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sábado, 10 de novembro de 2007

NOTAS SOLTAS E ATREVIDAS


Notas soltas e atrevidas são formas de te dizer o quanto és capaz de ser e de tudo aquilo que não tens sido ou o que podes vir a ser! Nunca sabes o que podes ser ou o que chegar a ser... a tarde embelezou o meu olhar, tomou-me e conduziu-me para os lençóis, onde lanço a minha nudez, estendo a minha vontade... esperando pela tua! A nossa vontade não é a de mais ninguém, porque apenas nos diz respeito. Preciso descer a preciana, colocar a luz com menos intensidade e colocar aquela música de fundo, colocar o filme a rodar e sentir o sono tomar conta de mim. Sabe tão bem...!
Perco-me sempre nos teus movimentos atrevidos, na doçura das tuas mãos e nas massagens que tomam a tela do pensamento, enquanto abro a janela dos meus desejos arrumados, para que assim possam entrar outros e interferir com os meus. Vamos a isso? Disposição para tal? Porque não? Tomo-me assim nas notas soltas e atrevidas! Fica a mensagem no bilhete que tens no bolso do teu olhar... abre, olha, lê e actua com toda a tua perícia e envolve-te também na eficácia das notas que se tomam e constrói comigo não o meu lugar nem o teu, mas o nosso lugar. Aceitas o pedido para o concerto logo pela tarde adentro? Espero-te na fila da frente, estou todo de preto, como por norma me visto. Agora tomo o meu lugar... até mais.

10.11.2007
Samuel, o Ventoso

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

FRONTEIRAS DO IMPOSSÍVEL

Fronteiras do impossível somam-se dentro de nós, mas a realidade é a nossa entrega no tempo total, na aceitação plena da eternidade do amor. Existo e sou em ti, em todos os sustentáculos que tomam a verdade daquilo que somos ou poderemos ser, pelo que se diz e por tudo o que se possa pensar ainda que não se possa viver... és o pedaço da minha outra parte que me completa pelas fronteiras do impossível. És somente tu, o que não sei explicar, um isso que me preenche desde os tempos da totalidade, essa que nunca conseguiste tomar, apenas faltou a grande razão, a força que ficou adormecida no tempo sem nome, o nosso.

28.09.2007
Samuel, o Ventoso
Ver: Lesboa , Oomo

terça-feira, 17 de julho de 2007

O BLOG CARACTERES

O blog Caracteres, teve origem face às contantes ebulições emocionais que no decurso dos dias ia experimentando. Toneladas de caracteres que estou sempre a usar para escrever o que sinto e penso. Caracteres, são digitos que aplico nos mais diversos campos da minha vida, daí a necessidade de ter construído um blog pessoal, são os caracteres do meu diário electrónico, onde despejo o saco emocional, no intuito de encontrar harmonia e bem estar, como que uma renovação de energias, tendo em conta a paz e a felicidade. Caracteres difusos, dispersos, são todos esses que tomam a minha forma de ser, de ver e perspectivar o mundo, uma filosofia de vida que marca aquilo que sou. Caracteres são como os impulsos que fazem de mim um novo ser e aos poucos e poucos vão-me tornando outro ainda mais renovado. Assim, degrau a degrau vou crescendo, aperfeiçoando-me. Caracteres, a relembrar, é um espaço pessoal onde se desconhecem as fronteiras do sentimento - uso da sensibilidade e da razão - muitas vezes contornando o dia-a-dia. Caracteres são os picos do meu estado de vigília, do aperceber-me das situações, do viver e sentir aquilo que de outra forma não o conseguiria colocar cá para fora; é como a possibilidade de encontrar um novo sentido para a vida, viver e olhar para cada dia com um propósito para a caminhada. O blog Caracteres nasceu da necessidade de colocar para o exterior todos (ou parte) dos meus sentimentos, tendo em conta o amor, a dedicação por quem mexe comigo ou vem desde algum tempo mexendo...

26.06.2006 - 19:35h

PALAVRAS E BURRICE

Nas voltas do tempo encontro caracteres que me passam e ultrapassam a todo o meu sentir e no seio do nada desapareço, pela minha burrice sagrada. Talvez um sim ou um não, mas nunca mais e hoje compreendo o P. pela sua atitude que teve para comigo, esta é a palavra certa. Eu é que sou um burro e tenho comportamentos por vezes incertos e intempestivos. Eu sou um mundo intempestivo em determinadas horas do dia ou da noite. O que se gosta é sempre absoluto e não deve ser partilhado, se for feito acaba por perder-se! Perco o controlo à gestão da situação. Fico no silêncio, porque já nada me interessa... tem coisas para as quais todas as palavras que possa proferir nada dizem, absolutamente nada. Fico pensativo e detesto pedir algo, também ninguém adivinha o que quero. As palavras muitas vezes são a própria burrice em actividade. Hoje tive um experiência diferente, pareceu-me até que estava a sonhar e em determinado momento parei tudo sem entender nada mais. Comportamento estranho... eu estava estranho e quando dou comigo tinha deixado de ser eu. Isto complica com o meu sistema nervoso e fiquei no outro lado do sentio.Agora e depois de algum tempo... tudo resolvido, tudo calmo, aquilo que chamo normal.

02.07.2006 - 18:50h

DIGITOS ALTERNATIVOS

Parece fazer-se tarde! O absoluto da vida é uma substância, gostava de me tornar nela, com o teu sabor, com uma vontade própria, no sentido exigente do meu impulso. Exijo o movimento, ainda que fiques a rir às gargalhadas pelo meu sofrimento... se pensares bem, é um pedaço do teu também! Como sempre te disse, estou sempre aberto ao diálogo e não à exclusividade do monólogo, só nos meus escritos esfarrapados.As maravilhas do teu ser, derramam-se todos os dias sobre mim, as nossas conversas são interessantes, as músicas também, preenchem os conceitos da eficácia e nomeiam uma nova actividade, um substantivo por educar.A natureza é pura e simples, por favor não a compliques, realiza-te nela, toma-a em absoluto na tua respiração. Nada de ficar aprisionado no não sentido, esquece as psicoses porque a vida parece-me outra. Questões resolvidas e tome-se a verdade com o absoluto, esta determinação das duas maneiras, a expressão e a audição da mesma.Aquele tempo preencheu todo o meu ser, e a totalidade nunca mais foi um desviar de olhos, muito menos cobrar alguma coisa. Sustento neste lugar a tua força e tudo aquilo que não me soubeste falar. O desejo deu-se por acabado, agora, apenas relação de pseudo-vizinhança, talvez oposição… fuga ou desgaste de circunstância. Não vou mais contentar-me com a falsa esperança, muito menos em abismos de coisa em si, sem verdade. É imperfeito, limitado esse ajuizar, carece do elemento integral… e de tanto mais.Hoje, dar mais uma volta, tomar café, no Vila Rio, respirar a maresia e na linguagem do corpo prolongar-me. Encontrei aquela foto… dupliquei-a, foi para o telemóvel, tal como o teu blog, perdido no tempo. Estão lá!Não quero aqueles princípios contrários à lógica, bem como as suas regras, apenas o sentido justo, apesar de não encontrar justiça em modo algum. A maneira racional é a única via de actuar na vida, a noção da palavra toma várias posições e o derrame é um concerto de opostos.Sei que nunca ias assumir nada do que disseras… as contracções são apenas um aviso do outro lado da representação. Estou calmo e sereno, porque estás comigo desde aquele dia, ainda que as escolhas não passem de ordens singulares, formas peculiares do eterno, a um devir próprio da existência.O divórcio entre o querer e o não querer, sustenta-se numa psicose, numa falta de determinação, num complexo de atritos e focagens isoladas. Abandonei tudo… sim abandonei-te desde aquele dia, desde o mergulho, desde a repudia das circunstâncias. Agora, nada me incomoda, se existes ou não, independentemente do que possas pensar. Todo esse acontecimento ficou desprovido de finalidade… e o acaso é o encontro de duas séries. Dígitos alternativos, como se tivesse essa intenção.

11.07.2006 – 18:59h

quarta-feira, 11 de julho de 2007

IDEIAS INSTALADAS

Ideias instaladas, ideias de limite, são a condição para dar lugar a equívocos que nunca ficam resolvidos. Não gosto nada destas coisas, mas nesta sociedade, penso que tem de se aguardar o devido tempo até que as situações amadureçam, possibilitando assim, o operar a mudança. Não sou mais nem menos evoluído do que ninguém, sou como sou, circulando o pensamento em torno. A experiência de vida tem-me ensinado bastante, existe sempre um antes e um depois… agora estou a viver o depois. É sempre o depois…Nada de confundir sexo, paixão e amor. São coisas diferentes… já passei por tudo e agora não sei onde me encontro. O sexo pode abarcar as três dimensões e em cada situação a vivência disso mesmo é tomada como a música do corpo… o sexo é a vida do corpo, um dos princípios activos que opera a harmonia! Não concordasse eu com Freud! Assim nesta ordem de ideias, o belo nunca cansa, causa e possibilita o desejo constante, suscita a profundidade e alarga horizontes considerados. As hipóteses de um sentimento diferente estão em aberto, e não esqueças que é o sentimento o responsável pela boa relação e não o sexo pelo sexo. Entendes? Qual a tua posição? Sexo por sexo, para descontrair! Já percebi isso… tantos! Ui… esqueces da estabilidade comunicacional… O preconceito, o tabu oprime e nunca liberta, impede a concretização dos ideais. O entendimento das situações deve ser bem resolvido, para evitar constrangimentos. Abominar aquilo que agrada (caso do sexo – hetero, bi, ou homo) leva à decadência, à dor interior. As pessoas devem realizar-se em toda a sua amplitude naquilo que são, proceder o contrário é matar essas pessoas. És livre de fumar, antes fumavas, agora não, pelo menos escreves isso para que acreditem… escreves muitas coisas, mas depois não cumpres! Ah… pois é! Esse teu novo blog é um espanto… estou a adorar! Lindo. Assim estou mais contente, eu sabia que não podias passar sem isso. Boa? Logo também essas mesmas criaturas serão livres de praticar sexo, sem complexos! Estas questões parecem não estarem esclarecidas… grande parte das pessoas fala de sexo com algum receio, outras evitam mesmo. Eu falo à vontade, nas calmas… Entendo que se continua a tratar muito mal as questões sobre sexualidade, o sexo não é visto com bons olhos, só por debaixo dos panos para uma determinada faixa etária, entenda-se então… o olhar diz tudo! O entendimento deve ser de cada um consigo mesmo e com os outros. É necessário lutar! O mar de tranquilidade e paz está em construção no âmago de cada um… deitar abaixo as ideias instaladas é a tarefa mais difícil. Bem… vamos lentamente, saboreando todo o prazer do percurso, até ficar todo dentro.

14.07.2006 – 20:50h

SIMPLESMENTE

Passou o tempo
Aconteceu algoPensei...
DormiEstou aqui
Vou passearPela noite.

É bom estar,
Bom esquecer
Simplesmente bom
Aquilo do luar.

18.07.2006 - 00:21h

sexta-feira, 6 de julho de 2007

CAMUFLADOS ANÁTEMAS

Certas situações não as entendo, posturas falsas, fingidas, atravessadas, com palavras ao acaso, algumas escorregadias, outras cheias de leviandade… o processo é sempre o mesmo e o preço é cada vez mais caro. Não me incomoda essa postura, inspira-me para um novo escrito, um novo post! Ofereces-te todas as vezes a quem não conheces e inventas a tua cilada por caminhos sinuosos! Dizes do que não sentes e o objectivo é o mesmo, porque as carências afectivas são um raio fulminante. Desculpa, mas não embarco assim, percebi certamente quem eras e vi que essa mudança era falsa. A mudança foi rápida e o cordeiro transformou-se em lobo. Cuidado com o lobo mau, ele está pintado, usa máscara. Lamento… Coitados dos que se abeirarem de ti, serão enganados pelo mais vil engodo e o fel se derramará… muitos se levantaram e chamaram atenção para o modo como actuas. Actuas e continuarás a actuar e amigos não terás porque não os sabes conservar e os que pensam ter-te como tal, em breve lhes dás com os pés. E assim tudo desaparece para sempre… eu desapareci para sempre depois daquele dia em que fui escorraçado quando estava em terras perto da praia, riba-mar o nome a considerar. As mensagens falaram bem fundo e a partir dai vi que afinal não passas disso mesmo, os modos do teu pensar.Acidentes da vida, de percurso e nada valerá o que não pode valer. O meu percurso é outro… preferes assim, pois que seja essa a tua vontade estúpida.Nunca sigas os trâmites de quem não vale a pena, de quem não presta ou fazendo-se crer nisso, é apenas fachada, aparência de uso frouxo. Chega de camuflados anátemas moralistas… dessa coisa sem mais significado.

28.08.2006 – 23:52h

sexta-feira, 29 de junho de 2007

OFERTAR-TE UMA PALAVRA

Ofertar-te uma palavra, talvez não chegue! Parece que todas as palavras encravaram e os campos pulsionais ficaram preenchidos por um outro substracto de reputação efémera.Agora aqui, escorre-me uma lágrima enquanto leio os teus escritos, talvez na falha da noite, ante as brisas do fim do Outono. Debaixo das minhas pálpebras pareço possuir as imagens do teu fogo cintilante enquanto o irreal se afirma na escuridão que desliza por o meu corpo e os sentimentos hoje tomaram forma diferente. Mudo a minha nudez, aquela que um dia cnheceste, soprada pelo teu lugar, pelas palavras abatidas e o amor que falhou nas noites transfiguradas. Tudo se parece mover nesta saudade triste enquanto pronuncio o teu nome que cavalgou o âmago da minha existência. Fecho os olhos... és a única realidade que se me afigura nestas sombras curvilíneas que se aproximam e afastam os cantos de uma cama vazia.Tremendo de amor e defrio, na província da ideotice, bebo o vento longínquio, metido na noite que se desenha na minha alma dissolvendo-me na indeterminação das criaturas inominadas.Ofertar-te uma palavra, é o mínimo que posso fazer enquanto as cortinas enfunam, face ao fado que se faz soar do lado da cómoda.

05.11.2006 - 04:36h

PERCURSOS DO INFORME

Trago nos braços a força de uma outra inquietação, enquanto tomo boleia nas palavras do outro dia, aquelas que ninguém entende, tomadas pelo novo propósito considerado. A justiça das palavras subtrai pessoas, desde a manhã até à plenitude da noite.A passagem inspira-me luta, entre números e fontes de humor, o lugar inalterável da identidade.Fecho os olhos e penso num outro propósito mais consistente e com duplo sentido. Recordo-te com alguma saudade, entendendo que o mais correcto, não soubeste preservar as verdadeiras palavras, acerca do que faz ou não faz sentido. Julguei-te diferente, confesso que me enganei. Isto acontece aos melhores; Gostas que não goste de ti, porque não gostas de mim, desse modo compreendo todas as tuas atitudes, elas são normais para esse teu perfil. Muitas pessoas são como tu, grande maioria e não passarão de uns infelizes! Entendo que ninguém pode gostar do que não gosta. Os modos de gostar são diferentes e poucos são os que gostam de alguém.Não me quero iludir mais com situações que não fazem sentido… o puro sentido é não ter sentido, neste caso, a situação em causa. Penso que finalmente entendi e não tenho mais paciência para jogos de palavras ou sentimentos para contigo… tudo é a mesma coisa! Prove-me alguém que não é o contrário. Divagações do nome, olhos que se fecham sem que a sensibilidade seja a força movente. O muro do emparedar mudou a minha visão… cansei de atitudes despropositadas, fiquei em paz. É bom, é muito bom quando as coisas ficam esclarecidas, certamente não te irei incomodar mais, tu para mim não existes mais, apenas e lentamente o tempo fará restauro da minha memória, dela serão eliminadas todas as entradas a teu respeito. O caminho continua…! A diferença das coisas está no modo como as percepcionamos e as interpretamos, requerendo em alguns momentos um ajuste. Amanhã vou sair com o R., vamos lanchar… hoje acordei com a sua chamada e as suas palavras foram reconfortantes; os verdadeiros amigos perpetua-os o tempo onde o diálogo clarifica. Isto é bom, muito bom. Somos dois num, ainda com alguma diferença, mas é esta beleza efémera que sustenta o sentido do bem querer. Muitas foram as barreiras ultrapassadas, as promessas das coisas diferentes. Aqui na invicta os sabores são outros e as palavras possuem um outro sentido de abrangência, com os seus finos olhos e as formas redondas do sentido. Formatos num retumbar profundo indo até à profundidade de mim mesmo. Tudo é tão imenso quando me dedico a alguém, mas depois tudo também acaba no seio da paz, sem mais palavras ou ajustamentos que se justifiquem. É importante saber seleccionar, especialmente as pessoas e nunca se deixar envolver pelas incorrectas ou esperar alguma coisa. Fecho os olhos… vou pelas artérias da invicta espalhando os meus caracteres, difusos.

25.11.2006 – 15:55h

terça-feira, 26 de junho de 2007

CAPÍTULOS DA VIDA

Não preciso que digas nada, já disseste quase tudo, já mostraste aquilo que um dia a minha intuição me houvera ditado... foste embora por atalhos secretos!... como tudo o que na vida se apresenta. Passa o tempo e como te entendo amigo, pelas tuas palavras, por essa forma de escrever. Penso que entendo quando não entendo nada... Esse escrito é um grito profundo da tua alma, dessa forma de estar e sentir! Profundo, belo, demasiadamente belo para que alguém tão rude e frio o mereça; pena que nem todos possam preenher tudo aquilo que cada qual precisa, ou que te entendam como tu aspiras. Estás apenas...Somente a vida, o manacial de experiências te ensinará a verdadeira realidade... Hoje fiquei triste, mas depois passará, como tudo. Sim, como tudo na vida e o que muito se quer, também se acaba por perder... as pessoas não deixarão de ser complicadas, contra isso nada há a fazer. Rendo-me! Não me parece existir remédio para tal natureza. Não te iludas em demasia, mas vive a realidade possível, porque o resto é uma pura ilusão e os anos passam depressa, um dia destes nada mais existe... apenas o nada! Os capítulos da vida são breves e o sofrimento não deixará de existir até ao último segundo, até àquele fôlego inóstipo. Hoje derramei lágrimas... amanhã será outro dia, apesar de tudo, nunca deixarei de desejar o bem mesmo a quem me colocou ou coloca de parte, mesmo que fique indiferente para comigo. Não importa, deixa... Mesmo que continue com essa postura e diga o que possa dizer... eu apenas fico no silêncio, olho as atitudes e lamento. Lamento algumas posturas de pessoas ditas inteligentes que acabam por ser muito rudes. Deixa-me soltar um sorriso e dar uma volta, deixa então. Tu entendes isso, tu és uma pessoa linda, com um interior lindo, muito lindo mesmo. Força e nada de vacilar... a vida continua com múltiplos propósitos.Deixo-te mais dois caracteres para os próximos capítulos da vida.

10.01.2007 - 23:30h