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domingo, 5 de agosto de 2007

O CORPO PEDE

Gosto das pessoas, umas mais do que outras, gosto à minha maneira! As coisas são conforme as possibilidades e a disposição...
Hoje pensei bastante depois de ter ido tomar café, pensei nos meus amigos e nas pessoas com quem me tenho vindo a relacionar e qual a importância que tenho para essas mesmas pessoas.
Faço o que posso e deixo que os outros façam a sua parte… não posso fazer com que os outros gostem de mim, só por eu gostar deles. Cada pessoa é à sua maneira e passeia-se com quem bem se entende.
Estive a fazer uma cópia de um DVD para oferecer a alguém que bastante estimo. É uma forma de mostrar que gosto de alguém, neste caso uma pessoa… também gosto de outras. Cada pessoa é única! É bom fazer o bem, ser agradável e ter uma palavra sempre amiga.
Os dias passam… hoje vim à net ler alguns blogs, fazer alguns comentários, descansar os olhos, a alma… e entender algumas coisas que no outro dia não houvera percebido.
Remodelação! Muitos dos meus amigos não sei nada deles, compreendo que têm as suas vidas e os seus afazeres ocupam-nos; são os interesses de cada qual. Não me vou aborrecer, isso seria deixar-me levar pelas situações o que não me favorece nada.Amanhã é mais um dia de aulas, o meu último dia! Finalmente, também preciso descansar, apesar de hoje ter dormido de tarde. Gosto de dormir quando o corpo pede. O corpo pede muitas coisas e nem todas são possíveis. O corpo pede… os interesses são diversos e as ocasiões proporcionam acontecimentos. Vou beber água…

30.03.2006 – 19:15h

terça-feira, 31 de julho de 2007

VERSÕES EM TEMPO DE PÁSCOA

Corpo, amante eficaz...
Nostalgia, potenciais...
Versões em tudo o que é bom!
Dúvidas,
Inseguranças neste dia de Páscoa,
Vou para ti... foges!
Crueldade do amor... o verdadeiro
Tu que desejo para sempre
Ainda que não entendas.

Declaro-me... fico para trás!
Duvido de tudo, fico ansioso
Tenho medo de falhar...
Em momento tão precioso
Não sei por onde começar.

Dia de Páscoa... nu e cru, total
Um pouco perdido,
Sem mais saber o que fazer
Nesta minha ansiedade
Eu quero ter a tua amizade.

Descobri-te e sei que te quero!
Sei que podes ser o meu amor...
Tenho a certeza dessa forma de ser
Já te disse o que sentia...
Sei que no fundo tudo era bom
Se um pouco mais me entendesses.

Um pouco perdido, maluquinho...
Isso já me disseste!
É tão doce, docinho
Tudo o que me fizeste.

Ainda que fiques distante, ausente,
Sei que ficou em mim o teu ser...
Guardo-o profundamente, com amor
Para o resto do meu viver.

Tu no teu encanto…
Conseguiste-me encantar!
Quero-o quanto,
O quanto desejo o teu amar.

16.04.2006- 10:25h

quinta-feira, 21 de junho de 2007

UM MISTO DE DOCE AMARGO ME TOMAM...

No meio desta tralha toda encontro pessoas... pessoas que não têm nada de pessoas, pessoas complicadas, pessoas que me levam a cada instante à desilusão, à desilusão dos sentidos. Pessoas apenas pessoas que parecendo ser... não o são. Num espaço de dedicação, apenas vejo falsidade, hipocrisia, interesses sem fundamento. Quem diria! Dizer a verdade torna-se motivo de repulsa, solicitar ainda é pior... dizer... Melhor será ficar indiferente, sem sentimentos e partir para outro mundo, em busca de pessoas melhores, acaso possam existir. Não quero nada, simplesmente nada... nem fotos, nem números de telefone, tão pouco a presença amaldiçoada. Apenas quero paz, silêncio e nunca ser incomodado por o que me causa dor. Doce, como o amargo o que me ofereces, como as palavras que escreves, os nomes, as fatais interpretações e a hipocrisia da existência. Sei o que sentes, mas não sabes o que sou, isso apenas ao lugar do inefável... eu apenas é que errei, tinha-te pensado de outro modo. Não sei o que existe... apenas aberrações. Pedregulhos no caminho, esta confusão cujos sintomas são uma aberração. Hi! Os teus princípios são retrógradas, o insustentável pesadelo da tradição, onde a desfragmentação consiste em ignorar-te... Libertação do sentido, do instante, para o outro lado, onde me habituo ao que me oferecem. Sei que não sou perfeito, mas esta insatisfação tolda-me a alma e vou, mesmo triste, em procura do meu anjo bom, talvez dos manos... cheio de fulgor, de algo diferente, com novas paisagens. Na rua dos nomes encontras múltiplas diferenças, tem uma luz que cintila a todo o instante... conheces-me um pouco, mas, essa maneira de ser é um poço de confusão para mim, também tenho o direito. É assim, não tem outro nome, mas continuas a ser especial todos os dias... e deirei regressa a mim, acaso ainda seja possível e o diálogo se estabeleça de modo considerado normal.

30.10.2005 - 10:07h