Estados iniciais! Werther é uma apologia ao amor, esta será a minha visão… Lidar com a situação, este tentar fazer tudo de um modo mais profundo e exemplar é sinal de algo.
Depois de ler os teus escritos, meditei um pouco e realmente, concordo com o que escreves, não tivesse sido o meu trabalho final de faculdade sobre a vertente do amor. Falar do amor não é fácil e muitas vezes misturam-se determinadas pulsões, atribuindo-se nomes que nem sempre fazem sentido. Se quiseres, posso dar-te uma cópia de tal trabalho. Eis o amor!O amor é um sentimento especial, é uma luta de situações, na tentativa de encontrar a harmonia e plenitude com o outro ser. Procura-se valorizar a parte melhor que se tem, o que parece e é apreciado. O amor aproxima e refaz a imagem perdida, unifica os pontos de vista e dita a regra, sem imposição, aferindo a validade de uma relação. O amor não impõe, decifra, adopta um gesto superior que em seu tempo é tomado por medida orientadora. O amor engloba o todo da pulsão e da paixão, os seus gestos interpretam e sustentam um desejo constante.
Uma proliferação de sinais envolve o indizível! O valor toma novas posições e o cansaço anula-se. Nesta fusão de duas pessoas diferentes deixa de haver diferença, o bem é único, é sacral e os impulsos são vividos de forma consciente, sem presságios ou desfasamento. O amor traduz laços de grande significado, momentos de exemplaridade, numa entrega total e perdoa a todos os níveis, alguma falha existente, reconstruindo as situações evidentes.
O desejo constante confere a validade do amor, da paixão, ao passo que o impulso é o aguilhão para explanar o banquete eterno do bem-estar. Assim, o amor sustenta-se num presente eterno de exemplaridade e originalidade, a felicidade significativa. Penso sobre tudo isto e confesso-te que estou disposto a muita coisa, mas, ainda que eu deseje, ou queira… muitos são os obstáculos… tu podes não querer. O querer é outro problema, normalmente é a condicionante em causa que profana as situações.
Desenrolam-se as situações e os pontos fortes em seu devido tempo vão despertar, confesso que não vou exercer pressão alguma sobre nada, ainda que perca tudo, mas, este é o verdadeiro amor. Não me sinto nostálgico nem alegre, mas confesso que me tocou muito o que li, disso mesmo que escreveste. As tuas palavras absorveram-me, levaram-me para uma outra esfera, entre a paz e a tranquilidade. Recordei tanto do que me falaste nos outros dias e o convite foi consumado… a paciência é a verdadeira arte do amor… vamos estar, então.
31.03.2006 – 11:14h
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domingo, 5 de agosto de 2007
sábado, 21 de julho de 2007
ACABARAM-SE AS PALAVRAS: FIM
“Não gastes palavras que é para não te cansares”, era o que alguém me dizia, com um ar sisudo, cara má, como se isso me agradasse ou o seu desagrado me viesse a mudar… nada disso. Faço pior.
Não lhe vou dizer mais nada que é para não me cansar. Chega de insultos, agora tenho mais que fazer do que estar a aturar essas parvoíces. Ok? Ainda que possa perder, pois que se lixe, estou a borrifar-me para isso tudo.Se as coisas não forem à tua maneira fazes birra e como a minha paciência possui limites, a partir de agora, nada mais para ninguém… acabaram-se as palavras.
As palavras possuem o seu tempo de duração. Cansei fartei e nada mais para ninguém e nem vontade para me irritar… desisti, confesso. As mulheres são sempre a mesma merda de todos os dias. Continuo a repetir aquilo, tudo tem um tempo de duração na vida.
Certa gente por tão querida que é passa a tornar-se inútil… resta colocá-la de lado, ignorá-la e viver com as pessoas que funcionam.Algumas pessoas perdem por procederem de modos incorrectos para comigo, a minha revolta faz-me afastar, ainda que me custe.
06.06.2006 – 22:33h
Não lhe vou dizer mais nada que é para não me cansar. Chega de insultos, agora tenho mais que fazer do que estar a aturar essas parvoíces. Ok? Ainda que possa perder, pois que se lixe, estou a borrifar-me para isso tudo.Se as coisas não forem à tua maneira fazes birra e como a minha paciência possui limites, a partir de agora, nada mais para ninguém… acabaram-se as palavras.
As palavras possuem o seu tempo de duração. Cansei fartei e nada mais para ninguém e nem vontade para me irritar… desisti, confesso. As mulheres são sempre a mesma merda de todos os dias. Continuo a repetir aquilo, tudo tem um tempo de duração na vida.
Certa gente por tão querida que é passa a tornar-se inútil… resta colocá-la de lado, ignorá-la e viver com as pessoas que funcionam.Algumas pessoas perdem por procederem de modos incorrectos para comigo, a minha revolta faz-me afastar, ainda que me custe.
06.06.2006 – 22:33h
terça-feira, 17 de julho de 2007
TRABALHO EM PROGRESSO
Hoje é dia de S. Pedro! Viva o Pedro... o meu amigo Pedro! Muita coisa... Novo trabalho, actas, relatório, matrículas, exames a corrigir, vigilâncias... bem! Viagens, posts e tanto, mas tanto mais. Tudo será feito! Ah, não esquecer de fazer a candidatura, isso é muito importante. Tudo muito bem preenchido. Bem, seja como for, o sono abraça-me e o melhor é dormir. Nada de aborrecimentos, tudo na boa... conhecer novos amigos, perceber algumas coisas e deixar que o tempo passe, também nada se pode fazer para ele parar!!!! ehehehe... mas parece-me que algumas coisas pararam, enfim. Crescendo, crescendo. Logo, vou às compras, cortar cabelo e tratar da beleza... ala comigo para o centro de estética. Sabe tão bem estar lá! Trabalho em progresso e novas amizades na lista de contactos... quero manter os velhos amigos, aqueles que estiveram sempre comigo. Bem, a hora está a avançar e tenho de dormir. Depois o falatório terá o seu lugar...
29.06.2006 - 01:25h
29.06.2006 - 01:25h
sexta-feira, 29 de junho de 2007
ACERCA DO QUE ESTÁ DISPONÍVEL
Do que está disponível se pode dizer algo, do que se tem acesso, o resto é como se não existisse, do seu estar ou não estar nada se diz. O que conta é mesmo o que se vive e não o que se está por viver e a expectativa para nada serve, pode nem possuir lugar. Entendo que algumas pessoas gostam de deixar de existir, pois que o façam... nem sequer pensam por si, mas sujeitam-se ao pensar dos outros e reagem em função disso, como de descriminações ou provocações. Olho ao sentido das provocações que em outro tempo me complicavam o sistema nervoso e hoje, não me afectam, passo ao lado e deixo-me rir perante tais situações caricatas. Afinal, o tempo permite evoluir. Muda-se, alteram-se os sentidos, ainda que algumas pessoas não queiram colaborar ou tendam a fazer birras e andar em jogos de escondidas, com os seus infantilismos inerentes. Engraçado como o comportamento humano procede. Este processo projectado e inacabado de que todos somos interessa cada vez mais para poder compreender o que não tem compreensão. Interessante!Só leio os textos de quem permite visualizar e não do que não está, desses, nada conta, é como se não existisse. Que valor posso atribuir ao que não existe? Nada posso dizer… é bom que te escondas e sejas o próprio silêncio, disso apenas resta o nada, do que não emito algo. É belo aquilo que vou descobrindo, isso que é meritório, que é desejável e que se apresenta.Nesta silhueta da maçã postada pousam os meus ombros, na nudez do fogo que morre, o desejo que me faz beijar e as histórias que se contam, surgem do fim do mundo, do piso mais elevado e encerram uma folha branca sem história.Nas linhas pautadas deixo-te uma mensagem, lanço-as na simetria das cortinas, enquanto respiras o meu perfume, a ímpia situação das bagas nos meus mamilo, neste fundo azul, fazendo germinar a lembrança.Debaixo da imagem do céu ergue-se a última haste em flor, o segundo intolerável, porque a saudade tomou a língua de fogo devorando o néctar num lampejo, onde te acolhi desde os tempos passados. Nada mais li acerca dos teus movimentos da alma, nem a forma da publicação do poema, apenas encetei um romance de nostalgia eivado de serenidade, com sorrisos sossegados e silenciosos.
22.11.2006 – 14:07h
22.11.2006 – 14:07h
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