"Tenho uma alma mais nua do que a maior parte dos homens e é nisso que consiste, por assim dizer, o meu génio" - Wittgenstein
Pensei na frase, continuei a pensar, estou a pensar... mais um pouco e vou dormir para que a minha nudez repouse sobre o leito fresco e os lençóis brancos tomem de verdade a nossa verdade.Conheces a minha alma, conheces os seus contornos, a sua dimensão, as minhas pulsões, conheces o amor que te dedico, a frases que te escrevo e tanto mais que a dizer não me atrevo. Tomo água fresca, ouço a música de relaxe, não ligo às horas, lancei os relógios para a gaveta, telemóvel no silêncio para que não entenda mais dessas coisas, das situações desnecessárias. É desnecessário esse ritmo! Hoje é o meu primeiro dia de férias e desligo-me de ti e de vocês todos, fico no meu espaço, a tomar-me e a deliciar-me, tipo narcísico dos caminhos de ninguém. Fico aqui, depois além e mais em outros locais. Agora vou tomar-me em águas frescas, cristalinas, tomar-me no todo da seiva e seus ritmos poderosos. Eu sei, tu conheces a minha alma, conheces um pouco mais, sei disso... estaremos lá.
01.08.2006 - 13:48h
sexta-feira, 6 de julho de 2007
DA ILUSÃO OU DESILUSÃO
Duas palavras que se tomam num todo, implicam-se e fundem-se unem-se e separam-se.Palavras tão profundas, tão verdadeiras, muito sentidas e com o peso da realidade, essa que nos toca, essa que nos torna diferentes. Quantas vezes não me iludiram e dessas mesmas ilusões o que tive como prémio foi a desilusão. Acredita que a desilusão é benéfica, nada tem de mal, faz-nos pensar, olhar mais profundamente as realidades que antes não se deixavam mostrar, apenas eram fantasia, um faz-de-conta inconsistente. Quem cria a ilusão ou desilusão é o sujeito, sendo mais intensa ou não em função das expectativas criadas. Se nada esperares, nunca te desiludirás! A ilusão é como que o acto da contemplação, a caminhada agradável e a desilusão é o dar-se de conta que existe o erro e que afinal o que está a acontecer é simples mentira, algo que afinal não é verdadeiro, mas falso. O estado psicológico perante isto é o sentir-se mal, um pouco de ansiedade, angústia e o tal desapontamento. Face a isso resta dar tempo ao tempo e procurar novas situações para restabelecer, para preencher o vazio que ficou, porque a desilusão é um vazio que se instalou face a uma falsa segregação.Isso que acabaste de escrever no teu blog foi profundo, foram palavras que me tocaram e das conversas que já tivemos, compreendo-te muito bem e certamente tu a mim. Quantas pessoas já não conheceste? Quantas restam? Algumas que achaste interessantes, já nem uma sequer palavra te dirigem! E como lidas com isso? Mal, bem? Como é? O tempo tudo transforma e não vale a pena cair em aborrecimento é deixar andar e outro dia surgirá. Digo-te isto por experiência própria, mas o problema todo reside na nossa própria ilusão, se não nos iludíssemos nada disso teria acontecido. Entendes? Com o tempo essa pessoa que nos fascina desaparecerá e para sempre... é mesmo assim, só o tempo cura, só tempo resolve todos esses problemas ou pseudo problemas do foro da alma.A ilusão e a desilusão são formas de nos fortalecer, de nos fazerem crescer. Não estou arrependido nada do que fiz, apenas aprendi algo, poderei estar é cansado, o que é diferente. Por vezes as pessoas são como coisas, gastam-se e ficam as embalagens vazias que têm de ir para o lixo, para a reciclagem. O que fica? É necessário adquirir novo produto e às vezes de marca diferente. Não me preocupo mais e o melhor é viver o dia-a-dia. Faz o mesmo!
04.08.2006 – 09:18h
04.08.2006 – 09:18h
ANÍMICO MOMENTO
Profundo na pausa universal…
Contudo dormes no seio da razão
Quais nostalgias, aquele frouxo mal
Tomam em desassossego teu coração.
Anímico momento de propósito impessoal
Do meu corpo alma que arde…
Docemente!No refúgio do teu olhar
Das palavras sentidas
Aquelas que me podes pronunciar.
Profunda essa força, azul, vermelha
Das cores que a natureza ofertou
A noite do meu trono que espelha
O tão ignóbil ser que sou.
Dispo a paisagem do meu olhar…
A crise de solidão que se assemelha
À paragem do teu pensamento!
Encontras nele o meu dançar
Que dança tal como o vento.
05.08.2006 – 10:44h
Contudo dormes no seio da razão
Quais nostalgias, aquele frouxo mal
Tomam em desassossego teu coração.
Anímico momento de propósito impessoal
Do meu corpo alma que arde…
Docemente!No refúgio do teu olhar
Das palavras sentidas
Aquelas que me podes pronunciar.
Profunda essa força, azul, vermelha
Das cores que a natureza ofertou
A noite do meu trono que espelha
O tão ignóbil ser que sou.
Dispo a paisagem do meu olhar…
A crise de solidão que se assemelha
À paragem do teu pensamento!
Encontras nele o meu dançar
Que dança tal como o vento.
05.08.2006 – 10:44h
AO ACASO NO MIRC: PROJECÇÕES
Palavras que se sustentam e silêncios que se bebem, OUTROS quebram-se… Foi assim!No mirc, no lugar do costume, perdido entre palavras, nomes e mais nomes, encontrei-o depois de no ecrã geral ter repetido a mesma palavra da cidade em questão A. Várias as vezes. Só podia ser, ninguém mais usava aquelas barras verticais. Lembro-me da outra vez, lembro sim, não esqueci. Certamente é ele! E disse, com alguma emoção, algum pulsar, sabendo se fosse ele, não iria responder, se respondesse, não era e assim foi. Não respondeu. É ele! Estas foram as palavras que lhe deixei no canal em questão:“C - Olá.!Para que saibas, não estou zangado contigo nem guardo algum rancor e muito menos sou de nariz arrebitado. Abraço e tudo de bom para ti.Até parece que alguma vez te fiz algum mal. Tu não bates bem com esse tipo de comportamento. Enfim, és assim... deixa-te estar assim, contenta-te. Boa?”… Agora e mais do que nunca, ficou esclarecido que era ele., sem dúvida alguma. É assim, que se pode fazer? Deixa andar… continuo ao acaso no MIRC e tu continua também e entende que o homem é um animal gregário. Postei e depois voltei e quando voltei, completou-se o restante, comprovando tudinho! Eheheh. Nada de parvo e respondendo sempre com uma outra projecção, face a uma racionalidade exemplar. Boa? Ora pode ler-se o seguinte:… FINALMENTEEle - nada de projecções rapaz.Ele - fica bemC - Claro. Simplesmente sou e sempre fui humilde. Compreensivo. Tu fica também bem. Jamais te desejarei mal algum e não penses que foi alguma projecção, é o que se deixa fazer passar. Certo? Tu fica também bem. AbraçoNo such nick/channelE pronto, a conversa chegou ao fim depois dos dados confirmados. Apesar de tudo está vivo. É bom saber que as pessoas estão vivas e reagem. Projecções… outra coisa não poderia ser para uma pessoa desta natureza tentar-se descartar, arranjar assim um pretexto. Pretextos e formúlas engenhosas nunca lhe faltam.
05.08.2006 – 14:33h
05.08.2006 – 14:33h
ESTRANHEZA SEM PRAZO
Ser em verso esta estranheza que condenas
Este pedaço de ser ao acaso...
Aquele a quem desprezas
Por amor sem prazo, nas redondezas.
Ver-te assim, ausente, indiferente
Ralhando comigo, amachucando-me e tudo
Fazendo chorar meus olhos suavemente
Que de amor calam, num segredo mudo.
Neste aroma tomado de sol ardente…
Penso nessas atitudes cruéis
Olhar emproado, de caminhar vazio
Pensando que és somente
Uma ausência, um pedaço de frio.
És Primavera no Verão quente
A arejar a minha sensibilidade…
Recordar-te, é ficar quase doente!
Tomar-te por deus da dor e da saudade.
05.08.2006 – 16:04h
Este pedaço de ser ao acaso...
Aquele a quem desprezas
Por amor sem prazo, nas redondezas.
Ver-te assim, ausente, indiferente
Ralhando comigo, amachucando-me e tudo
Fazendo chorar meus olhos suavemente
Que de amor calam, num segredo mudo.
Neste aroma tomado de sol ardente…
Penso nessas atitudes cruéis
Olhar emproado, de caminhar vazio
Pensando que és somente
Uma ausência, um pedaço de frio.
És Primavera no Verão quente
A arejar a minha sensibilidade…
Recordar-te, é ficar quase doente!
Tomar-te por deus da dor e da saudade.
05.08.2006 – 16:04h
DISSIDENTE MOMENTO
Bêbado da alma por te pensar…
Cambaleio na rua deserta,
Pela sombra que o sol aperta
Minha áurea incerta a chorar.
Ruas da conspiração fingida
As palavras que escreves agora
Mágoa em projecção sentida
Que bebeste nos dias de outrora.
Danças nessa anestesia…
Por um acreditar sem sentido
Dizes-me por essa selvajaria
Que sou vago, acidente ocorrido.
Que seja eu enfim, um dissidente
Transporto a luz do teu ser…
Neste desassossego, somente
Foi por ti, restos de curto viver.
05.08.2006 – 16:22h
Cambaleio na rua deserta,
Pela sombra que o sol aperta
Minha áurea incerta a chorar.
Ruas da conspiração fingida
As palavras que escreves agora
Mágoa em projecção sentida
Que bebeste nos dias de outrora.
Danças nessa anestesia…
Por um acreditar sem sentido
Dizes-me por essa selvajaria
Que sou vago, acidente ocorrido.
Que seja eu enfim, um dissidente
Transporto a luz do teu ser…
Neste desassossego, somente
Foi por ti, restos de curto viver.
05.08.2006 – 16:22h
PORMENORES
No jardim das palavras, encontro-te, profundamente enceto um novo começo, por uma nova vereda e essas tuas palavras, belas, profundas sustentam a habilidade desta passagem por aqui. Deixo-te um abraço efusivo, com encantamento que se desvela pela contemplação do olhar. Nada de projecções, apenas os pormenores ditarão a regra. Voltarei quando me aprouver um lugar cimeiro e todo o encantamento será tomado na tua alma como princípio elevado, aquele outro a que tiveste acesso naquela precisa hora. Lembras? A imagem sustenta-se lentamente enquanto o teu olhar retém esse movimento. Tudo é tão perfeito, tão belo e assim sem mais, tudo se apaga, tal como a chama de uma vela. Pormenores que sustentam esta forma de ser, de te tomar. Tomamo-nos e o resto desaparece lentamente, na sucessão de dia e de noite.
06.08.2006 – 08:15h
06.08.2006 – 08:15h
PORMENORES
No jardim das palavras, encontro-te, profundamente enceto um novo começo, por uma nova vereda e essas tuas palavras, belas, profundas sustentam a habilidade desta passagem por aqui. Deixo-te um abraço efusivo, com encantamento que se desvela pela contemplação do olhar. Nada de projecções, apenas os pormenores ditarão a regra. Voltarei quando me aprouver um lugar cimeiro e todo o encantamento será tomado na tua alma como princípio elevado, aquele outro a que tiveste acesso naquela precisa hora. Lembras? A imagem sustenta-se lentamente enquanto o teu olhar retém esse movimento. Tudo é tão perfeito, tão belo e assim sem mais, tudo se apaga, tal como a chama de uma vela. Pormenores que sustentam esta forma de ser, de te tomar. Tomamo-nos e o resto desaparece lentamente, na sucessão de dia e de noite.
06.08.2006 – 08:15h
06.08.2006 – 08:15h
BELO FIM DE DIA HOJE
Belo dia o de hoje, diferente, depois de tanto calor a frescura, trouxe o conforto. Sair de casa, novos encontros, novas amizade, boa conversa, jantar fora. Oriente, Parque das Nações e Vasco da Gama... passeios e sabores misturados conceberam mais uma noite de mil sonhos e pulsões, entre luzes que decoravam os espaços.Foi assim, um pedaço de noite bem agradável. Valeu sim senhor, engraçado como o P. J. olhava-me com aqueles olhos escuros, ali na livraria Bertrand, enquanto tomávamos café... eh eh ehe fotos para recordar aqueles momentos únicos e um conversar que tomava o tempo no maior dos interesses. Os olhos pareciam colados sem arredar um milímetro! Penso que uma nova amizade se sedimentou apesar de, não dar mais andamento às sequências por parte da criatura. Não gosto de precipitar situações, a má experiência já me falou um dia! Mais vale uma boa amizade do que estragar tudo a seguir com situações que toda a gente já sabe. Certo? Nada de confusões e muito menos "colocar o carro à frente dos bois". Uma volta, duas voltas e o local do jantar foi bem acolhedor... jantar a dois! ehe ehe eh eh eh, romântico. Saborear os alimentos, saborear as frases e as melodias dos talheres e do restante que tomava o ambiente. Pena o tempo passar depressa demais, mas outros compromissos estavam à espera. Lindo mesmo e admiro certas pessoas pela sua forma sincera de procederem e mostrarem-se transparendes, sem um pé atrás. Obrigado pela noite, pela fabulosa companhia, claro, tu agora já sabes da história toda... temos as nossas histórias, cada qual à sua maneira.É bom saborear o momentos e ver que outros melhores poderão surgir. Abraços e envolve-te na noite e ela te fará repousar em paz. Fica bem... entendo que gente que não presta é o que há com mais fartura, tens razão.
07.08.2006 - 23:40h
07.08.2006 - 23:40h
POLINÓMIO DO ESTÉRIL
Crepúsculo do efémero
Fingimento de Verão…
Contracções do inerte!
Esta solidão estéril,
Tomada pela erosão das cores.
Lábios trémulos, travestidos…
Criatividade magistral
Rugidos do acaso
Lascivo orgasmo, imortal
Infecundo desejo de aleluia.
Desencontro lítico, injusto
Segregado pelo insensível
Pelo polinómio dos espelhos
Aos olhos da flor geométrica.
Imparável, inconformado olhar
Injustiça pungente, oxidante…
Oásis de medos, profanados
Neste horizonte sem palavras.
08.08.2006 – 20:19h
Fingimento de Verão…
Contracções do inerte!
Esta solidão estéril,
Tomada pela erosão das cores.
Lábios trémulos, travestidos…
Criatividade magistral
Rugidos do acaso
Lascivo orgasmo, imortal
Infecundo desejo de aleluia.
Desencontro lítico, injusto
Segregado pelo insensível
Pelo polinómio dos espelhos
Aos olhos da flor geométrica.
Imparável, inconformado olhar
Injustiça pungente, oxidante…
Oásis de medos, profanados
Neste horizonte sem palavras.
08.08.2006 – 20:19h
INTERVALO DO INACABADO
No intervalo do meu sentir, escuto-te, sinto a distância que me isola e não me deixa avançar… uma sombra contorna o mundo confuso e não me deixa decidir em tempo real! Adio uma vez mais todo aquele percurso dos dias felizes, enquanto tomas a realidade no teu corpo, essa, total.As palavras parecem-me confusas, numa gramática desadequada e o teu estilo assenta em princípios que ficam desadequados à minha maneira e ser. Afastas-te por modos masculinos e incrédulos sem que a obra fique completa e o silêncio complete o que escrevo. Esta minha maneira de ser sorve a ausência das palavras, inquietando-me um pouco mais e a verdadeira realidade é defeituosa. Agradeço as tuas palavras, essas imagens que foste capaz de colocar na minha alma, esse jeito único e todos os sabores que repartistes naquele dia, tudo foi perfeito, como se a perfeição finalizasse ali! Guardo na minha alma os teus anseios, as tuas dúvidas, o sabor da estrutura única e o complexo toma a consciência do mundo… o nosso mundo. Tu e eu fazemos a perfeição desta entrega, quando ela acontece, o resto é um fundo triste e sonolento das coisas últimas, entre os beijos do nosso espaço enorme. Liberto de tudo e de nada ainda escrevo no mesmo ápice das viagens inteiras, quando ficava alheio à tua certeza, aos pensadores dos jornais e apenas levava a minha conclusão inatingível, aquela que fez com que deixasses de existir. Tu não existes, a minha memória apenas conserva fragmentos de uma mentira inacabada. Episódios perdidos, repugnantes ao entendimento, ficando apenas a preocupação do sonho. É inútil renovar o diferente e cair na mesma asneira, essa mesma situação íntima agoniza e torna o deserto mais infinito. Vou-me embora, já escrevi muito lixo… tudo o que te dediquei foi lixo, nada mais do que isso e o que resta é cinza do mesmo.
09.08.2006 – 22:56h
09.08.2006 – 22:56h
ELASTICIDADE E MODOS
É a mesma coisa de sempre! Sem colocar nem tirar… todos procedem de modos idênticos, não fosse a espécie humana esta situação igual, votada a tónica na imitação. Tudo assim e tudo insuficiente, tudo quer e tudo não quer… o pessimismo ataca fortemente, emula sensações, em elasticidade de objectos e expressões de reflexo. Não consigo entender nada, mas também não tenho nada para entender, ficam os vestígios das sombras e o desgosto das palavras. Eu continuo igual, neste modo sórdido, tomado pela miséria do corpo, à ironia fria, ignóbil e desconfortante. Hoje o teu procedimento não me agradou muito… fiquei um pouco cansado dos teus cansaços, dessas horas e das mentiras. Fiquei de lágrimas sem choro, por imagens sucessivas, outras que reprimi no espelho enquanto pronunciava o teu nome, com o vazio mais profundo do firmamento.Durmo sem sono, fora da tua presença, mas tomado pela saudade, o deserto da encarnação anterior… num laço azul oblíquo, aquele que tomaste para todo o sempre. Vivemos em realidades diversas, apesar de tudo, possíveis, são os relevos dos arbustos e o delírio da divergência. Paciência! Penso-te com a filosofia que tenta explicar tudo isto, mas, as respostas são pouco convincentes… elasticidade e modos.
10.08.2006 – 17:44h
10.08.2006 – 17:44h
DANÇA DO SENTIMENTO
Flúem saudades em ondulação
Divina entrega deste sabor…
Árvores frescas, efeitos de cor
Música do invisível, substituição.
Sabe-me bem as tuas palavras, tão bonitas, tão profundas, tocam o meu coração, dançam em completo envolvimento. Mensagem mais bela, acaba por ser este o meu escrito predilecto, a verdade que minha alma pincela… com outros nomes no meu pensamento. Escreves efusivamente para mim isso que sentes, isso que pulsa dentro de ti, no abandono do êxtase, tomando todo o meu ser, sem que isso seja visível, apenas este evocar de sensações, qual carta de outras épocas, não trouxera inolvidáveis emoções. Pontes do sentimento, ondeadas em ecos de canções, dançando no desvelamento, em florestas silenciosas, a dança do sentimento.Para ti este meu escrito! Com aquele abraço grande, com o sonho e a realidade da verdade esculpida.
11.08.2006 – 12:47h
Divina entrega deste sabor…
Árvores frescas, efeitos de cor
Música do invisível, substituição.
Sabe-me bem as tuas palavras, tão bonitas, tão profundas, tocam o meu coração, dançam em completo envolvimento. Mensagem mais bela, acaba por ser este o meu escrito predilecto, a verdade que minha alma pincela… com outros nomes no meu pensamento. Escreves efusivamente para mim isso que sentes, isso que pulsa dentro de ti, no abandono do êxtase, tomando todo o meu ser, sem que isso seja visível, apenas este evocar de sensações, qual carta de outras épocas, não trouxera inolvidáveis emoções. Pontes do sentimento, ondeadas em ecos de canções, dançando no desvelamento, em florestas silenciosas, a dança do sentimento.Para ti este meu escrito! Com aquele abraço grande, com o sonho e a realidade da verdade esculpida.
11.08.2006 – 12:47h
A TRAGÉDIA DAS PALAVRAS
Depois da tragédia… uma nova tragédia tomada no tempo, na primeira oportunidade… a tragédia das palavras e dos blogues. Obrigado pelas toneladas de mensagens que hoje enviaste para o meu telemóvel, esgotei o saldo por duas vezes. Mas acredita que a conversa foi deveras muito interessante. Acredita que só me interessa quem se mostra com qualidades como tu e não é nada de projecções ou de falar mal para afastar alguém de alguém. Tu já sabes como eu sou!Essas palavras, sempre bonitas, sempre carregadas de adjectivação, tonificam, sustentando-me uma alegria para a caminhada. Neste não ser nada, sustenta-se uma nova força, essa multidão dos meus amigos, de vós, sim de vós que diariamente me injectais força, para levar acabo esta vida, contornando a gente ingrata que se encontra pelo caminho. Aqueles que ficaram, esses sim, merecem a pena, possuem um lugar digno e de louvar, os outros… paciência, espero que nunca precisem de mim e que eu me esqueça deles para todo o sempre. Nestas andanças da Net, conheci muita gente, uns pessoalmente, outros apenas a teclar, outros por telemóvel, pouco mais foi acrescentado. Sustentaram-se pontos de vista, outros abalaram pelas opiniões, mexeu-se em sensibilidades, amor e desamor, os mexericos, o diz disse e todas aquelas coisas que toda a gente já sabe! Os namoros e conhecimentos da Net. Apenas caracteres que se difundem… engraçado como as pessoas se deixam influenciar, desde os comentários, aos posts, passando pelas imagens seleccionadas; um todo, um escrever e apagar. Tudo todos os dias… engraçado como as pessoas são influenciadas umas pelas outras, como respondem, como por detrás de um ecrã dizem as coisas, e como essas mesmas pessoas não passam de coisas como as coisas.Escrevem-se livros partindo de blogs, escrevem-se e publicam-se em suporte de papel. Interessante a vida de blogueiro. Todos ou quase todos os dias conheço pessoas diferentes, depois… já nem sei quem é quem, mas não passam de elementos virtuais e confesso que conhecer as pessoas, não tem muito interesse, quando isso acontece, todo o encanto desaparece. Agora, é tempo de praia, vou dar mais um mergulho, relaxar naquelas ondas ali à minha frente… o Algarve está maravilhoso mesmo, muitos turistas e muito sol. Lindo… vamos mergulhar, até já!
13.08.2006 – 12:07h
13.08.2006 – 12:07h
MAIS UM DIA NA ROTA DAS FÉRIAS
Diferente dos meus esquemas, habituar a novos ritmos. Deitar mais cedo, acordar mais cedo, alguns regras de jogo, apesar de não estar ainda familiarizado. Cá em casa a família acorda muito cedo. Eu agora nem por isso. Hoje foi mais cedo do que o habitual, pequeno almoço de frutas, acabadas de serem colhidas das árvores. Muito boas mesmo, grande qualidade. Excelente. Mais conversa daqui, dali... e o tempo a passar. Total descontracção e bom acolhimento, novas brisas matinais, novo ambiente, novos rostos e presença de familiares. Telemóvel, com mensagens escritas, mails por ler e outras mensagens afins. Os amigos estão sempre a dar um olá... confesso-te que sabe muito bem. Também nunca te esqueço. As palavra vindas de boa gente, tem sempre um outro sabor. Mais um dia de grandes conversas, mais um momento... muitas situações aconteceram. Profundidade de diálogo! A conversa que houvera desejado... Continuei a viagem, a grande rota e as fotografias não faltaram, umas seguidas de outras. A ilha do sul, a minha ilha, como sempre, maravilhosa. Tomar café no Bar da Nora, um espectáculo, boa companhia, bem como boa conversa. Imensos turistas. Animosidade não faltou. Festas sempre a seguir. Amanhã mais uma festa, desta feita em Castro Marim.É tão bom estar por aqui, por ali, mergulhar, almoçar e jantar fora. Grandes vidas diz o R., pois, realmente, a vida é para viver. Adorei a foto que o L. me mandou pelo telemóvel, muito bem. Fica aqui o meu grande obrigado, realmente ficaste muito bem. Depois mostro-te as toneladas que fiz, estou a fazer um cd com as memórias dos passeios por estas bandas do sul. Encantos e caminhadas. Bem, fico por aqui, vou por ali. Fica bem... quero dizer-te queas sardinhas estavam mesmo uma delícia. Eh ehe eheh eh. Vá depois mando mensagem. Beijinhos... a Ilha de Tavira está à tua espera.
Abraços.14.08.2006 - 22:41h
Abraços.14.08.2006 - 22:41h
LEMBRANÇA E SENTIDO EM TI
Suave escrito que deixo para ti,
Em modo de lembrança sentido…
Destas brumas, longe ainda vi
O seio do sol, ficar assim, oprimido.
O teu silêncio que me embala assim
Ideia de acasos que se fundiram…
Tomaste para ti, um pedaço de mim
E neste delírio, somente palavras sorriram.
Fossemos o horizonte todo estio…
Esta forma única de amar, neste vazio
Aquilo que guardo desde o primeiro dia
É em mim, sentir-te assim, nesta acalmia.
O sonho que ainda move o universo…
Num abraço, num beijo, talvez em verso
Talvez ao abandono dos sentimentos…
São teus todos os meus pensamentos!
Esta forma de ser, e desejar mais ainda
Por ti, tão nobreza realidade neste dia
Lembrança e sentido em ti, não finda.
17.08.2006 – 19:56h
Em modo de lembrança sentido…
Destas brumas, longe ainda vi
O seio do sol, ficar assim, oprimido.
O teu silêncio que me embala assim
Ideia de acasos que se fundiram…
Tomaste para ti, um pedaço de mim
E neste delírio, somente palavras sorriram.
Fossemos o horizonte todo estio…
Esta forma única de amar, neste vazio
Aquilo que guardo desde o primeiro dia
É em mim, sentir-te assim, nesta acalmia.
O sonho que ainda move o universo…
Num abraço, num beijo, talvez em verso
Talvez ao abandono dos sentimentos…
São teus todos os meus pensamentos!
Esta forma de ser, e desejar mais ainda
Por ti, tão nobreza realidade neste dia
Lembrança e sentido em ti, não finda.
17.08.2006 – 19:56h
REFRESCANTE SIMPLICIDADE
Nesta refrescante simplicidade
Da tua voz, enleio-me na saudade…
Grandeza verdadeira, profunda
Ausência, tensão, esforço pessoal
Tudo isto abunda… nada igual
Tudo isto, é fruto deste sentir natural.
Obra que se eleva no meu peito dorido
Toca docemente o teu olhar…
Algo que se passa em mim sentido
Da minha vida, outro lugar colorido
Tudo aquilo que não podes pensar.
19.08.2006 – 22:51h
Da tua voz, enleio-me na saudade…
Grandeza verdadeira, profunda
Ausência, tensão, esforço pessoal
Tudo isto abunda… nada igual
Tudo isto, é fruto deste sentir natural.
Obra que se eleva no meu peito dorido
Toca docemente o teu olhar…
Algo que se passa em mim sentido
Da minha vida, outro lugar colorido
Tudo aquilo que não podes pensar.
19.08.2006 – 22:51h
SORRY
sorry. you don't my type...
Ja percebi nao sou burro! Estive a fazer a depilação... foi total! Arranjei as sobrancelhas e os outros pêlos. Prefiro pessoal mais novo e sem pêlos, posso até nem encontrar. Mas a estar com alguém que seja com alguém que me agrade ao olhar. Entendes? Só isso, não estou em desespero. Sou directo e não precisas de ficar a matutar nisso!Tu has-de encontrar alguém que gostes e que goste de ti. Espero encontrar, mas se não encontrar paciência. Ser mais otário, isso não e fazer as mesmas asneiras também não. Cansei de gente ingrata, gente que não presta... é verdade. Cansei dos mosquitos da beira-mar!Hoje andei por Espanha, o almoço estava uma maravilha, conheci nova gente, novos amigos completamente diferentes do habitual e vi mesmo que gente rasca não me interessa, gente comichosa isso nem pensar. Muito menos gente de megalomanias. Cansei, a sério. Tudo se resolve, mas ficar com o que não me agrada, isso nunca.Estás a fazer conversa onde ela nao quer ser feita. Larga-me do pé...
21.08.2006 - 23:57h
Ja percebi nao sou burro! Estive a fazer a depilação... foi total! Arranjei as sobrancelhas e os outros pêlos. Prefiro pessoal mais novo e sem pêlos, posso até nem encontrar. Mas a estar com alguém que seja com alguém que me agrade ao olhar. Entendes? Só isso, não estou em desespero. Sou directo e não precisas de ficar a matutar nisso!Tu has-de encontrar alguém que gostes e que goste de ti. Espero encontrar, mas se não encontrar paciência. Ser mais otário, isso não e fazer as mesmas asneiras também não. Cansei de gente ingrata, gente que não presta... é verdade. Cansei dos mosquitos da beira-mar!Hoje andei por Espanha, o almoço estava uma maravilha, conheci nova gente, novos amigos completamente diferentes do habitual e vi mesmo que gente rasca não me interessa, gente comichosa isso nem pensar. Muito menos gente de megalomanias. Cansei, a sério. Tudo se resolve, mas ficar com o que não me agrada, isso nunca.Estás a fazer conversa onde ela nao quer ser feita. Larga-me do pé...
21.08.2006 - 23:57h
NOVO E RESISTENTE BRILHAR
As palavras que me escreves sustentam emoções, veiculam sentimentos, alimentam brilhos e tudo o que é, brilha cada vez mais. Brilhamos assim, continuamos a brilhar e encetamos mais um capítulo do amor! Amor... é necessário falar de amor e quando falo de amor, lembro sempre alguém, alguém que um dia foi muito importante para mim, alguém que mexeu verdadeiramente comigo, fazendo-me atingir o que as palavras não atingem. Mas... no tempo tudo se esvaneceu, veio a morte e a amorte tudo silenciou. Pergunto por ti e apenas tenho o silêncio, o sangue do sentido e o sentido alterado. Foi por ti que cheguei aqui, foi por ti que disse isto, e é por ti que continuo a escrever aquilo que deixei por dizer. Digo e continuo a dizer sem que me digas o que desejava ouvir.Um abraço, um beijo... um outro nome. Este é o desejo, o grande desejo de que me falaste, aquele que me fez pensar e muitos são os que não pensam, deitando tudo a perder. A esses nada posso fazer... não me vou preocupar com essas situações. Dias melhores hão-de vir e por aqui está tudo bem. Este é mais um novo e resistente brilhar... continuarás a brilhar mesmo no silêncio e na garagem da ausência! Lembro quando passeámos juntos, os cafés que tomámos e tanto mais... mas lembro! São caracteres, difusos, nada mais do que isso e degrau a degrau a vida vai seguindo o seu rumo. Agora, outra vertente, outro sentir, percebi que existe nova gente e que essa gente deseja o meu bem estar, gosta de mim e comigo deseja caminhar... Obrigado! Esta palavra com um laço de amor e um beijo perfumado. Resistente brilhar o nosso...
24.08.2006 - 20:43h
24.08.2006 - 20:43h
SEM DEFINIÇÃO POSSÍVEL
Tenho sempre uma mensagem especial para ti, um pouco do meu tempo e o que te digo é sentido, é sincero, verdadeiro. Acredita... hoje pude mostrar-te isso! Viste? Fogo disseste tu! Sou assim, ainda que ligues ou não.Ligaste ou não? Espero sempre mas...nunca entendo a tua posição, passas ao lado e escreves apenas um texto, só que nunca assinas e a forma como escreves nada define, muito menos é de clara interpretação. Interpretações existem muitas! Continuas a ligar e a escrever... mudas de perfil como quem muda de camisa, constóis blog, apagas blog e assim em diante e depois procuras uma pessoa parecida contigo? Certo? Enfim... Ligaste mesmo agora para mim, uma palavra rebentou pelo MSN, apenas separados pela distância, mas juntos pela emoção, foi este amor, o amor que se imiscui nos sons da eternidade, a voz sem voz que ecoa no interior do sentimento... confere um novo rosto e faz de nós alegria dupla.Eu por aqui e tu por ai, nessas bandas sem nome... muitos nomes para nos juntar e somos assim, aquilo que não tem definição.
24.08.2006 – 22:15h
24.08.2006 – 22:15h
HORIZONTES DO AMOR
Não sei o que dizer, não sei dizer… apenas sinto, um sentir especial, interessante, mas sei que é por ti e não por outra pessoa. És tu! Hoje pediste-me em namoro… fiquei sem palavras! Mas a verdade mora no meu coração e depois de ter lido o “Desassossego” de Fernando Pessoa, sei que és especial para mim, é um facto. A verdade tenho que te dizer e nesta luz difusa, algo especial acontece, o nosso encontro, a totalidade de nós, o que confere realidade a este estado. Este estado, são estados por horizontes do amor. Dedico a ti este pedaço de mim, isto que sinto e porque te penso e assim sou feliz, és isso que em muito tempo procurei. Quero ficar a teu lado, em transparência, em paz, em aconchego, num laço perfeito, tal como tu gostas, saciando todos os teus desejos e preenchendo tudo o que mais desejas. Sabes que te desejo… também sei que me desejas. Desejamo-nos… é bom!Caminho pensativo, mas sei muito bem que és tu (penso, poderei enganar-me, como algumas vezes aconteceu), sim, que és a minha verdade, a outra que andava perdida por sinuosos caminhos! Andei imenso tempo perdido, bem até algumas horas… talvez ainda esteja, mas, trouxeste-me luz! Eu libertei-me daquele abismo, da escuridão, pelo menos temporariamente absorveste um pedaço de mim, isto que se deseja projectar para o infinito. Quer estar, contigo, devolvendo os segredos ao sol, ao além! Estar contigo e mais ninguém. Fico aqui, deitado na areia, pensando em ti, tomando o teu ser no meu e reconheço que encontrei o que tu procuravas também. Isso é que é importante… prossigo com a lucidez no grande horizonte, este que aos poucos vamos construindo. É o nosso!
27.08.2006 – 21:44h
27.08.2006 – 21:44h
CAMINHOS DO DESEJO
A minha pequena eternidade movimenta este amor inacabado, na perdição dos limites insatisfeitos, esta vontade de esperança e de regresso.As sensações onde ninguém me vai importunar, pelo calor, pelo frio, por tudo o que o sabor desvirtua. Hoje ainda ninguém me ligou... O dia possui as suas formas, bebem do meu ser, deixando-me como que paralisado face às expectativas de uma viagem sem regresso. Entendo que é tempo de dizer o que antes houvera escondido. O problema é a companhia, a assinatura dos rostos e das outras palavras ao acaso. Desenho constantemente os nomes, sei o que quero, mas, para viver tenho de negar tudo. Parece-me absurdo esta forma de estar, de pensar e sentir. Confesso que existem situações com as quais não me identifico, tendo de andar a fugir constantemente da realidade que transporto, perante uma sociedade conservadora. Não me identifico com esta sociedade e para poder viver nela tenho de fingir, ser um discreto mentiroso... Mentiras do corpo direi, para que minimamente seja feliz...O nome das boas intenções poucos entenderão... Desenvolve-se uma tristeza sem nome, essa que passo a esconder, por ritmos diferentes e avassaladores. Deixei de acreditar nos fundamentos da tradição e no olhar que despacha, inventando desculpas... A clareza ofusca-se em nome da mentira, por contradições sucessivas. As palavras executam movimentos e o que afirmam são fasquias temporárias.Represento a vida sem vida, desenho encenações, tu não dizes nada, o que balbucias é vago, incerto... Falta a consistência e o querer. Não sou nada de superstições...realista é o que se quer. Não morro de saudades mas sei que falta algo, sobretudo quando falo de mim. Penso em ti, penso que não passa disso, pouco tempo tens para mim... o amor é uma folha que se embrulha no vento, com os seus mandamentos, sem filhos. Quem quer filhos que cuide deles, eu não quero, apenas não sinto necessidade disso, é uma opção.Vamos dar uma volta, jantar, relaxar e estar os dois todo o nosso tempo, naquilo que nos convém e nos agrada. Nada de situações complicadas, apenas vou e não quero voltar a um possível passado.
28.08.2006 - 09:55h
28.08.2006 - 09:55h
CAMUFLADOS ANÁTEMAS
Certas situações não as entendo, posturas falsas, fingidas, atravessadas, com palavras ao acaso, algumas escorregadias, outras cheias de leviandade… o processo é sempre o mesmo e o preço é cada vez mais caro. Não me incomoda essa postura, inspira-me para um novo escrito, um novo post! Ofereces-te todas as vezes a quem não conheces e inventas a tua cilada por caminhos sinuosos! Dizes do que não sentes e o objectivo é o mesmo, porque as carências afectivas são um raio fulminante. Desculpa, mas não embarco assim, percebi certamente quem eras e vi que essa mudança era falsa. A mudança foi rápida e o cordeiro transformou-se em lobo. Cuidado com o lobo mau, ele está pintado, usa máscara. Lamento… Coitados dos que se abeirarem de ti, serão enganados pelo mais vil engodo e o fel se derramará… muitos se levantaram e chamaram atenção para o modo como actuas. Actuas e continuarás a actuar e amigos não terás porque não os sabes conservar e os que pensam ter-te como tal, em breve lhes dás com os pés. E assim tudo desaparece para sempre… eu desapareci para sempre depois daquele dia em que fui escorraçado quando estava em terras perto da praia, riba-mar o nome a considerar. As mensagens falaram bem fundo e a partir dai vi que afinal não passas disso mesmo, os modos do teu pensar.Acidentes da vida, de percurso e nada valerá o que não pode valer. O meu percurso é outro… preferes assim, pois que seja essa a tua vontade estúpida.Nunca sigas os trâmites de quem não vale a pena, de quem não presta ou fazendo-se crer nisso, é apenas fachada, aparência de uso frouxo. Chega de camuflados anátemas moralistas… dessa coisa sem mais significado.
28.08.2006 – 23:52h
28.08.2006 – 23:52h
ATÉ AOS CONFINS
Purezas de um coração ardente que se difunde de consciência corrompida, por um mundo paralelo, vestido de amor, de dor, de raiva e de tantos outros sentimentos. Neste caminho, tomo-me neste quase diário, nesta emissão das palavras, algumas sem eficácia, ficam abertas para ti. Este é o meu mundo da blogosfera, das palavras sem restrição. Procuro um adjectivo eficaz, mas não o encontro, falta algo, fica no lado de que não sei falar. Posicionado no mundo das palavras, identificado com elas, levo a curiosidade no coração, a mensagem livre, a minha oração contemporânea. Vi até aqui, escrever um pouco depois de ler a tua mensagem logo de manhã, no raiar do meu coração… fez-me acentuar o sentimento de que te falei ontem. Belo!A vida que levo é normal e os saberes obscenos são luz para o mundo ignoto. Perco-me pelos meandros da razão, aprecio os índices e sou contigo um mecanismo de renovado desejo desvirginado.Páginas aglutinadas dos meus sabores, destas ânsias e das virtudes de sempre… este eterno agora, feito das questões da vida, do pensamento positivo, até aos confins da negação da alma.
29.08.2006 – 11:51h
29.08.2006 – 11:51h
ESSA MANEIRA DE SER
Certas pessoas que estimamos, dão-nos com os pés, nada a fazer. São mesmo assim, burras e estúpidas com fartura. É engraçado o tipo de argumentação que usam, as birras que fazem... desculpas sempre a seguir umas às outras, como se os outros engolissem as situações. Projecções sucessivas! O que fazer? Nada, tudo o que se possa fazer a estas pessoas, é jogar tempo fora. Que fiquem como estão, apenas resta avisar os outros acerca destes comportamentos, para salvar mais uma vítima do desnecessário.Existe sempre alguém para compensar situações e "burro velho não aprende línguas", diz o ditado. Jantar, saborear o que pode ser, compras, gente porreira e não lixo. Confesso que lixo é o que existe com mais fartura... basta parar um pouco e ver quantas pessoas estão na nossa onda! Quem pensa isto? Muitos só vêem do umbigo para cima, outros de tanta arrogância e ingratidão, não têm onde cair mortos. Desemerda-te, logo aparecerá alguém que supera essa maneira de ser, sim, esse que se tornou indesejável e o mundo inteiro irá saber, é uma medida para evitar contrair a dor da alma. Onde está a tua alma? Talvez no sexo...
29.08.2006 - 21:22h
29.08.2006 - 21:22h
CARACTERES PARA TI
Caracteres, dígitos para ti
Isto que escrevo
O que sinto
O que passa
Algo mais, talvez
O que deixo por dizer
A minha verdade
Aquela onde estou
O mundo que pinto.
Caracteres difusos...
Meu grande manancial do sentir
Carente de entendimento
Vago, disperso Este meu momento.
30.08.2006 - 18:00h
Isto que escrevo
O que sinto
O que passa
Algo mais, talvez
O que deixo por dizer
A minha verdade
Aquela onde estou
O mundo que pinto.
Caracteres difusos...
Meu grande manancial do sentir
Carente de entendimento
Vago, disperso Este meu momento.
30.08.2006 - 18:00h
PROFUNDO
Essas tuas palavras lindas
Tocadas para mim
Traduzem maravilhas, infindas
Dum excelente jardim...
Muito profundo
Muito belo
Entras no meu mundo
Pobre, singelo.
30.08.2006 - 18:35h
Tocadas para mim
Traduzem maravilhas, infindas
Dum excelente jardim...
Muito profundo
Muito belo
Entras no meu mundo
Pobre, singelo.
30.08.2006 - 18:35h
PENSEI... CONTINUO
Pensei, sim, pensei!
Engano-me muitas vezes
Muitas mesmo e fico no vazio.
Fico muitas vezes distante
Tu nunca andas aqui...
Tudo passa Passas
Continuas a passar.
Isto tudo mostra o teu ser
Mostra o que passa.
Pensei... continuo
E nada, nada mesmo
Apenas isto.
30.08.2006 - 19:59h
Engano-me muitas vezes
Muitas mesmo e fico no vazio.
Fico muitas vezes distante
Tu nunca andas aqui...
Tudo passa Passas
Continuas a passar.
Isto tudo mostra o teu ser
Mostra o que passa.
Pensei... continuo
E nada, nada mesmo
Apenas isto.
30.08.2006 - 19:59h
SOMAS E CARACTERES
Somo mais um desejo...
Gritos que surgem
Passos que enchem
Amor sem rosto!
Esta forma de sentir
No teu o meu sentimento
Ficar aqui... evoluir.
Mais tarde, depois
Talvez nunca...
Apenas isto,
Uma foto, um poema
Caracteres que somas
De tudo e nada, tema
Tu e eu, nós dois.
30.08.2006 - 20:15h
Gritos que surgem
Passos que enchem
Amor sem rosto!
Esta forma de sentir
No teu o meu sentimento
Ficar aqui... evoluir.
Mais tarde, depois
Talvez nunca...
Apenas isto,
Uma foto, um poema
Caracteres que somas
De tudo e nada, tema
Tu e eu, nós dois.
30.08.2006 - 20:15h
terça-feira, 3 de julho de 2007
NOVA FOCAGEM EM LINHA
A força que hoje me tomou, possibilitou-me um olhar diferente para o mundo, fez-me pensar, ir uma vez mais ao fundo das questões que antes tivera passado ao deleve e tomar uma posição firme, mais consistente, sim, dizer de outro modo, talvez mais assertivamente, o que antes não houvera tomado na alma, por questões de inibição ou outras situações que não fora capaz de assumir. Nem sempre se consegue dar um passo em frente, ainda que as situações pareçam claras. O dia começou com um novo pulsar, depois dos contornos acendidos, das palavras recebidas e dos registos acatados depois da meditação. Tudo tão belo e mais profundo... a profundidade soltou-se! Algo bateu mais forte do que todos os dias e tive mesmo de parar, para não me esmagar, para não uma vez mais me sentir castrado e dar oportunidade a mim mesmo. É necessário dar oportunidade e lutar, não esquecendo que as partes da sinfonia e para que esta aconteça, têm de estar em comunhão. Não esqueças isso, repito-te as vezes que forem necessárias, todas as vezes, essas mesmo que ainda possas por ti entender.Encontramo-nos logo às horas que entenderes e o lanche ficou combinado... a palavra é importante, muito mesmo. Repito para não te esqueceres da nova focagem em linha.
31.08.2006 - 17:26h
31.08.2006 - 17:26h
AMOR ESTE FOGO SABOROSO
Olho com a minha alma, no teu espaço, saltando de estrela em estrela pelo céu à noite, pela lua. Todo os dias penso em ti e gosto de chocolate na boca. Lembrei dos nossos beijos naquele dia… foram os mais belos. Ai que desejo de repetir tudo!! A nossa noite de amor e prazer... sorrindo. Lembro do teu cheiro gostoso, da tua boca tocando a minha, num ritmo. Senti arrepios de prazer… ainda sinto a tua presença tomando o meu ser e as tuas mensagens preenchem-me.O teu poema é maravilhoso, tocou o meu ser… hoje quando li essas palavras no telemóvel. Escreves muito bem…Agora, estou com saudades da nossa noite, saudades dos banhos ali em comunhão! Os instantes desenham esta dedicação por ti. Agora desejo que fiques bem, como te disse, vou jantar fora com amigos, depois irei fazer parte duma festa, onde terei de mostrar algumas das minhas habilidades musicais. Vou tocar uma música e inventar um poema dedicado a ti. Se puder gravo em suporte digital. Vou meu amor… não te esqueças que te amo muito, que és muito importante para mim. Sei que me adoras, sei disso tudo que vais escrevendo. Sei… sabemos deste fogo saboroso, o nosso fogo, o fogo do amor.
01.09.2006 – 20:19h
01.09.2006 – 20:19h
Subscrever:
Mensagens (Atom)