Fiquei incomodado! Sim, fiquei logo ao ver que eras tu que estavas a ligar... As palavras movem, envolvem momentos indizíveis, arrogâncias que se dissimulam e falsidades deambulantes. Apenas isso, vou percebendo tudo o que não presta... apenas não quero falar! Prefiro o silêncio do que as falsidades, do que as mentiras sucessivas. Não te dou resposta nem me interessa mais por essas mensagens que acabaste mesmo agora de me enviar. Esquece! As tuas palavras são sempre as mesmas desde aquele tempo. Sim, desde esse tempo... tudo continua sem continuar. Não vou pronunciar muitas palavras mais.
Não quero mais cantar esse fado e a morte é um convite à eternidade, certamente não te vou mais dar esposta... tudo o que possas pensar não colhe mais e as palavras morreram desde o momento. Tudo o que te disse foi verdade! Sinto raiva de mim porque um dia gostei de ti, porque um dia te tive a meu lado, porque um dia pensei que tudo que tivera fosse verdadeiro. Não me interessa mais pelos teus telefonemas, por promessas vãs, sem conteúdo... hoje vejo que afinal sempre tive razão no que te disse, tu é que nunca mereceste a minha dedicação... a prenda que tenho como honra para ti é este desprezo. Boa sorte e boa viagem por essas terras... eu não existo mais e dispenso esse fado sujo. Não voltarei ao teu encontro e nem mais interese existe em diálogo, nada mais. Fica bem e até sempre... até nunca mais. Diverte-te com as tuas mentiras baixas.
Porto, 18 de Novembro de 2006 - 20:37h
Samuel, o Ventoso
sábado, 18 de novembro de 2006
NUMA NOITE SEM NOME APENAS NOITE
......:D...;)

Numa noite sem nome, onde se rasga toda a verdade e a memória fica aberta, deixo que o movimento se liberte por sua vontade.
A água ficou condensada e as flores da noite mais viçosas, taparam o meu olhar com o preço da utopia e todo o sorriso da história incompleta. Apenas o incomprensível da razão de ser e todos os fenómenos que se estendem, este dizer de coisa nenhuma para a coisa que se centraliza, sem significado.
Incompreensíveis são os nomes do universo, a foz da existência e o vazio que por vezes acontece. Agora, apenas as despedidas das horas vãs, enquanto o sacerdócio da escrita flui pela noite, apenas na noite doutrinária com as suas pérolas.
Grande Porto, 18 de Novembro de 2006 - 00:38h
Samuel Bastos Ventoso

Numa noite sem nome, onde se rasga toda a verdade e a memória fica aberta, deixo que o movimento se liberte por sua vontade.
A água ficou condensada e as flores da noite mais viçosas, taparam o meu olhar com o preço da utopia e todo o sorriso da história incompleta. Apenas o incomprensível da razão de ser e todos os fenómenos que se estendem, este dizer de coisa nenhuma para a coisa que se centraliza, sem significado.
Incompreensíveis são os nomes do universo, a foz da existência e o vazio que por vezes acontece. Agora, apenas as despedidas das horas vãs, enquanto o sacerdócio da escrita flui pela noite, apenas na noite doutrinária com as suas pérolas.
Grande Porto, 18 de Novembro de 2006 - 00:38h
Samuel Bastos Ventoso
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
NOITE ABERTA QUE SE ENCERRA
Noite aberta, movimeto azedo, num vazio maior talvez profundo, a uma indiferença total... não sei, talvez isso ou pouco mais.
A alegria de muitas pessoas de modo algum pode ser a minha, hoje mais uma vez passo por aqui. Bebo uma "stout" fresca e interrogo-me uma vez mais, como sempre se tudo começasse de novo. Foi um dia muito cansativo, situações resolvidas e muitos movimentos ficaram activos, poucos pendentes. Agora, por aqui, observo as pessoas que se fazem passear pelos corredores do shopping, maioritariamente comungam do mesmo, eu não, apenas estou desenquadrado e os motivos da minha vida são outros, até parecem não ter sentido, pelo menos nesta sociedade!
O meu antigo sentido foi arruinado e esta sociedade enoja-me em alguns aspectos, talvez tenha de ser eu a mudar, só que a mudança implica eu ser o que não sou! Talvez fosse necessário matar todo o meu ser. Que desgraça se abateu sobre o meu ser... Não sinto mais vontade em pedir um abraço a quem quer que seja e abraços falsos dispenso. Jamais! Que tome a morte todo o meu ser e a paz seja a cinza eterna, no puro descanso inolvidável. Considero-me desvirtuado dos afectos, dos ditos padrões normais de uma sociedade que teima em insistir. Interrogo as clarezas e as lareiras da alma, enquanto não dou o salto do último guindaste. Não sei se vou conseguir...
Hoje vim jantar fora, só, e aqui enquanto tal, penso no futuro deste blog e de todos os outros, com o intuito de os dar por encerrados ou não postar neste espaço. A possibilidade de construção de um outro blog completamente diferente para despejar bem à vontade tudo o que me vai na alma, também considero.
Neste momento sinto-me triste, apesar da alegria que hoje os meus alunos me proporcionaram, entre toneladas de fotos e vídeos... belo o mundo da inocência, de quem é acolhido pela família que compreende e aceita. Hoje sinto um pedregulho no meu peito enquanto a alma se dilata sustentando a imagem inicial. Interrogo-me e dou-me conta de ser um potencial anormal ou um fora da sorte dos afortunados! Hoje precisava de ti, telefonei-te e como normalmente acontece não tens tempo para mim! Um outro café com alguém é sempre mais interessante, mais apetitoso... compreendo, não quero empatar, muito menos me sentir a mais. O meu desejo neste momento era simplesmente chorar a minha sorte. Não insisti nem disse algo que te pudesse incomodar, incomodado já eu estava, apenas deixei circular a situação, duplicando a minha tristeza.
Encontro-me no Parque Nascente, no meio de tanta gente, sentindo-me mais só do que todos os solitários, agora vou ao Jumbo! Estou por aqui, vim postar e ler alguns blogs, mas não me apetece comentar qualquer outro. Não o faço nem o penso fazer em breve!
As crianças choram, gritam... desculpa dizer-te mas confesso que não tenho vocação para ser pai. Jamais! O meu mundo é outro, gosto das crianças no lar das outras pessoas... gosto do que me parece não funcionar... melhor, no mundo em que estou nada funciona, ou tudo é muito complicado e não estou para representações. Apenas quero escrever, tal como o faço todos os dias, ainda que não post aqui, mas despejo nos meus cadernos, em folhas que por vezes vão directamente para a gaveta.
A noite está com mil mistérios, eu apenas estou por aqui, fazendo-me distrair, matar a dor que hoje depois do sono veio visitar-me... tinha estado adormecida durante algum tempo, espero que vá embora e continue bem distante de mim. É assim a noite que fica aberta e que depois se encerra.
Grande Porto (Parque Nascente), 17 de Novembro de 2006 - 22:04h
Samuel, o Ventoso
PS. Nunca esqueço dos meus amigos, ainda que fique no silêncio amordaçador.
A alegria de muitas pessoas de modo algum pode ser a minha, hoje mais uma vez passo por aqui. Bebo uma "stout" fresca e interrogo-me uma vez mais, como sempre se tudo começasse de novo. Foi um dia muito cansativo, situações resolvidas e muitos movimentos ficaram activos, poucos pendentes. Agora, por aqui, observo as pessoas que se fazem passear pelos corredores do shopping, maioritariamente comungam do mesmo, eu não, apenas estou desenquadrado e os motivos da minha vida são outros, até parecem não ter sentido, pelo menos nesta sociedade!
O meu antigo sentido foi arruinado e esta sociedade enoja-me em alguns aspectos, talvez tenha de ser eu a mudar, só que a mudança implica eu ser o que não sou! Talvez fosse necessário matar todo o meu ser. Que desgraça se abateu sobre o meu ser... Não sinto mais vontade em pedir um abraço a quem quer que seja e abraços falsos dispenso. Jamais! Que tome a morte todo o meu ser e a paz seja a cinza eterna, no puro descanso inolvidável. Considero-me desvirtuado dos afectos, dos ditos padrões normais de uma sociedade que teima em insistir. Interrogo as clarezas e as lareiras da alma, enquanto não dou o salto do último guindaste. Não sei se vou conseguir...
Hoje vim jantar fora, só, e aqui enquanto tal, penso no futuro deste blog e de todos os outros, com o intuito de os dar por encerrados ou não postar neste espaço. A possibilidade de construção de um outro blog completamente diferente para despejar bem à vontade tudo o que me vai na alma, também considero.
Neste momento sinto-me triste, apesar da alegria que hoje os meus alunos me proporcionaram, entre toneladas de fotos e vídeos... belo o mundo da inocência, de quem é acolhido pela família que compreende e aceita. Hoje sinto um pedregulho no meu peito enquanto a alma se dilata sustentando a imagem inicial. Interrogo-me e dou-me conta de ser um potencial anormal ou um fora da sorte dos afortunados! Hoje precisava de ti, telefonei-te e como normalmente acontece não tens tempo para mim! Um outro café com alguém é sempre mais interessante, mais apetitoso... compreendo, não quero empatar, muito menos me sentir a mais. O meu desejo neste momento era simplesmente chorar a minha sorte. Não insisti nem disse algo que te pudesse incomodar, incomodado já eu estava, apenas deixei circular a situação, duplicando a minha tristeza.
Encontro-me no Parque Nascente, no meio de tanta gente, sentindo-me mais só do que todos os solitários, agora vou ao Jumbo! Estou por aqui, vim postar e ler alguns blogs, mas não me apetece comentar qualquer outro. Não o faço nem o penso fazer em breve!
As crianças choram, gritam... desculpa dizer-te mas confesso que não tenho vocação para ser pai. Jamais! O meu mundo é outro, gosto das crianças no lar das outras pessoas... gosto do que me parece não funcionar... melhor, no mundo em que estou nada funciona, ou tudo é muito complicado e não estou para representações. Apenas quero escrever, tal como o faço todos os dias, ainda que não post aqui, mas despejo nos meus cadernos, em folhas que por vezes vão directamente para a gaveta.
A noite está com mil mistérios, eu apenas estou por aqui, fazendo-me distrair, matar a dor que hoje depois do sono veio visitar-me... tinha estado adormecida durante algum tempo, espero que vá embora e continue bem distante de mim. É assim a noite que fica aberta e que depois se encerra.
Grande Porto (Parque Nascente), 17 de Novembro de 2006 - 22:04h
Samuel, o Ventoso
PS. Nunca esqueço dos meus amigos, ainda que fique no silêncio amordaçador.
sábado, 4 de novembro de 2006
ROTAÇÕES SEM MEDIDA

Bem, depois de algumas tentativas de posts, tendo os mesmos sido sem sucesso, penso que este deva sair bem. Estou na Rua dos Nomes, com muitos nomes à minha volta! Ontem estive em casa do BoyZitu e não tive sorte nenhuma quando lá tentei fazer um post. Perdeu-se tudo, não tinha guardado o texto. Fiquei furioso... por vezes isto acontece.
Existem outras coisas que fizeram superar a situação... o jantar uma vez mais, estava maravilhoso. Tudo estava perfeito, reconheço os teus dotes. Desabafos, sempre uma pessoa excelente, aparentando uma calma e a disposição graciosa; gosto imenso de vocês, sabiam? São cinco estrelas, somo mais uma...
Acordei com muito sol, imenso e agora por aqui, chove, muita chuva. Hoje já estamos distantes fisicamente. A viagem de comboio foi interessante e bastante rápida, boa companhia, claro, nem senti o percurso. Cheguei já casa! Tudo fechado, com algum odor, o tal bafio o môfo, como se costuma dizer e como não têm sido feito limpezas, o pó também abunda. Mas enfim... trabalho não vai faltar neste tempo que por aqui estou, é daquelas coisas. Tem de ser feito.
Agora descanso um pedaço e as saudades aqui do pessoal fizeram-se sentir bem, de modo bastante acentuado. Excelente mesmo. Toda a gente a cumprimentar-me. E veio mais um amigo. Quem gosta de mim está sempre comigo e faz tudo para ter a minha companhia, o resto posso bem dispensar, sem problemas.
Lindos amigos, não me esquece de vocês. Escritosssssssssss.... são rotações sem medida. Bem, tenho de ir ao café, mais um cafezito.
Volto depois, certo? Abraços e beijinhos e o meu pensamento está em vós. Um dia para muita rotação e matar saudades.
Lisboa, 04 de Novembro de 2006 - 14:30h
Samuel, o Ventoso
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
OIIIIII PESSSOOAAALL na onda? Tudo?
Hummmmmmmmm, deixa acordar bem, é de madrugada. Txiiiiiiii as horas. Puxa, bem a abrir a boca.
Andei por aqui e vi que coisas novas estão no ar, nem me digas, o meu amigo boyzitu já veio, tive a ver as fotos que colocou no blog, bem, tá um espectáculo. Sim senhor, muito para a frente.
Desabafos sempre na ordem. Agora estou mais contente. Então vamo-nos encontrar, tomar algo juntos na invicta? Uma ideia né? Moce, mas vei lá, com tanta coisa para fazer nem se tem mãos a medir...
Ah, antão i como estavam por lá as gentes? ay ay ya ya, sei comi éi.
Hi hui hui muita calor nos algarves, como sempre, né moce?!
Olha eu ainda tou a acordar, e o sone está a apertar, tu nã vez isti?
Vim aqui só p acordariiiii mesmo assim nem te conto nem te digo. Antão e o meu lindo Desabafos? Olha, já tenho saudades tuas! Isto é normal? Ai ai ai ai táva mesmo morrendo de saudades, já tava habituado a tar convosco. Pois, são mesmo muta fixes, muitooooooooooooooooooooooo
Sabem como é! Bemi, mas o o meo amigo gaybriel? Por onde ele anda? Ontem andava às compras com os amigos. Tá bem tá, sempre a abrir. Temos que tomar cafei juntos, sim, moce? Tão e as versatilidades? Tudo ocupado? Ah... mas e aquelas brincadeiras, aqueles sorrisos e simpatia? Bem, nem tenho palavras, mas faz tempo que não dizes nada, sei como é, sempre ocupado na gelatadaria, chupar o gelado, tratar da cozinha e das outras coisas, néi? Pois, o bébé preenche! Tão nei? oh, o Regressa a mi, tá a fazer o jantar? Deve ser o pequeno - almoço, olha o melhor era irmos tomar todos juntos. Era fixe e ainda por cima no dia de hoje "Todos os Santos", ai ai ai... tou com uma zonza, que nem é pequena. Tenho mesmo de ir para a cama, ainda é muito cedo. Bem miúdos tudo para a caminha. Eu vou dormir, vooltooooooo mais tarde......
;) safa mas isto está tudo a encravar....
Vá, bejitos e nada de portar mal. Divirtam-se ...
Samuel, o Ventoso - Porto - 01.11.2006 - 05:45h
Andei por aqui e vi que coisas novas estão no ar, nem me digas, o meu amigo boyzitu já veio, tive a ver as fotos que colocou no blog, bem, tá um espectáculo. Sim senhor, muito para a frente.
Desabafos sempre na ordem. Agora estou mais contente. Então vamo-nos encontrar, tomar algo juntos na invicta? Uma ideia né? Moce, mas vei lá, com tanta coisa para fazer nem se tem mãos a medir...
Ah, antão i como estavam por lá as gentes? ay ay ya ya, sei comi éi.
Hi hui hui muita calor nos algarves, como sempre, né moce?!
Olha eu ainda tou a acordar, e o sone está a apertar, tu nã vez isti?
Vim aqui só p acordariiiii mesmo assim nem te conto nem te digo. Antão e o meu lindo Desabafos? Olha, já tenho saudades tuas! Isto é normal? Ai ai ai ai táva mesmo morrendo de saudades, já tava habituado a tar convosco. Pois, são mesmo muta fixes, muitooooooooooooooooooooooo
Sabem como é! Bemi, mas o o meo amigo gaybriel? Por onde ele anda? Ontem andava às compras com os amigos. Tá bem tá, sempre a abrir. Temos que tomar cafei juntos, sim, moce? Tão e as versatilidades? Tudo ocupado? Ah... mas e aquelas brincadeiras, aqueles sorrisos e simpatia? Bem, nem tenho palavras, mas faz tempo que não dizes nada, sei como é, sempre ocupado na gelatadaria, chupar o gelado, tratar da cozinha e das outras coisas, néi? Pois, o bébé preenche! Tão nei? oh, o Regressa a mi, tá a fazer o jantar? Deve ser o pequeno - almoço, olha o melhor era irmos tomar todos juntos. Era fixe e ainda por cima no dia de hoje "Todos os Santos", ai ai ai... tou com uma zonza, que nem é pequena. Tenho mesmo de ir para a cama, ainda é muito cedo. Bem miúdos tudo para a caminha. Eu vou dormir, vooltooooooo mais tarde......
;) safa mas isto está tudo a encravar....
Vá, bejitos e nada de portar mal. Divirtam-se ...
Samuel, o Ventoso - Porto - 01.11.2006 - 05:45h
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
DIZER O QUÊ E COMO?!!
Faz algum tempo que não mexo na rua, nada de postar por aqui, nem cumprimentar os que aqui habitam. Mas hoje, deixo aqui os meus cumprimentos, então, oláaaaaaaa a todo o mundo! Oiiiiiiiiiiiii, oiiiii eh eh eh eh mas postar… Postar? Dizer o quê? Para quê? Nem sei, nem ando com vontade para dizer nada, talvez seja o cansaço. Muitas tarefas, imensas tarefas.
Cheguei agora a casa, e sinto-me cansado, só que é um cansaço diferente, é o cansaço de pensar que tenho e não tenho. Apenas aparência, fogo de artifício, nada mais do que isso, mas, daqui mais um pedaço já arranjo energias para sair, sim, sair, dar uma volta, apesar de ir sem destino. Vou apanhar o autocarro e depois logo se vê. Mas confesso que algo se está a passar, um misto de tristeza, assim um nevoeirozito parece tocar-me. Não tenho muitas razões para estar triste, mas o facto é que estou. Tudo avança e eu parece que fico, enfim! Algumas pessoas em que acreditava imenso e até telefonava, agora nem tenho vontade de dizer nada, pois, tipo iludiam-me e continuavam a prometer mas depois, nada de verdade. Agora? Apatia, isso sim, é o estado em que me encontro. Talvez melhor ou pior. Paciência, a vida continua.
Bem, vou dormir um pedaço para ficar em força. Ficar em casa, nem pensar, sempre a rodar.
Vou ao McDonald’s na praça da liberdade, aqui no Porto, depois um café, umas voltas e logo se vê o resto.
Porto, 27.10.2006 – 17:52h
Samuel, o Ventoso
Cheguei agora a casa, e sinto-me cansado, só que é um cansaço diferente, é o cansaço de pensar que tenho e não tenho. Apenas aparência, fogo de artifício, nada mais do que isso, mas, daqui mais um pedaço já arranjo energias para sair, sim, sair, dar uma volta, apesar de ir sem destino. Vou apanhar o autocarro e depois logo se vê. Mas confesso que algo se está a passar, um misto de tristeza, assim um nevoeirozito parece tocar-me. Não tenho muitas razões para estar triste, mas o facto é que estou. Tudo avança e eu parece que fico, enfim! Algumas pessoas em que acreditava imenso e até telefonava, agora nem tenho vontade de dizer nada, pois, tipo iludiam-me e continuavam a prometer mas depois, nada de verdade. Agora? Apatia, isso sim, é o estado em que me encontro. Talvez melhor ou pior. Paciência, a vida continua.
Bem, vou dormir um pedaço para ficar em força. Ficar em casa, nem pensar, sempre a rodar.
Vou ao McDonald’s na praça da liberdade, aqui no Porto, depois um café, umas voltas e logo se vê o resto.
Porto, 27.10.2006 – 17:52h
Samuel, o Ventoso
domingo, 22 de outubro de 2006
LINDA MANHÃ CINZENTA
Acordei, abri a janela e mergulhei na dimensão do tempo. Cheguei do sono e resta-me acordar um pouco mais; alguns afazeres chamam-me e nem sei como começar.
Ontem foi um dia agradável, falei com amigos, dei os meus passeios pela invicta. Fantástico. Por aqui, por ali e desbravando caminho. As fotos não faltaram, não fosse esta uma outra paixão minha.
Porto, 22 de Outubro de 2006 - 08:46h
Samuel Bastos Ventoso
Ontem foi um dia agradável, falei com amigos, dei os meus passeios pela invicta. Fantástico. Por aqui, por ali e desbravando caminho. As fotos não faltaram, não fosse esta uma outra paixão minha.
Porto, 22 de Outubro de 2006 - 08:46h
Samuel Bastos Ventoso
sábado, 21 de outubro de 2006
PROFUNDIDADE E SINAIS

Na noite pincelada pelas cores, ao abrigo da imensidão, correm pelos meus dedos índices de amor, desenhando um novo vulto, por toque perverso à entrega dos sentimentos de papel.
Lançado no lugar do espanto rodopiam os meus lábios completando a distância da voz com que me presenteaste naquela noite! Histórias e outras histórias na sagrada escuridão. Este fluxo de porcelana, na profundidade da nudez, escreve o absurdo do que não faz sentido... continuas a não desejar ver a realidade, ela incomoda imenso e as tuas birras a lado nenhum te poderão fazer transportar. Apenas ficaram sinais na água ondulante.
Samuel, o Ventoso - Porto - 20.10.2006 - 23:56h
quinta-feira, 19 de outubro de 2006
O ODOR FRESCO DO LILÁS
A manhã ficou verde, gerada pelas alegrias, onde colei aos horizontes infinitos, tomados do instante virginal! Adula-me a manhã, enquanto os ventos enfunam as cortinas, num golpe sem ruído. Toques finais de um Outono, na face envolvente da estação.
Olhaste-me fixamente os lábios, desenhando um oráculo, na queda das ervas, ante a janela que possibilita o sorriso.
Desfolho a minha verdadeira alegria operada pela mudança, pelos fragmentos da chuva, quase mística, desenhando no chão lágrimas graciosas.
A intenção de cada minuto é um futuro em aberto, com o perfume de flores inocentes… toda a inocência é desprovida de espírito, apenas a doçura se faz estender no tapete da natureza.
O próprio jogo acciona-se num clic, um simples sorriso maroto, por olhos penetrantes e doces. Este cenário aprova o acaso satisfazendo a imaginação… sopra um vento sobre o leito exultante, enquanto gritas alegremente na minha imaginação. São outras histórias, duplicam e reduplicam a força das palavras. Aquela ideia tem-me acompanhado desde as neblinas matinais, aos flocos que caiam, ao céu uniforme, percorrendo o meu corpo todo nu. O mapa do amor desenha-se na nudez… o teu mapa sempre foi um archote para uma floresta de escuridão… as extremidades eram ilhas de beijos que se desenrolavam nos teus braços. Nesta dupla vontade celebrava-se a felicidade possível, a um novo movimento de águas.
No teu palácio explodiam todas as marés, nada fazia mais sentido, tu eras o único sentido! Na tua presença tudo se multiplicava, todas as estações passavam… sempre ficaste!
Os contornos lubrificavam os impulsos verdes e num aplauso inefável surgia o rangido de amor, cuja resposta accionava uma nova primavera, de anseios verdes. As nuvens foram divididas e o teu entendimento repousou na relva húmida, num abraço até ao mais fundo de mim.
Mudança de posições, torres enfraquecidas, uma nova montanha e as fronteiras acasalaram o medo inicial. Sempre soubeste do que te falara todas as vezes… o meu tacto dedilha a tua mente e nas orlas da ilha do teu sentir, dou passagem às águas mornas do grande mapa que um dia pisamos. Recordo-te!
Estou em tempo de lua nova, sulcado pelos tempos meteorológicos, junto a superfície do azul, acciono as linhas pautadas e neste fogo ardente, escrevo-te um poema, ainda que não o leias, são florações do último gesto, o gesto de cada vez.
A causa da vida excita-me o momento enquanto grito de declaração e neste convite de cenário demasiado perto, sem medo, com aprazível excitação, deixo-te a miragem ou a realidade de uma só noite, para que rememores as belas perspectivas de um infinito gesto, este que se sustenta no verde e no azul dos devaneios.
Este é o gracejo de todas as cores, incitando um movimento imóvel, ao Outono, em transmutação colorativa… cores desoladas da estação, dando gloriosa ilusão, a um mosaico diferente, com pombas a arrulhar.
Este odor fresco do lilás inspira-me, espelha-me a tua beleza, única, para mim ausente de imperfeição! Benfazeja energia, do pulsar irregular, nas folhas que se semeiam pela entrega, na doçura das mil vozes da harmonia… é neste murmúrio poderoso que sobressaem as belas e profundas recordações do prazer da existência.
Deixo-te todos os sabores, de carícias derramadas como vinho inebriante, apertando a força do misterioso equinócio, a relíquia e as delícias das horas mais livres. Eis que a luz se fez brilhar e feriu os olhos, deixando-me ansioso face às tuas novas revelações que despedaçam a fragilidade da própria graça.
Post Scriptum:
Ao “Desabafos”, “Boyzitu, “Versalidades”, “Regressa a mi”, “Gaybriel”Com a minha dedicação, a estima única e inigualável, aos amigos excelentes que muito gosto e que muito têm privado comigo. Obrigado por gostarem bastante de mim. Adoro-vos e deixo aqui aquele abraço do tamanho do infinito. Nunca vos esquecerei!
Do sempre amigo, Ventoso.
Porto, 19 de Outubro de 2006 – 19:19h
Escrito no Centro Comercial - Via Catarina – no Mc Donald’s
Samuel Bastos Ventoso
Olhaste-me fixamente os lábios, desenhando um oráculo, na queda das ervas, ante a janela que possibilita o sorriso.
Desfolho a minha verdadeira alegria operada pela mudança, pelos fragmentos da chuva, quase mística, desenhando no chão lágrimas graciosas.
A intenção de cada minuto é um futuro em aberto, com o perfume de flores inocentes… toda a inocência é desprovida de espírito, apenas a doçura se faz estender no tapete da natureza.
O próprio jogo acciona-se num clic, um simples sorriso maroto, por olhos penetrantes e doces. Este cenário aprova o acaso satisfazendo a imaginação… sopra um vento sobre o leito exultante, enquanto gritas alegremente na minha imaginação. São outras histórias, duplicam e reduplicam a força das palavras. Aquela ideia tem-me acompanhado desde as neblinas matinais, aos flocos que caiam, ao céu uniforme, percorrendo o meu corpo todo nu. O mapa do amor desenha-se na nudez… o teu mapa sempre foi um archote para uma floresta de escuridão… as extremidades eram ilhas de beijos que se desenrolavam nos teus braços. Nesta dupla vontade celebrava-se a felicidade possível, a um novo movimento de águas.
No teu palácio explodiam todas as marés, nada fazia mais sentido, tu eras o único sentido! Na tua presença tudo se multiplicava, todas as estações passavam… sempre ficaste!
Os contornos lubrificavam os impulsos verdes e num aplauso inefável surgia o rangido de amor, cuja resposta accionava uma nova primavera, de anseios verdes. As nuvens foram divididas e o teu entendimento repousou na relva húmida, num abraço até ao mais fundo de mim.
Mudança de posições, torres enfraquecidas, uma nova montanha e as fronteiras acasalaram o medo inicial. Sempre soubeste do que te falara todas as vezes… o meu tacto dedilha a tua mente e nas orlas da ilha do teu sentir, dou passagem às águas mornas do grande mapa que um dia pisamos. Recordo-te!
Estou em tempo de lua nova, sulcado pelos tempos meteorológicos, junto a superfície do azul, acciono as linhas pautadas e neste fogo ardente, escrevo-te um poema, ainda que não o leias, são florações do último gesto, o gesto de cada vez.
A causa da vida excita-me o momento enquanto grito de declaração e neste convite de cenário demasiado perto, sem medo, com aprazível excitação, deixo-te a miragem ou a realidade de uma só noite, para que rememores as belas perspectivas de um infinito gesto, este que se sustenta no verde e no azul dos devaneios.
Este é o gracejo de todas as cores, incitando um movimento imóvel, ao Outono, em transmutação colorativa… cores desoladas da estação, dando gloriosa ilusão, a um mosaico diferente, com pombas a arrulhar.
Este odor fresco do lilás inspira-me, espelha-me a tua beleza, única, para mim ausente de imperfeição! Benfazeja energia, do pulsar irregular, nas folhas que se semeiam pela entrega, na doçura das mil vozes da harmonia… é neste murmúrio poderoso que sobressaem as belas e profundas recordações do prazer da existência.
Deixo-te todos os sabores, de carícias derramadas como vinho inebriante, apertando a força do misterioso equinócio, a relíquia e as delícias das horas mais livres. Eis que a luz se fez brilhar e feriu os olhos, deixando-me ansioso face às tuas novas revelações que despedaçam a fragilidade da própria graça.
Post Scriptum:
Ao “Desabafos”, “Boyzitu, “Versalidades”, “Regressa a mi”, “Gaybriel”Com a minha dedicação, a estima única e inigualável, aos amigos excelentes que muito gosto e que muito têm privado comigo. Obrigado por gostarem bastante de mim. Adoro-vos e deixo aqui aquele abraço do tamanho do infinito. Nunca vos esquecerei!
Do sempre amigo, Ventoso.
Porto, 19 de Outubro de 2006 – 19:19h
Escrito no Centro Comercial - Via Catarina – no Mc Donald’s
Samuel Bastos Ventoso
domingo, 15 de outubro de 2006
SOMANDO O FUNCIONAL
Pulsam restos de uma voz, determinada, por uma realidade que se esvai entre os dedos… esta intermitência onde sustento o compreensível da fuga da tua liberdade.
No meu lugar, organizo a minha vida, deixo-me correr, sustentando o tempo com outros princípios e a força da responsabilidade.
No meu lugar, organizo a minha vida, deixo-me correr, sustentando o tempo com outros princípios e a força da responsabilidade.
Para o irrecuperável, a cada passo pondero na nova situação, apesar de algumas escolhas dolorosas. O sentido faz a gestão da disciplina e nas calmas resolvem-se os problemas, na tentativa de me pautar sempre por uma vida saudável. O mapa de reacção é rigoroso, preciso, tento nele encontrar-me a cada momento… transponho o terreno da vida, decidindo na orla do obvio.
A inocência traça-me uma ilha, uma visão do mundo, com novas informações, explorando o mistério da realidade e o lugar perfeito do desejo que sempre tivemos. O nosso entendimento redefine a mudança, apesar da demasiada tecnologia.
O mundo é o mundo de cada qual, sempre diferente e em construção. Todos os dias a natureza tenta desvelar-se, num manancial de informações, transferências e projecções.
Não digo que é doloroso aceitar a tua ausência, apenas desenvolvi uma visão funcional da realidade. Nada a refazer… o esforço exigido parece-me assustador, quase inultrapassável. A imagem sustenta-se pelas avarias sucessivas, num modo herético, corrigindo o necessário.
Visões! Reacções! Desenha-se o ambiente em formas de manifestação divergente, por transferências invasoras, discretas. Eis a percepção e a reacção, esta adequação explicita. Eu por aqui dedicado à criatividade, no campo das tecnologias, de modo determinado, despindo todas as ilusões, somando o funcional.
14.10.2006 – 11:40h
No meu lugar, organizo a minha vida, deixo-me correr, sustentando o tempo com outros princípios e a força da responsabilidade.
No meu lugar, organizo a minha vida, deixo-me correr, sustentando o tempo com outros princípios e a força da responsabilidade.
Para o irrecuperável, a cada passo pondero na nova situação, apesar de algumas escolhas dolorosas. O sentido faz a gestão da disciplina e nas calmas resolvem-se os problemas, na tentativa de me pautar sempre por uma vida saudável. O mapa de reacção é rigoroso, preciso, tento nele encontrar-me a cada momento… transponho o terreno da vida, decidindo na orla do obvio.
A inocência traça-me uma ilha, uma visão do mundo, com novas informações, explorando o mistério da realidade e o lugar perfeito do desejo que sempre tivemos. O nosso entendimento redefine a mudança, apesar da demasiada tecnologia.
O mundo é o mundo de cada qual, sempre diferente e em construção. Todos os dias a natureza tenta desvelar-se, num manancial de informações, transferências e projecções.
Não digo que é doloroso aceitar a tua ausência, apenas desenvolvi uma visão funcional da realidade. Nada a refazer… o esforço exigido parece-me assustador, quase inultrapassável. A imagem sustenta-se pelas avarias sucessivas, num modo herético, corrigindo o necessário.
Visões! Reacções! Desenha-se o ambiente em formas de manifestação divergente, por transferências invasoras, discretas. Eis a percepção e a reacção, esta adequação explicita. Eu por aqui dedicado à criatividade, no campo das tecnologias, de modo determinado, despindo todas as ilusões, somando o funcional.
14.10.2006 – 11:40h
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
TINTA E PAPEL NA RUA DOS NOMES
Não é que este espaço seja um caixote do lixo, mas despejo aqui o saco sempre que entendo, ficando muito melhor, antes com mais frequência, agora com novos amigos as coisas passaram a ser diferentes. Eu, o Boyzitu, o Versatilidades, o Gaybriel, o Regressa a Mi e o Desabafos. Amigos do peito aqui na Rua dos Nomes.
Considero-me um pedaço céptico por vezes! Desculpa dizer isto, mas a experiência de vida assim o ditou! Cada qual acredita no que quer, viaja por onde se sente mais à vontade e bebe da torneira que entender, acaso não tenha uma fonte de nascente natural.
Percorro muitos caminhos e muitíssimos já percorri, posso falar de muitas coisas… nada de ignorância, muito menos criticar a pontos de colocar de lado os outros, nada disso. Nada de tabus e falar sempre à vontade, entendo que a vida deve ser assim.
Faça cada qual o que bem entende, o que goste e o que o faça sentir realizado. Cada um gosta do que gosta e ponto final. Não sou homofóbico, nem racista e muito menos contra religião alguma ou forma mística. Certamente, não me estou a ver neste momento da minha vida outra vez a voltar para a religião… já a vivi o quanto entendo bastar, desde o catolicismo, aos evangélicos, espiritismo e outros misticismos. Por agora chega, tal como outras facetas. Estou noutra onda, diferente e do resto pouco me importa. Lembro do tempo da astrologia, lia tudo e mais alguma coisa. Cansei e procuro outras coisas, com outros motivos para a minha vida. Sou selectivo, tenho o meu direito…
Escrevi imensos poemas, textos, fiz pinturas… executei algumas peças musicais, compus e tanto mais. Fiz fotografia e ainda continuo a fazer, tal como vídeo.
Adoro conduzir, é sempre com muito agrado e agrada-me imenso estar com os meus amigos, ultimamente fiz novas amizades e confesso que não páro em casa, mal saio do emprego, já estou noutra onda, apesar de fazer o que gosto em termos profissionais.
Tinta e papel, novas imagens e distância a ser colmatada por outras situações. A vida é feita de situações e confesso que hoje estou muito feliz… novas pessoas deixaram-me ver a vida de modo diferente e assim tudo se renova. Deixo o meu obrigado e abraço amigo com a minha estima a quem comigo tem privado nestes dias. Bem hajam, são pessoas lindas que estimo muito e que merecem tudo de bom. Adoro-vos, tenho-vos no coração, no mais profundo de mim.
Vamos todos conversar, dialogar e crescer cada vez mais… realmente ontem com seis amigos sem bloqueios, a vida teve outro significado, outro sabor mais forte. Boa conversa, confiança e dedicação. Repito, adoro-vos, desculpem falar assim. Fogagens na rua dos nomes, para uma permanente evolução.
Hoje fomos três, dar umas voltas por ai, e construímos coisas lindas, fizemos fotos e ideias maravilhosas surgiram para novos projectos e o primeiro passo já foi dado!
Como a vida é bela e o mundo se renova… não quero que ninguém esteja mal. Se alguém precisar, estou aqui, bate à porta, telefona e recebe o meu abraço sincero e profundo sem reservas.
Deixo aquele abraço do coração…
Samuel, o Ventoso – 13.10.2006 – 01:13h
Considero-me um pedaço céptico por vezes! Desculpa dizer isto, mas a experiência de vida assim o ditou! Cada qual acredita no que quer, viaja por onde se sente mais à vontade e bebe da torneira que entender, acaso não tenha uma fonte de nascente natural.
Percorro muitos caminhos e muitíssimos já percorri, posso falar de muitas coisas… nada de ignorância, muito menos criticar a pontos de colocar de lado os outros, nada disso. Nada de tabus e falar sempre à vontade, entendo que a vida deve ser assim.
Faça cada qual o que bem entende, o que goste e o que o faça sentir realizado. Cada um gosta do que gosta e ponto final. Não sou homofóbico, nem racista e muito menos contra religião alguma ou forma mística. Certamente, não me estou a ver neste momento da minha vida outra vez a voltar para a religião… já a vivi o quanto entendo bastar, desde o catolicismo, aos evangélicos, espiritismo e outros misticismos. Por agora chega, tal como outras facetas. Estou noutra onda, diferente e do resto pouco me importa. Lembro do tempo da astrologia, lia tudo e mais alguma coisa. Cansei e procuro outras coisas, com outros motivos para a minha vida. Sou selectivo, tenho o meu direito…
Escrevi imensos poemas, textos, fiz pinturas… executei algumas peças musicais, compus e tanto mais. Fiz fotografia e ainda continuo a fazer, tal como vídeo.
Adoro conduzir, é sempre com muito agrado e agrada-me imenso estar com os meus amigos, ultimamente fiz novas amizades e confesso que não páro em casa, mal saio do emprego, já estou noutra onda, apesar de fazer o que gosto em termos profissionais.
Tinta e papel, novas imagens e distância a ser colmatada por outras situações. A vida é feita de situações e confesso que hoje estou muito feliz… novas pessoas deixaram-me ver a vida de modo diferente e assim tudo se renova. Deixo o meu obrigado e abraço amigo com a minha estima a quem comigo tem privado nestes dias. Bem hajam, são pessoas lindas que estimo muito e que merecem tudo de bom. Adoro-vos, tenho-vos no coração, no mais profundo de mim.
Vamos todos conversar, dialogar e crescer cada vez mais… realmente ontem com seis amigos sem bloqueios, a vida teve outro significado, outro sabor mais forte. Boa conversa, confiança e dedicação. Repito, adoro-vos, desculpem falar assim. Fogagens na rua dos nomes, para uma permanente evolução.
Hoje fomos três, dar umas voltas por ai, e construímos coisas lindas, fizemos fotos e ideias maravilhosas surgiram para novos projectos e o primeiro passo já foi dado!
Como a vida é bela e o mundo se renova… não quero que ninguém esteja mal. Se alguém precisar, estou aqui, bate à porta, telefona e recebe o meu abraço sincero e profundo sem reservas.
Deixo aquele abraço do coração…
Samuel, o Ventoso – 13.10.2006 – 01:13h
terça-feira, 10 de outubro de 2006
UM POSTE QUE ENCONTREI NA BEIRA
O mundo não está mais à avessas e muito menos acredito na concepção mítica, tudo o que está em minha volta e se deixa percepcionar pelos sentidos é real. Tu és real, e tu também e mais aquele e o outro. Somos reais nest post...
Eu disse que ia escrever um post, tu mandaste-me levar um post que arranjasse à beira da estrada... tu mandaste-me muitas coisas. Eu mando-te sim, e com todas as letras para um lugar... Vai então! Vai para o seio dos teus lençóis e relaxa, sente o bem estar, sente que é bom existir, sente que foi bom estarmos todos juntos, foi bom jantar, muito bom, excelente. Queres saber uma coisa? Adorei... tudo estava muito interessante e a natureza era viva, com muitas cores, apesar do meu olhar se ter concentrado nas formas e nas transformações movediças.
Este é o meu eterno mundo das ideias, ainda que beije as anémonas e as papoilas.
Flores e muitas flores na noite escura, umas por aqui, outras por ali... mas consegui ver algo interessante, é pura manifestação do meu outro lado. Aquele que desconheces, mas com o tempo poderás conhecer... lembra-te que não sou uma mera máquina, com a sua engrenagem... sou algo mais que podes sustentar, descobrir. Encontra a importância dos nomes no grande nome e experimenta o embiente dos residuos.
O espelho mágico um dia falará para ti, quando estiveres só, quando a voz da consciência te tocar, quando a verdade te mostrar o outro lado que neste momento não queres ver. Estou a ver aquilo que não te posso dizer... porque a flor, a rosa murcha, se o fizer...
Desculpa, não posso falar mais
10.10.2006 - 01:04h
Eu disse que ia escrever um post, tu mandaste-me levar um post que arranjasse à beira da estrada... tu mandaste-me muitas coisas. Eu mando-te sim, e com todas as letras para um lugar... Vai então! Vai para o seio dos teus lençóis e relaxa, sente o bem estar, sente que é bom existir, sente que foi bom estarmos todos juntos, foi bom jantar, muito bom, excelente. Queres saber uma coisa? Adorei... tudo estava muito interessante e a natureza era viva, com muitas cores, apesar do meu olhar se ter concentrado nas formas e nas transformações movediças.
Este é o meu eterno mundo das ideias, ainda que beije as anémonas e as papoilas.
Flores e muitas flores na noite escura, umas por aqui, outras por ali... mas consegui ver algo interessante, é pura manifestação do meu outro lado. Aquele que desconheces, mas com o tempo poderás conhecer... lembra-te que não sou uma mera máquina, com a sua engrenagem... sou algo mais que podes sustentar, descobrir. Encontra a importância dos nomes no grande nome e experimenta o embiente dos residuos.
O espelho mágico um dia falará para ti, quando estiveres só, quando a voz da consciência te tocar, quando a verdade te mostrar o outro lado que neste momento não queres ver. Estou a ver aquilo que não te posso dizer... porque a flor, a rosa murcha, se o fizer...
Desculpa, não posso falar mais
10.10.2006 - 01:04h
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
MOMENTOS PELA NOITE NA NOITE

A noite com os seus nomes, entre outros nomes que o tempo proporcionou encontrar, a noite para caminhar e com alguém amigo, com sinceridade fez-me percorrer as artérias da cidade, para de um modo saudável tomar a noite no meu espírito.
Boa conversa, amena, sincera, onde as confissões eram uma constante, e a constante era a palavra. Muito agradável, é isso que conta, o resto não interessa. Destas amizades é que preciso e não de frouxas outras que se passeiam, com o faz de conta habitual, que tenta sustentar o insustentável.
Deixo aqui nos meus desabafos, este desabafo, e a palavra obrigado, por seres como foste, por confiares em mim e por dizeres o que alguém não sabe dizer, muito menos valorizar-te quando essa valor não o encontra. A vida é simples, basta encontrar a pessoa certa no momento certo, nem que seja para a toma de um café, um passeio, um jantar, um abraço... sei lá, outras coisas mais. Tu mereces muito... vi em ti coisas lindas, e isso disse. Continuarei a dizer... apenas quero que saibas que sou teu amigo.
Continua na noite, vai ao encontro do teu amor, que dentro de momentos chegará para te dar um abraço e envolver-te com todo o afecto. Isso sim, é importante! Vive a vida com quem gosta de ti, mereces mesmo.
Conta sempre com a minha amizade, esta que será tua e para sempre. Eis as minhas cerejas e o tempo tornará perfume os frutos belos e apetitosos...
Já fazes parte da minha rua... agora vou dormir, porque a noite já me tomou e o escuro continua a envolver-te no seu todo.
Samuel, o Ventoso - 09.10.2006 - 02:01h
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
PERCUROS E DECURSOS DO AZUL ETERNO
A vida tem coisas que passam e depois se se perdem, jamais se recuperam... Tenho muitos escritos, por ai dispersos em blogues e sinto o que escreves e vejo muitas coisas, tendo em conta quem te comenta. Comentários não faltam por ai, todos os dias estão na ordem do dia, uns mais favorecidos, outros nem por isso. Diz-se bem e mal! Diz-se o que se sente e pensa...
Dizes coisas que por vezes mostram o que não é, e escondem pedaços de quem as escreve, em atitudes que também são enigmáticas. Nunca te esqueças de quem verdadeiramente gosta de ti, de quem te ama mesmo, não, não esqueças mesmo, nem a brincar, olha que isso faz parte da tua vida. As circunstâncias somos nós que as fazemos, certo? Por isso pára e não jogues fora tudo o que construiste desde aquele dia. Dá uma oportunidade a ti a quem te merece... o diálogo é importante. Tenta não magoar, sê inteligente. Acolhe e olha em teu redor... espreita ao espelho e o olhar azul traz eternidade que existe dentro de ti.
Olhares existem muitos por ai, mas pessoas, nem todas merecem um lugar especial no nosso coração. Uns entram, outros saiem e a vida vai decorrendo assim. Decursos da vida e caminhadas que se encetam.
Percursos e decursos do azul eterno... não te esqueças que simboliza a filosofia, não esquecendo outras coisas mais. Lembras aquelas de que te falei no outro dia? E as outras e mais as outras? Sei que o esquecimento favorece o que não convém... agora vou tratar de programar mais um pouco e voltarei noutra altura (C e html), logo que possível. Bebo da eternidade e do azul eterno.
Samuel, o Ventoso - 05.10.2006 - 00:32h - Porto
Dizes coisas que por vezes mostram o que não é, e escondem pedaços de quem as escreve, em atitudes que também são enigmáticas. Nunca te esqueças de quem verdadeiramente gosta de ti, de quem te ama mesmo, não, não esqueças mesmo, nem a brincar, olha que isso faz parte da tua vida. As circunstâncias somos nós que as fazemos, certo? Por isso pára e não jogues fora tudo o que construiste desde aquele dia. Dá uma oportunidade a ti a quem te merece... o diálogo é importante. Tenta não magoar, sê inteligente. Acolhe e olha em teu redor... espreita ao espelho e o olhar azul traz eternidade que existe dentro de ti.
Olhares existem muitos por ai, mas pessoas, nem todas merecem um lugar especial no nosso coração. Uns entram, outros saiem e a vida vai decorrendo assim. Decursos da vida e caminhadas que se encetam.
Percursos e decursos do azul eterno... não te esqueças que simboliza a filosofia, não esquecendo outras coisas mais. Lembras aquelas de que te falei no outro dia? E as outras e mais as outras? Sei que o esquecimento favorece o que não convém... agora vou tratar de programar mais um pouco e voltarei noutra altura (C e html), logo que possível. Bebo da eternidade e do azul eterno.
Samuel, o Ventoso - 05.10.2006 - 00:32h - Porto
terça-feira, 3 de outubro de 2006
PEDREGULHOS MENTAIS
Os dias ficam cheios do cheio que vai pesando e eu vou-me enchendo do cheio que tudo isto vai enchendo. Estou cheio do cheio de estar aqui nesta cheia que o Outono começou a fazer mover... ventos e vendavais neste espaço já ventoso.
Vim para aqui, depois de andar lá por fora, depois de ter rejeitado todos os convites, alguns apenas vazio e descartáveis!!! Os carros passam, com música aos berros, apetece-me fazer o mesmo, vou colocar de imediato a minha mais alta. Yaaaaa tudo a abrir, tudo a gritar, a rebentar mesmo os vidros... a polícia ainda aparece ai chatear, pois estou a chatear toda a gente. Tu que vás dar uma volta, não quero saber de mais nada, nada mesmo nada. Não vou ficar por aqui, apetece-me ir embora, ir mesmo sem destino, porque estou a ficar cansado de tudo isto, acredita. Nada neste momento me agrada e muito menos alguém me está a entender. Nem sei mais o que te dizer, tão pouco sei se existe mais alguma coisa para te dizer, apenas entendi determinados comportamentos, alguns muito esquisitos... outros fizeram-me pensar, derramar algumas lágrimas e até me tornar agressivo. A agressividade também é um posto e o inferno sustenta o terrível.
Sabes o que é a revolta? Sabes o porquê dela acontecer e começar a expandir-se? Se não sabes, nem queiras saber... não te irei dizer mais nada e para não te partir a cara toda, escrevo estas coisas, isto que sinto. Descarrego para aqui, pior será se um dia isto deixar de funcionar enquanto forma de terapia... então será mesmo vendaval. Violência? O vento é vilento e por vezes destrói tudo deixando apenas a poeira.
A quem nunca me abandonou e foi agradável para mim, terá sempre a minha amizade... a minha dedicação e não te esqueças que a vingança é um prato que se serve frio. Raiva e revolta é o que sinto, parece que está a aumentar... grrrrr!
A noite fará acalmar-me, pior é a existência dos pedregulhos mentais, dos grãos de areia. Arrogância puxa arrogância e maus feitios comigo geram outros ainda muito piores. O próximo episódio ninguém o viu... preciso mudar, sim, mudar mesmo, só que existem coisas cuja resolução leva o tempo a ficar resolvido.
Samuel, o Ventoso - 03.10.2006 - 23:49h
Vim para aqui, depois de andar lá por fora, depois de ter rejeitado todos os convites, alguns apenas vazio e descartáveis!!! Os carros passam, com música aos berros, apetece-me fazer o mesmo, vou colocar de imediato a minha mais alta. Yaaaaa tudo a abrir, tudo a gritar, a rebentar mesmo os vidros... a polícia ainda aparece ai chatear, pois estou a chatear toda a gente. Tu que vás dar uma volta, não quero saber de mais nada, nada mesmo nada. Não vou ficar por aqui, apetece-me ir embora, ir mesmo sem destino, porque estou a ficar cansado de tudo isto, acredita. Nada neste momento me agrada e muito menos alguém me está a entender. Nem sei mais o que te dizer, tão pouco sei se existe mais alguma coisa para te dizer, apenas entendi determinados comportamentos, alguns muito esquisitos... outros fizeram-me pensar, derramar algumas lágrimas e até me tornar agressivo. A agressividade também é um posto e o inferno sustenta o terrível.
Sabes o que é a revolta? Sabes o porquê dela acontecer e começar a expandir-se? Se não sabes, nem queiras saber... não te irei dizer mais nada e para não te partir a cara toda, escrevo estas coisas, isto que sinto. Descarrego para aqui, pior será se um dia isto deixar de funcionar enquanto forma de terapia... então será mesmo vendaval. Violência? O vento é vilento e por vezes destrói tudo deixando apenas a poeira.
A quem nunca me abandonou e foi agradável para mim, terá sempre a minha amizade... a minha dedicação e não te esqueças que a vingança é um prato que se serve frio. Raiva e revolta é o que sinto, parece que está a aumentar... grrrrr!
A noite fará acalmar-me, pior é a existência dos pedregulhos mentais, dos grãos de areia. Arrogância puxa arrogância e maus feitios comigo geram outros ainda muito piores. O próximo episódio ninguém o viu... preciso mudar, sim, mudar mesmo, só que existem coisas cuja resolução leva o tempo a ficar resolvido.
Samuel, o Ventoso - 03.10.2006 - 23:49h
domingo, 1 de outubro de 2006
INCONGRUÊNCIAS

Focos de um silêncio sem nome, em movimentos que se perdem... não sei o que perdi, fiquei ali, além, em todos os lados... mais tarde volto a estar contigo. Estou contigo sempre, nestas incongruências, mas apesar disso gosto de ti e muito. Contigo nada me falta, tenho tudo, o teu amor basta-me.
01.10.2006 - 11:01h
sábado, 30 de setembro de 2006
CORES VOLUMPTUOSAS

Misturo-me em bebidas, semeado por abandonos, de frutas de todas as espécies, onde mergulho o meu olhar...
Devagar toco as minhas pernas, tomo as sensações e misturo-me em inflexões, moldando o corpo num orgásmo do indizível...
Desnudado do espírito em horas seguidas tomo-me em formas de prazer, muitas conhecidas por ti, para aliviar todas as ansiedades e bebo o cálice do amor eterno, em cores volumpuosas.
Samuel, o Ventoso - 30.09.2006 - 19:14h
terça-feira, 26 de setembro de 2006
RUA DOS NOMES EM DESCONCERTO

Senti uma necessidade profunda de escrever, como se mais nada fizesse sentido na minha vida neste momento. É uma aberração dizer estas coisas, quando por exemplo ontem sentia-me tão bem com alguns amigos, senti-me tão feliz, como se a felicidade sempre existisse desde toda a eternidade dentro do meu ser. Hoje, parece que tudo se esvaziou e o meu coração ficou esfaqueado, cheio de uma dor avassaladora e a rua dos nomes foi invadida, por vermes que eu próprio não sei identificar.
Estou aqui, demasiadamente só, com saudades do que não tem mais sentido na minha vida... ou tudo isto tome algum sentido. Jamais alguma entidade paranormal fará sentido para mim, isso seria mais uma outra tentativa de me convencer do que não existe, crendo que fosse verdade, a verdade que não é! Tretas que um dia inventaram, para preencher o que não pode ser preenchido. Não sei muito bem o que dizer, nem o que fazer, sinto algo que me custa a expressar e a clarificar. Clarificar também pode deitar-me ainda mais para baixo...
Hoje perguntei-me mais uma vez, depois de passear por ai, depois de telefonar para alguém, depois de pensar, depois de reflectir... depois, depois, depois do depois... um depois que me fez pensar mais e mais. Tudo muito mais sem que o mais tivesse alguma realidade, uma realidade fictícia que se abate no primeiro acto de consciência. O que resta de tudo isto? Rua dos nomes em desconcerto, nos confins da perdição e da desilusão... a única condição é a caminhada.
Samuel, o Ventoso - Porto - 26.09.2006 - 22:12h
NOTAS E SENTIDOS
Uma nota sem sentido gera outra e mais outra e outra mais ainda… notas vão-se gerando, em sucessão, em relação, sem que alguma coisa possa ser entendida. Não sei o que entendo de todas essas coisas que escreves. Continuas a escrever, como se a focagem convergisse para um único ponto a considerar. Consideras! Nem sei o que dizer quando tenho que observar essas atitudes. As tuas atitudes são únicas, deixam-me sem palavras, sem saber como proceder a seguir, mas nada mais poderei dizer sobre aquilo que me custa imenso proferir palavra, sim, produzir uma opinião. Opiniões não faltam por ai, apenas sei que sou diferente, sempre fui, sempre continuarei a ser.
Engano, conversa do acaso, um princípio de insatisfação consome-me, absorve-me numa ânsia desmedida, onde me perco. Perco-me todos os dia! Todos os dias acabo por me perder em alguma coisa, em coisa ou situações que nem eu próprio sei precisar... notas e sentidos.
26.09.2006 – 16:17h
Engano, conversa do acaso, um princípio de insatisfação consome-me, absorve-me numa ânsia desmedida, onde me perco. Perco-me todos os dia! Todos os dias acabo por me perder em alguma coisa, em coisa ou situações que nem eu próprio sei precisar... notas e sentidos.
26.09.2006 – 16:17h
sábado, 23 de setembro de 2006
DEAMBULANDO POR AI...
Livre como o sorriso de uma criança, como o comboio que caminha, como aquela ave, a dança do céu, no movimento que se desenha, num amor amis profundo, ao encanto que se sustenta, dançar contigo a dança da viagem, esta que se agiganta.
Um novo quadro, um novo desenho, rosto e diversidade ao cantinho das flores, a desabrochar... deambulando por ai.
Sou por aqui a vontade que se multiplica. Sou, sem nada desejar porque o meu desejo foi de outro tempo cujo desejo já não deseja, apenas passa... indesejável é o desejo sem desejo no desejo que se possa vir a ter.
Continuo prostrado na dimensão do desejo, pelas artérias sem novidade, entre duas linhas que me transportam... muitas me transportam.
Esperam-me rostos, rostos diversos, desafios de novos sorrisos e outras circubstâncias ainda mais profundas. Por aqui, por ali... Oh Sr. dos Matosinhos, acolhei-me no profundo do teu ser, sou ave que deambula, que respira e que com espírito quer viver.
Samuel Bastos Ventoso
Escrito no Mercado Municipal de Matosinhos
23 de Setembro de 2006 - 13:17h - Com a minha amizade para as versatilidades e o regressa a mi, pessoas muito simpáticas e excelentes. Obrigado pela forma como me receberam, guardo no meu coração um lugar especial para vós. Abraços e a dedicação de sempre.
Samuel, o Ventoso
Um novo quadro, um novo desenho, rosto e diversidade ao cantinho das flores, a desabrochar... deambulando por ai.
Sou por aqui a vontade que se multiplica. Sou, sem nada desejar porque o meu desejo foi de outro tempo cujo desejo já não deseja, apenas passa... indesejável é o desejo sem desejo no desejo que se possa vir a ter.
Continuo prostrado na dimensão do desejo, pelas artérias sem novidade, entre duas linhas que me transportam... muitas me transportam.
Esperam-me rostos, rostos diversos, desafios de novos sorrisos e outras circubstâncias ainda mais profundas. Por aqui, por ali... Oh Sr. dos Matosinhos, acolhei-me no profundo do teu ser, sou ave que deambula, que respira e que com espírito quer viver.
Samuel Bastos Ventoso
Escrito no Mercado Municipal de Matosinhos
23 de Setembro de 2006 - 13:17h - Com a minha amizade para as versatilidades e o regressa a mi, pessoas muito simpáticas e excelentes. Obrigado pela forma como me receberam, guardo no meu coração um lugar especial para vós. Abraços e a dedicação de sempre.
Samuel, o Ventoso
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
PRECISAVA DE NÃO PRECISAR
Precisava de não precisar mais de ti, de ir embora e nunca mais voltar, de não estar mais. Sim, de não estar mais e ausentar-me para sempre de tudo o que me incomoda, ou de tudo o que nada mais tem a ver comigo.
Entendo que a vida por vezes apresenta-nos mudanças e outros pontos de vista... eu sou a multipicidade de mudanças, sou todos os nomes e nunhum nome. Eh eh eh eh um dia outros horizontes se tornarão possíveis, face a um desespero que nunca teve significado. Agora deambulando, levando novas sensações, pontos de vista diferentes, desbravando a realidade que se apresenta. Mudança radical, e nada mais choros por quem não me merece.
Precisava de não precisar de ti, nem de ninguém, e jamais envolver-me em amor mentiroso ou aceitar algo de alguém para depois me cobrar. Nada quero mais que me deite abaixo, nada mesmo... quero o meu espaço e a minha alegria, a força da vida e a vida com força, com alma eterna, a eternidade da minha rua, com gente que valha a pena ter no coração. Isso sim, gente que valha a pena quero. Sempre... não quero perder tempo com inutilidades e gente oportunista, cheia de complicações...
Naquele dia fiquei muito cansado, mas agora, tudo bem, em forma, com energia e garra para a caminhada que se sustenta de todo em todo.
Samuel, o Ventoso - 22.09.2006 - 12:44h
Entendo que a vida por vezes apresenta-nos mudanças e outros pontos de vista... eu sou a multipicidade de mudanças, sou todos os nomes e nunhum nome. Eh eh eh eh um dia outros horizontes se tornarão possíveis, face a um desespero que nunca teve significado. Agora deambulando, levando novas sensações, pontos de vista diferentes, desbravando a realidade que se apresenta. Mudança radical, e nada mais choros por quem não me merece.
Precisava de não precisar de ti, nem de ninguém, e jamais envolver-me em amor mentiroso ou aceitar algo de alguém para depois me cobrar. Nada quero mais que me deite abaixo, nada mesmo... quero o meu espaço e a minha alegria, a força da vida e a vida com força, com alma eterna, a eternidade da minha rua, com gente que valha a pena ter no coração. Isso sim, gente que valha a pena quero. Sempre... não quero perder tempo com inutilidades e gente oportunista, cheia de complicações...
Naquele dia fiquei muito cansado, mas agora, tudo bem, em forma, com energia e garra para a caminhada que se sustenta de todo em todo.
Samuel, o Ventoso - 22.09.2006 - 12:44h
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
DAS PARTES SEM PARTE
1 - Não sei o que mais posso dizer depois de te ler… confesso que não sei, tudo está muito bem escrito e sentido, muito mesmo, imenso.
Nada mais poderá ser tão perfeito quanto este escrito que aqui deixas, foi a única coisa que mexeu comigo esta manhã e nesta cidade do Porto, depois de falar contigo ontem à noite. As lágrimas quase despoletaram... entendo e valorizo essa profundidade de amor, o amor entre dois homens, entre dois seres humanos. Essa profundidade, sustenta-a, porque tu és uma pessoa muito linda, muito sensível e ao mesmo tempo muito directa, muito objectiva, lógica. Esta amizade que nutro por ti e por com quem estás é para mim, algo muito importante, um tesouro. Gosto imenso de falar convosco... mas sinto vontade de chorar... somente neste momento foste capaz de tocar o meu coração. Continua assim... sempre assim.
Deixo-te aquele abraço grande com a minha amizade. Também um beijo por aquilo que sois, pelo que mereces e certamente por tudo o que sustentas nesse inundável caminhar que quanto a mim é lindo, sim, lindo mesmo.
2 - Só essas palavras poderiam mexer comigo, acredita meu querido amigo. Neste momento choro, é verdade. Repito que o que escreveste e o que o teu amor escreveu, mexeram comigo, imenso... é lindo, demasiado lindo, até parece impossível, mas sei que é verdadeiro, é real e isso é que interessa. Ontem falei convosco e sei da vossa profundidade, da vossa união, do vosso amor... todas as palavras me fogem, perco-me parecendo-me não me encontrar nesta vida.
Este é o sentido real da vida... anseio tanto poder dizer o que dizes, mas não sei quando! Estou aqui, perto de ti, mesmo pertinho.
Tenho de acordar um pouco mais… vou tomar café, sim! A sugestão fica em aberto e vamos tomar café e trás o teu amor, vamos brincar à amizade, ao verdadeiro sentido da vida... mas deixa-me chorar, confesso que estou muito feliz por ti, acredita meu querido amigo; por ti e por o teu amor. Sois duas pessoas que guardo no coração e sabes que é verdade.
Fico por aqui, vou até à minha rua, e eis todos os nomes, os nomes que traçam a minha vida. Nomes e outros nomes e mais nomes que por agora não posso precisar.
Fica bem, continua assim... abraços e beijos, com a sempre dedicada estima e amizade que nutro por ti, melhor, por vós.
Samuel, o Ventoso, 20 de Setembro de 2006 – 09:19h
Nada mais poderá ser tão perfeito quanto este escrito que aqui deixas, foi a única coisa que mexeu comigo esta manhã e nesta cidade do Porto, depois de falar contigo ontem à noite. As lágrimas quase despoletaram... entendo e valorizo essa profundidade de amor, o amor entre dois homens, entre dois seres humanos. Essa profundidade, sustenta-a, porque tu és uma pessoa muito linda, muito sensível e ao mesmo tempo muito directa, muito objectiva, lógica. Esta amizade que nutro por ti e por com quem estás é para mim, algo muito importante, um tesouro. Gosto imenso de falar convosco... mas sinto vontade de chorar... somente neste momento foste capaz de tocar o meu coração. Continua assim... sempre assim.
Deixo-te aquele abraço grande com a minha amizade. Também um beijo por aquilo que sois, pelo que mereces e certamente por tudo o que sustentas nesse inundável caminhar que quanto a mim é lindo, sim, lindo mesmo.
2 - Só essas palavras poderiam mexer comigo, acredita meu querido amigo. Neste momento choro, é verdade. Repito que o que escreveste e o que o teu amor escreveu, mexeram comigo, imenso... é lindo, demasiado lindo, até parece impossível, mas sei que é verdadeiro, é real e isso é que interessa. Ontem falei convosco e sei da vossa profundidade, da vossa união, do vosso amor... todas as palavras me fogem, perco-me parecendo-me não me encontrar nesta vida.
Este é o sentido real da vida... anseio tanto poder dizer o que dizes, mas não sei quando! Estou aqui, perto de ti, mesmo pertinho.
Tenho de acordar um pouco mais… vou tomar café, sim! A sugestão fica em aberto e vamos tomar café e trás o teu amor, vamos brincar à amizade, ao verdadeiro sentido da vida... mas deixa-me chorar, confesso que estou muito feliz por ti, acredita meu querido amigo; por ti e por o teu amor. Sois duas pessoas que guardo no coração e sabes que é verdade.
Fico por aqui, vou até à minha rua, e eis todos os nomes, os nomes que traçam a minha vida. Nomes e outros nomes e mais nomes que por agora não posso precisar.
Fica bem, continua assim... abraços e beijos, com a sempre dedicada estima e amizade que nutro por ti, melhor, por vós.
Samuel, o Ventoso, 20 de Setembro de 2006 – 09:19h
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
DEPOIS DE TE LER E PENSAR
Depois de te ler e pensar, ler várias vezes, uma não me chega! A tua música é linda, toca o meu coração, é mensagem que não finda e ecoa em cada pulsão. Uma e mais outra e outra ainda que se segue! Depois de uma conversa, de palavras teres trocado comigo, confesso que não interessa, do que te dói, afasta-te depressa, digo-te isto porque sou teu amigo, lixo corrói.
Tenho lido o teu blog, apesar de não o comentar, por vezes sinto vontade, mas, confesso, não quero mais chorar. Deixo como conteúdo do meu pensar... Também escrevo, pelas minhas páginas dispersas, a mencioná-las não me atrevo, são algumas, um pouco diversas.
O amor de que falas é mesmo assim, um dia toca forte, naquele tocou-me a mim, doeu, senti quase a morte e pelo chaão rastejei. Passou... Agora... caminho, nesta minha paz, desprendido, de tudo e de todos, voando como um pássaro, sem destino... Para que saibas, eu estou aqui, para te ouvir, para saborear os teus escritos, para te dar força e sempre que força tenha, conta com ela...! A vida é esta passagem que nos engana e ainda engana mais quando nos iludimos! Estamos convencidos de algo mais, não passa de uma crença que depois não possui conteúdo. Enfim... cada qual, pensa a seu modo e depois nada funciona na hora certa! Tudo corre e rápido tudo acaba, como num fechar de olhos. Recordo algumas conversas que tivemos, das vezes que temos. Amigo, calma e força, vive a realidade do que é possível... mergulha na música e percebe que existem outros sentires, algures. Não fiques fechado porque a fechadura oxida-se e desaparece com o tempo e depois é muito tarde para viver... a vida é um aqui e agora, este viver mesmo, vive com quem estiver na tua onda, aproveita as coisas da tua época... é isso que conta.
Depois de te ler e pensar, continuo a pensar e o meu pensamento está em ti e dissolve-se no tempo, na paz que é música que flui pelo universo. Abraço e até ao meu regresso.
Samuel, o Ventoso - 08.09.2006 - 20:48h
Tenho lido o teu blog, apesar de não o comentar, por vezes sinto vontade, mas, confesso, não quero mais chorar. Deixo como conteúdo do meu pensar... Também escrevo, pelas minhas páginas dispersas, a mencioná-las não me atrevo, são algumas, um pouco diversas.
O amor de que falas é mesmo assim, um dia toca forte, naquele tocou-me a mim, doeu, senti quase a morte e pelo chaão rastejei. Passou... Agora... caminho, nesta minha paz, desprendido, de tudo e de todos, voando como um pássaro, sem destino... Para que saibas, eu estou aqui, para te ouvir, para saborear os teus escritos, para te dar força e sempre que força tenha, conta com ela...! A vida é esta passagem que nos engana e ainda engana mais quando nos iludimos! Estamos convencidos de algo mais, não passa de uma crença que depois não possui conteúdo. Enfim... cada qual, pensa a seu modo e depois nada funciona na hora certa! Tudo corre e rápido tudo acaba, como num fechar de olhos. Recordo algumas conversas que tivemos, das vezes que temos. Amigo, calma e força, vive a realidade do que é possível... mergulha na música e percebe que existem outros sentires, algures. Não fiques fechado porque a fechadura oxida-se e desaparece com o tempo e depois é muito tarde para viver... a vida é um aqui e agora, este viver mesmo, vive com quem estiver na tua onda, aproveita as coisas da tua época... é isso que conta.
Depois de te ler e pensar, continuo a pensar e o meu pensamento está em ti e dissolve-se no tempo, na paz que é música que flui pelo universo. Abraço e até ao meu regresso.
Samuel, o Ventoso - 08.09.2006 - 20:48h
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
NO MEU CORPO O TEU
No meu corpo encontrei o teu e vi que não existia nada mais belo do que a nossa beleza. A beleza de nós dois torna-nos perfeitos... quando nos entregamos profundamente. Isto é importante e muito, quando existe sintonia nos corpos.
Samuel, o Ventoso - 07.09.2006 - 11:28h
Samuel, o Ventoso - 07.09.2006 - 11:28h
quarta-feira, 30 de agosto de 2006
ARREFECIMENTO TOTAL
Nem me ligaste... foste embora! Com a tua frieza, com o desprezo mascarado e vi que tudo era mentira. Inventaste desculpas, uma a seguir a outra. Eu apático, aqui, sem conseguir reagir, deixei-me perder e estou no silêncio, neste silêncio aterrador dos nomes.
Arrefeci, sim arrefeci, fiquei sem forças, sem mais vontade para lutar por gente complicada, gente que me faz gastar as energias. O vazio hoje ficou mais profundo e o meu corpo pede cama para esquecer a vida. Sinto-me só, muito só... todos foram embora, todos se ausentaram.
Samuel, o Ventoso - 30.08.2006 - 23:16h
Arrefeci, sim arrefeci, fiquei sem forças, sem mais vontade para lutar por gente complicada, gente que me faz gastar as energias. O vazio hoje ficou mais profundo e o meu corpo pede cama para esquecer a vida. Sinto-me só, muito só... todos foram embora, todos se ausentaram.
Samuel, o Ventoso - 30.08.2006 - 23:16h
sexta-feira, 11 de agosto de 2006
DA PLENITUDE SEM NOME
Tudo me parece parado... apenas o calor começa, lentamente como se alguma coisa viesse resolver.
O silêncio absorve outro silêncio e parece que nada mais sei fazer do que estar aqui. Profundamente deleito-me no indizível, porque para fora nada mais tenho a dizer, o que disse não serviu para nada e os contornos de situação foram imensos. Cansei-me! Apenas fiquei sem mais força para a caminhada, porque gastei todas as minhas energias em situações vazias, fúteis, completamente inúteis. Fiquei só e abandonado, num mundo onde todas as palavras já não dizem nada. Desapareceram os nomes, veio o vento e destruiu todo o meu ser... agora, apenas sou um vazio pairante, aquilo que queiras pensar.
O meu desejo é o repouso, ainda que tivesse solicitado ajuda, maioritariamente fui colocado de lado, não esteja eu a fazer-me de vítima, mas a realidade é esta! Nunca entenderás este meu escrito, alguma vez o irás ler, não fará algum sentido. Continuo a duvidar, a não acreditar em nada, apenas a desejar o silêncio total, porque a tristeza toumou-me em toda a sua plenitude.
Samuel, o Ventoso - 11.08.2006 - 08:04h
O silêncio absorve outro silêncio e parece que nada mais sei fazer do que estar aqui. Profundamente deleito-me no indizível, porque para fora nada mais tenho a dizer, o que disse não serviu para nada e os contornos de situação foram imensos. Cansei-me! Apenas fiquei sem mais força para a caminhada, porque gastei todas as minhas energias em situações vazias, fúteis, completamente inúteis. Fiquei só e abandonado, num mundo onde todas as palavras já não dizem nada. Desapareceram os nomes, veio o vento e destruiu todo o meu ser... agora, apenas sou um vazio pairante, aquilo que queiras pensar.
O meu desejo é o repouso, ainda que tivesse solicitado ajuda, maioritariamente fui colocado de lado, não esteja eu a fazer-me de vítima, mas a realidade é esta! Nunca entenderás este meu escrito, alguma vez o irás ler, não fará algum sentido. Continuo a duvidar, a não acreditar em nada, apenas a desejar o silêncio total, porque a tristeza toumou-me em toda a sua plenitude.
Samuel, o Ventoso - 11.08.2006 - 08:04h
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
DISSE-TE TODAS AS COISAS
Disse-te todas as coisas... não consegui dizer nada. Nada mesmo! É mesmo, infelizmente. Perdi... fiquei só, somente só, com a minha dor, com a minha tristeza, com este corpo para a terra consumir na sua plenitude. Tudo me parece desaparecer e aquela alegria de outrora já não existe, eu apenas me enganei. Melhor, todo o tempo enganaste-me e a ilusão foi mais forte do que tudo o que tivera pensado até então. A minha rua está deserta, foram-se os amigos... tudo se foi!!! Quero chorar, como se o choro ainda servisse de algum consolo.
Estou indeciso, mais do que nunca, mais do que tudo o que possas pensar, do que tudo o que se possa mover...! Não sei mais de mim, esta insatisfação destrói-me e nem consigo mais pronunciar uma palavra ou dirigir-me à tua fronte. Perdi o apetite, a vontade da vida e todos os dias são iguais, exactamente a mesma coisa.
Disse-te todas as coisas e a minha alma está morta de tristeza a ponto que irá ficar apática para todo o sempre. E nesse sempre nunca mais terás a minha presença, apenas memórias fragmentadas. O que resta de mim são fragmentos...
Samuel, o Ventoso - 10.08.2006 - 22:46h
Estou indeciso, mais do que nunca, mais do que tudo o que possas pensar, do que tudo o que se possa mover...! Não sei mais de mim, esta insatisfação destrói-me e nem consigo mais pronunciar uma palavra ou dirigir-me à tua fronte. Perdi o apetite, a vontade da vida e todos os dias são iguais, exactamente a mesma coisa.
Disse-te todas as coisas e a minha alma está morta de tristeza a ponto que irá ficar apática para todo o sempre. E nesse sempre nunca mais terás a minha presença, apenas memórias fragmentadas. O que resta de mim são fragmentos...
Samuel, o Ventoso - 10.08.2006 - 22:46h
sexta-feira, 28 de julho de 2006
NA ROLETA DAS SITUAÇÕES
Mais uma roda a girar, ou duas... roleta da vida. Fugas sem limite, vozes ao acaso, sem caso, denotando o que não consegue ser, o que tem medo! É melhor ver o espelho, pensar mais um pedaço e depois, se entender que se suicide... Não aborreça os outros e viva a sua vida, faça como eu. Rir, sim, rir todos os dias, gritar a alegria, escrever as minhas poesias, tocar as minhas músicas, depois relaxar ouvindo a bela música. Ficar com quem gosto, com quem gosta de mim, certamente tu e mais ninguém.
Deixo que gritem, que berrem... não dizem nada! Olho para o lado e vejo os homofóbicos frustrados, a armar-se, como se isso contribuisse para a minha felicidade. Se sou gay ou não, nem estou para ai olhando, apenas sei que isso não me preocupa... ser homossexual ou heterossexual é normal, consiste em apenas gostar de pessoas, umas podem ser do mesmo sexo outras não. Jamais seria obrigado a estar com uma pessoa que não gostasse só para agradar as aspirações de uma sociedade ultrapassada. Nem pensar! Eu... hui, jamais. Quero é viver a minha vida à minha maneira, o resto que se lixe! Boa? Vamos cantar, brindar e ser felizes... viva a vida e vivam todos os que sabem agradar.
Samuel, o Ventoso - 28.07.2006 - 02:08h
Deixo que gritem, que berrem... não dizem nada! Olho para o lado e vejo os homofóbicos frustrados, a armar-se, como se isso contribuisse para a minha felicidade. Se sou gay ou não, nem estou para ai olhando, apenas sei que isso não me preocupa... ser homossexual ou heterossexual é normal, consiste em apenas gostar de pessoas, umas podem ser do mesmo sexo outras não. Jamais seria obrigado a estar com uma pessoa que não gostasse só para agradar as aspirações de uma sociedade ultrapassada. Nem pensar! Eu... hui, jamais. Quero é viver a minha vida à minha maneira, o resto que se lixe! Boa? Vamos cantar, brindar e ser felizes... viva a vida e vivam todos os que sabem agradar.
Samuel, o Ventoso - 28.07.2006 - 02:08h
sábado, 1 de julho de 2006
UM TALVEZ SEM NOME
Uma palavra, duas...
Talvez... ou nada!
Fico no meu espaço
Observo o jogo...
Deixo o meu abraço
Doi-me a alma, é fogo.
Esta insatisfação...
Este ir embora!
É inquietação
Este peso da hora.
Algo estranho
Não sei explicar
Ouço o relato
Sinto-me cansado
Não sei amar...
Encerro o meu fado.
Samuel, o Ventoso - 01.07.2006 - 18:04h
Talvez... ou nada!
Fico no meu espaço
Observo o jogo...
Deixo o meu abraço
Doi-me a alma, é fogo.
Esta insatisfação...
Este ir embora!
É inquietação
Este peso da hora.
Algo estranho
Não sei explicar
Ouço o relato
Sinto-me cansado
Não sei amar...
Encerro o meu fado.
Samuel, o Ventoso - 01.07.2006 - 18:04h
domingo, 25 de junho de 2006
VONTADE PASSAGEIRA

Começou o jogo... desculpa, mas sinto um misto de tristeza! Elevam-se os ânimos, surgem gritos e eu aqui, olhando, pensando, sorrindo, tentando esquecer a realidade que tenho à frente. Hoje disseste não, ficaste sem vontade! Não sei mais o que te dizer, apenas penso e no pensar nada encontro, apenas um vazio mais profundo. Fiquei assim agora, mas sei muito bem porque fiquei assim. Nada posso fazer, não mando na vontade das pessoas, apenas sinto, tenho a minha sensibilidade única e passageira, como as núvens.
Ouço um grito ao fundo, iludo-me e era uma vez o que muito queria... continuam a iludir-me, cada qual à sua maneira. Não sei se tem interesse, nem o que pode ser, nada sei, apenas guardo palavras que escreveste, que ouvi de ti e fiquei aqui. Estou aqui, mas mais uns minutos vou sair, só o tempo necessário de acabar este escrito. Levará o tempo necessário... a bola corre num campo, pessoas gritam e desiquilibrios contornam os meandros da vontade que me assiste. Gente a gritar, muita gente, daqui a pouco sou eu. Eu sou muitas coisas ao mesmo tempo e parece que nunca me defino, apenas sinto. Continuo a sentir e a minha sensibilidade está mais elevada, principalmente hoje. Para me sentir bem, preciso escrever... assisto ao Mundial, fico a torcer por Portugal, para que este possa ganhar, sim ganhar, sabes que sou muito patriota, sempre fui assim e continuo a ser... viva toda esta minha vontade passageira.
Samuel, o Ventoso - Vila Franca de Xira - 25.06.2006 - 20:13h
terça-feira, 13 de junho de 2006
QUASE TUDO SEM O QUASE
Hoje é dia d Santo António... ontem foram as festas do arromba, de corpos a passear e tudo disperso. Eu não fui, fiquei.
Um blog, dois blogs, duas palvavras, dois olhares e dois corpos. É tudo isto e mais aquilo onde te senti desde aquele dia, desde aquela hora sem hora.
Quase tudo sem o quase... falta sempre isso. Falta tanto mais e esse tanto cotribui para um outro olhar, aquele que por vezes s derrama.
Hoje acordei cedo e sem vontade para nada, simplesmente para te dizer o que não sei dizer...
Volto mais tarde, tenho de ir tomar o pequeno almoço. Estou cansado e preciso de uma cama, mas também preciso da tua companhia. Sou sincero, mas tu não me escutas... tu já não sei quem és.
Samuel, o Ventoso - 13.06.2006 - 08:08h
Um blog, dois blogs, duas palvavras, dois olhares e dois corpos. É tudo isto e mais aquilo onde te senti desde aquele dia, desde aquela hora sem hora.
Quase tudo sem o quase... falta sempre isso. Falta tanto mais e esse tanto cotribui para um outro olhar, aquele que por vezes s derrama.
Hoje acordei cedo e sem vontade para nada, simplesmente para te dizer o que não sei dizer...
Volto mais tarde, tenho de ir tomar o pequeno almoço. Estou cansado e preciso de uma cama, mas também preciso da tua companhia. Sou sincero, mas tu não me escutas... tu já não sei quem és.
Samuel, o Ventoso - 13.06.2006 - 08:08h
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