surjam por vezes situações enjoativas. Bem, o jantar está à minha espera… mais um post, mais umas palavras para ti! Mais e mais e agora vou para os teclados passar os dedos pelas teclas e produzir uns sons que te dedico. Feliz Natal é sempre que se entenda… Muita paz e até depois…
Lisboa, 03 de Dezembro de 2006 – 18:52h
Samuel o Ventoso
sábado, 2 de dezembro de 2006
NAVEGANDO NO TEU SILÊNCIO
As tuas palavras tocam-me, estão cheias de conteúdo significativo, belo... algo que de tão belo se desfaz e perde-se no nada, restando a saudade. Saudade de memórias de cemitério, a um mundo abandonado… cancelado!
O que resta de tudo isto amigo? Como entendo as tuas palavras e tomo em mim esse teu sentir, sustentado por um aqui e agora muito forte. Outros surgirão sem que entendas, num dia que menos esperas.
Tu tens um mundo muito grande dentro de ti e bastante bonito, reúnes em ti capacidades maravilhosas.
Leio-te imensas vezes, percorro de fio a pavio essas letras e entendo o que sentes… só que a vida é algo mais do que tudo isso, algo que ultrapassa fronteiras. É necessário por vezes pensar o que é melhor para nós, só que os sentimentos por vezes não nos possibilitam ver isso acontecer… E todo esse pensamento toma conta de nós, fazendo crer que isso é mesmo o mais importante de tudo o que existe.
Agora vou navegar no silêncio das tuas palavras.
01 de Dezembro de 2006 - 23:54h
Samuel, o Ventoso
O que resta de tudo isto amigo? Como entendo as tuas palavras e tomo em mim esse teu sentir, sustentado por um aqui e agora muito forte. Outros surgirão sem que entendas, num dia que menos esperas.
Tu tens um mundo muito grande dentro de ti e bastante bonito, reúnes em ti capacidades maravilhosas.
Leio-te imensas vezes, percorro de fio a pavio essas letras e entendo o que sentes… só que a vida é algo mais do que tudo isso, algo que ultrapassa fronteiras. É necessário por vezes pensar o que é melhor para nós, só que os sentimentos por vezes não nos possibilitam ver isso acontecer… E todo esse pensamento toma conta de nós, fazendo crer que isso é mesmo o mais importante de tudo o que existe.
Agora vou navegar no silêncio das tuas palavras.
01 de Dezembro de 2006 - 23:54h
Samuel, o Ventoso
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
À PORTAS DO NATAL...

Finalmente! Problema resolvido... sistema desbloqueado e tudo a funcionar. Às portas do Natal, levando uma mensagem, a minha mensagem para ti é especial, entendo que cada um pense por si, olhe em seu torno, ali mesmo à beirinha e reflicta, no significado da quadra que atravessamos e no porquê de tudo o que estamos a ver. Ver com olhos de ver e não repetir tudo aquilo que toda a gente repete, com valores destituídos de sentido, vazios... onde a fé se apresenta como um modo de vida, para dar sentido ao sentido que não se tem. Isto é que é o problema, arranjar um pretexto para fazer valer aquilo de que não tem sentido... explicando (tentando convencer) o que não tem explicação. Depois... missa, rituais e as prendas todas... é o jogo da tradição. Fala-se do amor e do amor não se sabe, continua-se a matar por amor a Deus... e então? É Natal?! Familia, amigos e tudo à volta da árvore de Natal. A música é sempre a mesma, a da tradição... tudo é sempre o mesmo. E todos os anos esquece-se do significado da vida e continua-se a matar. Então? Ainda é Natal? Mas onde é Natal? E qual o significado do Natal para os pobres, os sem-abrigo? Aqueles todos que gemem de frio, nas noites que correm? Como é? O que se faz? Nada, ou muito pouco... vive-se em função de interesses, depois continua a dizer-se que é Natal. Já estou a ver o filme... prefiro ir para outra sala!!!
Já me sinto cansado de tanto ouvir as mesmas músicas, os mesmos filmes, os mesmos rituais... e para que serve tudo isto? Melhor é estar com quem realmente gosto e sem hipocrisias. Mas alguns que se dizem amigos, depois parece que afinal, não eram, ou não era bem assim. Parece que temos que estar todos prontos para agradar, mas é um agradar por repetição! Nesta quadra dá-se lugar ao materialismo, os ditos comércios de shopping! Boa?
Bem... aos meus amigos, desde que estejam comigo, será sempre Natal. Aquele abraço efusivo com carinho, aos que estão comigo e comungam do meu sentimento. Talvez assim seja Natal.
Lisboa, 30 de Novembro de 2006 - 02:13h
Samuel, o Ventoso
quarta-feira, 29 de novembro de 2006
SISTEMA PESADO
O sistema encontra-se instável, muito lento, demasiadamente lento para o meu agrado. Preciso resolver o problema e as acções executadas não correspondem, não reagem. Tudo é muito moroso, parecendo causar-me uma pequena tensão. A falta de paciência oprime! O sistema torna a bloquear, conflito seguido de conflito, tudo pára, nada evolui, como se eu tivesse dado instruções para tudo parar. Os nervos estão à flor da pele, quase dou um murro no computador… escrevo para aliviar a tensão e o problema não se resolve. Formatar o disco seria o mais indicado, só que neste momento não tenho condições para tal e além do mais, encontro-me em viagem, ainda a meio do caminho. O frio torna-se calor! A esferográfica deixa de escrever, entretanto tenho de colocar a senha no sistema, a bateria fica descarregada e a grande marca é apenas um nome. Uma rua de nomes… Ainda falta aquele click, aquele, sim aquele especial. Lisboa está a meio caminho, a página não abre! O sistema continua ocupado, deve de se estar a masturbar!!! Nada abre, nada encerra, apenas sei que algo não funciona. Brevemente tudo se desliga porque a bateria está muito fraca. O sinal das ligações nem aparece, nada responde, o computador parece ser da idade da pedra! Este é o cúmulo da situação, mesmo absurda… bem, melhor é ir para casa e depois lá, certamente pensarei qual o procedimento mais adequado para resolver o assunto. É necessário pensar as situações. Estou cansado, bem um restauro poderá resolver o problema e desinstalar as aplicações que não uso. Algumas situações não estão definidas e os esquemas parecem-me viciados! Que trabalheira me espera… preciso descansar, isso também é importante; muitas tarefas me esperam e certamente vou conseguir resolver o problema.
O almoço chama-me, depois nas calmas, o restante logo se vê. Por aqui, por ali, bem, o carro hoje já atingiu os 170km/h. Sempre a abrir. Ali naquela mesa alguém fuma, entendo que para mim esse fumar nada me diz, mas para a pessoa em causa, é a melhor coisa que existe, quero contudo não a incomodar, deixar que aproveite bem o fumo, se for necessário fecho a porta para aproveitar melhor ainda o fumo. Gosto muito que os fumadores fumem bastante, é necessário vender tabaco, ganhar e a minha prima precisa também vender medicamentos. He h eh eh
Bem… isto está lindo. Já esquecia, quero enviar um abraço muito grande para os meus muito estimados amigos, o Boyzito e o Desabafos. São pessoas altamente fixes, ontem jantámos todos no Parque Nascente. Sim, o Boyzito assistiu à lentidão do meu portátil. Mas como disse, vou resolver o problema, claro quando chegar a Lisboa. Bem, abraços e beijinhos para vocês que têm estado comigo.
Pombal, 20 de Novembro de 2006 – 11:40h
Samuel, o Ventoso
O almoço chama-me, depois nas calmas, o restante logo se vê. Por aqui, por ali, bem, o carro hoje já atingiu os 170km/h. Sempre a abrir. Ali naquela mesa alguém fuma, entendo que para mim esse fumar nada me diz, mas para a pessoa em causa, é a melhor coisa que existe, quero contudo não a incomodar, deixar que aproveite bem o fumo, se for necessário fecho a porta para aproveitar melhor ainda o fumo. Gosto muito que os fumadores fumem bastante, é necessário vender tabaco, ganhar e a minha prima precisa também vender medicamentos. He h eh eh
Bem… isto está lindo. Já esquecia, quero enviar um abraço muito grande para os meus muito estimados amigos, o Boyzito e o Desabafos. São pessoas altamente fixes, ontem jantámos todos no Parque Nascente. Sim, o Boyzito assistiu à lentidão do meu portátil. Mas como disse, vou resolver o problema, claro quando chegar a Lisboa. Bem, abraços e beijinhos para vocês que têm estado comigo.
Pombal, 20 de Novembro de 2006 – 11:40h
Samuel, o Ventoso
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
ESPAÇO ACOLHEDOR
O meu espaço sem lugar…
O lugar que se escondeu,
Foi quando ia a passar
Que a luz apareceu…
Foi assim desta maneira
Não entendo a canseira
A noite derradeira…
O luar alçado ao infinito!
Entre milhares de folhas
Ergo o meu grito neste escrito
Expelindo mil bolhas.
Amarrotado agonizo o frio
Ilusão que se vai repetindo
Floreios que vou cavando…
Nesta minha sensibilidade
Passagem crepitante…
É meu este semblante
A foz que me transporta
Ao amor circundante…
Ao vazio que não importa.
Dentro de mim sinto essa dor
Imparável sentimento agitador…
Beleza que guarda a plenitude
Cântico mágico em alaúde…
É meu este espaço, acolhedor.
Porto, 22 de Novembro de 2006 – 19:24h´
Samuel, o Ventoso
O lugar que se escondeu,
Foi quando ia a passar
Que a luz apareceu…
Foi assim desta maneira
Não entendo a canseira
A noite derradeira…
O luar alçado ao infinito!
Entre milhares de folhas
Ergo o meu grito neste escrito
Expelindo mil bolhas.
Amarrotado agonizo o frio
Ilusão que se vai repetindo
Floreios que vou cavando…
Nesta minha sensibilidade
Passagem crepitante…
É meu este semblante
A foz que me transporta
Ao amor circundante…
Ao vazio que não importa.
Dentro de mim sinto essa dor
Imparável sentimento agitador…
Beleza que guarda a plenitude
Cântico mágico em alaúde…
É meu este espaço, acolhedor.
Porto, 22 de Novembro de 2006 – 19:24h´
Samuel, o Ventoso
terça-feira, 21 de novembro de 2006
NO TEMPO SEM NOME

O cérebro parece-me um escravo do tempo, mais um pouco e tenho que estar na aula... A base de dados da minha memória é gigantesca e a realidade é tangível e o espaço que percorro sustenta alguma promiscuidade, não esquecendo que na rua encontram-se demasiadas situações e algumas bastante duvidosas. A gestão é feita na base de dados, na mente, onde se identificam situações, para que a seguir a comunicação se estabeleça do modo mais correcto! Fui ao meu castelo, olhei aspirei tocar o céu e o mundo espiritual mas vi que o universal não tinha centro, tudo apenas residia dentro de mim, a maneira como penso e sinto. Acordei uma vez mais do sono dogmático e vi que o mundo falava à minha volta e toda a história contava uma situação.
Os valores movem, são pólos de vida ou de morte esquecendo as referências, eu apenas te dou a palavra para que a interiorizes, se quiseres. Vibro nesta minha nova dimensão depois da tarde da angústia e da solidão de ontem. Não me interessa de mais nada, sou o que sou e na matéria tudo é dual.
Experiências com o magnífico, com a consciência e com o alargamento da linguagem. A mente debate e a minha alma conversa... o que sobra é a sensibilidade, a pureza do propósito de estar aqui. Este é o tempo sem nome onde a matéria toma expressão no domínio do ego a um elemento mais equilibrado.
Porto, 21 de Novembro de 2006 - 10:58h
Samuel, o Ventoso
P.S. Ofereço para que ouças em: http://song2play.com/play/song_266238.asx - Sei que já conheces, mas é lindo!
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
PENSAMENTO OU PENSAMENTOS
"O pensamento é uma qualidade própria da alma, que a si mesma se multiplica" - Heraclito
Dedico-te esta citação e pensa o que quiseres, és livre de pensar, tal como de tomares as atitudes que entenderes, os actos serão teus e por tais mostrarás o que és. Aliás, eu já vi o que és, sim, já e não tenho dúvidas. Vejo muito mais do que pensas ainda que o teu pensar se multiplique, doseado por alguma arrogância.
Serve isso para alguma coisa? Entende então para que serve. Boa? Fica bem... adeus e até sempre...!
O tempo passa, continuo a escrever e pensei num blog quase erótico, só isso me poderia fazer pensar de outro modo! Talvez uma crítica seguida de outra crítica ou algo mais onde pudesse descarregar toda a minha raiva... ela também vai acumulando aos poucos, mesmo nestes estados de solidão... faz parte de mim, mas confesso-te, que é quando me apetece escrever mais. O dia chegará certamente ao fim e muita coisa acontecerá! Pensamento ou pensamentos que se desvelarão.
Porto, 20 de Novembro de 2006 - 12:08h
P.S. - A todos os que se lembraram ontem de mim, o meu muito obrigado. Certamente estão no meu coração. Abraços
Samuel, o Ventoso
Dedico-te esta citação e pensa o que quiseres, és livre de pensar, tal como de tomares as atitudes que entenderes, os actos serão teus e por tais mostrarás o que és. Aliás, eu já vi o que és, sim, já e não tenho dúvidas. Vejo muito mais do que pensas ainda que o teu pensar se multiplique, doseado por alguma arrogância.
Serve isso para alguma coisa? Entende então para que serve. Boa? Fica bem... adeus e até sempre...!
O tempo passa, continuo a escrever e pensei num blog quase erótico, só isso me poderia fazer pensar de outro modo! Talvez uma crítica seguida de outra crítica ou algo mais onde pudesse descarregar toda a minha raiva... ela também vai acumulando aos poucos, mesmo nestes estados de solidão... faz parte de mim, mas confesso-te, que é quando me apetece escrever mais. O dia chegará certamente ao fim e muita coisa acontecerá! Pensamento ou pensamentos que se desvelarão.
Porto, 20 de Novembro de 2006 - 12:08h
P.S. - A todos os que se lembraram ontem de mim, o meu muito obrigado. Certamente estão no meu coração. Abraços
Samuel, o Ventoso
domingo, 19 de novembro de 2006
UM PASSO DE CADA VEZ... PASSOS
Uma noite em cheio... nada faltou. Amei. Bem, começar a descrever a festa do dia 18 de Novembro, confesso que até me faltam as palavras. Tudo estava tão bem preparado e a harmonia entre os amigos na casa do Boyzito e do Desabafos, conta com o máximo de estrelas. São pessoas espectaculares, tanto um como o outro, claro para não esquecer dos outros amigos, o Gaybriel, o Regressa a mi e o Lover. Magnífico!
Toque a toque e assim a noite uma vez mais deu sentido à cidade do Porto. Sessões de fotografia para mais tarde recordar, e gestos efusivos de amizade. Boyzito, o teu jantar estava perfeito, confesso que tens mesmo jeito para aquelas coisas e ninguém que se ouse a falar mal de ti e se tiver dúvidas, é provar. Cem por cento aprovado.
Após o jantar andámos pelas artérias da invicta, quase numa sessão fotográfica, ai, desculpa que a cabine telefónica quase partitu eh eh eh eh... tudo muito animado.
Deixo aqui neste post o meu grande abraço a todos estes meus amigos que muito gosto e estimo. Ao Boyzito, obrigado pela referência e por não te teres esquecido e estares atento aos pormenores.
A vida é mesmo assim... não tenho planos nenhuns para amanhã, também não vou fazer nada de especial e como tenho o carro na oficina, já não vou a Braga, tal como tinha pensado. Fico triste, mas não faz mal, provavelmente irei dar umas voltas sem destino aqui no Porto e escrever um pedaço, também me faz bem, serão momentos de reflexão. E assim o tempo passa! Será que no próximo ano estou por aqui? Vamos ver!
Aconteceram tantas coisas que o meu estado emocional atingiu alguns picos em determinados momentos, provavelmente não notaste, mas entendo que tenhas olhado ao post anterior e percebido alguma coisa. Só se fica perturbado quando quem valorizamos prega-nos uma partida ou binca de um modo muito baixo, jogando com os sentimentos. Entendo que saibas de quem estou a falar. Enfim, logo nem sei como vai ser... disse que me ia telefonar e até se coloca a possibilidade de estar no Porto! Não acredito que venha, mas se vier, até me dá uma coisa que nem terá nome, ainda por cima na Rua dos Nomes. Olha, quem fica sem nome sou eu.
Depois nada de preocupações com o Samuel, sim, porque ele já anda mesmo ventoso, mesmo tempestusoso, claro, o dia está com chuva.
Bem, vou dormir um pedaço porque não me apetece fazer nem mais um pedaço. Abraços e beijos para todos os meus amigos de que muito estimo e me fazem sentir em vida, se não fossem eles, certamente estaria mergulhado numa depressão.
Só mais um desabafo, quando ia a passar pelas ruas da invicta apesar de estar convosco, senti-me por instantes a pessoa mais só que o mundo poderia sustentar. Depois acordei e vi que estavam à minha beira. Obrigado por não me ostracizarem! A vida é isto mesmo, onde se vai dando um passo de cada vez.
Adoro------vos.................. jitosssssssssssssssssssssssssssssssss
Porto, 18.11.1006
Samuel Bastos Ventoso
Toque a toque e assim a noite uma vez mais deu sentido à cidade do Porto. Sessões de fotografia para mais tarde recordar, e gestos efusivos de amizade. Boyzito, o teu jantar estava perfeito, confesso que tens mesmo jeito para aquelas coisas e ninguém que se ouse a falar mal de ti e se tiver dúvidas, é provar. Cem por cento aprovado.
Após o jantar andámos pelas artérias da invicta, quase numa sessão fotográfica, ai, desculpa que a cabine telefónica quase partitu eh eh eh eh... tudo muito animado.
Deixo aqui neste post o meu grande abraço a todos estes meus amigos que muito gosto e estimo. Ao Boyzito, obrigado pela referência e por não te teres esquecido e estares atento aos pormenores.
A vida é mesmo assim... não tenho planos nenhuns para amanhã, também não vou fazer nada de especial e como tenho o carro na oficina, já não vou a Braga, tal como tinha pensado. Fico triste, mas não faz mal, provavelmente irei dar umas voltas sem destino aqui no Porto e escrever um pedaço, também me faz bem, serão momentos de reflexão. E assim o tempo passa! Será que no próximo ano estou por aqui? Vamos ver!
Aconteceram tantas coisas que o meu estado emocional atingiu alguns picos em determinados momentos, provavelmente não notaste, mas entendo que tenhas olhado ao post anterior e percebido alguma coisa. Só se fica perturbado quando quem valorizamos prega-nos uma partida ou binca de um modo muito baixo, jogando com os sentimentos. Entendo que saibas de quem estou a falar. Enfim, logo nem sei como vai ser... disse que me ia telefonar e até se coloca a possibilidade de estar no Porto! Não acredito que venha, mas se vier, até me dá uma coisa que nem terá nome, ainda por cima na Rua dos Nomes. Olha, quem fica sem nome sou eu.
Depois nada de preocupações com o Samuel, sim, porque ele já anda mesmo ventoso, mesmo tempestusoso, claro, o dia está com chuva.
Bem, vou dormir um pedaço porque não me apetece fazer nem mais um pedaço. Abraços e beijos para todos os meus amigos de que muito estimo e me fazem sentir em vida, se não fossem eles, certamente estaria mergulhado numa depressão.
Só mais um desabafo, quando ia a passar pelas ruas da invicta apesar de estar convosco, senti-me por instantes a pessoa mais só que o mundo poderia sustentar. Depois acordei e vi que estavam à minha beira. Obrigado por não me ostracizarem! A vida é isto mesmo, onde se vai dando um passo de cada vez.
Adoro------vos.................. jitosssssssssssssssssssssssssssssssss
Porto, 18.11.1006
Samuel Bastos Ventoso
sábado, 18 de novembro de 2006
NÃO QUERO MAIS ESSE FADO SUJO
Fiquei incomodado! Sim, fiquei logo ao ver que eras tu que estavas a ligar... As palavras movem, envolvem momentos indizíveis, arrogâncias que se dissimulam e falsidades deambulantes. Apenas isso, vou percebendo tudo o que não presta... apenas não quero falar! Prefiro o silêncio do que as falsidades, do que as mentiras sucessivas. Não te dou resposta nem me interessa mais por essas mensagens que acabaste mesmo agora de me enviar. Esquece! As tuas palavras são sempre as mesmas desde aquele tempo. Sim, desde esse tempo... tudo continua sem continuar. Não vou pronunciar muitas palavras mais.
Não quero mais cantar esse fado e a morte é um convite à eternidade, certamente não te vou mais dar esposta... tudo o que possas pensar não colhe mais e as palavras morreram desde o momento. Tudo o que te disse foi verdade! Sinto raiva de mim porque um dia gostei de ti, porque um dia te tive a meu lado, porque um dia pensei que tudo que tivera fosse verdadeiro. Não me interessa mais pelos teus telefonemas, por promessas vãs, sem conteúdo... hoje vejo que afinal sempre tive razão no que te disse, tu é que nunca mereceste a minha dedicação... a prenda que tenho como honra para ti é este desprezo. Boa sorte e boa viagem por essas terras... eu não existo mais e dispenso esse fado sujo. Não voltarei ao teu encontro e nem mais interese existe em diálogo, nada mais. Fica bem e até sempre... até nunca mais. Diverte-te com as tuas mentiras baixas.
Porto, 18 de Novembro de 2006 - 20:37h
Samuel, o Ventoso
Não quero mais cantar esse fado e a morte é um convite à eternidade, certamente não te vou mais dar esposta... tudo o que possas pensar não colhe mais e as palavras morreram desde o momento. Tudo o que te disse foi verdade! Sinto raiva de mim porque um dia gostei de ti, porque um dia te tive a meu lado, porque um dia pensei que tudo que tivera fosse verdadeiro. Não me interessa mais pelos teus telefonemas, por promessas vãs, sem conteúdo... hoje vejo que afinal sempre tive razão no que te disse, tu é que nunca mereceste a minha dedicação... a prenda que tenho como honra para ti é este desprezo. Boa sorte e boa viagem por essas terras... eu não existo mais e dispenso esse fado sujo. Não voltarei ao teu encontro e nem mais interese existe em diálogo, nada mais. Fica bem e até sempre... até nunca mais. Diverte-te com as tuas mentiras baixas.
Porto, 18 de Novembro de 2006 - 20:37h
Samuel, o Ventoso
NUMA NOITE SEM NOME APENAS NOITE
......:D...;)

Numa noite sem nome, onde se rasga toda a verdade e a memória fica aberta, deixo que o movimento se liberte por sua vontade.
A água ficou condensada e as flores da noite mais viçosas, taparam o meu olhar com o preço da utopia e todo o sorriso da história incompleta. Apenas o incomprensível da razão de ser e todos os fenómenos que se estendem, este dizer de coisa nenhuma para a coisa que se centraliza, sem significado.
Incompreensíveis são os nomes do universo, a foz da existência e o vazio que por vezes acontece. Agora, apenas as despedidas das horas vãs, enquanto o sacerdócio da escrita flui pela noite, apenas na noite doutrinária com as suas pérolas.
Grande Porto, 18 de Novembro de 2006 - 00:38h
Samuel Bastos Ventoso

Numa noite sem nome, onde se rasga toda a verdade e a memória fica aberta, deixo que o movimento se liberte por sua vontade.
A água ficou condensada e as flores da noite mais viçosas, taparam o meu olhar com o preço da utopia e todo o sorriso da história incompleta. Apenas o incomprensível da razão de ser e todos os fenómenos que se estendem, este dizer de coisa nenhuma para a coisa que se centraliza, sem significado.
Incompreensíveis são os nomes do universo, a foz da existência e o vazio que por vezes acontece. Agora, apenas as despedidas das horas vãs, enquanto o sacerdócio da escrita flui pela noite, apenas na noite doutrinária com as suas pérolas.
Grande Porto, 18 de Novembro de 2006 - 00:38h
Samuel Bastos Ventoso
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
NOITE ABERTA QUE SE ENCERRA
Noite aberta, movimeto azedo, num vazio maior talvez profundo, a uma indiferença total... não sei, talvez isso ou pouco mais.
A alegria de muitas pessoas de modo algum pode ser a minha, hoje mais uma vez passo por aqui. Bebo uma "stout" fresca e interrogo-me uma vez mais, como sempre se tudo começasse de novo. Foi um dia muito cansativo, situações resolvidas e muitos movimentos ficaram activos, poucos pendentes. Agora, por aqui, observo as pessoas que se fazem passear pelos corredores do shopping, maioritariamente comungam do mesmo, eu não, apenas estou desenquadrado e os motivos da minha vida são outros, até parecem não ter sentido, pelo menos nesta sociedade!
O meu antigo sentido foi arruinado e esta sociedade enoja-me em alguns aspectos, talvez tenha de ser eu a mudar, só que a mudança implica eu ser o que não sou! Talvez fosse necessário matar todo o meu ser. Que desgraça se abateu sobre o meu ser... Não sinto mais vontade em pedir um abraço a quem quer que seja e abraços falsos dispenso. Jamais! Que tome a morte todo o meu ser e a paz seja a cinza eterna, no puro descanso inolvidável. Considero-me desvirtuado dos afectos, dos ditos padrões normais de uma sociedade que teima em insistir. Interrogo as clarezas e as lareiras da alma, enquanto não dou o salto do último guindaste. Não sei se vou conseguir...
Hoje vim jantar fora, só, e aqui enquanto tal, penso no futuro deste blog e de todos os outros, com o intuito de os dar por encerrados ou não postar neste espaço. A possibilidade de construção de um outro blog completamente diferente para despejar bem à vontade tudo o que me vai na alma, também considero.
Neste momento sinto-me triste, apesar da alegria que hoje os meus alunos me proporcionaram, entre toneladas de fotos e vídeos... belo o mundo da inocência, de quem é acolhido pela família que compreende e aceita. Hoje sinto um pedregulho no meu peito enquanto a alma se dilata sustentando a imagem inicial. Interrogo-me e dou-me conta de ser um potencial anormal ou um fora da sorte dos afortunados! Hoje precisava de ti, telefonei-te e como normalmente acontece não tens tempo para mim! Um outro café com alguém é sempre mais interessante, mais apetitoso... compreendo, não quero empatar, muito menos me sentir a mais. O meu desejo neste momento era simplesmente chorar a minha sorte. Não insisti nem disse algo que te pudesse incomodar, incomodado já eu estava, apenas deixei circular a situação, duplicando a minha tristeza.
Encontro-me no Parque Nascente, no meio de tanta gente, sentindo-me mais só do que todos os solitários, agora vou ao Jumbo! Estou por aqui, vim postar e ler alguns blogs, mas não me apetece comentar qualquer outro. Não o faço nem o penso fazer em breve!
As crianças choram, gritam... desculpa dizer-te mas confesso que não tenho vocação para ser pai. Jamais! O meu mundo é outro, gosto das crianças no lar das outras pessoas... gosto do que me parece não funcionar... melhor, no mundo em que estou nada funciona, ou tudo é muito complicado e não estou para representações. Apenas quero escrever, tal como o faço todos os dias, ainda que não post aqui, mas despejo nos meus cadernos, em folhas que por vezes vão directamente para a gaveta.
A noite está com mil mistérios, eu apenas estou por aqui, fazendo-me distrair, matar a dor que hoje depois do sono veio visitar-me... tinha estado adormecida durante algum tempo, espero que vá embora e continue bem distante de mim. É assim a noite que fica aberta e que depois se encerra.
Grande Porto (Parque Nascente), 17 de Novembro de 2006 - 22:04h
Samuel, o Ventoso
PS. Nunca esqueço dos meus amigos, ainda que fique no silêncio amordaçador.
A alegria de muitas pessoas de modo algum pode ser a minha, hoje mais uma vez passo por aqui. Bebo uma "stout" fresca e interrogo-me uma vez mais, como sempre se tudo começasse de novo. Foi um dia muito cansativo, situações resolvidas e muitos movimentos ficaram activos, poucos pendentes. Agora, por aqui, observo as pessoas que se fazem passear pelos corredores do shopping, maioritariamente comungam do mesmo, eu não, apenas estou desenquadrado e os motivos da minha vida são outros, até parecem não ter sentido, pelo menos nesta sociedade!
O meu antigo sentido foi arruinado e esta sociedade enoja-me em alguns aspectos, talvez tenha de ser eu a mudar, só que a mudança implica eu ser o que não sou! Talvez fosse necessário matar todo o meu ser. Que desgraça se abateu sobre o meu ser... Não sinto mais vontade em pedir um abraço a quem quer que seja e abraços falsos dispenso. Jamais! Que tome a morte todo o meu ser e a paz seja a cinza eterna, no puro descanso inolvidável. Considero-me desvirtuado dos afectos, dos ditos padrões normais de uma sociedade que teima em insistir. Interrogo as clarezas e as lareiras da alma, enquanto não dou o salto do último guindaste. Não sei se vou conseguir...
Hoje vim jantar fora, só, e aqui enquanto tal, penso no futuro deste blog e de todos os outros, com o intuito de os dar por encerrados ou não postar neste espaço. A possibilidade de construção de um outro blog completamente diferente para despejar bem à vontade tudo o que me vai na alma, também considero.
Neste momento sinto-me triste, apesar da alegria que hoje os meus alunos me proporcionaram, entre toneladas de fotos e vídeos... belo o mundo da inocência, de quem é acolhido pela família que compreende e aceita. Hoje sinto um pedregulho no meu peito enquanto a alma se dilata sustentando a imagem inicial. Interrogo-me e dou-me conta de ser um potencial anormal ou um fora da sorte dos afortunados! Hoje precisava de ti, telefonei-te e como normalmente acontece não tens tempo para mim! Um outro café com alguém é sempre mais interessante, mais apetitoso... compreendo, não quero empatar, muito menos me sentir a mais. O meu desejo neste momento era simplesmente chorar a minha sorte. Não insisti nem disse algo que te pudesse incomodar, incomodado já eu estava, apenas deixei circular a situação, duplicando a minha tristeza.
Encontro-me no Parque Nascente, no meio de tanta gente, sentindo-me mais só do que todos os solitários, agora vou ao Jumbo! Estou por aqui, vim postar e ler alguns blogs, mas não me apetece comentar qualquer outro. Não o faço nem o penso fazer em breve!
As crianças choram, gritam... desculpa dizer-te mas confesso que não tenho vocação para ser pai. Jamais! O meu mundo é outro, gosto das crianças no lar das outras pessoas... gosto do que me parece não funcionar... melhor, no mundo em que estou nada funciona, ou tudo é muito complicado e não estou para representações. Apenas quero escrever, tal como o faço todos os dias, ainda que não post aqui, mas despejo nos meus cadernos, em folhas que por vezes vão directamente para a gaveta.
A noite está com mil mistérios, eu apenas estou por aqui, fazendo-me distrair, matar a dor que hoje depois do sono veio visitar-me... tinha estado adormecida durante algum tempo, espero que vá embora e continue bem distante de mim. É assim a noite que fica aberta e que depois se encerra.
Grande Porto (Parque Nascente), 17 de Novembro de 2006 - 22:04h
Samuel, o Ventoso
PS. Nunca esqueço dos meus amigos, ainda que fique no silêncio amordaçador.
sábado, 4 de novembro de 2006
ROTAÇÕES SEM MEDIDA

Bem, depois de algumas tentativas de posts, tendo os mesmos sido sem sucesso, penso que este deva sair bem. Estou na Rua dos Nomes, com muitos nomes à minha volta! Ontem estive em casa do BoyZitu e não tive sorte nenhuma quando lá tentei fazer um post. Perdeu-se tudo, não tinha guardado o texto. Fiquei furioso... por vezes isto acontece.
Existem outras coisas que fizeram superar a situação... o jantar uma vez mais, estava maravilhoso. Tudo estava perfeito, reconheço os teus dotes. Desabafos, sempre uma pessoa excelente, aparentando uma calma e a disposição graciosa; gosto imenso de vocês, sabiam? São cinco estrelas, somo mais uma...
Acordei com muito sol, imenso e agora por aqui, chove, muita chuva. Hoje já estamos distantes fisicamente. A viagem de comboio foi interessante e bastante rápida, boa companhia, claro, nem senti o percurso. Cheguei já casa! Tudo fechado, com algum odor, o tal bafio o môfo, como se costuma dizer e como não têm sido feito limpezas, o pó também abunda. Mas enfim... trabalho não vai faltar neste tempo que por aqui estou, é daquelas coisas. Tem de ser feito.
Agora descanso um pedaço e as saudades aqui do pessoal fizeram-se sentir bem, de modo bastante acentuado. Excelente mesmo. Toda a gente a cumprimentar-me. E veio mais um amigo. Quem gosta de mim está sempre comigo e faz tudo para ter a minha companhia, o resto posso bem dispensar, sem problemas.
Lindos amigos, não me esquece de vocês. Escritosssssssssss.... são rotações sem medida. Bem, tenho de ir ao café, mais um cafezito.
Volto depois, certo? Abraços e beijinhos e o meu pensamento está em vós. Um dia para muita rotação e matar saudades.
Lisboa, 04 de Novembro de 2006 - 14:30h
Samuel, o Ventoso
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
OIIIIII PESSSOOAAALL na onda? Tudo?
Hummmmmmmmm, deixa acordar bem, é de madrugada. Txiiiiiiii as horas. Puxa, bem a abrir a boca.
Andei por aqui e vi que coisas novas estão no ar, nem me digas, o meu amigo boyzitu já veio, tive a ver as fotos que colocou no blog, bem, tá um espectáculo. Sim senhor, muito para a frente.
Desabafos sempre na ordem. Agora estou mais contente. Então vamo-nos encontrar, tomar algo juntos na invicta? Uma ideia né? Moce, mas vei lá, com tanta coisa para fazer nem se tem mãos a medir...
Ah, antão i como estavam por lá as gentes? ay ay ya ya, sei comi éi.
Hi hui hui muita calor nos algarves, como sempre, né moce?!
Olha eu ainda tou a acordar, e o sone está a apertar, tu nã vez isti?
Vim aqui só p acordariiiii mesmo assim nem te conto nem te digo. Antão e o meu lindo Desabafos? Olha, já tenho saudades tuas! Isto é normal? Ai ai ai ai táva mesmo morrendo de saudades, já tava habituado a tar convosco. Pois, são mesmo muta fixes, muitooooooooooooooooooooooo
Sabem como é! Bemi, mas o o meo amigo gaybriel? Por onde ele anda? Ontem andava às compras com os amigos. Tá bem tá, sempre a abrir. Temos que tomar cafei juntos, sim, moce? Tão e as versatilidades? Tudo ocupado? Ah... mas e aquelas brincadeiras, aqueles sorrisos e simpatia? Bem, nem tenho palavras, mas faz tempo que não dizes nada, sei como é, sempre ocupado na gelatadaria, chupar o gelado, tratar da cozinha e das outras coisas, néi? Pois, o bébé preenche! Tão nei? oh, o Regressa a mi, tá a fazer o jantar? Deve ser o pequeno - almoço, olha o melhor era irmos tomar todos juntos. Era fixe e ainda por cima no dia de hoje "Todos os Santos", ai ai ai... tou com uma zonza, que nem é pequena. Tenho mesmo de ir para a cama, ainda é muito cedo. Bem miúdos tudo para a caminha. Eu vou dormir, vooltooooooo mais tarde......
;) safa mas isto está tudo a encravar....
Vá, bejitos e nada de portar mal. Divirtam-se ...
Samuel, o Ventoso - Porto - 01.11.2006 - 05:45h
Andei por aqui e vi que coisas novas estão no ar, nem me digas, o meu amigo boyzitu já veio, tive a ver as fotos que colocou no blog, bem, tá um espectáculo. Sim senhor, muito para a frente.
Desabafos sempre na ordem. Agora estou mais contente. Então vamo-nos encontrar, tomar algo juntos na invicta? Uma ideia né? Moce, mas vei lá, com tanta coisa para fazer nem se tem mãos a medir...
Ah, antão i como estavam por lá as gentes? ay ay ya ya, sei comi éi.
Hi hui hui muita calor nos algarves, como sempre, né moce?!
Olha eu ainda tou a acordar, e o sone está a apertar, tu nã vez isti?
Vim aqui só p acordariiiii mesmo assim nem te conto nem te digo. Antão e o meu lindo Desabafos? Olha, já tenho saudades tuas! Isto é normal? Ai ai ai ai táva mesmo morrendo de saudades, já tava habituado a tar convosco. Pois, são mesmo muta fixes, muitooooooooooooooooooooooo
Sabem como é! Bemi, mas o o meo amigo gaybriel? Por onde ele anda? Ontem andava às compras com os amigos. Tá bem tá, sempre a abrir. Temos que tomar cafei juntos, sim, moce? Tão e as versatilidades? Tudo ocupado? Ah... mas e aquelas brincadeiras, aqueles sorrisos e simpatia? Bem, nem tenho palavras, mas faz tempo que não dizes nada, sei como é, sempre ocupado na gelatadaria, chupar o gelado, tratar da cozinha e das outras coisas, néi? Pois, o bébé preenche! Tão nei? oh, o Regressa a mi, tá a fazer o jantar? Deve ser o pequeno - almoço, olha o melhor era irmos tomar todos juntos. Era fixe e ainda por cima no dia de hoje "Todos os Santos", ai ai ai... tou com uma zonza, que nem é pequena. Tenho mesmo de ir para a cama, ainda é muito cedo. Bem miúdos tudo para a caminha. Eu vou dormir, vooltooooooo mais tarde......
;) safa mas isto está tudo a encravar....
Vá, bejitos e nada de portar mal. Divirtam-se ...
Samuel, o Ventoso - Porto - 01.11.2006 - 05:45h
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